segunda-feira, 26 de março de 2012

MEDULA ÓSSEA>>VÍDEO

Células-tronco da medula óssea permitem tratar insuficiência cardíaca


O estudo foi desenvolvido entre 2009 e 2011 em cinco centros hospitalares e com 92 pacientes, parte dos quais foram escolhidos aleatoriamente para serem tratados com células-tronco provenientes de sua medula óssea.
Londres - A utilização em pacientes cardíacos de células-tronco provenientes de sua medula óssea permitirá reparar seus tecidos afetados, revela um estudo clínico divulgado no último sábado (24) nos Estados Unidos.
Trata-se da pesquisa mais ampla realizada até agora para examinar a terapia celular em pacientes que sofrem de insuficiência cardíaca crônica e cujo coração é incapaz de bombear o sangue.
Os participantes neste estudo clínico, de uma idade médica de 63 anos, sofriam igualmente de um mau funcionamento do ventrículo esquerdo de seu coração, afirmaram os autores da pesquisa, apresentada na 66ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC), celebrada neste fim de semana em Chicago, no estado do Illinois (norte dos EUA).
O estudo foi desenvolvido entre 2009 e 2011 em cinco centros hospitalares e com 92 pacientes, parte dos quais foram escolhidos aleatoriamente para serem tratados com células-tronco provenientes de sua medula óssea.
O teste clínico foi conduzido pelo dr. Emerson Perin, diretor de pesquisas clínicas em medicina cardiovascular do Instituto do Coração do Texas (centro-sul).
O ventrículo esquerdo dos pacientes analisados bombeava menos de 45% do volume normal de sangue.
Os pesquisadores comprovaram que as pessoas que foram tratadas com células-tronco de sua medula óssea apresentaram uma melhoria modesta, mas significativa de 2,7%, do volume de sangue bombeado, em relação aos pacientes não tratados.
Os mais jovens registraram melhores resultados por ter um número maior de células-tronco em sua medula.
As células-tronco foram injetadas no ventrículo esquerdo dos pacientes por meio de um cateter.

http://www.d24am.com/amazonia/ciencia/celulastronco-da-medula-ossea-permitem-tratar-insuficiencia-cardiaca/53959 

sábado, 24 de março de 2012

Neymar comemora gol em homenagem ao menino Matheus, que sofre de leucemia


Por PONTOSGANHOS.COM
Matheus é uma jovem criança de seis anos, que sofre de leucemia. Santista, o garotinho teve a oportunidade de conhecer o CT do Santos Futebol Clube. Sua posição preferida é a de zagueiro.

No CT, Matheuzinho conheceu de perto o zagueiro e capitão Edu Dracena e o maior ídolo alvinegro do momento, o atacante Neymar.

Na conversa com Neymar, o menino pediu um gol de bicicleta. O atacante prometeu treinar para poder atendê-lo. Sem perder tempo, Matheus ainda pediu uma comemoração com uma dancinha especial. Veja no vídeo abaixo o momento do encontro entre eles:


Nesta quinta-feira (22), o Santos enfrentou o Juan Aurich pela Libertadores e saiu de campo com uma vitória de 2 a 0. O segundo gol do Peixe foi marcado por Neymar, eleito o melhor jogador da noite. Confira trechos com alguns lances do camisa 11 e homenagem feita por ele ao garoto Matheus:



Ler mais: http://www.portalpontosganhos.com/futebol/profissional/neymar-homenageia-menino-portador-de-leucemia/

segunda-feira, 19 de março de 2012

Ser doador de medula óssea vai ser mais fácil (c/video)



Com o intuito de criar um Banco Municipal Virtual de Medula Óssea, através de um protocolo entre o Centro de Histocompatibilidade do Norte, Lions, Câmara Municipal da Trofa e juntas de freguesias, foi organizada uma reunião, na segunda-feira, para conhecerem os seus objetivos.
No sentido de articular esforços para a criação de um Banco Municipal Virtual de Medula Óssea, a biblioteca da Casa da Cultura da Trofa recebeu, na segunda-feira, dia 12, elementos do Lions Clube da Trofa, Helena Alves, diretora do Centro de Histocompatibilidade do Norte (CHN), José Magalhães Moreira, em representação da Câmara Municipal da Trofa, e seis presidentes das juntas de freguesia. “Esta reunião foi um trabalho dentro do concelho, para criar esta sensibilidade e de levar esta mensagem de forma a podermos concretizar este projeto aqui na Trofa”", adiantou Helena Alves.
Segundo a diretora do CHN, a ideia de fazer este protocolo partiu de José Carneiro quando teve conhecimento de um muito semelhante “"àquele que tem a Câmara Municipal de Penafiel"”.
Helena Alves afirma que o protocolo "é “uma coisa simples"”, que consiste na disponibilização, por parte do CHN, de material informativo e de apoio logístico à organização de recolha de dadores. Também as juntas de freguesia
têm um papel fundamental, fornecendo material informativo e participando nas ações de educação para o transplante e educação para a saúde, junto das escolas e população em geral. Além disso, poderão ter um pré-registo das pessoas interessadas em serem dadoras, para depois organizarem "“ações de recolha com um número pré-definido”". "“A disponibilidade de instalações do município, para a organização das brigadas, será também umas das disponibilidades que a autarquia terá para com este projeto e para com o Centro de Histocompatibilidade do Norte"”, acrescentou.
A diretora afiançou que o Lions Clube da Trofa “"sempre foi muito ativo no apoio quer na dádiva de sangue, quer na doação de medula óssea"”. 
José Carneiro, assessor do pelouro do sangue da associação do Lions Clube da Trofa, quando soube do protocolo existente entre o CHN e a Câmara Municipal de Penafiel, entrou em contacto com Helena Alves. Depois de receber todas as informações necessárias, contactou o vereador do pelouro da ação social e vice-presidente da Câmara Municipal da Trofa, e propôs fazerem um protocolo. Com uma reação positiva, José Carneiro forneceu-lhe todos os dados, sendo que, neste momento, a autarquia trofense está a preparar o documento.
O assessor salientou a importância da participação das juntas de freguesia: “"Há muita gente que quer inscrever-se, mas, por uma questão de comodismo, não tomam iniciativa para irem ao Porto fazerem essa inscrição. Mas se nós e os presidentes de junta tivermos um trabalho persistente nas suas freguesias, tenho a certeza que vão aparecer muitos dadores”", salientou.
José Carneiro, que já está habituado a trabalhar na área do sangue, lamenta que a sensibilidade das pessoas só seja motivada "“por um problema grave de saúde que exista no seio familiar”", realçando que é importante “"estarmos preparados para ajudar alguém que precise”". Para isso, haverá uma sensibilização junto dos jovens, a partir dos 18  anos, para que se inscrevam e ajudem alguém. O assessor relembrou um caso que houve em Santiago de Bougado, onde a senhora acabou por falecer, por a medula óssea, que vinha do Iraque, não ter chegado, devido à guerra, para expressar a necessidade de haver um maior número de dadores inscritos, “"para estarmos mais tranquilos”".
Com este protocolo, prevê um aumento de dadores na Trofa, sendo preciso fazer “"um trabalho no terreno para que as pessoas se venham inscrever"”. "“Eu acredito que, se as pessoas forem bem informadas e se houver uma boa sensibilização, a nível local, este protocolo vai dar os seus frutos e as inscrições vão aumentar"”, finalizou.
Para José Magalhães Moreira, vice-presidente da Câmara Municipal e vereador do pelouro da Ação Social, que esteve ligado às colheitas de sangue e de medula óssea quando foi presidente do Lions, ver este protocolo tornar-se realidade “"é uma sensação muito boa"”. "“É um caminho que devemos trilhar em conjunto com o Lions, porque é a instituição do nosso concelho que tem prosseguido este objetivo de recolha de sangue para o Hospital de S. João"”, assegura, informando que sete por cento do sangue consumido no Hospital de S. João era doado pela Trofa.
“"Nós faremos todos os possíveis para que, conjuntamente com as juntas de freguesia e o Lions, encontremos potenciais dadores que se possam inscrever. O impresso que tem que se preencher é relativamente complicado. As juntas de freguesia e os serviços municipais devem estar devidamente instruídos, no sentido de ajudar as pessoas nesse preenchimento"”, afirmou, frisando que "“é preciso aumentar as potencialidades dos dadores para serem, de facto, dadores e não só potenciais"”.
Dadora de medula óssea deu o seu testemunho
No público presente estava Sandra Areal, que deu o seu testemunho quando soube que poderia ser uma dadora de medula óssea. Há cerca de cinco anos inscreveu-se como dadora, tendo recebido, o ano passado, uma chamada do CHN a comunicar-lhe que havia uma compatibilidade em quatro por cento com um doente.
A possível dadora sentiu-se muito feliz, melhor do que se lhe "“tivesse saído o Euromilhões"”. Infelizmente “"o doente não aceitou os primeiros tratamentos"”, acabando por não se concretizar a "“dádiva de medula óssea"”.
No final Sandra Areal deixou uma mensagem a toda a comunidade: “"As pessoas que precisam de medula, são aquelas que precisam de sangue, que sofrem, são pais de família, são filhos de alguém. Que realmente precisam de viver e que realmente o pouco que nós damos, porque não nos faz falta, não nos prejudica em nada, vai fazer com que essa pessoa renasça e que crie mais laços, mais família e que seja muito mais feliz. No fundo é algo que podemos dizer que do outro lado, independentemente do país, da raça ou da língua, têm algo que nós demos, que teve utilidade, que deu vida e é uma esperança muito grande”".

http://www.onoticiasdatrofa.pt/nt/index.php?option=com_content&view=article&id=8895:ser-dador-de-medula-ossea-vai-ser-mais-facil-cvideo&catid=705:edicao-364&Itemid=200002 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Série: brasileira doa medula e salva vidas



Jornal da Band exibiu ao longo desta semana uma série especial em homenagem a mulheres que são exemplos de superação. Na última reportagem, você vai conhecer uma história de solidariedade que nasceu da dor.

Depois de perder um irmão vítima de câncer no sangue, Suely conseguiu salvar duas vidas como doadora de medula óssea. 


http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=100000490932

Cadastramento para doação de medula óssea no Erasto Gaertner



Fazer parte de um banco nacional pode salvar muitas vidas
O Hospital Erasto Gaertner convida todos os interessados em se tornarem doadores de medula óssea para o cadastramento em seu Banco de Sangue.  Em parceria com a Universidade Federal do Paraná, o Hospital recebe essas pessoas para fazerem parte de um banco nacional. O hematologista Dr. Eduardo Munhoz aponta que “devido à grande miscigenação no Brasil, hoje a possibilidade de encontrar um doador fora da família é de um em um milhão, por isso a importância em ter um banco de doadores rico”.
Essa é uma forma de incentivar e informar que o transplante não oferece nenhum tipo de risco ao doador. "Ainda há um mito de que a doação ofereça algum risco, mas a medula se regenera rapidamente e não há nenhum ônus para quem faz a transfusão”, completa Dr. Munhoz. Em caso de compatibilidade com algum paciente, primeiramente há um contato para agendar e explicar todo o procedimento. 
Serviço:
Hospital Erasto Gaertner
R. Dr. Ovande do Amaral, 201 - Jardim das Américas
CEP 81.520-060 - Curitiba/PR
(41) 3361-5000 | www.erastogaertner.com.br
@erastogaertner | www.facebook.com/Hospital-Erasto-Gaertner
Sobre o Erasto Gaertner
O Hospital Erasto Gaertner foi fundado em 1972 por um grupo de médicos, após árduo trabalho das voluntárias da Rede Feminina de Combate ao Câncer para construir a Instituição. Neste ano, comemora 40 anos de história, atendendo milhares de pessoas com humanismo, ciência e afeto.
Hoje referência nacional no tratamento de câncer, têm números que demonstram a sua importância para o sistema de saúde pública do Paraná. Anualmente são mais de 300 mil atendimentos, sendo mais de 90% destinados para o SUS.
Além do Hospital, fazem parte da instituição as unidades Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC), que realiza trabalho voluntário desde 1954, e o Instituto de Bioengenharia (IBEG), pioneiro no desenvolvimento e fabricação de materiais médico-hospitalares específicos.
Dentre as campanhas que desenvolve está o projeto “Toda a Vida Vale a Pena - ações para prevenir, diagnosticar e tratar o câncer”, que pretende irradiar o conceito de responsabilidade social nas empresas e na sociedade.

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domingo, 11 de março de 2012

Dadores de medula óssea ultrapassam os 280 mil

O número de dadores de medula óssea inscritos na base nacional ultrapassa os 280 mil, número alcançado com a ajuda dos cerca de 40 mil que se inscreveram para ajudar o filho do futebolista Carlos Martins.


Gustavo, filho do futebolista Carlos Martins, continua à espera de um dador compatível



Em resposta por escrito à agência Lusa, o presidente do conselho directivo do Instituto Português do Sangue e Transplantação adiantou que actualmente o número de dadores tipados inscritos na Base de Dados Mundial de Dadores de Medula (BMDW, na sigla em inglês) é de 281.132.
"No ranking mundial de números de dadores por milhão de habitantes, Portugal está em 3.º lugar e, no Europeu em 2.º, atrás da Alemanha", adiantou Hélder Trindade, acrescentando que, nesta contagem, só são considerados os países com mais de cinco milhões de habitantes.
O número foi alcançado graças aos vários apelos feitos, em Novembro do ano passado, para ajudar o filho de Carlos Martins, Gustavo, que necessita de um dador de medula óssea compatível.
À criança, de três anos, foi diagnosticada uma aplasia medular, o que se traduz na incapacidade de produção de plaquetas.
De acordo com Hélder Trindade, desde o início da campanha ‘Vamos ajudar o Gustavo’, "foram inscritos cerca de 40 mil novos dadores" no Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão (CEDACE).
No entanto, desde o início do ano, o número de novos dadores inscritos "tem vindo a aproximar-se dos níveis habituais, quando não há campanhas dirigidas para um doente específico", acrescenta ainda o presidente do conselho directivo do Instituto Português do Sangue e Transplantação, não especificando valores.

Bernardo Rossi propõe conscientização para captar doadores de medula óssea


Bernardo Rossi propõe conscientização para captar doadores de medula óssea Projeto que cria “Semana do doador” foi aprovado em primeira discussão na Alerj
Com o objetivo de incentivar a doação de medula óssea e contribuir para a ampliação do cadastro no Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), o deputado estadual Bernardo Rossi (PMDB) quer instituir em todo Estado do Rio de Janeiro a Seman
a de Conscientização do Doador de Medula Óssea. O projeto de lei nº 254/2011 – aprovado em primeira discussão na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janiro (Alerj) – prevê que na segunda semana do mês de dezembro, candidatos a doador tenham prioridade no atendimento ao se apresentarem para o exame de compatibilidade de medula óssea.
“Nosso objetivo com isso é estimular a doação de medula óssea, e diminuir os obstáculos para o doador. A ampliação do cadastro no REDOME é fundamental para aumenta as chances de pessoas que têm no transplante de medula sua única possibilidade de sobreviver. Se cadastrar como doador é muito simples. Isso é feito com um exame de compatibilidade que requer apenas a retirada de uma amostra de sangue, como em um exame comum”, explica o deputado Bernardo Rossi.
O trabalho de conscientização é importante pois grande parte da população não sabe que qualquer pessoa com boa saúde e que tenha entre 18 e 55 anos de idade pode ser doadora. Outro ponto importante a ser lembrado é que quando a compatibilidade é identificada e o material retirado para o transplante, o organismo recompõem a medula doada em
apenas 15 dias.
A procura por doadores no REDOME é necessária quando não há um doador entre os parentes do paciente. A procura pela compatibilidade é feita entre os grupos étnicos (brancos, negros amarelos etc.) semelhantes, mas não aparentados. Para reunir as informações de pessoas que se dispõem a doar medula para o transplante, foi criado no ano 2000, o
Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Desta forma, com as informações do receptor que não disponha de doador entre os parentes, é possível buscar no REDOME uma pessoa cadastrada que seja compatível com o paciente.
“A ampliação do cadastro de doadores é fundamental para amenizar o sofrimento dos pacientes e seus familiares que aguardam ansiosos por um doador compatível. A doação pode mudar o rumo da vidas dessas pessoas e é uma oportunidade de sobrevivência e de recomeço”, considera Bernardo.

(Fonte – Bernardo Rossi assessoria.bernardorossi@gmail.com)

sexta-feira, 9 de março de 2012

Medula óssea: projeto português ganha prémio internacional

Um grupo de cientistas portugueses recebeu um prémio internacional pelo trabalho de investigação na procura de aumentar a imunidade dos doentes submetidos a transplantes de medula óssea.

O projeto desenvolvido por João Forjaz de Lacerda e Rita Azevedo, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, do Hospital Santa Maria e Instituto de Medicina Molecular é um dos trabalhos que vai receber 15 mil euros através da bolsa Terry Fox.

João Forjaz de Lacerda explicou à Lusa que o projeto surge no âmbito de «um protocolo de transplante de doentes maioritariamente com doenças hemato-oncológicas que necessitam de um transplante de médula óssea e que não têm um dador na família, sendo necessário recorrer a dadores dos registos internacionais.»

O objetivo deste projeto português visa reduzir a infeção pelo vírus citomegalovirus nos doentes transplantados, nos quais as defesas estão diminuídas, ainda mais se os dadores não forem familiares.

A investigação, agora premiada, apresenta a proposta de «realizar uma análise detalhada da imunidade específica para este vírus que vai emergir após o transplante e encontrar formas de manipular o sistema para aumentar a imunidade através da infusão de células específicas», acrescentou ainda João Lacerda, citado pela Lusa.

O prémio internacional é um incentivo a este projeto português que deverá ser desenvolvido nos próximos dois a três anos.



http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/medula-ossea-transplantes-premio-internacional-cientistas-portugueses/1331343-4069.html
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Portugal é quinto país com mais doadores de medula


Entre 2002 e 2011, o Registo Nacional de Dadores de Medula Óssea (CEDACE) passou de último lugar nos rankings mundial e europeu para o 3º maior registo da Europa e 5º maior do Mundo, em número de dadores. Rui Veloso, Carminho, Luís Represas, João Gil, Boss AC, Paulo Flores, Camané e Nancy Vieira, acompanhados pela Orquestra das Beiras, são as figuras que vão participar num concerto que assinala a luta por esta causa.
Em 2002 havia 1625 dadores inscritos e, no final de 2011, a cifra atingiu os 277 mil e 938 dadores tipados.
Segundo a APCL - Associação Portuguesa contra a Leucemia, todos os anos surgem mil novos doentes em Portugal.
Do Registo Português têm saído células de Dadores Nacionais para ajudar a salvar centenas de vidas de doentes com leucemia em Portugal e em mais de 20 países espalhados por todo o Mundo.
A APCL vai realizar, no dia 19 de abril, o 5º Concerto de Solidariedade Contra a Leucemia, a ter lugar no Pavilhão Atlântico e que terá transmissão em direto na RTP1, para assinalar a luta por esta causa, numa altura em que completa 10 anos.
Rui Veloso, Carminho, Luís Represas, João Gil, Boss AC, Paulo Flores, Camané e Nancy Vieira, acompanhados pela Orquestra das Beiras, são os artistas de um espetáculo único promovido e cujas receitas reverterão inteiramente a favor das atividades desta entidade, entre as quais, o apoio ao CEDACE, apoio social, bolsas de investigação e formação avançada.
Os concertos bienais da APCL constituem o momento alto da angariação de fundos para as atividades da Associação e uma das suas formas de sobrevivência cruciais, explica a associação, em comunicado.
A APCL diz, ainda, que pretende manter, e se possível reforçar, caso as receitas do 5º Concerto Solidário Contra a Leucemia o permitirem, o nível dos apoios concedidos aos três Centros de Histocompatibilidade - CH Sul, CH Centro e CH Norte nacionais, que atualmente integram o novo organismo, IPST (Instituto Português do Sangue e da Transplantação), bem como manter e reforçar alguns programas de investigação científica nas suas diferentes áreas de atuação.

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terça-feira, 6 de março de 2012

Novo kit portátil à venda nos EUA facilita inscrição de doadores de medula óssea



Para contrariar a escassez de doadores de medula óssea, um norte-americano uniu esforços e entidades e conseguiu criar um kit portátil que permite salvar dezenas de milhares de vidas de doentes com leucemia que aguardam por um transplante de medula óssea, avança o PIPOP – Portal de Informação Português de Oncologia Pediátrica, citando o ABS News.

O kit, que já está no mercado norte-americano e custa 4 dólares (cerca de 3 euros), é muito simples de usar. Os utilizadores podem recolher o seu próprio sangue e, de seguida, enviar a amostra num envelope auto-endereçado, selado, juntamente com a idade e endereço e-mail, para o Centro Alemão de Recolha de Dadores de Medúla Óssea (DKSM na sigla em alemão).

A iniciativa partiu inicialmente do norte-americano Graham Douglas. O irmão gémeo de Graham, Britton, tinha 18 anos quando foi diagnosticado com leucemia e Graham ficou a saber que não podia doar medula óssea ao irmão pois eles eram gémeos idênticos e portanto partilhavam o mesmo ADN, o que não iria ajudar na sua luta contra o cancro.
Britton sobreviveu à leucemia graças a um transplante de medula de dador desconhecido, mas o receio de Graham sobre a escassez de dadores e a perda do irmão nunca se dissipou e este não baixou os braços enquanto não conseguiu uma forma de facilitar a inscrição de dadores de medula.

Com o auxílio da empresa Help Remedies, conhecida pelas suas embalagens minimalistas, e do DKSM, o maior centro de recolha do mundo, Graham pôde assim concretizar o seu sonho de criar um kit simples e eficaz que permite a um maior número de pessoas serem dadores e outras receberem um transplante. Por enquanto, o kit de medula só está disponível no site da Help.

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Todos os potenciais doadores são anónimos e não há nenhuma obrigação de doar medula óssea, mesmo no caso de ser encontrada uma correspondência.

Doador de medula óssea precisa de cartão do SUS

Quem quer se cadastrar para doar medula óssea precisará, além de documentos pessoais, apresentar o Cartão Nacional de Saúde. Todo doador precisa estar cadastrado no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida se transformou em um entrave para as pessoas que não dependem da saúde pública, mas querem ser doadores. 

É que o cartão só pode ser retirado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Assim, o interessado deverá, antes de ir ao hemocentro, procurar um posto. 

A assistente social do Hemocentro Regional de Maringá, Teresa Maria Pauliqui Peluso, diz que tenta viabilizar a possibilidade de emitir o cartão. "Em Ribeirão Preto já conseguiram a autorização para isso", compara. Nas UBSs, o interessado precisa apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência para fazer o cartão. O número da inscrição é manuscrito e o cartão entregue na hora. Segundo informações do posto de saúde da Zona Sul de Maringá, não há filas para isso, o atendimento é feito no balcão e é rápido. 

O hemocentro argumenta sobre a exigência. "O banco de dados de doadores de medula é público, ligado ao SUS, por isso é preciso o cartão. As pessoas dizem que não usam o SUS, mas se eventualmente precisarem de um transplante de medula, a busca será pelo SUS", explica Teresa. 
Ela diz que, desde quando a portaria entrou em vigor, poucos doadores de medula não tinham cartão. "Às vezes, a pessoa tem e não se lembra. 

O cartão é feito, por exemplo, quando ela toma uma vacina. Sempre fazemos uma busca no sistema e, na maioria das vezes, encontramos o cadastro no SUS."

Desde 2001, quando começou a funcionar o sistema de doação de medula no Hemocentro de Maringá, já foram cadastrados 34.991 pessoas do município e mais 29 cidades da região. Os doadores são cadastrados no banco denominado Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), sediado no Instituto Nacional do Câncer, no Rio de Janeiro, e que faz parte de um sistema de busca de compatibilidade internacional. 

O doador, no momento em que se cadastra, cede cinco mililitros de sangue (retirado da veia do braço) para análise e registro de compatibilidade. "Diariamente, o Redome cruza os dados entre doadores e receptores no Brasil e em outros países. Tivemos vários casos no Brasil em que os dados são compatíveis com receptores do exterior."


Coleta

Dois métodos são utilizados para a retirada de medula e são feitos conforme a indicação médica para cada paciente. Em um, é feita a punção e a medula é coletada diretamente do interior do osso da bacia. A outra é por aférese, um procedimento que filtra as células-tronco que passam pelas veias.

EXPLICAÇÃO
"O banco de dados
de doadores de medula 
é público, ligado ao SUS,
por isso é preciso o 
cartão"

Teresa Maria Pauliqui 
Peluso
Assistente social do 
Hemocentr de 
Maringágenda
A medula óssea é o que popularmente chamam de tutano, uma substância gelatinosa encontrada na cavidade de alguns ossos. "As pessoas confundem com medula espinhal ou da coluna vertebral. Não é nada disso, não há nenhuma ligação. Medula são as células-tronco que produzem o sangue", explica a assistente social.

Ela ressalta que, embora os números de doadores cadastrados em Maringá sejam altos, é raro conseguir compatibilidade entre doador e receptor. "Por isso, é preciso que cada vez mais as pessoas se cadastrem", completa.

sábado, 3 de março de 2012

Luiza Valdetaro fala sobre doença da filha: 'Estamos otimistas'

O tipo dela é o mais brando (LLA- tipo B) e ela está se mostrando uma ''criança de resposta super rápida'' como os médicos chamam 


 
Luiza Valdetaro fala sobre doença da filha: 'Estamos otimistas'
Luiza Valdetaro contou ao blog com exclusividade que está otimista e confiante na recuperação de Maria Luiza, sua filha de três anos, diagnosticada com leucemia no último dia 3. Sobre momento delicado por que a família está passando, disse:

- Apesar de tudo, depois do grande tombo que foi descobrirmos a doença, só temos boas novidades.

O tipo dela é o mais brando (LLA- tipo B) e ela está se mostrando uma "criança de resposta super rápida" como os médicos chamam. Com dois dias do tratamento, ela já não tinha mais nenhuma célula doente no sangue. Grandes vitorias em tão pouco tempo.

Luiza afirmou ainda que pretende participar de campanhas de doação de sangue, plaquetas e medula.

- Quero demonstrar força e fé para ajudar aqueles que estão passando por situação semelhante.

Hoje, em seu Twitter, a atriz escreveu: "Susto e tristeza já deram lugar a fé e força. Há 20 dias, Malu foi diagnosticada com leucemia, ela está bem! Contamos com a oração de todos".



http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=167594&codDep=7