domingo, 27 de novembro de 2011

Colheita de sangue para medula óssea supera expectativas (c/video)

Não houve kits suficientes para todos aqueles que acorreram ao Cenfim na terça-feira, para ajudar a Sara, o Gustavo e todos os meninos, jovens e adultos que precisam de um dador de medula óssea.

“Hoje precisam umas pessoas, amanhã podemos precisar nós, foi por isso que vim cá”. A afirmação, de Sara Gil, dadora de medula óssea, espelhava o sentimento de todos os que esta terça-feira, dia 22, se deslocaram ao Cenfim para participarem nesta colheita de sangue.

“O pensar nos filhos” fez também com que Ângela e Paulo Vaz saíssem do trabalho às duas da tarde e esperassem pacientemente, cerca de hora e meia, na fila para também eles se poderem tornar dadores de medula óssea: “Tivemos conhecimento pela firma, que colocou lá o cartaz da menina e tomamos a iniciativa de vir cá”.

Visivelmente satisfeito, José Carneiro, responsável pelo pelouro do sangue do Lions Clube da Trofa, admitia que não contava com tantos dadores, “o que é muito bom, não só para a Sara, mas também para outras pessoas”.

A pequena Sara tem sete anos e foi-lhe diagnosticada uma síndrome mielodisplático e precisa de transplante de medula óssea para ficar curada.

O apelo, colocado um pouco por todo o lado, fez com que mais de meio milhar de pessoas quisessem ajudar, contudo apenas 408 ficaram inscritos, uma vez que os outros, “mais de cem”, foram embora “por falta de kits de recolha”, informou o responsável do Lions.

O caso de vida do Gustavo, filho do jogador de futebol português Carlos Martins, sensibilizou os portugueses, que acorreram para ajudar o menino…e todos os outros que também necessitam de um dador. É que ao fazer a recolha, o tipo de sangue do voluntário fica armazenado numa base de dados que está acessível para todo o Mundo. José Carneiro reconheceu que “o mediatismo ajudou muito” e que “aqui pode resultar uma colheita compatível com o filho de outra pessoa”.

Este tipo de colheitas para medula óssea não é novidade para o Lions Clube da Trofa, que foi “o primeiro clube lionístico a promover uma colheita deste género”, recordou.

A pensar nesses que não se poderão tornar dadores esta terça, o Lions marcou já nova colheita para o dia 17 de dezembro, às 9 horas nos Bombeiros Voluntários da Trofa, que coincide com outra recolha de sangue já agendada para o Hospital de S. João.

Para ser dador, e segundo Cecília Mendes, técnica de análises clínicas, a trabalhar nesta recolha, “basta ser saudável e ter entre 18 e 45 anos” e… não dói nada.

Lions promove colheita e jantar

O Lions Clube da Trofa vai realizar mais uma colheita de sangue em Ribeirão. Esta iniciativa vai decorrer no sábado, dia 26, entre as 9 e as 12.30 horas, na Escola EB 2/3 de Ribeirão. O sangue recolhido nesta colheita vai ser doado aos doentes do Hospital de S. João, no Porto.

Também no mesmo dia, o Lions vai realizar, pelas 20 horas, um jantar de beneficência na Casa da Agra - Ribela, na Maia. As receitas angariadas neste evento vão reverter a favor das obras de solidariedade social e beneficência da instituição. Para mais informações deve contactar a instituição através dos seguintes telemóveis: 968 104 805 / 911 506 588 / 926 685 373.


http://www.onoticiasdatrofa.pt/nt/index.php?option=com_content&view=article&id=8446:colheita-de-sangue-para-medula-ossea-supera-expectativas


Paulo Bento participa na campanha de dadores de medula

O fillho de Carlos Martins sofre de aplasia medular e necessita de um transplante urgente.


Paulo Bento, a sua mulher e vários elementos da equipa técnica da Seleção Nacional de futebol participaram esta manhã na campanha de dadores de medula óssea, associando-se à onda de solidariedade pelo filho de Carlos Martins, Gustavo, de três anos, que sofre de aplasia medular e necessita com urgência de um dador compatível para transplante de medula óssea.

O caso de Gustavo foi tornado público no final do jogo entre Portugal e a Bósnia (6-2) e desde aí o número de dadores subiu vertiginosamente.

http://desporto.sapo.pt/futebol/seleccao/artigo/2011/11/27/paulo_bento_participa_na_campanh.html

Entenda como funciona o transplante de medula que Gianecchini vai fazer














Procedimento atinge até 80% de cura, mas vem acompanhado de quimioterapia pesada


O ator Reynaldo Gianecchini deve se submeter nesta semana a um autotransplante de medula contra um câncer no sistema linfático, diagnosticado em agosto deste ano. O procedimento é indicado quando a doença é mais agressiva e não foi totalmente eliminada na quimioterapia. Às vésperas do procedimento, o ator não perde a fé.

Veja casos de cura de transplantados

Entenda mais sobre a doença do ator

O autotransplante, ou transplante autogênico, consiste na colheita da medula do próprio paciente, de onde serão retiradas células-tronco que serão congeladas e reimplantadas na medula no dia do transplante.

É na medula óssea que se produzem todas as células do sangue (leucócitos, plaquetas e hemácias), fundamentais para a sobrevivência, explica Luis Fernando Bouzas, diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Inca (Instituto Nacional do Câncer) e coordenador do Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea).

- Como colhe a medula e congela, ele [o paciente] tem a oportunidade de receber uma dose de quimioterapia maior e mesmo assim se resgata a medula, caso tenha sido afetada.

Mas o paciente só pode receber o transplante se a doença estiver controlada e não tiver atingido a medula. E isso se dá pelas sessões de quimioterapia feitas previamente. Caso contrário, o material colhido estaria doente e não poderia ser reintroduzido no corpo, explica Bouzas.

Primeira etapa: colheita da medula óssea

Constatada a possibilidade, a colheita da medula pode ser realizada de duas maneiras: pela aspiração do osso da bacia com uma agulha especial (método mais tradicional), de onde serão retiradas as células, ou pela coleta de sangue mobilizado dentro da medula.

O segundo método tende a ser mais eficaz, mas não é usado em todos os lugares porque requer mais tecnologia, explica o coordenador do Redome. Ele se resume a administração de uma medicação conhecida como fator de crescimento, que estimula a medula a produzir mais células que passarão a circular pela corrente sanguínea.

Uns cinco dias após o estímulo, médicos retiram amostras desse sangue por meio de uma máquina (aférese) capaz de separar as células-tronco, que depois são congeladas para serem usadas no dia do transplante.

- Quando você faz essa colheita de sangue periférico, você tem uma melhor seleção da célula-tronco porque mesmo que tenha uma célula doente [na medula], ela não é estimulada.

Veja fotos da batalha de Giane contra o câncer

Segunda etapa: “superquímio”

O próximo passo é submeter o paciente a uma pesada quimioterapia, administrada por dias com vários medicamentos. Apesar de acabar com os tumores, invariavelmente vai atacar a medula, destruindo também a imunidade do paciente.

É por isso que nesse meio tempo o paciente tem que ficar praticamente isolado, na UTI do hospital, à base de antibióticos e outros medicamentos que o impeçam de sofrer infecções e morrer.

- Normalmente o doente tolera porque é uma carga [de quimioterapia] calculada. Damos os medicamentos porque ele vai sofrer com feridas na boca, vômitos, diarreia e com a maior suscetibilidade de infecções. Os primeiros quinze dias são os mais críticos.

Durante todo esse período, o paciente fica internado, afim de se preparar para o transplante.

Terceira etapa: transplante e recuperação

Comparado ao transplante de medula com doador, o autogênico é mais simples por não haver risco de rejeição, já que as células transplantadas são do próprio paciente, explica Bouzas.

Entretanto, sua fase mais crítica é a do pós-transplante, já que as células demoram por volta de 15 dias para se reproduzir e chegar à corrente sanguínea. Antes disso, o paciente precisa continuar isolado para evitar infecções.

- De doze a quinze dias é que começa a recuperar as células da medula. A gente chama isso do dia da pega, quando o paciente começa a ter as células de novo.

O momento, sempre muito celebrado, é o começo da vida sem o câncer. Segundo Cármino Antonio de Souza, presidente da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia “boa parte dos pacientes de 60% a 80% com linfoma voltam à vida normal”. De 25 milhões de casos no mundo, 4% levam a óbito e o restante chega à cura ou mantém a doença controlada.

- A volta à vida normal é muito variável de pessoa para pessoa. O tratamento do Gianecchini por, ser longo, vai exigir mais tempo.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Santos cadastra doadores de medula óssea nesta quinta-feira

O projeto 'Salve uma Vida' do Rotary Santos Porto, que visa captar doares de medula óssea, irá cadastrar voluntários nesta quinta-feira, 8 às 18 horas,. no andar térreo do do edifício-sede, que fica na Av. Ana Costa, 291.

Os voluntários podem esclarecer e se tornarem doadores em potencial, já que no local haverá pontos de coleta de sangue com enfermeiros.

Para ser doador é preciso ter de 18 a 54 anos e não ser portador de doença infectocontagiosa transmissível pelo sangue, nem hematológica ou câncer.

A tipagem será cadastrada no Redome (Registro de Doares de Médula Óssea) para cruzamento de dados com o Rereme (Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea), subordinado ao Inca (Instituto Nacional do Câncer).

Seja dador de Medula Óssea - ajude o Gustavo, filho do Carlos Martins

De: Carlos Rafael Pereira [mailto:rafael.pereira@cm-mirandadocorvo.pt]
Enviada: quarta-feira, 23 de Novembro de 2011 0:20
Assunto: FW: Seja dador de Medula Óssea - ajude o Gustavo, filho do nosso CARLOS MARTINS

Caro amigo

Como certamente é do seu conhecimento o filho do Carlos Martins, o pequeno Gustavo de apenas 3 anos, sofre de uma doença rara e cuja cura está depende de encontrar alguém compatível para o transplante de medula óssea. Como sabe também é sempre muito difícil conseguir esta compatibilidade, actualmente não existe ninguém.

Está nas nossas mãos e de todos aqueles que consigamos motivar encontrar alguém compatível.

É muito simples, para verificar a compatibilidade, bem como ficar a fazer parte da base de dados de dadores de medula, basta deslocarmo-nos a um local de recolha e retirar uma pequena porção de sangue, um pequenos gesto que poderá salvar vidas.

Não deixe de ajudar hoje pelo pequeno Gustavo, amanhã quem sabe por nós (espero que nunca passem por esta situação).

A Casa do Benfica em Miranda do Corvo estava a tentar realizar uma recolha nas suas instalações, contudo as solicitações desta equipa de recolha tem sido muitas e apesar de não estar fora de hipótese, está mais difícil, dada a nossa proximidade a Coimbra.

Face ao exposto informamos que no próximo dia 26 de Novembro, sábado, vai decorrer no centro de histocompatibilidade (Complexo dos HUC/Coimbra), ver morada e contactos abaixo, uma recolha no período entre as 9h e as 17:30h.

Agradeço que caso não consigam deslocar-se a Coimbra neste dia e considerando que estarão interessados em ser dadores de medula contactarem através deste email, com o objectivo de tentar agendar uma data para que se realize uma recolha em Miranda do Corvo.

Miranda do Corvo é uma Terra Solidária, não tenho dúvidas que vamos apoiar esta causa, não só por ser o Gustavo, mas por todos os Gustavos que poderão necessitar no futuro de um transplante.

MUITO OBRIGADO, CONTAMOS CONSIGO.

Carlos Rafael

PS – POR FAVOR PERCA 10 SEGUNDOS E DIVULGUE JUNTO DOS SEUS CONTACTOS E NAS REDES SOCIAIS


http://comunidade.xl.pt/Record/blogs/quintadocareca/archive/2011/11/23/seja-dador-de-medula-211-ssea-ajude-o-gustavo-filho-do-carlos-martins.aspx

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Gustavo Martins ainda sem doador



Foi há uma semana que Carlos Martins apelou aos colegas daSelecção para doarem medula óssea. Milhares de portugueses acederam ao apelo, mas continua por encontrar um dador compatível com Gustavo Martins, o menino de três anos, filho do médio, que sofre de aplasia medular. No entanto, ainda pode demorar até que seja encontrado um dador.

Helder Trindade, director do Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão (CEDACE), disse ao CM que "um dador de quem seja colhido sangue hoje pode demorar dois a três meses até estar tipado e registado na base de dados". A demora deve-se ao excesso de trabalho que existe actualmente nos serviços do CEDACE.

Anteontem, Carlos Martins, acompanhado do filho, voltou a apelar à doação de medula óssea, após o jogo frente ao Maiorca, em que marcou um golo. Para hoje, estão agendadas acções de recolha de medula em Braga (no Estádio AXA), Trofa (CENFIM), Seixal(Câmara Municipal) e Oeiras (Bateria da Lage).


http://www.vidas.xl.pt/noticias/nacionais/detalhe/gustavo_martins_ainda_sem_dador.html


Medula óssea: Doações aumentaram 10 vezes


Desde que Carlos Martins lançou o apelo para que todos ajudassem a encontrar um dador compatível para o seu filho, o número de dadores de medula óssea aumentou dez vezes só no centro de recolha de Lisboa.

O dia-a-dia do Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão (Cedace) sofreu uma brusca alteração desde a passada quarta-feira. Dos habituais 20 a 30 dadores que diariamente ali se deslocavam, passaram a aparecer umas impressionantes 200 a 300 pessoas disponíveis para ajudar.

Em comunicado à Lusa, o Cedace informou que "se regista um aumento exponencial de pessoas que chegam a esta unidade e se oferecem para 'ajudar o filho do Carlos Martins'", cita a agência.

O apelo feito pelo jogador aconteceu no final do jogo entre a seleção nacional e a Bósnia, e desde então tem sido repetido por várias personalidades, não só do futebol. O filho de Carlos Martins sofre de uma aplasia medular e precisa urgentemente de um transplante de medula.

Na página do Facebook criada para a campanha, o jogador e a sua mulher contam que o menino faz este sábado 3 anos. "O Gustavo faz hoje 3 anos. Gostaríamos, neste momento difícil, de agradecer a todos vós, que se têm mostrado tão humildemente disponíveis para ajudar o nosso filho a curar-se. Do fundo do nosso coração, muito muito obrigado", escrevem Carlos e Mónica Martins em "Vamos ajudar o Gustavo".

Os dadores de medula têm de dar uma amostra de sangue que é analisada para se verificar se é compatível com algum dos doentes que necessitam de um transplante. A grande quantidade de doações que têm ocorrido nos últimos dias é, assim, uma boa notícia para muitas outras crianças que sofrem do mesmo problema.

Sempre que o sangue for utilizado os dadores recebem essa informação. Até hoje estavam registados no Cedace um total de 264.767 dadores.


Medula recebida por Lucas levará até 20 dias para 'pegar'

sexta-feira, 18 de novembro de 2011 7:00


O transplante de medula óssea do estudante de Ribeirão Pires Lucas Guizzardi, 10 anos, foi concluído ontem, por volta das 20h. Enquanto os médicos controlavam a pressão arterial, foram infundidas, por meio de transfusão, seis bolsas de medula óssea de um doador de Pernambuco, duas pela manhã e duas no fim da tarde. Agora, é preciso monitorar o estado de saúde do menino e aguardar a ‘pega' da medula, quando passará a produzir células sanguíneas livres da leucemia linfoide aguda.

Segundo a hematologista Elaine Mazará, que acompanhou Lucas desde que foi diagnosticada a doença, aos 5 anos, a hipertensão durante a infusão da medula é reação esperada. "Assim como esta, muitas outras poderão ocorrer nos próximos dias."

O período que Lucas enfrentará a partir de agora é conhecido como aplasia medular e caracterizado pela queda do número de todas as células do sangue (leucócitos, plaquetas e hemácias), provocada pela quimioterapia. O baixo número de glóbulos brancos predispõe às infecções bacterianas, fúngicas, virais e protozoários.

Durante o período em que as células transplantadas não são capazes de produzir células sanguíneas em quantidade suficiente, Lucas receberá transfusões de glóbulos vermelhos e plaquetas e medicamentos para estimular a produção dos glóbulos brancos, importantes para defesa contra as infecções.

Quando a medula ‘pegar', ou seja, produzir células sanguíneas suficientes, o organismo de Lucas ainda poderá sofrer a doença do enxerto versus hospedeiro, como destacou a hematologista. "Ela ocorre quando as células do doador transplantadas reconhecem as células do organismo do paciente como estranhas e desencadeiam resposta imunológica contra o organismo do paciente."

A rejeição atinge principalmente a pele, trato gastrointestinal e fígado. Para evitá-las, Lucas toma remédios antirrejeição, os chamados imunossupressores, que diminuem a ação das células imunes transplantadas contra o organismo do paciente.

FAMÍLIA

Familiares e amigos de Lucas continuam acompanhando a evolução do tratamento do menino. Muitas frases de apoio e orações foram postadas no perfil de Lucas no Facebook. "Eu acredito", "Garoto Força" e "O mundo aqui fora te espera" foram algumas delas.

Em casa, a irmã de Lucas, Rosiane Guizzardi, 15, aproveitou para fazer orações pela saúde do irmão. "Estamos ansiosos pelos próximos dias", disse.

A mãe do menino, a técnica em gesso Rosimar Guizzardi, 37, pede que todos continuem em oração. "Com fé vamos vencer a batalha."

http://www.dgabc.com.br/News/5926919/medula-recebida-por-lucas-levara-ate-20-dias-para-pegar.aspx


IMIP lança campanha de doação de órgãos

O Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) lança hoje a IV Campanha de Doação de Órgãos. Com o tema Muitas pessoas nascem no IMIP, algumas pela segunda vez, a campanha será realizada de 22 a 25 de novembro.

A solenidade de abertura acontece esta manhã no auditório Alice Figueira. Na ocasião serão apresentadas as peças publicitárias que serão utilizadas para informar à população sobre a iniciativa. A coordenadora da Central de Transplantes de Pernambuco, Zilda Cavalcanti e o prefeito do Recife, João da Costa, participam da cerimônia. Há cerca de um ano, ele recebeu um rim do próprio irmão. O transplante foi realizado no estado de São Paulo. Atualmente, Pernambuco tem mais 3 mil pacientes aguardando por um órgão.

O objetivo é sensibilizar a população para a importância da doação de órgãos para salvar a vida de muitas pessoas.Durante a semana serão realizadas palestras e cursos sobre morte encefálica e doação de órgãos, treinamento sobre manutenção do potencial doador de órgãos, e, banco de tecidos para transplantes. As palestras acontecerão no IMIP, Faculdade Pernambucana de Saúde, Hospital Miguel Arraes e Hospital Dom Hélder.

Além disso, a iniciativa vai realizar panfletagens, coleta para doadores de medula óssea junto ao Registro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), apresentações culturais para sensibilizar a população para a importância de ser um doador. Realizada pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes-CIHDOTT/IMIP, a campanha conta com o apoio da Central de Transplantes de Pernambuco e da HLA diagnósticos.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Protesto contra fechamento do Centro de Transplantes de Medula Óssea do Hemope

Servidores de saúde e pacientes realizaram um protesto na manhã de hoje contra o fechamento do Centro de Transplante de Medula Óssea da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (CTMOHemope) anunciado pela Secretaria de Saúde do Estado. O protesto aconteceu em frente ao Hospital dos Servidores do Estado de Pernambuco, na avenida Conselheiro Rosa e Silva. De acordo com anúncio da Secretaria de Saúde, a unidade deve parar de atender em dezembro deste ano.

"Esta decisão não pode acontecer, pois os pacientes que dependem do Serviço Único de Saúde não terão condições de recorrerem a hospitais públicos e isso poderá acarretar em mortes", explica o coordenador da Frente Pernambucana em Defesa do SUS e contra a Privatização da Saúde, Antônio Jordão. De acordo com ele, mesmo que os transplantes possam ser feitos pelos hospitais particulares, o mesmo não pode ser dito do acompanhamento do paciente nos períodos pré e pós operatório.

O Governo de Pernambuco anunciou o fechamento do CTMOHemope como um plano de reestruturação da fundação, que passará a ser exclusivo para casos de doenças sanguíneas. Com 10 anos de funcionamento, o CTMO possui apenas três leitos e fez um total de 73 transplantes neste período. A unidade atende paciente com leucemia e linfoma, tipos de câncer que afetam o sistema linfático e a produção de sangue. Com o fechamento, os pacientes do Hemope serão encaminhados ao Hospital Português, que possui um convênio com a rede pública de saúde.

Quanto ao fechamento do CTMO, o Governo de Pernambuco, através de nota opficial, informou que o Centro vem apresentando problemas como baixíssima produtividade nos últimos 10 anos e impossibilidade de expansão de leitos na atual área de 245 metros quadrados. O centro, com 42 funcionários, vem realizando, nos últimos 10 anos, uma quantidade bem aquém da necessidade e o custo anual do serviço é R$ 5 milhões, o que significa R$ 700 mil por transplante. O Hospital Português, com reconhecida capacidade nessa especialidade, realizará cada procedimento a um custo de R$ 33 mil, ou seja, 21 vezes inferior.

"A situação de quem precisa de um transplante de medula é muito delicada. Não basta apenas passar pelo procedimento cirúrgico, já que após a operação, o paciente precisar ser acompanhado por dois anos e mesmo depois desse período, é importante que sejam feitas consultas preventivas", explica a médica Tilma Belford.

Além dos médicos, pacientes também participaram do protesto. O vigilante Severino Correa da Silva, 47 anos, está com a esposa recém transplantada. "Ela esperou por muito tempoi e agora está se recuperando. O que farei com ela se eu não puder mais contar com o Hemope? Os médicos de lá acompanham o caso dela há anos. Não é apenas a estrutura, mas também o lado humano desses profissionais que pesa", afirma Severino.

PRIVATIZAÇÃO - O anúncio do fechamento do Hemope também levou os servidores e pacientes a entenderem essa ação como um primeiro passo para a privatização futura de outras unidades de atendimento gratuito à população. No começo da tarde, o grupo seguiu para o Ministério Público onde entregou um abaixo assinado contra o fechamento do Hemope.

A Secretaria Estadual de Saúde divulgou, em nota oficial que nenhum paciente que se trata no centro terá seu tratamento interrompido. Os transplantes continuarão sendo feitos no Hospital Português, que possui seis leitos (o dobro da estrutura atual) destinados ao SUS e realiza 90 procedimentos por ano. Além disso, em2013, será entregue à população o novo Centro de Transplante de Medula Óssea, que será construído dentro do Hospital do Câncer de Pernambuco.

http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20111111075513&assunto=71&onde=VidaUrbana

Transplante de medula reforça combate ao neuroblastoma, tumor que acomete crianças, diz USP.

Estudo do médico Jairo Cartum, da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), avaliou dados clínicos, laboratoriais e terapêuticos de crianças com mais de um ano que tinham neuroblastoma. A pesquisa analisou a combinação entre quimioterapia e transplante de medula óssea e mostrou que, mesmo quadros clínicos bastante ruins, apresentam significativa melhora com o transplante. O neuroblastoma é um tumor maligno que se desenvolve principalmente em crianças com menos de cinco anos de idade.
O levantamento abordou pacientes que deram entrada no Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP no período de 1997 a 2007. Os dados eram acompanhados por intermédio dos prontuários de atendimento.
O estudo mostrou a eficácia do ácido retinoico no tratamento. O grupo que utiliza o ácido tem 14 vezes mais chances de se curar do câncer. “Alguns trabalhos já vinham sugerindo isso, mas nós comprovamos a importância significativa deste ácido durante o tratamento. Principalmente, porque ele é eficaz no combate a neuroblastomas já avançados”, diz Cartum.
A análise do quadro clínico de 53 crianças serviu de base para a avaliação dos efeitos da combinação entre transplante e quimioterapia. Do total, 23 crianças seguiram para o transplante e 30 permaneceram apenas com a quimioterapia. A conclusão observada foi que os pacientes submetidos ao transplante de medula óssea apresentam melhor sobrevida total em relação ao grupo não submetido a essa modalidade terapêutica.
O protocolo diz que quem tem uma resposta clínica adequada pode seguir para o transplante, ou seja, aqueles que estão respondendo bem ao tratamento e tem boas chances de cura. Quem responde mal a um medicamento convencional não é encaminhado para o transplante, por exemplo.
Esse câncer tem um comportamento clínico curioso quando comparado aos outros tipos de câncer, pois tem potencial para amadurecer e involuir espontaneamente em crianças menores de um ano.
Porém, uma conclusão importante foi a de que quadros mais graves apresentam uma melhora muito maior quando a quimioterapia é complementada pelo transplante de medula óssea. Os pacientes que fizeram o transplante de medula óssea tiveram um prognóstico de cura muito maior.


Brasil
A realização de transplantes de medula óssea, de modo a melhorar a sobrevida de pacientes com câncer, tem sido cada vez mais utilizada em nosso País. Nesse sentido, a pesquisa destaca a extrema importância do estudo dos fatores prognósticos, ou seja, que são determinantes para o agravamento do neuroblastoma. Assim, pode-se estabelecer uma definição para a metodologia de combate ao neuroblastoma (como optar pelo transplante, por exemplo).
“A atenção para este ramo é importante, porque quando se trata de uma doença oncológica, o tratamento se dá de acordo com a gravidade do problema”, pontua.
Cartum sugere que se criem centros de referência para tratamento de neuroblastomas avançados ou locais de drenagem de exames mais complexos de biologia molecular. “Acredito também que futuros estudos de maior amplitude devam ser realizados. Com isso, será possível se comprovar ou não esse conceito, pois ainda não conseguimos concluir uma série de pontos que envolvem o assunto”.
Ele ainda ressalta que a literatura mundial proponha análises de determinantes de natureza biológica e molecular. Esse é um objetivo muito difícil para instituições de países com características como o Brasil, pois a infra-estrutura necessária para isso ainda é inacessível.

http://www.portaluniversidade.com.br/noticias-ler/transplante-de-medula-reforca-combate-ao-neuroblastoma-tumor-que-acomete-criancas-diz-usp-/3429

CONSELHEIRO DO GOYTACAZ PRECISA DE DOAÇÃO DE SANGUE COM URGENCIA

SP PRECISA DE DOADORES DE SANGUE TIPO O

HEMOFILIA: O QUE VOCÊ PRECISA SABER



O que é hemofilia?


É uma alteração genética e hereditária no sangue, caracterizada por um defeito na coagulação. O sangue é feito por várias substâncias, onde cada uma tem uma função. Algumas delas são as proteínas chamadas fatores da coagulação, que ajudam a estancar as hemorragias. Esses fatores trabalham como uma equipe, onde cada um tem seu momento de ação, passando instruções ao seguinte.

Como cessa o sangramento?



O sangramento ocorre quando a parede do vaso (artéria ou veia) se rompe, "libertando" o sangue. Assim que o sangramento começa, os vasos se contraem, diminuindo seu calibre, e as plaquetas aderem às bordas do "furo" formando um tampão provisório sobre o qual os fatores de coagulação agem, formando o coágulo que interrompe o sangramento. Pessoas que têm hemofilia não têm um desses fatores de coagulação ou um deles não funciona adequadamente e não têm a capacidade de formar o coágulo. Desse modo, o sangramento não pára.


Quais os sintomas da hemofilia?


Os sintomas da hemofilia são os sangramentos, principalmente dentro das juntas e dos músculos. As pessoas com hemofilia grave têm hemorragias espontâneas, ou seja, repentinas e sem causa aparente. As simples atividades normais da vida diária como caminhar e correr podem produzir hemorragias.


Em quais locais do corpo pode-se sangrar?


Em geral o sangramento é interno, aonde você não pode ver, como nas articulações e músculos, ou externo, através da pele quando ela é machucada, aparecendo manchas roxas ou sangramento; as mucosas (gengiva, nariz, etc.) também podem sangrar. Os sangramentos podem ocorrer após um trauma ou sem uma razão aparente. Cortes ou escoriações na pele necessitam de maior tempo para cessar os sangramentos do que em outras pessoas.
Quais as articulações e músculos mais comumente afetadas?


Articulações: Ombro, cotovelos, quadril (coxa-femural), joelhos e tornozelos. Músculos do braço, antebraço, coxa, perna e o músculo íleo-psoas.


As hemofilias são iguais?

Não. Os sangramentos são iguais nas hemofilias A e B. No entanto, a gravidade dos sangramentos depende da quantidade de fator circulando no plasma. Se a pessoa não tem o fator VIII ou IX, sua hemofilia é grave. Se tem uma pequena quantidade de fator, sua hemofilia é moderada e se a quantidade é um pouco maior do que na hemofilia moderada porém menor do que a quantidade necessária para a formação de um coágulo adequado, sua hemofilia é leve.


Como é um serviço de hemofilia?


É um serviço de saúde que reúne profissionais de diversas áreas: hematologia, clínica geral, pediatria, odontologia, enfermagem, serviço social, psicologia, fisioterapia e qualquer outra área necessária.


Como a hemofilia é tratada?


Na vigência de sangramento, é aplicado o concentrado de fator de coagulação específico. Dependendo da localização e extensão do sangramento será programada a continuidade do tratamento.


Que cuidados deve-se tomar?


A avaliação anual com todos os profissionais do serviço de hemofilia permite a observação de pequenos problemas em seu início, possibilitando medidas preventivas e até mesmo corretivas para não se transformarem em um grande problema futuro;
Fazer todas as vacinas recomendadas - a vacinação é uma forma eficaz de prevenir doenças e é a única exceção para aplicações de injeção muscular no hemofílico;
A prática de esportes de forma responsável e cuidadosa para manter a boa saúde deve ser incentivada. No entanto, os traumas desnecessários devem ser evitados. Assim, esportes radicais, de contato e treinamentos para competições não devem ser praticados pelos hemofílicos;
Utilizar somente os medicamentos recomendados pelo médico.

http://fundacaohemoba.blogspot.com/
*

Lucas enfrenta hoje a sua maior batalha

"Não fiquem com medo, pois estou com vocês. Não se apavorem, pois sou o seu Deus. Eu lhes dou forças e os ajudo. Eu os protejo com a minha forte mão."
A Bíblia no quarto do estudante Lucas Guizzardi, 10 anos, está aberta no livro de Isaías, capítulo quatro, versículo 10. É sobre esse texto que a mãe do menino de Ribeirão Pires, Rosimar Guizzardi, 37, apoia sua fé. "Chegou a hora do meu filho renascer."
Após cinco meses de espera, o garoto receberá hoje a transfusão que pretende salvar sua vida. No Centro de Transplantes de Medula Óssea do Hospital São Camilo, na Capital, a primeira das seis bolsas contendo a medula do doador 100% compatível, encontrado em junho deste ano por meio do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea, começa a ser transferida para o corpo de Lucas a partir das 13h.
Nos próximos 15 dias, a medula precisa "pegar", ou seja, começar a produzir as células sanguíneas que farão parte de Lucas, mas que serão sempre do doador. Por isso, o menino, internado há 15 dias, toma medicamentos para evitar a doença do enxerto versus hospedeiro, quando o sangue não reconhece os órgãos do corpo e os combate como a uma doença.
Duas portas separam o quarto onde Lucas receberá a medula do mundo exterior. Elas se abrem quando a mão se aproxima de um sensor. Antes de entrar, é preciso lavar as mãos para evitar qualquer tipo de contaminação.
No quarto, uma câmera grava o estudante 24 horas por dia. "Estou no Big Brother", ele brinca. Além de duas edições da Bíblia sobre a mesa, o boné do Santos Futebol Clube está pendurado na beira da cama, ao lado do inseparável notebook, sua janela para a vida que está lá fora. É pela telinha do computador que Lucas se comunica com amigos, familiares e mesmo gente desconhecida que acompanha sua história. "O carinho de todos com meu filho é visível e agradeço muito por isso", afirma Rosimar.

TORCIDA
Os amigos de Lucas prometem corrente de fé e oração hoje, em frente ao hospital. A mãe, que não saiu do lado do filho nenhum minuto sequer, está ansiosa e otimista. "Muita gente disse que ele sofreria, mas não foi assim. Meu filho é forte, vai conseguir."
Lucas dormia tranquilo no fim da tarde de ontem. Na TV, Harry Potter e a Pedra Filosofal. Ao seu lado, duas revistas do Santos. E sobre ele, a fé para enfrentar o desafio de renascer.

SC900,116 A luta de Lucas Guizzardi, 10 anos, contra a leucemia linfoide aguda, tipo de câncer no sangue que ele tem desde os 5 anos, ganhou as páginas do Facebook, onde ele está cadastrado como Lucas Guizz. Quem ajudou a divulgar a bonita história de força e fé foi a ‘assessora de imprensa' Abelhinha. "Ela é da tia Lilian. Mas não conta para ninguém o nome dela porque é segredo."
Doutora Abelhinha, ou Lilian Ferraz, 52, é voluntária em hospitais, orfanatos e asilos há sete anos. Ela leva conforto, apoio e alegria para pacientes adultos e crianças e suas famílias, que enfrentam diversos tipos de doenças.
Menino coleciona amigos e conquistou Doutora Abelinha

Uma perda pessoal levou Lilian a se dedicar ao voluntariado. "Recebi muitas mensagens de amigos e familiares e, por meio delas, cheguei a um site que divulgava o trabalho voluntário."
Foi então que Lilian criou a Doutora Abelhinha. Um chapéu com o formato do inseto e um pequeno bichinho de pelúcia são seus companheiros de trabalho. "Onde chego, tento espalhar a alegria e o carinho para quem mais precisa."
Doutora Abelhinha conheceu Lucas e sua mãe, Rosimar Guizzardi, 37, na campanha de cadastro de doadores de medula óssea realizada em maio deste ano em Ribeirão Pires. Desde então, acompanha o caso do menino e, por meio dele, divulga o voluntariado e a solidariedade. "É claro que é preciso ter estrutura psicológica para fazer o que faço, mas todo tipo de solidariedade é bem-vindo. O problema é que muitas pessoas só pensam nisso quando se aproxima o Natal. O sentimento precisa ser cultivado o ano todo."
A ‘assessora de imprensa' de Lucas o ajudou a gravar um vídeo onde ele e a mãe agradecem o doador da medula. "Obrigado por ajudar a salvar minha vida."

http://www.dgabc.com.br/News/5926469/lucas-enfrenta-hoje-sua-maior-batalha.aspx

sábado, 5 de novembro de 2011

NOTICIAS DO RAFAEL

Centro de transplante de medula fecha porta

Único serviço público de alta complexidade, a unidade, que atende em média 16 pacientes por semana, fez mais de 70 procedimentos em 10 anos

Desamparo e indignação resumem o momento vivido por pacientes e funcionários do Centro de Transplante de Medula Óssea do Hemope (CTMO) quando souberam, nesta quinta-feira (3), que as atividades no local serão encerradas no dia 1º de dezembro. Em funcionamento no Hospital dos Servidores do Estado, na Avenida Rosa e Silva, Zona Norte do Recife, o espaço atende, em média, 16 pacientes por semana e já realizou mais de 70 transplantes ao longo dos seus 10 anos de existência. Os pacientes que necessitam de atendimento antes e depois do transplante temem pelo futuro após o fechamento do espaço.

Enfermeira há 22 anos, Ana Luiza Pinheiro, 51, teve leucemia e foi transplantada em 2008. Hoje, o câncer estacionou. Sua luta agora é para atenuar as conse-quências do excesso de medicamentos que ela precisa administrar para não haver rejeição. "Fiz minha cirurgia em São Paulo, mas todo o acompanhamento pós-transplante foi aqui, no CTMO. As medicações me deixaram depauperadas. Com o fechamento do centro vamos para onde? Seremos acompanhados por quem?", questionou a aposentada.

Preocupado com a recuperação da esposa, Severino Correia, 45, recebeu com tristeza e preocupação a notícia sobre o fechamento do centro. "Vão tirá-la de um lugar onde ela já conhece a equipe e o tratamento para levá-la a outro espaço que ainda não sabemos onde será. É como se não fosse suficiente o sofrimento causado pela doença, ainda temos que passar por essa situação", desabafou Severino.

A responsável técnica pelo CTMO, Érika Coelho, explicou que para suprir a atual demanda por transplantes de medula óssea no Estado seriam necessários 31 leitos. Hoje, existem nove: três no centro do Hemope e seis credenciados ao Sistema Único de Saúde, no Hospital Português. "Não tivemos apoio institucional, nem estadual para realizar os procedimentos. Dependemos de profissionais, de medicamentos. Desde 2008, estamos sofrendo com perdas de profissionais, falta de material, de incentivo mesmo."


http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/saude/noticia/2011/11/04/centro-de-transplante-de-medula-fecha-porta-21091.php

2ª Caminhada pela Vida Hemosul acontece domingo na Orla‏

HEMOMINAS REALIZA CADASTRO DE MEDULA ÓSSEA EM PARAGUAÇU‏

CAMPANHAS DE DOAÇÃO DE SANGUE DIA 05/11/2011





quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Maestro Oswaldo D’Amore fará autotransplante de medula e precisa de sangue

D'Amore---Emanuel-Amaral---TN

O maestro e violinista Osvaldo D’Amore passa por um momento delicado. Com a saúde debilitada, o músico luta há cerca de um ano contra um linfoma (tipo de câncer que ataca o sangue), a mesma doença que acomete o ator Reynaldo Gianecchini, e no final deste mês de novembro deverá se submeter a um autotransplante de medula óssea para tentar reverter o quadro. Como o procedimento requer uma transfusão de sangue severa, a família está em plena campanha para conseguir doadores.

O filho de Osvaldo, Ticiano D’Amore, guitarrista e professor da Escola de Música da UFRN, informou que “como será necessário uma grande quantidade de sangue o (laboratório) Hemovida, em Petrópolis, está recebendo qualquer tipo. É só chegar lá e informar que a doação será em nome de Osvaldo D’Amore”, reforça Ticiano.

Nascido em Buenos Aires, Argentina, Osvaldo D’Amore começou estudar música com o pai aos 7 anos de idade. Radicado em Natal desde a década de setenta, recebeu da Assembleia Legislativa o título de Cidadão Norte-Riograndense em 1994. Um dos criadores do Quarteto de Cordas da UFRN, Osvaldo esteve à frente da Orquestra Sinfônica do RN por quase vinte anos. Nos últimos anos, sem a OSRN e quase aposentado da UFRN, Osvaldo D’Amore vem se dedicando ao projeto “Tocando a Vida”, onde desenvolve aulas de iniciação musical com alunos da Escola Estadual Jean Mermoz, no bairro de Bom Pastor.

DOAÇÕES

Na Hemovida, Avenida Nilo Peçanha, 199 – Petrópolis. Basta informar que a doação será em nome de Osvaldo D’Amore. (Tribuna do Norte)