sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Conheça a Louise, saiba o que é a leucemia e como ser um doador de medula óssea


Louise Schwarz, de 12 anos precisa vencer a batalha contra a leucemia . Apesar de ter se curado com quimioterapia em 2009, a doença reapareceu no final do ano passado. Desta vez, mais agressiva e apenas um transplante de medula óssea pode salvar a vida dela.

Ainda que diante da dor e do sofrimento que vem ocorrendo desde a primeira vez que foi diagnosticada aos 8 anos, Louise tem sempre um sorriso no rosto e costuma dizer “que prefere o próprio sofrimento do que se isso acontecesse com qualquer um de seus familiares”.

A doce menina mora atualmente nos Estados Unidos com os pais e três irmãos, para onde mudou-se para continuar o tratamento. Ela foi diagnosticada em Atibaia (HNA), fez a primeira etapa do tratamento no mesmo hospital; seguiu para São Paulo onde continuou a tratar-se e depois, concluiu nos EUA.

Curada, Louise permaneceu por dois anos com o resultado dos exames normalizados. Após sensação de cansaço, identificada no ano passado, Louise foi diagnosticada novamente com Leucemia. A família retorna ao Brasil no dia primeiro de fevereiro. Até lá, a luta por encontrar um doador compatível – um para cada 100 mil pessoas – é intensa. Uma corrida contra o tempo.

Embora novamente acometida pela doença, Louise vem reagindo bem ao tratamento. No entanto, devido à carga de medicação, só mesmo o transplante lhe trará a chance de sobreviver.

CAMPANHA


Amiga de longa data da família de Louise, Vivian Zamboni Carvalho, da Total Fiat, sempre esteve em contato com a mãe da menina.

“Somos amigas desde que tinham uma loja de roupas aqui em Atibaia”, disse Vivian. Sensibilizada com o retorno da doença da menina, a empresária conta que aguardou os resultados de compatibilidade dos pais e irmãos antes de dar início à campanha.

“Nenhum dos familiares pode doar medula óssea para a Louise. Mesmo durante a espera dos resultados, eu não conseguia deixar de pensar em realizar uma grande campanha aqui em Atibaia”, explicou Vivian.

A empresária descobriu a Associação da Medula Óssea do Estado de São Paulo, a AMEO, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que é composta por um grupo de pacientes, familiares de pacientes, voluntários, profissionais da área de saúde e possui o apoio técnico do Hemocentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.






“Foi tudo muito simples e fácil. Lá na AMEO as pessoas são muito preparadas e me orientaram sobre tudo. A princípio marcaríamos para dezembro, mas preferimos fazer em janeiro após as festas”, lembrou Vivian (foto acima).

“A AMEO envia os profissionais e faz todo o trabalho de inserção dos cadastrados no Banco Mundial de Doadores de Medula Óssea”, contou.

“O que eles nos pediram foi arrecadar leite integral, que é servido e distribuído para os pacientes e familiares, abrigados pela própria AMEO quando em tratamento em São Paulo.


COMPROMETIMENTO


Durante a entrevista ao Atibaia News, a empresária Vivian se emocionou várias vezes. Tanto pela dor da família de Louise quanto pelo comprometimento das pessoas que se envolveram na campanha pelo cadastramento de doadores.

A Total Fiat pertence ao Grupo RCV assim como outras concessionárias de veículos e empresas do segmento de pneus. “Temos cerca de 400 funcionários nas lojas daqui, Campinas, Atibaia, Itatiba e Bragança Paulista. Foi gratificante demais ver o comprometimento dessas pessoas com a causa”, disse Vivian.

“Nossos colaboradores levaram a informação aos seus respectivos familiares, amigos e comunidades que frequentam para que a gente consiga reunir um grande número de pessoas para se cadastrar”, continuou.

Além do apoio dos funcionários da RCV, Vivian salientou o apoio da imprensa, como a Rádio Mix FM e outros veículos, e agência PMC Publicidade, da Prefeitura de Atibaia, de outros patrocinadores e de tantos pessoas.

“Conseguimos tudo de graça. Tanto a confecção como a impressão dos panfletos; das faixas (que apesar de não permitidas em alguns locais foram autorizadas pelo Executivo) e de tantas outras coisas que fizeram esta campanha crescer”, agradeceu a empresária.

Sobre a família de Louise, Vivian fala com carinho. “São pessoas maravilhosas. A Louise é uma menina muito doce e jamais se revoltou com a doença. Mesmo após receber doses fortes de medicação, ela sempre sai sorrindo. Diz que é melhor com ela do que com os pais ou irmãos”, conta.

“Nos Estados Unidos, quando internada, ela escreve no computador como está se sentindo e depois o médico diz como ela está. Uma das frases dela foi: apesar da dor e do sofrimento, serei sempre forte pela minha família”, contou Vivian.

"Temos ue pensar que poderemos ajudar outras pessoas que também dependem de doação de medula. É realmente um ato de amo", por isso cadastre-se e seja um doador de medula", concluiu a empresária.


JÁ É CADASTRADO?

Quem já se cadastrou em outras campanhas – duas já ocorreram em Atibaia na última década – ou em qualquer outro lugar, não precisa se cadastrar novamente.

Entretanto, é essencial que essas pessoas atualizem seus dados por meio do Ministério da Saúde, no Instituto Nacional do Câncer , preencha os dados e você receberá a seguinte mensagem: “Dados enviados com sucesso. Obrigada por enviar as informações, seu cadastro será atualizado. Lembre-se de manter seus dados sempre atualizados”.


SEJA UM DOADOR


Para saber como funciona a doação de medula óssea e todos os detalhes de como pode ser feita, riscos e outros detalhes sobre este importante ato de amor.

Veja o filme institucional da AMEO ou visite o site e saiba como você pode ajudar pessoas com câncer.






FONTE>>http://www.atibaianews.com.br/ver_not.php?id=21943&ed=Sa%FAde&cat=Sa%FAde
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Doadores se sensibilizam com caso do menino Juan

Doadores se sensibilizam com caso do menino Juan
Juan tem oito anos e precisa de um transplante de medula óssea



Mais de 60 pessoas participaram da campanha de doação de medula óssea para Juan Mathias, de oito anos. Ele luta contra uma leucemia há dois anos e meio e está internado em um hospital em Campinas, interior de São Paulo, à espera de um doador compatível. Os médicos deram mais três meses de vida para ele caso não encontrasse um doador compatível. De acordo com a responsável pelo setor de doação do Hemonúcleo, Vânia Nahas, o número foi considerado positivo, já que durante o ano passado inteiro o Hemonúcleo conseguiu cadastrar pouco mais de 2 mil interessados em doar medula.

Conforme Vânia, esses cadastros serão vinculados ao Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). O próprio órgão vai entrar em contato com o doador caso seja compatível com Juan. Caso não sejam compatíveis, os cadastros continuam no Redome, pois eles podem ser compatíveis com outros pacientes que também precisam do transplante.

FAMÍLIA

A avó de Juan, Regina Célia Dutra Falcão, agradeceu a solidariedade do três-lagoense, que tem apoiado a sua família nesse momento de luta e perseverança. “A doação foi uma benção. Em menos de três horas, conseguimos 69 cadastros”, disse. Regina contou ainda que a esperança da família aumentou após esses novos cadastros. “Eu tenho muita fé de que a qualquer momento vou receber a ligação do doador compatível”, disse.



NOVA CAMPANHA

Na próxima terça-feira, dia 31, haverá uma nova campanha no Hemonúcleo, das 18h às 21h. Podem doar medula óssea pessoas saudáveis, com idade entre 18 e 55 anos. Quem já teve ou ainda tem câncer, hepatite ou HIV não pode doar. Os interessados podem ir ao Hemonúcleo, localizado na rua Manoel Rodrigues Artez, número 520, no bairro Colinos.




FONTE>>http://www.jptl.com.br/?pag=ver_noticia&id=46223

Criança de oito anos precisa de medula óssea




O pequeno Juan Mathias, de apenas oito anos de idade, precisa de doadores de medula óssea. Ele luta contra uma leucemia há dois anos e meio e agora a única esperança de vida que ele tem está depositada no transplante de medula óssea. Conforme a avó da criança, Regina Célia Dutra Falcão, os médicos deram mais três meses de vida para o neto. “É desesperador saber que um neto pode morrer a qualquer momento. A minha família está angustiada. Só quem passa por essa situação sabe como é tamanha a dor”, desabafou.
Conforme Regina, Juan estava curado, porém depois de quatro meses a doença voltou com mais força. Ele está internado em Campinas e os médicos já realizam todos os procedimentos necessários para fazer o transplante. “Agora falta encontrarmos um doador compatível. Eu creio que encontraremos”, disse.

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Estado deve fornecer medicamento para portadora de doença na medula óssea


A juíza Joriza Magalhães Pinheiro, respondendo pela 8ª Vara da Fazenda Pública do Fórum Clóvis Beviláqua, determinou que o Estado do Ceará forneça o medicamento “Decitabina” à paciente M.L.P.S..
Ela é portadora de síndrome mielodisplásica, doença que afeta a medula óssea.
Segundo os autos (nº 0187703-49.2011.8.06.0001), M.L.P.S. encontra-se em estado grave e corre risco de morte caso não faça uso da referida medicação.
Ela necessita de cinco frascos de “Decitabina”, sendo que cada um está avaliado em R$ 5 mil.
Como não possui condições financeiras, ingressou na Justiça com pedido de tutela antecipada.
Ao analisar o caso, a magistrada deferiu o pedido, determinando ao ente público o fornecimento da medicação na quantidade necessária ao tratamento.
“Levando-se em consideração o grau maléfico da patologia da paciente e a sua impossibilidade de custear as despesas do medicamento, a antecipação dos efeitos da tutela é medida que se impõe”, afirmou.
A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico da última sexta-feira (20/01).
Fonte: TJ/Ceará

domingo, 22 de janeiro de 2012

Gianecchini diz a amigos que autotransplante foi bem-sucedido


O ator Reynaldo Gianecchini, 39, em tratamento contra um câncer linfático, disse a amigos íntimos que o autotransplante de medula óssea a que ele se submeteu foi bem-sucedido.
Gianecchini recebeu o diagnóstico de linfoma não Hodgkin de células T, que afeta o sistema imune, no ano passado. Ele está internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o início de janeiro.
Uma amiga, que pediu para não ser identificada, disse à Folha que o ator comemorou a não-rejeição da médula óssea.
No último dia 12, Gianecchini recebeu uma infusão de células-tronco, coletadas de seu próprio sangue.
Consultada pela Folha, a oncologista Vitória Pinheiro, da Unicamp, afirma que "a gente pode dizer que ele está caminhando para uma cura".
Isso porque, segundo a médica, houve "pega" da medula óssea. Ou seja: a medula voltou a produzir células do sangue.
Mas ainda não há previsão para uma cura definitiva, diz Pinheiro. "Tudo vai depender da evolução dele, que ainda fica em acompanhamento médico, para ver se realmente não tem indício de doença ativa".
Gianecchini deve continuar internado para evitar risco de infecções. É necessário um acompanhamento de longo prazo para saber se todas as células doentes foram mortas.
COMO FUNCIONA
O transplante de células-tronco é uma forma de "reinicializar" a medula óssea e o organismo após um ciclo agressivo de quimioterapia. No procedimento, são colhidas células-tronco do próprio paciente, que as recebe depois por meio de uma transfusão de sangue para que regenerem a medula.

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Entenda o autotransplante de medula óssea, indicado para tratar linfoma não Hodgkin


A cura para quem sofre com linfoma pode estar no próprio corpo do paciente — o autotransplante de medula óssea. O procedimento é realizado para promover o restabelecimento fisiológico após intensas doses de quimioterapia. Esse procedimento é indicado para o tratamento de linfoma não Hodgkin.




Como funciona


O autotransplante de medula óssea consiste na coleta de células progenitoras hematopoéticas (TCPH). Essas células são responsáveis pela produção de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. Num processo semelhante à hemodiálise, o paciente tem o sangue separado por um equipamento denominado máquina de leucaférese. Cerca de 300 ml de sangue são obtidos pelo aparelho, contendo as células progenitoras coletadas e, em seguida, é criopreservada. Ao final da quimioterapia, são devolvidas as células progenitoras previamente retiradas e descongeladas.


As células progenitoras estão localizadas no interior da medula óssea, contida no centro dos ossos, e também na corrente sanguínea. Após o procedimento quimioterápico, essas células são reinjetadas no paciente. Ao fazer o autotransplante, o corpo é estimulado a produzir novas células sanguíneas, responsáveis por levar oxigênio e nutrientes para todo o organismo.


Recuperação


Segundo o diretor da Clínica Oncocenter, de São Paulo, Celso Massumoto, a indicação desse tratamento é analisada de acordo com o estágio de desenvolvimento do linfoma não Hodgkin, bem como a idade e as condições do paciente.


— Nos casos em que o tratamento é recomendado, o paciente se submete a altas doses de quimioterapia, até 30 vezes maior que as aplicações usuais. Por conseqeência, o procedimento destrói células cancerígenas, além de outras responsáveis pelo bom funcionamento do organismo, como as imunológicas e as do sangue — explica o hematologista.


Massumoto aponta que após o procedimento, o paciente precisa de cuidados especiais, visto que estará extremamente deficiente de células imunológicas. Assim, não raramente, é indicada sua permanência em ambientes dotados de filtros nas entradas de ar condicionado. O contato com outras pessoas e com a alimentação também requer maior atenção. A retomada das atividades cotidianas acontece gradualmente, de acordo com as avaliações médicas. As chances de cura, conforme o médico, chegam a 70%.

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Gianecchini faz autotransplante de medula óssea, diz boletim médico


Gianecchini faz autotransplante de medula óssea, diz boletim médico

Reynaldo Gianecchini, diagnosticado com câncer linfático, fez o autotransplante de células tronco retiradas da medula óssea nesta quinta, 12, no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, informam os médicos do ator.

O tratamento, que retira células sadias da medula do paciente e, após uma alta dose de quimioterapia, as reimplanta na própria pessoa, é muito eficaz no combate ao câncer.

Nas palavras técnicas do boletim médico, assinado pelos doutores Yana Novis e  Vanderson Rocha, Giane "recebeu uma infusão de células tronco de sangue periférico, como parte do autotransplante de medula óssea, para tratamento de linfoma T Angioimunoblástico."

Ainda segundo a nota do hospital, o "procedimento transcorreu sem intercorrências e o paciente permanecerá internado para recuperação".

Segundo uma fonte médica, pacientes que se submem ao transplante autólogo de medula óssea tem que permanecer em isolamento por quinze dias. Nestes casos, o paciente fica com imunidade zero e precisa ser preservado até que sua medula" volte a funcionar", o que leva cerca de dez dias.

Longa espera até o autotransplante
Gianecchini, diagnosticado com um câncer linfático - um linfoma T Angioimunoblástico - em 2011, passou por uma série de exames e cuidados até estar apto a fazer o autotransplante de medula óssa.

Após colher células troncos e descobrir que elas estavam prontas para o autotransplante, o ator  teve que frear o tratamento para se recuperar de uma infecção causada por um fungo transmitido por pombos.

Recuperar, se internou em 1º de janeiro  e passou por uma bateria de exames, entre eles um PET Scan, uma espécie de tomografia que visava avaliar as condições dos órgãos e tecidos do ator.

Hemocentro tem poucos doadores de medula


Disponível nos hemocentros de Rondônia, o cadastramento de doadores de medula óssea ainda é pouco procurado pela população. Para pacientes com leucemia, linfomas e outras doenças do sangue, o transplante pode ser o caminho para a cura, mas como as chances de encontrar um doador compatível são de uma em um milhão é necessário o cadastramento. 
Em Ariquemes, o serviço está disponível há seis meses. O assistente social da unidade, José Mendes revela que a procura ainda é baixa. “Tem gente que não conhece os procedimentos para ser um doador de medula óssea e por isso acaba criando preconceitos e rejeições”, afirma. 
Mendes explica que há confusão entre medula óssea e medula espinhal, o que acaba afastando os doadores. “A medula óssea é retirada dos ossos do quadril, através de punções, com agulhas especiais sob anestesia e sem cortes. É um procedimento simples”, argumenta.
Mas talvez o paciente fique a vida inteira cadastrado no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e não seja acionado para fazer a doação, por causa das pequenas taxas de compatibilidade. Entre os membros de uma mesma família, as chances de encontrar alguém compatível são de 30%. 
Para ser doador de medula óssea, o cidadão deve ter entre ter entre 18 e 55 anos, além de boa saúde. Também é necessário fornecer dados pessoais para possível contato, caso algum paciente compatível seja encontrado. O doador necessitará retirar amostras de sangue, que serão submetidas a exames e os dados genéticos obtidos serão armazenados em um banco de dados. 
 
SUPERAÇÃO

Mitos e preconceitos que aos poucos estão sendo superados pela conscientização. É o caso de Geovani Batista Ribeiro, doador de sangue há três anos. Ele percorre 100 km a cada 90 dias para fazer a sua contribuição voluntária. Geovani é administrador de uma fazenda no município de Jaru e lá não há hemocentro, a unidade mais próxima fica em Ariquemes.  “Eu me sinto bem fazendo a doação de sangue é como se eu soubesse que estou salvando uma vida, isso é muito bom, não tem preço que pague”, enfatiza. 

AJUDA

O que o administrador de fazendas não sabia é de que poderia ajudar outras pessoas, com doenças graves, onde só o transplante de medula óssea é a solução para a cura. “Não custa nada ajudar as outras pessoas e ser um possível doador de medula é apenas mais um gesto que eu estou fazendo. Eu espero que um dia eu seja chamado para ajudar alguém”, afirma. 
Em caso de compatibilidade do doador com o paciente, todos os custos do procedimento são pagos pelo governo.


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Quarto de Gianecchini tem filtro de ar e câmara de isolamento



As visitas ao ator - que foi submetido a um transplante de medula óssea na última quinta-feira, 12 - usam roupas especiais esterilizadas e máscaras.

Reynaldo Gianecchini no enterro do pai (Foto: Manuela Scarpa/Photorionews)Reynaldo Gianecchini (arquivo)
O quarto do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde Reynaldo Gianecchini está internado tem um filtro de ar e uma antesala para tentar evitar que o ator tenha contato com qualquer impureza que possa levá-lo a uma infecção. Gianecchini se submeteu a um transplante autólogo de medula óssea na última quinta-feira, 12, para combater um linfoma T Angioimunoblástico, descobertoem agosto.
A informação foi obtida com exclusividade pelo EGO por meio de uma fonte ligada ao ator.
Os próximos dias serão decisivos para o estado de saúde de Gianecchini, por isso a recomendação é que ele não receba visitas. As poucas pessoas que têm tido acesso ao ator - como a mãe, Heloísa, que o acompanha durante todo o processo - têm usado roupas especiais esterilizadas, máscaras e permanecido apenas 30 minutos no quarto, além de ter de passar por essa espécie de câmara de isolamento.
GIanecchini tem sido submetido a exames diários para medir a quantidade de neutrófilos e plaquetas em seu sangue. O transplante só terá sido bem sucedido quando ele, por três dias consecutivos, apresentar resultados com 500 neutrófilos e plaquetas acima de 20 mil. Espera-se que ele atinja esses valores em cerca de 15 dias.
Segundo a fonte do EGO, no momento, Reynaldo Gianecchini se encontra em "aplasia profunda". O estado - esperado devido ao procedimento a que foi submetido - quer dizer que ele tem quantidades anormalmente baixas de neutrófilos e plaquetas em seu sangue.
Ainda de acordo com a fonte, ele está bem abatido, mas, como em todas as etapas de sua luta contra a doença, absolutamente confiante em sua recuperação

Doação de medula: mais de 400 pessoas estiveram na Total Fiat em Atibaia

Clique para ampliar ou ver outras fotos
 

Campanha de cadastramento superou expectativas. Vivian Zamboni Carvalho, organizadora do evento, agradece a solidariedade da população de Atibaia

As milhares de pessoas espalhadas pelo mundo e que aguardam por um transplante podem aumentar a esperança de encontrar um doador compatível de medula óssea. A campanha realizada em Atibaia nesta segunda-feira (16), agregou 380 novos cadastrados no banco de doadores e aconteceu em prol da menina Louise Schwarz , de 12 anos, que tem leucemia e que precisa de um transplante.

O número de cadastrados só não foi maior em razão do horário de coleta, que expirou às 15 horas devido ao transporte do material coletado, que seguiu para o AMEO, a Associação da Medula Óssea, em São Paulo. “Mais de 400 pessoas compareceram, mas nem todas puderam efetivar o cadastro devido ao horário”, explicou a empresária Vivian Carvalho, da Total Fiat e que organizou o evento.

 
Ato de amor! Meta atingida, solidariedade transbordando nas pessoas. Emocionante de ver. Obrigada a todos que foram, ajudaram, doaram, colaboraram! Nem sei como agradecer a cada um de vocês”, agradeceu Vivian por meio de sua página na rede social Facebook.
A longa batalha de Louise continua. No dia 1º de fevereiro ela retorna ao Brasil na tentativa de se submeter ao transplante de medula óssea. Para quem não pode comparecer ao cadastramento nesta segunda-feira (16), a AMEO disponibiliza os endereços dos locais onde é possível efetivar o cadastro. Clique aqui e confira. (AC)


Profissionais da saúde fazem cadastro de doadores de medula óssea

As equipes do Hospital Amaral Carvalho e alunos do curso técnico do Senac estarão, nesta terça-feira (17), no Poupatempo de São Carlos para fazer o cadastro de pessoas interessadas em se tornar um doador de medula óssea.

Como pré-requisito, o candidato deve apresentar boa saúde e ter entre 18 e 55 anos. Uma ficha será preenchida com os dados pessoais e uma pequena amostra de sangue coletada para testes.

Realizados esses procedimentos, a pessoa passa a fazer parte do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), podendo ser convocada a ajudar aqueles que necessitam de doação a qualquer momento.

O Poupatempo de São Carlos fica na Rua Roberto Simonsen, 51, na Vila Pelicano, com horário de atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h.



http://eptv.globo.com/noticias/NOT,3,3,389009,Poupatempo+Sao+Carlos+cadastra+doadores+de+medula+ossea+em+Sao+Carlos.aspx

Recife terá semana para doação de médula óssea



A vereadora Vera Lopes (PPS), que também é médica, teve seu projeto de lei criando a semana de mobilização municipal para doação de medula óssea aprovado na Câmara do Recife e sancionado pelo Executivo. Agora já é lei. Ao justificar o projeto de lei, a parlamentar comentou que o projeto tinha como foco o esclarecimento e a mobilização do doador voluntário, cuja compatibilidade sanguínea permita ser doador de medula óssea, em vida, sem prejuízo à sua saúde. “O transplante de medula óssea é indicado para pacientes que sofrem de leucemia, linfomas, anemias graves e imunodeficiências congênitas, além de outras 70 doenças relacionadas aos sistemas sanguíneo e imunológico”
De acordo com a vereadora há doenças, como essas referidas, cujo principal problema localiza-se na ausência de solidariedade. Por isso, quanto maior o número de doadores cadastrados, mais fácil será encontrar um doador compatível e, assim, salvar vidas. Para se cadastrar basta o candidato à doação de medula, segundo informações do INCA, é preciso ter entre 18 e 55 anos, boa saúde e não apresentar doenças infecciosas ou hematológicas. A pessoa deve apresentar documento oficial de identidade com foto e preencher o formulário de cadastramento.
 Ela esclarece que no momento do cadastro, a pessoa recebe todos os esclarecimentos sobre o processo de doação e, em seguida, é colhida uma pequena amostra de sangue (um tubinho de sangue, com cerca de 5ml) que será submetida a um exame genético chamado de histocompatibilidade (HLA). “O resultado da tipagem HLA e os dados cadastrais da pessoa são incluídos em um banco de dados, chamado Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea), que é coordenado pelo INCA”. Vera Lopes acredita que a lei vai ajudar a aumentar a oferta de candidatos à doação de médula óssea.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Menina morre à espera de doação de medula óssea



Terminou da forma mais triste possível a história da menina Rayssa Ghisi Domingos, de 6 anos. Depois de dois anos de luta contra a leucemia linfóide, a criança faleceu ontem, no Hospital Infantil Joana Gusmão, em Florianópolis (SC). Durante o período de tratamento, a mãe dela, Rosilene Aparecida Ghisi, foi procurar sua família biológica em Pérola do Oeste, no interior do Paraná, para tentar encontrar um doador compatível para o transplante.


De acordo com Rosilene, o motivo do falecimento foi infecção por fungos, adquirida no hospital onde a menina fazia o tratamento contra a leucemia. “A Rayssa entrou no hospital para tratamento há 12 dias, sem nada grave, mas foi contaminada porque estava com a imunidade muito baixa. Os médicos disseram que nunca viram um fungo se espalhar com tanta rapidez”, conta. Segundo ela, o fungo apontado como causador da morte da menina seria o Fusarium.


Antes de falecer, Rayssa ainda ficou três dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por causa da infecção. O enterro é hoje, em Tubarão (SC), onde a menina nasceu. Apesar da tristeza, a mãe acredita que, pelo menos desta forma, “Rayssa vai poder descansar, pois estava muito fraca”. O caso ganhou repercussão nacional por meio de reportagem do programa Fantástico, no qual a família mostrava sua busca por um doador para a menina.


Doações


O primeiro passo para ser doador de medula é procurar um hemocentro, fazer o cadastro, e ceder amostra de sangue para ficar armazenado no banco de dados. Sempre que surgir novo paciente, a compatibilidade será verificada. O procedimento é seguro, realizado em sala de cirurgia e requer internação de no mínimo 24h. Os voluntários devem ter entre 18 e 55 anos. 


No Brasil existem pelo menos 70 centros capacitados para transplante de medula óssea, e 20 para transplantes com doadores não-aparentados. No final do ano passado, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) atingiu a marca de dois milhões de doadores voluntários. O cadastro brasileiro é o terceiro maior do mundo, atrás apenas do registro americano e alemão.


Família não era compatível




Em Pérola do Oeste, Rosilene Ghisi redescobriu sua história ao reencontrar sua mãe e oito irmãos, além de outros familiares. A família, muito humilde, não teve condições de criar Rosilene e decidiu encaminhá-la para adoção. Depois do reencontro, todos os familiares fizeram testes de compatibilidade para tentar ajudar Rayssa Ghisi Domingos. Os resultados ficaram prontos na terça-feira.


Rayssa nem chegou a saber o resultado dos exames mostrando que a espera seria ainda mais longa. Nenhum dos parentes tinha compatibilidade com ela para o transplante. “Antes de ontem até apareceu um suposto doador compatível não aparentado, mas não sabemos se ela resistiria porque, mesmo que a compatibilidade fosse confirmada, ela ainda teria que passar por processo bem longo antes do transplante”.




 http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/584997/?noticia=MENINA+MORRE+A+ESPERA+DE+DOACAO+DE+MEDULA+OSSEA




Número de doadores de medula óssea diminui no Ceará em 2011


O número de doadores de medula óssea caiu em 2011 no Ceará. Segundo o Hemoce, apenas 17.764 pessoas se cadastraram no programa no ano passado. O número ficou bem abaixo do registrado em 2010, quando foram contabilizados 28.388 voluntários.
Apesar da forte baixa, o órgão comemorou o aumento de convocações para transplantes. Ao todo, 20 pessoas apresentaram compatibilidade e foram recrutadas para realizarem a doação pelo Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme).
Entenda o processo
No local da doação, são colhidos 10ml de sangue, como um exame de sangue comum. Logo depois, o doador informa ao atendente seus dados pessoais para o preenchimento do cadastro.
O sangue é tipado por um exame de histocompatibilidade (HLA), um teste de laboratório para identificar suas características genéticas. O resultado do teste e seus dados pessoais serão incluídos no Registro Nacional de Doador voluntário de Medula Óssea (Redome). Após o cadastro, os dados serão cruzados com informações do paciente.
Quando houver um paciente compatível, outros exames serão necessários. Se a compatibilidade for comprovada, o doador é consultado sobre a possibilidade de efetuar a doação. Durante a doação, o voluntário recebe anestesia geral. Com uma agulha, a medula é aspirada do osso da bacia. Apenas 10% da medula total é retirada e em 15 dias já estará recomposta.
Requisitos para doação
Os requisitos básicos para ser um doador é ter entre 18 e 55 anos de idade, além de boa saúde. Além disso, é necessário se cadastrar como doador em um hemocentro. Após o cadastro inicial, uma dica importante é manter atualizados os dados junto ao órgão, para que em uma necessidade, o contato seja efetivado. Um opção é enviar pelo e-mail:nucleo.medula@hemoce.ce.gov.br.
Para aqueles que não colheram o material Hemocentros do Ceará, o cadastro deve ser alterado no site do Instituto Brasileiro de Câncer (Inca).
Redação Jangadeiro Online, com informações do Hemoce

Cadastro de doadores de medula óssea será realizado na próxima segunda-feira

Na próxima segunda-feira, 16 de janeiro, será realizada na Total Fiat de Atibaia uma campanha que irá  cadastrar doadores de medula óssea. A campanha visa ajudar Louise Scharz, de 12 anos, que luta contra a leucemia desde os 8.



Além da menina, milhares de pessoas estão em filas de espera pela doação. Qualquer pessoa em bom estado de saúde, entre 18 e 54 anos, pode realizar o exame, que é indolor.
Para fazer o cadastro que dirá se você é um possível doador, basta comparecer à sede da Total Fiat, localizada na Avenida Alfredo André, 685, no dia 16 de janeiro, das 9h30 às 17 horas, portando um documento com foto.
Para mais informações sobre cadastramento e doação de medula, acesso o site da Associação da Medula Óssea, www.ameo.org.br/index.php.