segunda-feira, 27 de agosto de 2012

“Ele disse que ele tinha certeza de que iria aparecer um doador”, diz avó após encontrar doador de medula óssea para Juan




Uma pessoa, que ainda permanece em sigilo, deve colocar fim a angustiante espera que Juan Marques teve na fila para a doação de medula óssea.
Segundo a avó do garoto, Regina Célia Dutra, a notícia de que um doador 100% compatível, chegou na última terça-feira (21). "Foi uma surpresa receber a notícia. Há alguns dias eu pedi um milagre a Deus, mas não especifiquei o assunto e agora sei qual foi esse milagre".
Regina explica que Juan também sabe da notícia e ela disse que o garoto sempre teve pensamento positivo. "Ele disse que ele tinha certeza de que iria aparecer um doador. Acho que ele tem razão, porque, por ele ser um anjo, talvez Deus tenha sempre colocado isso no coração dele, nós, que somos adultos, é que estávamos preocupados, mas ele sempre esteve tranquilo".

Susto

Há alguns dias, Juan havia sigo diagnosticado com a impossibilidade de receber o transplante, devido a sua saúde. "Nós ainda não sabíamos que havia esse doador e aí, assim que ele se reabilitou recebemos a notícia do doador".
Segundo Regina a família está curiosa para conhecer o doador e agradecer o gesto. "De acordo com os médicos esse procedimento costuma ser sigiloso e muitas vezes, a família só conhece o doador no dia do transplante".

Doador três-lagoense?

Enquanto o doador permanece anônimo, de acordo com o Hemonúcleo de Três Lagoas, duas pessoas da cidade teriam sido diagnostica como possíveis doares para o Juan, mas o local não soube dizer se alguma dessas pessoas é realmente o doador.

Corrente

Há alguns meses, a avó de Juan, junto a alguns amigos, iniciou uma campanha pelo Facebook que fez com que centenas de pessoas realizasse o cadastro de medula óssea em Três Lagoas. Apesar de ainda não saber de onde é o doador, as coletas realizadas no município, servirão para ajudar outras pessoas que passam pela mesma situação de Juam.

Doação

Quem ainda não realizou a coleta de sangue para o banco de doações de medula óssea, pode procurar o Hemonúcleo, que está localizado na Rua Manoel Rodrigues Artez, nº 520, Bairro Colinos. O horário de atendimento é das 7 às 11h, de segunda a sexta-feira.

FONTE>>http://www.acontecems.com.br/noticias/?id=25384
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Menino consegue doador compatível de medula óssea, diz família em MS

Depois de 7 meses de procura por doadores de medula óssea para um menino que faz tratamento contra a leucemia, a família da criança, que mora em Três Lagoas, a 338 km de Campo Grande, recebeu esta semana a notícia de que um doador compatível foi encontrado. O menino Juan Matias Poltronieri está em tratamento em Campinas (SP) desde o início do ano.
Segundo a avó do garoto, Regina Célia Dutra, a campanha feita pelas redes sociais rendeu 400 novos cadastros de doadores de medula óssea no hemonúcleo de Três Lagoas. Apesar disso, a quantidade de doadores ainda é considerada baixa pelo órgão. A cidade de 103 mil habitantes conta com apenas 2,7 mil registros no banco de dados.
A avó disse não saber detalhes sobre o doador, mas se sente gratificada pela doação. "Essas pessoas são anjos, teve gente que tremia de medo da agulha mas estendeu o braço querendo ajudar. Quero agradecer de todo o coração", diz Regina.
Segundo especialistas, as pessoas ainda têm medo quando o assunto é doação de medula óssea. Muitas acreditam que o procedimento será feito no hemonúcleo, mas na verdade só é feita a coleta de uma amostra de 5 ml de sangue, que será incluído no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).
A possibilidade de alguém encontrar uma medula compatível é de uma em 100 mil. "As pessoas têm medo porque acham que a gente mexe na coluna. A única coisa que fazemos aqui é o cadastro e a coleta da amostra, para podermos encontrar a pessoa necessitada", explica Vânia Nahas, coordenadora do setor de medula óssea do Hemonúcleo de Três Lagoas.
VIDEO AQUI
V



João Bombeirinho encontra doador para transplante de medula


O menino João Daniel de Barros, 6 anos, o "João Bombeirinho", encontrou um doador de medula óssea compatível para o transplante, após quatro anos de espera. Ele e a mãe, Ana Paula Estevam, viajam para Curitiba, onde, dia 29, João inicia os procedimentos preliminares no Hospital das Clínicas. A notícia foi dada ontem, pelo senador Alvaro Dias, em seu blog. Após o transplante, João ficará em Curitiba pelos próximos 100 dias.

Divulgação
João Bombeirinho encontrou doador de medula óssea

O diagnóstico de leucemia linfoide aguda foi dado quando João Bombeirinho tinha apenas 1 ano e 11 meses. A partir daí, o menino enfrentou sessões de quimioterapia e passou por cirurgias durante dois anos, mas a doença não regrediu e os médicos disseram que só um transplante de medula óssea traria a cura a João. A partir daí, a família iniciou a busca por um doador compatível, já que nenhum parente poderia ser o doador. E veio o problema: as chances de achar um doador em um banco público de medula óssea são raras e podem ser de até uma em 1 milhão.
Foi assim que João Bombeirinho se transformou em símbolo nacional da campanha pela doação de medula óssea.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Hemose incentiva cadastro no Registro de Doadores de Medula Óssea


Para participar do cadastro basta estar em bom estado de saúde e ter a partir de 18 anos

Visando ampliar o número de pessoas inscritas no cadastro de doadores de medula óssea, o Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) estendeu para quatro dias, a realização do cadastro vinculado ao Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Com a alteração, a inscrição que antes era efetuada em dois dias, passa a acontecer as segundas, terças, quintas e sextas, no horário das 7h30 às 17h.

O transplante de medula óssea beneficia pacientes com produção anormal de células sanguíneas, geralmente causadas por algum tipo de câncer no sangue como leucemias e linfomas, além de portadores de aplasia medular, entre outras doenças. Para participar do cadastro basta estar em bom estado de saúde e ter a partir de 18 anos.  

De acordo com dados do Serviço Social, de janeiro a julho deste ano, o Hemose contabilizou 106 cadastros. Já nos últimos dois anos foram cadastrados 2.084, sendo que em 2010, foram 946 inscritos e em 2011, foram efetuados 1.138 cadastros. A ampliação dos dias de coleta da amostra de sangue visa estimular a adesão da população sergipana ao Redome.  

O procedimento inicia no setor de Cadastro do Hemocentro de Sergipe. Nesse setor, o candidato preenche uma ficha com informações pessoais e, em seguida, são colhidos 10 ml de sangue. Os tubos com amostra de sangue coletado durante os dias do cadastro são encaminhados para um laboratório em Recife, referenciado pelo Ministério da Saúde (MS). Nesse laboratório, o sangue passa por exame de Histocompatibilidade (HLA) - exame que identifica as características genéticas de cada indivíduo, que podem influenciar no transplante.  

O tipo de HLA será incluído no cadastro. Após a conclusão do processo de identificação, os dados serão cruzados com os dos pacientes inscritos no Redome, que precisam de transplante de medula óssea. Se o candidato for compatível com algum paciente, o doador é convocado a realizar os testes confirmatórios e fazer a doação. A retirada das células para a doação é feita no hospital habilitado mais próximo da cidade do doador da medula.    

Informações   


As pessoas interessadas em participar do cadastro de medula óssea devem entrar em contato com o Serviço Social do Hemose, através dos telefones: (79)3225-8000 e 3259-3174, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h, ou através do e-mail: ssocial.hemose@fsph.se.gov.br

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Número de doadores de medula óssea cai em Minas Gerais


Em 2011, mais de 59 mil pessoas se cadastraram para doação.
Nos 6 primeiros meses deste ano, apenas 10 mil cadastros foram realizados.


O número de doadores de medula óssea caiu em Minas Gerais, segundo dados divulgados pela Fundação Hemominas. Em 2011, mais de 59 mil cadastros para a doação foram realizados no estado. Já nos seis primeiros meses deste ano, foram cerca de 10 mil cadastros.

De acordo com a fundação, a chance de o doador ser compatível é de 1 para 100 mil, entre pessoas que não tem parentesco. Entre parentes, a chance é de 25% a 30% e, por isso, é necessário que o número de doadores cadastrados aumente.

Para se cadastrar é preciso ter entre 18 e 54 anos e ter boa saúde. Em um primeiro momento, é colhida uma pequena amostra de sangue, que é submetida ao exame de classificação de medula e enviada ao Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Quando surgir compatibilidade do doador com algum dos pacientes que aguardam transplante são feitos novos procedimentos para a doação. Para mais informações, acesse o site da Fundação Hemominas ou ligue para 155.
 

Transplante de medula óssea poderão ser feitos no Amazonas em 2 anos


Está em fase de conclusão o projeto para a construção do Hospital do Sangue da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (FHemoam). A licitação, prevista para outubro próximo, dará condições para que as obras iniciem no primeiro semestre de 2013, e o governador possa entregar a nova unidade até o final de seu mandato.

Isso significa dizer que dentro de 2 anos, pacientes com doenças no sangue, como leucemias e linfomas, não mais precisarão sair de Manaus para fazer transplante de medula óssea.

O diretor-presidente da FHemoam, médico Nelson Fraiji, afirmou que, num prazo máximo de duas semanas, deverá concluir o projeto do Hospital do Sangue e enviá-lo para avaliação na Caixa Econômica Federal, responsável pelo financiamento.

"A pretensão é de 2 anos de obras. Ao mesmo tempo, vamos treinar pessoal e equipar laboratórios para que nesse período a estrutura esteja à disposição da sociedade".
Segundo Fraiji, com a construção do Hospital do Sangue, a estrutura da FHemoam na capital irá aumentar mais que o dobro.

"Hoje temos no Hemocentro três áreas – de atendimento ao paciente, de hemoterapia e os laboratórios – que somam dez mil metros quadrados. Somente o hospital terá 14,5 mil metros quadrados. Portanto, vamos mais do que dobrar a infraestrutura do Hemoam nos próximos 2 anos", garantiu.

HOSPITAIS DA BAIXADA SANTISTA PRECISAM DE SANGUE

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Hospital Alemão Oswaldo Cruz realiza transplante de medula óssea em paciente sem parentesco


O Hospital Alemão Oswaldo Cruz comemora a conquista de uma autorização federal que permite à instituição realizar transplante de medula óssea com doadores não aparentados. A portaria SAS-604 foi publicada no dia 26/06/2012 após auditoria realizada pela comitiva do Sistema Nacional de Transplantes. Foram rigorosamente avaliados os setores de 3D, Radioterapia, Quimioterapia, Centro de Diagnóstico por Imagem, Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, UTI, Pronto Atendimento, Day Clinic, Banco de Sangue, entre outros, com objetivo de verificar o cumprimento de todas as exigências para a realização desse tipo de transplante.
Com isso, a partir de agora, os pacientes do Hospital que não tenham encontrado doador compatível na família, poderão se beneficiar do banco de dados REDOME (registro de doadores de medula óssea do Instituto do Câncer), que conta atualmente com mais de 2.800.000 doadores registrados. É o terceiro maior banco de medula óssea do mundo que busca identificar possíveis doadores na população.
“Trata-se de um passo importante para nossa instituição, já que estaremos conectados com o mundo, uma vez que não identificado um doador no Brasil, imediatamente é procedida a busca no banco de dados internacional. Do mesmo modo, um paciente no exterior também poderá beneficiar-se de um doador brasileiro. O resultado dessas ações permitirá uma maior disponibilidade de doadores e a possibilidade da realização de um tipo de transplante restrito a poucos centros brasileiros de excelência, com o objetivo de oferecer ao paciente a chance de preservar o maior bem, que é a vida”, ressalta Dr. Celso Massumoto, responsável técnico pelos transplantes de medula óssea do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
O transplante de medula óssea, segundo ele, é um tratamento curativo, de alta complexidade, indicado para alguns tumores e doenças hematológicas não malignas. O transplante de medula alogênico pode ser realizado utilizando as células tronco coletadas de um doador parente compatível imunologicamente ou através de células coletadas de um doador não parente. “A chance estatística de se encontrar um doador compatível na família é de 25%, isso significa que em uma família de quatro irmãos, a expectativa é de se achar um doador”, completa Dr. Celso.
Referência em Transplante Ósseo
O Hospital Alemão Oswaldo Cruz já é referência entre as instituições privadas na realização de transplante ósseo. Com quatro equipes especializadas e devidamente cadastradas junto ao Sistema Nacional de Transplantes, realizou, desde 2003, cerca de 300 procedimentos.
O aumento da expectativa de vida da população, o aperfeiçoamento técnico de diversas especialidades e a indicação de artroplastia para pacientes cada vez mais jovens formam o conjunto de fatores que colaboraram para que o transplante ósseo assumisse um importante papel na prática da medicina moderna.
“Porém, a falta de disponibilidade de material proveniente dos bancos de tecidos pode se transformar em um entrave no tratamento dos pacientes. Apesar de a legislação vigente estabelecer todas as diretrizes de identificação e notificação de pacientes com morte encefálica, sabemos que no Brasil existe uma grande subnotificação de possíveis doadores o que acaba gerando escassez dos órgãos e tecidos de maneira geral. Nosso trabalho é árduo e carregado de sentimentos, pois na maioria das vezes temos que tratar da morte como uma fonte geradora da vida, que se resume numa simples palavra que é doar”, assinala Dr. Gerson Bauer, coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do Hospital Alemão Oswaldo Cruz..
Atualmente, o atendimento da demanda do Hospital Alemão Oswaldo Cruz é feito, na maioria das vezes, pelo banco de tecidos da Santa Casa de São Paulo ou pelo Banco de tecidos do Hospital das Clínicas. A Comissão atua na identificação, esclarecimento e orientação de possíveis doadores e seus responsáveis, além de promover treinamento e suporte à equipe multidisciplinar da instituição no processo de doação e transplante. No ano de 2012, foram treinados 174 profissionais sobre os temas legislação em doação de órgãos e tecidos, diagnóstico de morte encefálica, manutenção do potencial doador e entrevista familiar.  [marisa.oliveira@lvba.com.br]
Hospital Alemão Oswaldo Cruz – www.hospitalalemao.org.br


fonte>>http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=23840&op=saude

PR: acordo tenta diminuir problemas com greve no Hospital de Clínicas


O Ministério Público Federal (MPF) no Paraná para esta terça-feira o remanejamento de sete profissionais do Hospital de Clínicas, vinculado à Universidade Federal do Paraná (UFPR), para o setor de Transplante de Medula Óssea. Foi feito um acordo entre MPF, a direção do hospital e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral do Paraná (Sinditest), que deve indicar enfermeiros para a área.
A medida visa diminuir os impactos causados no atendimento por causa da greve de servidores técnico-administrativos da UFPR, parados desde o dia 11 de junho. O setor de Transplante de Medula Óssea, referência na América Latina, está sem seis enfermeiros no período da manhã e um durante a noite. Apesar da pouca quantidade, a falta destes profissionais é suficiente para causar problemas na escala de trabalho, o que piora com o prolongamento da paralisação. O MPF informou que pode tomar medidas judiciais caso o acordo não seja cumprido.
Segundo a assessoria de imprensa do Hospital de Clínicas, no setor de transplante de medula óssea estão funcionando oito leitos, sendo quatro para adultos e quatro para crianças. A quantidade de leitos chegava a 14 antes da greve. O setor atende pacientes com leucemia e outras doenças da medula óssea. Há uma fila de espera de 34 adultos e 25 crianças, que já possuem doadores, e precisam passar pelo transplante. Há procedimentos que estão sendo adiados por conta da falta de pessoal.
O Hospital de Clínicas também tem outros setores com problemas em virtude da greve. Há leitos bloqueados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos, na UTI Neonatal e na unidade semi-intensiva. Casos de urgência e emergência encaminhados para o Hospital de Clínicas por meio da rede pública de saúde são direcionados para outros hospitais. Esta medida já é tomada quando há lotação nas unidades. O HC divulgou que deixaram de ser feitos, desde 11 de junho, 28.700 exames de imagem e de laboratório, além de 19.917 consultas que dependiam dos resultados.
O movimento grevista

Iniciados em julho, os protestos e as paralisações de servidores de órgãos públicos federais aumentaram no mês de agosto. Pelo menos 25 categorias estão em greve, tendo o aumento salarial como uma das principais reinvindicações. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), o movimento atinge 28 órgãos, com 370 mil servidores sem trabalhar. O número, no entanto, é contestado pelo governo.
Estão em greve servidores da Polícia Federal, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Arquivo Nacional, da Receita Federal, dos ministérios da Saúde, do Planejamento, do Meio Ambiente e da Justiça, entre outros. O Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências) informou que dez agências reguladoras aderiram ao movimento.
O Ministério do Planejamento declarou que está analisando qual o "espaço orçamentário" para negociar com as categorias. O governo tem até o dia 31 de agosto para enviar o projeto de lei orçamentária ao Congresso Nacional. O texto deve conter a previsão de gastos para 2013.
No dia 25 de julho, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto para permitir a continuidade dos serviços em áreas consideradas delicadas. O texto prevê que ministros que comandam setores em greve possam diminuir a burocracia para dar agilidade a alguns processos, além de fechar parcerias com Estados e municípios para substituir os funcionários parados.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Campanhas externas do Hemopa prosseguem por todo o mês de agosto


A Fundação Hemopa, por meio da Gerência de Captação de Doadores (Gecad), está realizando campanhas externas de doação de sangue e efetivação de cadastro de doadores de medula óssea em parceria com várias instituições públicas e privadas, com o objetivo de forçar estoque estratégico do hemocentro, que tem a responsabilidade de abastecer a rede hospitalar do Estado, que é composta por 218 casas de saúde.
Na segunda-feira (7), foi realizada campanha de doação de sangue com a Rede Celpa, de 8h às 18h, que resultou em 145 comparecimentos e 27 novos cadastro de doadores de medula óssea. No dia 8, mais 74 novos cadastros de medula foram efetuados durante mobilização na Unama, Campus da BR, de 14h às 20h. Nesta quinta-feira (9), está sendo realizada ação no campus da Unama Senador Lemos, de 14h às 20h. A meta é de 80 doações de sangue.
No dia 14, a mobilização contará com parceria da Universidade Estadual do Pará (Uepa), de 8h às 16h, com doação de sangue e cadastro de doadores de medula óssea. Dia 16, a campanha de doação de sangue e cadastro de medula será promovida na Unama Alcindo Cacela, de 14h às 21h. Instituições interessadas em formar parceria com o Hemopa devem entrar em contato.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg. Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.
Cadastro de doação de medula óssea: estar bem de saúde e ter entre 18 e 55 anos.
Serviço:
O Hemopa funciona na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Horário para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118, de 2ª a 6ª-feira, de 8h às 18h; e aos sábados até as 17h. 

Doadores de medula óssea terão os mesmos direitos de quem doa sangue


O governador André Puccinelli sancionou nesta quinta-feira (9) lei que concede benefícios para doadores voluntários de sangue e de medula óssea no Estado de Mato Grosso do Sul. A lei altera a emenda e dispositivos da lei nº 3.844/ 2010.
De acordo com a portaria, publicada no Diário Oficial: "os doadores voluntários de sangue e de medula óssea no Estado do Mato Grosso do Sul serão concedidos os seguintes benefícios"; o artigo 3º estabelece, para efeito da lei, que são considerados doadores regulares de sangue e de medula óssea as pessoas devidamente cadastradas nos homocentros e nos bancos de sangue e de medula óssea dos hospitais do Estado, identificados por documento oficial expedido pela Secretaria de Estado de Saúde, observadas as normas expedidas pela Portaria n. 721, de 9 de agosto de 1989 do Ministério da Saúde.
A lei nº 4.238/2012 faz a inclusão dos doares de medula óssea, concedendo a eles os mesmos benefícios dos doares de sangue já estipulados na lei anterior.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Band apoia campanha da Casa Hope


A Casa Hope, com o apoio do Grupo Bandeirantes, lança nesta segunda-feira o projeto “Ampliando Esperança”, que visa arrecadar fundos para a construção de um novo núcleo de atendimento específico para jovens e adolescentes com câncer ou transplantados de medula óssea, rim e fígado.

Segundo Cláudia Bonfiglioli, fundadora do projeto, essa é a primeira vez que um grupo de comunicação abraça a causa. "Temos muita esperança nessa campanha, pois, com isso, vamos iniciar um segundo projeto. Após esses 16 anos, percebemos que nossas crianças cresceram e se tornaram adolescentes. E, apesar de estarem curadas, elas precisam sempre voltar a São Paulo para os exames, pois o câncer é uma doença crônica", completou.

A nova casa vai atender adolescentes e jovens, com idades entre 15 e 21 anos, e pretende ainda oferecer capacitação institucional. “O local terá enfoque na família e oferecerá serviços como teste vocacional, para que nossos adolescentes possam voltar a ter uma vida normal”, disse a fundadora do projeto. Dessa forma, esse grupo continua a ser atendido sem tirar a vaga de outras crianças que estão em início de tratamento. A expectativa, de acordo com Claudia, é que as obras da nova casa sejam iniciadas já no próximo ano.

As doações podem ser feitas pelo site da Casa Hope ou pelo telefone 0800 941 7900, nos valores de R$ 20, R$ 30 e R$ 50. As doações serão feitas diretamente à instituição, que isenta oGrupo Bandeirantes de qualquer responsabilidade sobre a arrecadação e destinação das verbas recebidas nesta campanha.

Casa Hope

Fundada há 16 anos, a Casa Hope é uma iniciativa 100% filantrópica. Fundada por Cláudia Bonfiglioli e Patrícia Thompson, a instituição oferece apoio biopsicossocial e educacional a crianças e adolescentes de baixa renda portadores de câncer e a seus familiares, além de ajudar transplantados de medula óssea, rim, fígado e pâncreas, vindos de todo o Brasil.

A sede própria foi construída em 2009 com apoio de parceiros e colaboradores e possui, atualmente, 188 leitos, refeitórios, salas de TV e de convivência, escola, brinquedoteca, salas e consultórios do serviço social, psicologia e terapia ocupacional, espaços específicos para o desenvolvimento de cursos de capacitação profissional, ampla área de lazer, além de outros espaços distribuídos em mais de 6 mil m² de área construída.

Somente em 2001, a instituição realizou 25.129 atendimentos, oferecendo serviços de moradia, alimentação com uma dieta balanceada e acompanhamento nutricional, vestuário, medicamentos, total assistência no transporte aos hóspedes, serviço social, assistência psicológica, escola/apoio pedagógico, recreação dirigida, assistência odontológica, terapia ocupacional, oficinas e cursos de capacitação profissional extensivos aos acompanhantes dos atendidos.

 

sábado, 4 de agosto de 2012

Hemosul recebe a maior doação de sangue

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Um total de 85 bolsas de sangue - em apenas um dia -, o cadastramento de 122 potenciais doadores e, dentre eles, 40% para medula óssea. Esse foi o resultado da ação dos funcionários da Empresa Energética de Mato Grosso do Sul e da Rede Serviços (Enersul),  durante a Semana Interna de Prevenção de Acidente do Trabalho realizada de 30 de julho até ontem (03).
De acordo com a empresa, esse número de bolsas é o maior que Hemosul (Centro Hematologia Hemoterapia de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, já registrou em ações voluntárias e, mais do que isso, supera a média diária que o sistema de saúde produz, nesta época do ano. 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Após perder filho com leucemia, mãe vai lutar para ampliar cadastro de doadores de medula


Com a voz embargada, Dirce Coelho contou que as últimas palavras de seu filho foram “te amo mãe”. Lutando pela vida do menino Vitor Hugo Coelho Ferreira, 14, de forma incansável, ela ainda está muito abalada com seu falecimento no último dia 1º de agosto, contudo ressalta a importância da população não deixar que a luta empreendida nas campanhas para doadores de medula óssea tenha sido em vão.
“Meu filho era um anjo. Fiquei com ele do início ao fim. Mas uma coisa é certa: a população precisa se mobilizar e mobilizar o poder público, porque muitos que tinham o dever de ajudar ficaram omissos. A cada dia morrem mais pessoas, mais crianças e a campanha não pode ter sido em vão”, ressaltou.
Dirce contou que Vitor Hugo já estava fraquinho, devido ao tratamento e que lhe cortava o coração não ter uma saída para a doença. “Nós tentamos as campanhas para cadastro de doadores de medula, tentamos todos os remédios, mas a doença foi além. Ele já não falava, sussurrava. ‘Dói muito mãe’, ele dizia e pedia pra eu rezar por ele”, disse entre lágrimas.
Ela contou que no dia 21 seu filho teve que ser levado para o CTI. “Entramos no CTI dia 21 e tentamos lutar contra o câncer, mas no dia 1º, Deus levou o anjinho que ele me emprestou. Estou muito triste, mas não quero que a campanha pare por aqui, porque ela não é só contra leucemia, mas também contra outras doenças”, declarou.
Victor Hugo Coelho Ferreira lutava pela vida desde os 11 anos. Ele foi diagnosticado com leucemia linfóide aguda em 2009 e a única possibilidade de se curar era um transplante de medula óssea. Contudo, ninguém em sua família era compatível e no Cadastro Nacional de Medula Óssea também não existia doador. Com isso, a mãe começou uma campanha para encontrar um doador para o filho, mobilizando vários segmentos da sociedade.
“Meu filho não é o único e nossa luta não é individual. Deputados e vereadores que tinham como obrigação zelar pela saúde e pela vida da população simplesmente não fizeram nada e isso não pode continuar. Espero que as pessoas não deixem a campanha acabar”, disse.
Arquivo
Dirce Coelho com seu filho Vitor Hugo, que faleceu no último dia 1º de agosto
Dirce fez questão de agradecer a todos que foram se despedir de Vitor Hugo, ontem (2) pela manhã e também aos que queriam estar lá, mas não puderam ir. Ele foi velado e sepultado ontem, no cemitério Memorial Park.

FONTE
V
http://www.midiamax.com/noticias/809911-apos+perder+filho+com+leucemia+mae+vai+lutar+para+ampliar+cadastro+doadores+medula.html

XVI Congresso de Transplante de Medula Óssea acontece em Ribeirão Preto até dia 05


Com atualizações e reciclagens constantes para desempenhar suas metas de alta qualificação desses 16 anos de fundação, os principais representantes da empresa CordCell - referência no Brasil no segmento da terapia Celular, com atuação efetiva na coleta, processamento, armazenamento e tratamento com células-tronco do sangue e do tecido do cordão umbilical , participam do XVI Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea.
O evento, que será realizado entre 02 e 05 de agosto, em Ribeirão Preto- SP, contará com a presença especial dos profissionais: Dr. Eliseo Sekiya - Presidente do Instituto de Ensino e Pesquisa; Dr. Ricardo Scuotto - médico Hemoterapeuta; Dra. Daniela Dias - médica especialista em Transplante de Medula Óssea; Enfº Marcio Monção - enfermeiro especialista em Transplante de Medula Óssea; Dra. Andresa Forte - farmacêutica e coordenadora do Laboratório de Cultivo e Expansão Celular e Daniela dos Santos - farmacêutica especializada em criopreservação.
O congresso espera cerca de 800 visitantes, entre especialistas de diferentes regiões do País, além de convidados internacionais da Espanha, Inglaterra, França, Estados Unidos, Alemanha.
Sob a organização da ABHH Eventos, o encontro conta com o apoio da ABHH, da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), da Associação Brasileira de Histocompatibilidade (ABH), da The International Immunocompromised Host Society (ICHS); e da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FAEPA).
Na grade científica, serão discutidos os desafios no transplante não aparentado, que tem crescido no Brasil nos últimos anos; o TMO no idoso; o tratamento da Doença do Enxerto Contra-Hospedeiro (DECH); efeitos tardios do TMO; transplante de células tronco hematopoiéticas em pediatria, nas doenças autoimunes e nas benignas; o papel da dieta no sucesso do TMO; entre outros. Também haverá mesas redondas de debate sobre a segurança do doador de medula óssea e políticas públicas de saúde relacionadas ao TMO. Informações completas da ação e premiações:http://www.sbtmo.org.br/noticia.php?id=105.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Campanha mobiliza doadores de sangue para Davi

Hemoce coleta no Ceará medula óssea para transplante na Itália


O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), unidade da Secretaria da Saúde do Estado, realizou em parceria com o Hospital Universitário Walter Cantídio a primeira coleta de medula óssea no Ceará para transplante alogênico. O material coletado de um doador cearense localizado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) na terça-feira, 24 de julho, foi enviado para a Itália, para transplante em um paciente italiano. No Ceará, desde de 2008 é realizado o transplante autólogo, aquele em que o paciente recebe células sadias da própria medula.

O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autólogo, ou autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.

O Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome) é um sistema criado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) para registrar as informações de possíveis doadores de medula óssea. O sistema facilita as buscas de compatibilidade com receptores e reúne as informações básicas de identificação e especificidades, como resultados de exames e características genéticas de pessoas que se dispõem a ser um doador. Quando um receptor não possui um doador aparentado, é feita uma busca no Redome de cadastros que possam ser compatíveis, para que assim seja feita a doação. O Redome integra a rede internacional de registros de doadores de medula óssea.

01.08.2012