domingo, 11 de março de 2012

Bernardo Rossi propõe conscientização para captar doadores de medula óssea


Bernardo Rossi propõe conscientização para captar doadores de medula óssea Projeto que cria “Semana do doador” foi aprovado em primeira discussão na Alerj
Com o objetivo de incentivar a doação de medula óssea e contribuir para a ampliação do cadastro no Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), o deputado estadual Bernardo Rossi (PMDB) quer instituir em todo Estado do Rio de Janeiro a Seman
a de Conscientização do Doador de Medula Óssea. O projeto de lei nº 254/2011 – aprovado em primeira discussão na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janiro (Alerj) – prevê que na segunda semana do mês de dezembro, candidatos a doador tenham prioridade no atendimento ao se apresentarem para o exame de compatibilidade de medula óssea.
“Nosso objetivo com isso é estimular a doação de medula óssea, e diminuir os obstáculos para o doador. A ampliação do cadastro no REDOME é fundamental para aumenta as chances de pessoas que têm no transplante de medula sua única possibilidade de sobreviver. Se cadastrar como doador é muito simples. Isso é feito com um exame de compatibilidade que requer apenas a retirada de uma amostra de sangue, como em um exame comum”, explica o deputado Bernardo Rossi.
O trabalho de conscientização é importante pois grande parte da população não sabe que qualquer pessoa com boa saúde e que tenha entre 18 e 55 anos de idade pode ser doadora. Outro ponto importante a ser lembrado é que quando a compatibilidade é identificada e o material retirado para o transplante, o organismo recompõem a medula doada em
apenas 15 dias.
A procura por doadores no REDOME é necessária quando não há um doador entre os parentes do paciente. A procura pela compatibilidade é feita entre os grupos étnicos (brancos, negros amarelos etc.) semelhantes, mas não aparentados. Para reunir as informações de pessoas que se dispõem a doar medula para o transplante, foi criado no ano 2000, o
Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Desta forma, com as informações do receptor que não disponha de doador entre os parentes, é possível buscar no REDOME uma pessoa cadastrada que seja compatível com o paciente.
“A ampliação do cadastro de doadores é fundamental para amenizar o sofrimento dos pacientes e seus familiares que aguardam ansiosos por um doador compatível. A doação pode mudar o rumo da vidas dessas pessoas e é uma oportunidade de sobrevivência e de recomeço”, considera Bernardo.

(Fonte – Bernardo Rossi assessoria.bernardorossi@gmail.com)

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