sábado, 6 de junho de 2015

Bancos de sangue sofrem queda por causa do frio e doenças respiratórias



Baixas temperaturas acabam espantando os doadores.
Gesto simples de solidariedade pode salvar muitas vidas.

 Os bancos de sangue sofrem, nesta época do ano, com a queda nos estoques, principalmente por causa do frio e das doenças respiratórias que afetam os doadores. E isso é um problema para os hospitais.

As baixas temperaturas acabam espantando os doadores, mas um gesto simples de solidariedade pode salvar muitas vidas.

Para quem deseja doar sangue é preciso ter entre 18 e 69 anos, estar saudável e não ter tido hepatite antes dos 11 anos.

No dia da doação, 12 horas antes não é permitida a ingestão de bebida alcoólica. É importante ainda estar bem alimentado.

O telefone de contado com a Fundação Hemominas é o 155. Para mais informações sobre como e onde fazer as doações de sangue em Minas, acesse o site.



http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2015/06/bancos-de-sangue-sofrem-queda-por-causa-do-frio-e-doencas-respiratorias.html

Campanha Junho Vermelho convoca população para doar sangue.



ESTADO DE SÃO PAULO - Campanha Junho Vermelho convoca população para doar sangue. 

Promovida pelo movimento Eu Dou Sangue Pelo Brasil, ela tem o objetivo de tornar a atitude um hábito na vida do cidadão. 

No Estado de SP, a Secretaria da Saúde planeja uma série de ações para conscientizar a população. Por exemplo, em prédios como o do Instituto do Câncer, o Viaduto do Chá e o Memorial da América Latina, na capital, que serão iluminados com a cor vermelha para chamar a atenção para a campanha. 

O Estado de SP responde, sozinho, por um em cada quatro litros de sangue coletados no País. São cerca de 850 mil bolsas por ano, mas as doações costumam cair bastante nessa época. 

Quem quiser ajudar deve comparecer a um dos 120 postos de coleta distribuídos por todo o Estado. 

A Secretaria da Saúde de SP explica que, para doar, é preciso levar documento com foto, estar bem alimentado e evitar, por exemplo, consumir bebidas alcoólicas 12 horas antes. 


Mais informações estão disponíveis no site www.saude.sp.gov.br.

“Fechados com Yago”: jovem precisa da doação de medula óssea



Familiares de Caratinga se mobilizam 
A campanha “Fechados com Yago” já está nas redes sociais. O jovem mineiro de Uberlândia, Yago Laguardia, é portador de Leucemia e está na corrida contra o tempo à espera de um doador compatível de medula óssea. O jovem tem parentes na cidade de Caratinga que também abraçaram a campanha e hoje tentam estimular a população para que mais pessoas se tornem doadoras.

O pedido também foi encaminhado ao Hospital Nossa Senhora Auxiliadora de Caratinga. A instituição de saúde se colocou à disposição para ajudar e abre as portas para que os interessados na doação possam se cadastrar. Para obter mais informações basta ligar para (33) 3322-6400. A mensagem de apoio também foi postada pela captadora Michelle Cristina.

Ainda nas redes sociais, a mobilização é intensa. Centenas de pessoas abraçaram a campanha e se mostram solidárias ao caso de Yago e a de tantas pessoas que sofrem com a mesma doença e aguardam por um doador compatível.

Participe você também. A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e amor com o próximo. Os doadores tem de ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde.


 fonte>>http://portal.tvsupercanal.com.br/?p=27009

Paulinho continuará tratamento contra leucemia em São Paulo




A família de Paulo Sérgio, o Paulinho, de cinco anos, anunciou na manhã desta sexta-feira (5), em uma rede social, que dará continuidade ao tratamento contra a leucemia em São Paulo. A história do pequeno juiz-forano ganhou repercussão na cidade quando os pais, Paula Chagas e Octavio Fernandes, venceram a timidez e se vestiram de super-heróis para animá-lo no tratamento. Neste ano, familiares e amigos também iniciaram a campanha "#JuntospeloPaulinho - doe medula óssea". A corrente do bem mudou a rotina do Hemocentro da cidade, que desde o início da mobilização recebeu 1.086 cadastros em apenas 18 dias.
De acordo com a mãe, Paula, a família optou por dar continuidade ao tratamento do garoto em São Paulo para fazer com que ele se sinta mais seguro e confiante quando o transplante for realizado. "Nós recebemos a indicação para fazer o transplante lá pois a equipe é especializada e tem mais experiência com transplante de medula em crianças. Então, nós resolvemos dar continuidade ao tratamento também em São Paulo para preparar não só o corpo, como também a cabeça do Paulinho. Ele sempre fala em internar no hospital aqui em Juiz de Fora, porque ele já conhece e confia. Não queríamos chegar de supetão em um novo lugar para fazer um transplante, porque sabemos que é um procedimento complicado. Queremos que ele conheça e entenda primeiro", falou.
Ao que tudo indica, a família já deve ir para a capital paulista na próxima semana. "Vamos resolver apenas as questões burocráticas agora. Estamos indo na hematologista dele hoje ainda para pegar o encaminhamento e aguardar o plano de saúde autorizar. Acredito que estaremos em São Paulo até o final da semana que vem", comentou Paula.
A família aguarda também o resultado do teste de compatibilidade para o transplante. O exame foi realizado na última segunda-feira (1º) e o resultado deve sair na próxima semana. Se Paulinho não for compatível com os pais, Paula e Octávio, ou com os irmãos Octávio e Arthur, ele será inscrito no Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme). A partir daí, começa a busca por um doador cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).
Corrente de Solidariedade
A cidade de Juiz de Fora se mobilizou para ajudar Paulinho a encontrar um doador compatível.  Na página #JuntospeloPaulinho foram feitos pedidos para doação de sangue e de plaquetas para o menino.Também houve publicações sobre pessoas que se cadastraram como doadores em cidades do Brasil e até na Inglaterra; sobre pessoas que apoiam a campanha, entre elas, está o ex-jogador Zico, que soube da mobilização e também divulgou uma foto com o cartaz. No período, foi realizado ainda um evento na Praça Cívica da UFJF e uma caminhada no Rio de Janeiro. Integrantes do grupo estão organizando caravanas para cidades onde há unidade do Hemocentro para fazer o cadastro de doadores.
Nesta sexta-feira (5), foi divulgado também na página que amigos, familiares e até desconhecidos estão se mobilizando para ajudar a família em São Paulo. Várias pessoas organizaram rifas e bingos e uma camisa da campanha está sendo vendida pelo valor de R$ 20. "As pessoas estão se unindo para nos ajudar. Nós somos uma família de classe média, não somos pobres, mas tudo fica desestruturado quando acontece uma coisa dessas. Nós temos vários gastos. Não tínhamos previsto gastos com mudança para outra cidade. Tem também o Arthur, meu filho mais novo, que ficará com a minha sogra. E as pessoas estão nos ajudando. Tem muita gente envolvida", contou.
Para Paula, ver o tanto que as pessoas são solidárias é emocionante. "Está sendo fantástico. Nós estamos impressionados e comovidos. Tem tanta gente passando pelo mesmo que nós. O Paulinho é carismático, ele comove as pessoas. Mas a gente espera com essa campanha ajudar não só ele, mas também as outras crianças", finalizou.


Fonte>>http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2015/06/paulinho-continuara-tratamento-contra-leucemia-em-sao-paulo.html

Família de Paulinho fará teste de compatibilidade na próxima semana




Após retorno da leucemia, menino estava internado em Juiz de Fora.
Família anunciou que garoto teve alta após 1º ciclo de quimioterapia.

 "Graças a Deus, saímos do hospital!!! Já estamos em casa, descansando e nos preparando para o próximo ciclo de quimioterapia. Obrigada mais uma vez a todos que doaram sangue, se cadastraram e oraram por nós!!! A luta continua”.

Acompanhada de uma montagem de fotos, foi com essa mensagem que a família anunciou em uma rede social que Paulo Sérgio, de cinco anos, o Paulinho, teve alta neste sábado (30) após o primeiro ciclo de quimioterapia para combater a leucemia.

Agora, o transplante de medula óssea é o caminho para a cura e a saúde de Paulinho. O próximo capítulo da jornada da família, após o confirmação do retorno da doença neste mês, é tão importante quanto decisivo.

“Na segunda (1º), vamos fazer o teste de compatibilidade. A coleta do sangue de todos nós será feita no Hospital Universitário (HU). Depois disso é esperar cerca de 15 dias para saber o resultado”, disse a mãe, Paula Chagas, ao G1. As duas semanas de espera pelo resultado de compatibilidade também serão a folga de Paulinho e da família antes da internação para o segundo ciclo de quimioterapia.

 Se Paulinho não for compatível com os pais, Paula e Octávio, ou com os irmãos Octávio e Arthur, ele será inscrito no Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme). A partir daí, começa a busca por um doador cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

"Uma vez feito o cadastro leva de 45 dias a seis meses para o resultado entrar no Redome. Por isso a importância de doar logo para poder ser incluído o quanto antes no sistema. Quanto mais pessoas cadastradas como doadoras, maiores as chances de quem precisa”, explicou Paula. Segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a compatibilidade com doadores fora da família é de um para cada cem mil.

Finalmente em casa
Depois de 23 dias do diagnóstico, Paulinho teve alta, após superar os efeitos colaterais do primeiro ciclo de quimioterapia. “O ciclo terminou no dia 17, dez dias após a internação. No entanto, a alta só foi agora porque ele teve diarreia, febre, mucosite e a gente precisava que o sangue dele estivesse melhor. Ainda não está excelente, mas é suficiente para ele ir para casa”, disse a mãe. Neste período, na página #JuntospeloPaulinho, foram feitos pedidos para doação de sangue e de plaquetas para o menino.

 No entanto, alguns cuidados são necessários. Um deles é o uso de máscara, inclusive pelos pais. A médica liberou visitas, com algumas precauções.

“Quando souberam da alta, os amiguinhos mandaram mensagens perguntando se ele voltaria à sala de aula. Aí eu expliquei que ele ainda está fazendo tratamento e não pode. Mas ele perguntou se poderia receber visita. A médica liberou, desde que seja um de cada vez, que não esteja doente ou gripado e que use máscara. Na semana que vem, vou à escola explicar isso para os amiguinhos”, disse.

Nestes dias em que a página está no ar, foram várias publicações sobre pessoas que se cadastraram como doadores em cidades do Brasil e até na Inglaterra; sobre pessoas que apoiam a campanha, entre elas, está o ex-jogador Zico, que soube da mobilização e também divulgou uma foto com o cartaz. Inclusive foi publicado um vídeo com Paulinho incentivando as pessoas a se tornarem doadoras (veja abaixo).

 Outros casos de pacientes que esperam doação, também foram divulgados, como a situação da bebê Marina, de 1 ano e meio, também internada para tratamento contra a leucemia em Juiz de Fora. Nos primeiros dias de divulgação, mais de 300 pessoas se cadastraram no Hemocentro de Juiz de Fora.

No período, foi realizado evento na Praça Cívica da UFJF e uma caminhada no Rio de Janeiro. Integrantes do grupo estão organizando caravanas para cidades onde há unidade do Hemocentro para fazer o cadastro de doadores. 

Não pense que o retorno do filho significou uma pausa na participação da família Chagas na campanha pela conscientização da importância da doação da medula óssea. Nesta tarde de sábado, Paula Chagas deu entrevista durante uma pausa na panfletagem realizada em um shopping. “A campanha é muito maior. Não é só por ele. Precisamos esclarecer sobre a doação de sangue e de medula óssea. É uma forma de aumentar a chance de todas as pessoas que estão passando pela mesma situação que ele”, afirmou. 


http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2015/05/familia-de-paulinho-fara-teste-de-compatibilidade-na-proxima-semana.html

sábado, 16 de maio de 2015

Entenda como é feita a doação de medula óssea

Exames de sangue

O número de doadores de medula óssea no Brasil aumentou. Há 15 anos, eram apenas 12 mil inscritos no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Desde 2014, o Brasil já chegou à marca de 3,5 milhões de doadores cadastrados. O responsável pelo banco de doadores de medula óssea é o Instituto Nacional do Câncer (Inca). 
"É preciso que haja entendimento de que a quantidade de doadores necessários para atender aos pacientes que estão esperando os transplantes é uma proporção da população brasileira. É um percentual da população brasileira que representa a diversidade genética da população. O Brasil teve um salto nos últimos 15 anos em que conseguimos a participação de todas as regiões do país, todas as raças e cor da população estão representados no registro. Nós saímos de 12 mil doadores para 3,6 milhões, o que nos coloca como terceiro maior registro do mundo", ressaltou o diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Inca e coordenador do Redome, Luís Fernando Bouzas, em participação ao programa Tema Livre desta segunda-feira (11). 
Bouzas lembra que ainda existe muita confusão sobre o que é medula óssea e como é feita a doação. "As pessoas confundem medula óssea com medula espinhal, que é parte do sistema nervoso e que está dentro da coluna vertical. A medula é o tutano, o tecido que se encontra dentro dos ossos. Esse tecido é muito importante porque dele se origina todas as celulas do sangue e do sistema imunológico, que defendem nosso organismo. Quando se substitui a medula óssea é um procedimento extremamente complexo, que tem indicacação para diversas doenças e tratamentos", explicou Luís Fernando Bouzas.
Sobre a doação, o médico enfatiza que o procedimento para tanto é extremamente seguro. "Quando ocorre a doação, ao mesmo tempo, há uma regeneração rápida desse tecido. Logo após a retirada do tecido, que é de uma fração 15% a 20%, 15 dias depois já há totalmente a recuperação do doador e do tecido retirado",  detalhou Bouzas.

Como doar medula óssea

O gerente do Redome, Alexandre José Almada, que também participou do Tema Livre, explicou que antes de fazer ser selecionado para doação de medula, a pessoa deve ir em um hemocentro para ser cadastrado.
"A pessoa preenche uma ficha com cadastros pessoais e, ao mesmo  tempo, coleta uma amostra de sangue, que vai servir para realizar um teste que vai mostrar a caracterização genética do doador. Isso ainda não é a doação. No futuro, quando houver o cruzamento de dados do paciente e do doador, outros teste serão feitos para concretizar a informação e aí a doação poderá ser feita". acrescentou Bouzas, informando que esse cruzamento é feito por computador.
fonte>>http://www.ebc.com.br/noticias/saude/2015/05/entenda-como-e-feita-doacao-de-medula-ossea

Transplante de medula: médicos orientam sobre doação personalizada

Campanhas de mobilização para localização de doadores de medula óssea são frequentes. Quando celebridades, políticos e pessoas influentes se sensibilizam com um caso e passam a pedir doações na mídia e em redes sociais, um grande número de pessoas lotam os hemocentros para serem voluntários. Mas o ideal seria que as pessoas se cadastrassem para qualquer paciente, não apenas a partir de uma campanha personalizada.
Para Luis Bouzas, diretor geral do Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), deve haver uma conscientização por parte da sociedade que muitas pessoas precisam de medula de óssea e que só o fato de se cadastrarem nos hemocentros não significa que a doação foi efetivada. “Uma vez cadastrada, essa pessoa tem que manter o cadastro atualizado, pois no momento que um paciente for compatível, o hemocentro poderá contatá-lo e, a partir desse momento, começa a doação efetiva”, explica o médico.
Além disso, é preciso diversificar a genética nos registros. Doações para pacientes raros devem ser feitas de forma organizada e criteriosa. Se o paciente é descendente de orientais, a captação deve ser feita em locais onde residem pessoas com ascendência oriental. Se o paciente é descendente de alemães o ideal é que se faça no sul do país ou diretamente no Registro Alemão e assim por diante. O REDOME já é o terceiro maior Registro do mundo com 3 600 000 doadores e cadastra anualmente cerca de 400 000 novos doadores com recursos para custeio dos testes genéticos totalmente público (SUS).
Desta forma, se consegue mais efetividade nos resultados e uso racional dos recursos públicos beneficiando “todos os pacientes de uma forma geral”. Os doadores de campanha massificada, prosseguiu, vão aos bancos de sangue uma vez só e não são fidelizados. A fidelização é um dos objetivos do REDOME, cujo cadastro já atende 90% dos pacientes que buscam um doador na fase preliminar.
Esta opinião é compartilhada pelo presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), Dimas Covas. Ele apoia os alertas dados pelo diretor do REDOME e destaca a importância da mobilização dos doadores de forma organizada em busca da maior efetividade dos resultados em benefício dos pacientes.