segunda-feira, 30 de julho de 2012

Cadastro ajuda paciente de Sorocaba a encontrar doador de medula óssea




"Uma luta diária e constante”. É assim que a mãe de Wesley Lucas, morador de Sorocaba (SP), vive. Há 10 meses, o menino de quatro anos foi diagnosticado com leucemia. A etapa mais difícil do tratamento o garoto já venceu: conseguiu encontrar um doador de medula compatível. Agora, ele procura um hospital onde possa fazer o transplante, como mostra a reportagem do TEM Notícias.
Fã declarado do jogador Neymar, Wesley conseguiu encontrar o doador por meio doRedome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), um site criado pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer), em 2000. No início, o site tinha 12 mil doadores cadastrados. Hoje, são dois milhões de pessoas inscritas, o que faz o Brasil ocupar o 3º lugar entre os maiores bancos de doações de medula óssea do mundo.
Além de funcionar como um cadastro nacional de doadores em potencial, a página também traz uma série de informações sobre a doença e sobre a cirurgia de transplante de medula.
Fila
Desde que foi diagnosticado com leucemia, o garoto Wesley recebe os cuidados do GPACI (Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil), que é referência no tratamento da doença na região de Sorocaba.

O hospital atende cerca de 90 pacientes em tratamento e 420 estão em acompanhamento. Destes, cinco ainda procuram um doador compatível.

Depois de encontrar o doador, é preciso enfrentar uma fila para conseguir vaga em um hospital que esteja capacitado para fazer a cirurgia. No Brasil, existem 70 centros para transplantes de medula óssea e 20 para transplantes com doadores não-aparentados. No Estado de São Paulo, apenas as cidades de Campinas, Jaú, Barretos e São Paulo possuem hospitais de referência.
 
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