quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mauá cadastra doadores de medula óssea

Lucas, de sobrenome Cardoso Silva, aguarda doador. O menino de 11 meses tem imunodeficiência combinada grave, doença rara conhecida pela sigla Scid. O corpo de Lucas não produz glóbulos brancos e está constantemente exposto a infecções. "O único jeito de salvar a vida dele é com o transplante", explicou a mãe, a promotora de vendas Ziza Maria Cardoso Silva, 36 anos. A família vive no Jardim Zaíra, em Mauá.
É para Lucas Silva e outros pacientes que aguardam por transplante de medula no País que a Associação da Medula Óssea, a Ameo, promove no sábado, das 11h às 16h, campanha de cadastramento de potenciais doadores na região. Desta vez, o evento será no salão da Igreja São Judas Tadeu, na Avenida Castello Branco, 3.244, no Jardim Zaíra.
Conforme a coordenadora de campanhas da Ameo, Vanessa Borges de Santana, qualquer pessoa entre 18 e 54 anos pode se cadastrar como doador. A exceção são pessoas que tenham doenças no sangue ou câncer.
O cadastramento é simples: ao chegar, a pessoa assiste à palestra e tira as principais dúvidas sobre o procedimento. Depois, precisa apresentar RG e CPF originais e preencher ficha. Em seguida, são coletados 4 ml de sangue para fazer o teste de compatibilidade. "A chance de encontrar um doador compatível é de uma para cada 100 mil pessoas. Por isso, quem se cadastra fica no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea até os 60 anos."
Quem quiser ser voluntário, mas não puder comparecer à campanha de Mauá, é possível se cadastrar no Hemocentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, na Rua Marquês de Itu, 579, Vila Buarque. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, e aos sábados, das 7h às 15h. Informações: 2176-7000, ramal 7249.

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