segunda-feira, 9 de abril de 2012

Cadastro de medula óssea é realidade no Hospital do Oeste


Mais uma conquista do Hospital do Oeste! Começa a ser realizado nesta segunda, 09, na unidade de coleta e transfusão de Barreiras, que funciona no HO, o cadastro para doadores de medula óssea. O objetivo do cadastro é integrar possíveis doadores de qualquer parte do mundo a pessoas que estejam na fila de espera por um transplante. Em 2011 na Bahia, 2.226 pessoas se cadastraram, e foram realizadas 31 doações.


A demanda por pacientes na fila de espera deve-se à dificuldade em encontrar doadores compatíveis. A possibilidade de haja doadores na mesma família é de 35%, essa chance é bem menor no caso de pessoas sem parentesco, caindo para apenas 1%.

A medula óssea é um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, é nela que são produzidos os componentes do sangue, por isso, o transplante é indicado no caso de algumas doenças que afetam as células do sangue, como a leucemia.

Para ser doador é preciso ter entre 18 e 55 anos e estar saudável. O cadastro é feito por meio do preenchimento de um termo de consentimento da doação e da coleta de uma pequena amostra de sangue para que seja enviado para o Registro Nacional de doadores voluntários de medula óssea (REDOME).

Feito o cadastro, assim que surgir um paciente com a medula compatível, o candidato será chamado, é nesse momento que o doador decidirá de fato sobre a aceitação do transplante que será realizado em alguma capital do Brasil.

Essa conquista deve-se ao esforço dos profissionais da unidade de coleta e transfusão e da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) do Hospital do Oeste. “É preciso muita conscientização das pessoas, é preciso que entendam que o procedimento é muito simples quando se pensa em salvar uma vida”, comentou Katrinna Porto.

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