quarta-feira, 26 de setembro de 2012

DANILO LOTT PRECISA DE DOADORES DE MEDULA ÓSSEA

Danilo Lott: campanha para encontrar doadores de medula óssea continua


A campanha para encontrar um doadores de medula óssea para o garoto Danilo Lage Lott, de Santa Maria de Itabira, continua. Todas as quintas-feiras a Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza um veículo para transportar voluntários até o Hemominas, em Belo Horizonte, onde é feita a coleta de sangue para o teste de compatibilidade.
Os responsáveis pela campanha convidam toda a comunidade, de Santa Maria e região, participar desta rede de solidariedade. Não tem custos e basta entrar em contato pelo telefone (31) 3838-1340.
Danilo Lott, de 13 anos, é portador de Síndrome Mielodisplásica (SMD), doença que causa deficiência nas células e reduz os glóbulos vermelhos e plaquetas. Desde a confirmação da enfermidade, no mês de maio, a família do jovem se mobiliza para encontrar doadores compatíveis.

CALOR E AUMENTO DA DEMANDA GERAM QUEDA NO HEMOCENTRO EM UBERABA ,MG.

MINERADORAS PROMOVEM CAMPANHA PARA DOAÇÃO DE SANGUE

HOSPITAL EVANGÉLICO NECESSITA DE DOADORES DE SANGUE E LEITE

ARCOS PRECISA DE MAIS DOADORES DE SANGUE

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Pesquisas usam célula do paciente para criar novos órgãos

Dois anos e meio atrás, médicos descobriram um tumor do tamanho de uma bola de golfe crescendo na traqueia de Andemariam Beyene. O tumor continuou a crescer, mesmo após cirurgia e radioterapia.
Então, Paolo Macchiarini, médico do Instituto Karolinska, em Estocolmo, teve uma ideia radical: fabricar para Beyene uma nova traqueia feita de plástico e suas próprias células.

O campo da medicina regenerativa vem há décadas prometendo um futuro de órgãos substitutos produzidos em laboratório: fígados, rins, até mesmo corações.

Esse futuro ainda não passa, em grande medida, de fantasia de ficção científica. Agora, contudo, pesquisadores como Macchiarini estão construindo órgãos através de uma abordagem diferente, utilizando as células do corpo e deixando a maior parte do trabalho a cargo do próprio corpo.

Apenas alguns poucos órgãos foram feitos e transplantados até agora e são órgãos relativamente simples e ocos, como bexigas e como a traqueia de Beyene, que foi implantada em junho de 2011.

Mas cientistas em vários pontos do mundo estão empregando técnicas semelhantes com o intuito deconstruir órgãos mais complexos. Na Universidade Wake Forest, por exemplo, na Carolina do Norte, onde foram desenvolvidas as bexigas, pesquisadores estão trabalhando sobre rins, fígados e outros órgãos. Laboratórios na China e na Holanda estão entre muitos que estão trabalhando para construir vasos sanguíneos.

Alguns cientistas, como Macchiarini, querem ir ainda mais longe, atrelando os mecanismos de reparação do próprio corpo para que o organismo consiga reparar sozinho um órgão que esteja danificado.

Pesquisadores estão fazendo uso de avanços nos conhecimentos sobre células-tronco, células básicas que podem ser transformadas em tipos que são específicos de determinados tecidos, como o fígado ou o pulmão. Eles estão aprendendo mais sobre os chamados "scaffolds", ou suportes tridimensionais, que mantêm as células em seus devidos lugares.

Cientistas que fazem engenharia de tecidos avisam que seu trabalho é experimental e caro e que a criação de órgãos complexos ainda está no futuro distante. Mas eles estão cada vez mais otimistas.

"Ao longo de 27 anos fui me convencendo mais e mais de que isto é factível", disse Joseph P. Vacanti, diretor do Laboratório de Engenharia de Tecidos e Fabricação de Órgãos do Hospital Geral do Massachusetts e pioneiro nesse campo.

No caso de Andemariam Beyene, uma cópia exata de sua traqueia foi feita de um plástico poroso e fibroso.

Em seguida, a cópia foi semeada com células-tronco extraídas de sua medula óssea. Após apenas um dia e meio num biorreator -uma espécie de incubadora-, o implante foi costurado em Beyene, tomando o lugar de sua traqueia por onde o câncer havia se espalhado.

Hoje, 15 meses após a operação, Beyene, 39 anos e natural da Eritreia, está sem tumor e voltou a respirar normalmente.

Laboratórios de todo o mundo agora estão fazendo experiências com suportes ("scaffolds"). O objetivo é pegar, por exemplo, o pulmão de um doador, retirar dele todas as células, deixando apenas a matrizextracelular -uma complexa teia tridimensional que conserva os diversos tipos de células em suas posições e ajuda a comunicação entre elas.

Em seguida, esse suporte é semeado novamente com as células do próprio paciente. Macchiarini e sua equipe iniciaram esse trabalho em 2008, tendo feito implantes bem-sucedidos de traqueias de cadáveres, semeadas com células dos pacientes, em cerca de uma dúzia de pacientes. Pelo fato de as células do doador serem removidas, o processo praticamente elimina um dos grandes problemas dos transplantes: o risco de tecidos estranhos serem rejeitados pela pessoa que recebe o transplante.

Mas isso não soluciona vários outros problemas. Uma traqueia doada pode não ter o tamanho certo; ela precisa ser destituída de suas células e semeada com as células do paciente enquanto este aguarda e o procedimento ainda requer órgãos de doadores, que estão sempre em falta.

Assim, para Beyene, foi decidido produzir um suporte tridimensional de plástico. O suporte sintético de Beyene foi fabricado por cientistas do University College em Londres, usando como modelo imagens scaneadas da traqueia natural do paciente. Foi um trabalho belíssimo de engenharia de polímeros, feito sob medida para ser encaixado no peito de Beyene.

Mesmo assim, ainda era apenas uma peça de plástico poroso, sem vida. Para que se tornasse um órgão funcional, era preciso que os espaços minúsculos no plástico fossem preenchidos com células que eventualmente funcionassem juntas como tecido. Não serviriam células quaisquer; Macchiarini e sua equipe começariam com células-tronco de Beyene, obtidas de sua medula óssea.

As células-tronco humanas fazem parte do sistema do corpo para construir e se reparar. Elas começam sendo uma tábula rasa, mas podem tornar-se células especializadas, específicas de tecidos ou órgãos diferentes, como a traqueia. Nos últimos anos, cientistas vêm fazendo grandes avanços no entendimento de como as células-tronco podem diferenciar-se dessa maneira.

A equipe de Estocolmo esperava que, com a ajuda de drogas estimulantes das células-tronco, as células de medula óssea colocadas na traqueia começassem a se converter no tipo de célula apropriado para o lado interno e externo do órgão. Mas Macchiarini acha que o processo não funcionou exatamente conforme o planejado.

"Estou convencido de que as células que estamos colocando no biorreator desaparecem após dois ou três dias", disse. Mas, ao morrer, elas liberam substâncias químicas que enviam sinais ao corpo para que envie mais células-tronco da medula óssea, através do fluxo sanguíneo, para o local, promovendo o processo regenerativo.

Cinco meses após a cirurgia, descobriu-se que a traqueia de Beyene estava parcialmente forrada de células especializadas. E, na consulta seguinte, Macchiarini notou que o revestimento celular ainda estava crescendo sem sinais de infecção. "O paciente está conseguindo tossir", disse o médico.

Se as células estão sobrevivendo, significa que a traqueia está criando uma teia de vasos sanguíneos, através do mesmo processo regenerativo que produziu as células especializadas.

Todos os tecidos precisam possuir essa teia, para que cada célula possa receber oxigênio e nutrientes. Mas assegurar o desenvolvimento dessa teia é um desafio enorme.

"Desde o princípio, pensamos que a principal barreira ao êxito deste experimento seria o fluxo de sangue", disse Vacanti.

Os médicos de Beyene tinham uma maneira de se certificar de que a traqueia dele estava desenvolvendo uma rede de vasos sanguíneos. Eles provocaram propositalmente uma ligeira lesão no revestimento interno da traqueia.

"Se sangra, é porque está vivo", disse Macchiarini. A traqueia de Beyene sangrou.

Em junho, Macchiarini realizou cirurgias semelhantes em dois pacientes na Rússia. Ele disse que os dois já tiveram alta do hospital e estão se recuperando bem.

Mas, para ele, é preciso que exista uma solução menos complexa e trabalhosa, algo que não envolva procedimentos que podem custar até meio milhão de dólares. Ele visualiza suportes tridimensionais ainda melhores e sua implantação sem células, usando drogas para estimular o corpo a enviar células para o local.



fonte>>http://www.jornalfloripa.com.br/cienciaevida/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=2895

HEMOCENTRO DO CE PRECISA DE DOAÇÕES DE SANGUE PARA ABASTECER HOSPITAIS

BANCOS DE SANGUE DE SANTOS NECESSITAM DE DOAÇÕES

domingo, 23 de setembro de 2012

CRIANÇA NECESSITA DE SANGUE COM URGENCIA EM ARACAJU.

ADOLESCENTE DA INSTITUIÇÃO NECESSITA DE SANGUE O POSITIVO

ANA CECÍLIA

Pedido para medula óssea – AJUDEM O GONÇALO!

«Este é o Gonçalo, um rapaz de 15 anos, com um 1,83m de altura… e um sorriso do tamanho do mundo.
Joga basquetebol no B. Queluz, é um excelente aluno, um bom amigo e um filho maravilhoso.
No passado dia 18 de Agosto, o Gonçalo deu entrada no Instituto Português de Oncologia (IPO) e encontra-se internado desde então, no serviço de Hematologia. Foi-lhe diagnosticada uma Aplasia Medular Auto Imune, ou seja, a sua medula deixou de produzir os três principais constituintes do sangue (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O tratamento para a Aplasia Medular é um transplante de medula, e até encontrar um dador compatível, precisa de transfusões quase diárias de sangue e plaquetas.
Neste momento, o Gonçalo precisa de toda a ajuda do mundo, pelo que é muito importante espalhar esta mensagem por todos.
Ele precisa URGENTEMENTE de dadores de sangue do tipo O Rh Negativo. O tipo de sangue do Gonçalo é dos mais raros no mundo e é muito difícil encontrar alguém compatível com ele, por isso mesmo, é extremamente importante a ajuda de todos.
Mas o Gonçalo precisa principalmente, de um dador de medula óssea. Para ser dador de medula, o tipo de sangue não é importante.
Qualquer um pode fazer uma pequena colheita de sangue e inscrever-se na base de dador de medula e quem sabe, pode ser compatível. Local: Edifício Principal- Piso 2 (serviço de sangue) 2º a 6ª feira das 9-16H – Sábados das 9-11H Segue o apelo da mãe e pai, Ana Cláudia e Luis Franco: “Necessito da vossa ajuda, o meu filhote Gonçalo Luís Magalhães Franco necessita de sangue, plaquetas e dadores de medula, Rh O Negativo. IPO de Lisboa. Obrigado aos que já foram dar, e por favor repassem.” AJUDE A SALVAR ESTA VIDA, PORQUE HOJE É O GONÇALO, MAS AMANHÃ QUEM SABE?»

Moradora de Tabapuã pode ser compatível



Nos últimos anos a população tem participadocom maior freqüência e dedicação de pedidos de doação de medula óssea, doação de sangue, de órgãos, etc. pulação tem participado com maior freqüência e dedicação de pedidos 

 O próprio Governo e instituições filantrópicas usam de artifícios modernos e chamativos, como por exemplo, a participação de pessoas famosas e do meio artístico (cantores, atriz, jogadores de futebol) nas propagandas de rádio e televisão para conseguir conscientizar e levar as pessoas para a doação.

Na cidade de Tabapuã,  o motivo que levou a advogada Karina Peres de Almeida Franco, casada, mãe de duas filhas gêmeas, a participar do banco de medula óssea foi a sensibilidade à “flor da pele”, ou seja, quando uma moça do mesmo município ficou doente e necessitou de um transplante, mas morreu pela falta, no ano de 2008.

Na primeira oportunidade Karina foi voluntária e doadora quando o Posto de Saúde de Tabapuã realizou um mutirão e colheu o material para a doação de medula óssea.

Para sua surpresa e alegria, a doadora recebeu o primeiro contato informando a sua suposta compatibilidade no dia 29 de agosto deste ano.

“Fiquei eufórica com a possibilidade de poder salvar a vida de alguém. Não tenho como resumir em palavras o que eu senti. Eu tinha apenas dezessete anos quando perdi minha mãe de câncer de mama, então essa doença mexe comigo de uma maneira bem profunda, saber que eu posso dar esperança para uma família de não se separar de um ente querido é simplesmente maravilhoso e uma benção divina”, explicou, emocionada.

A princípio a advogada se inscreveu no banco de medula óssea, por causa da garota da cidade que ficou doente e necessitou de transplante. 

Posteriormente, a doadora pesquisou sobre a doença e percebeu que como era difícil achar alguém compatível, até mesmo entre familiares.

“Então pensei, porque não tentar ajudar outras pessoas doentes também. Além de participar do banco de medula óssea, também já doei sangue algumas vezes”, disse.


A mãe da advogada antes de falecer necessitou de sangue, mas o tipo era muito raro na época (A negativo).

“Nesse período percebi e senti na pele o que é precisar de sangue e não ter. E hoje penso da mesma forma em relação à medula óssea”, comentou.

O Hemonúcleo de Catanduva realizou no dia 29 de agosto um novo teste de compatibilidade na doadora e agora Karina aguarda o contato para a realização de outros exames.

A doadora afirmou que gostaria muito de conhecer pessoalmente a pessoa a qual ela é compatível, mas não a título de curiosidade, e sim para poder abraçá-la.

“Eu gostaria de dizer muito obrigada pela oportunidade de me fazer um ser humano melhor, me sinto abençoada por Deus e feliz”, frisou. 

Hemonúcleo de Catanduva

Para se tornar um doador de medula óssea, segundo o Hemonúcleo de Catanduva, é necessário ter entre 18 e 54 anos, estar em bom estado de saúde, comparecer com os documentos pessoais (RG, CPF, e cartão do SUS), cadastrar os dados pessoais no hemonúcleo e colher 4 ml de sangue para o teste de compatibilidade (HLA).

Caso a pessoa seja portadora do vírus HIV ou esta em tratamento de câncer ela não poderá ser doadora.

De acordo com a responsável pelo setor de captação e assistente social, Francisca Caparroz Vicentin, os dados do doador e o resultado do exame (HLA) são encaminhados para um banco de dados (Redome) e quando surgi um paciente sua compatibilidade será verificada.

“Se o doador for compatível, outros testes sanguíneos serão necessários e se confirmada a compatibilidade a pessoa será consultada para decidir a doação”, explicou Francisca.

Atualmente em Catanduva cerca de 8 mil pessoas, possível doadores, estão cadastradas no Hemonúcleo e 62 pessoas foram novamente convocadas para a segunda fase do processo.

“É importante lembrar que para o paciente pode representar a única possibilidade de cura e quanto maior o número de pessoas cadastradas, maior a chance de encontrar um doador compatível. Quando passamos a informação que o doador é compatível, a gente pensa primeiro no paciente que possivelmente será salvo e depois na família por encontrar um doador”, afirmou a responsável pelo setor.  

As doenças que podem ser curadas ou tratadas com o transplante de medula óssea são as que comprometem a produção do sangue pela medula, como leucemias, linfomas, aplasias de medula óssea e crianças com alguma doença genética.

“Estamos a espera de novos doadores de medula óssea e sangue, contamos com a solidariedade das famílias de Catanduva e da região. 

Com certeza você poderá fazer a diferença. Lembre-se que ao ouvir o som da sirene passando perto de seu trabalho ou sua casa, pode ser alguém que esta sendo socorrido, entre a vida e a morte, precisando da sua doação”, finalizou Francisca.  

O Hemonúcleo Catanduva esta localizado na rua 13 de Maio, nº 974, no centro e o atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 7 às 13 horas e no sábado das 7 ás 12 horas.


fonte>>http://www.oregional.com.br/portal/detalhe-noticia.asp?Not=288413

sábado, 22 de setembro de 2012

Governo pode elevar idade para transplante de medula


O Ministério da Saúde está estudando a revisão da Portaria 2.600, de 2006, que limita entre 60 e 70 anos - dependendo da gravidade do caso - a idade do paciente que pode receber o transplante de medula óssea de doador. Pela proposta discutida até agora, a faixa etária por tipo de transplante será ampliada em cinco anos - o limite de idade para o não aparentado subiria para 65 anos; e o do aparentado, com supressão da medula, passaria de 65 para 70.
"A portaria está sendo revisada para aumentar algumas faixas etárias de transplante, sempre com base na literatura publicada e tendo como objetivo a segurança do paciente", afirmou Luis Fernando Bouzas, diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Instituto Nacional de Câncer (Inca), que participou de reunião da câmara técnica que debate o tema, em São Paulo, na semana passada. O próximo encontro do órgão está previsto para o dia 13.
Crescimento
Dados do Ministério da Saúde apontam para o aumento no número de transplantes de pacientes com mais de 55 anos. O crescimento foi rápido em poucos anos: foram 26, em 2009; 33, em 2010; e 51, no ano passado.
Bouzas lembra que, quando começou a trabalhar com transplantes, 30 anos atrás, a faixa etária limite era de pacientes com até 45 anos. "Ao longo dos anos, vão surgindo novas drogas, novos protocolos, as equipes vão ficando mais experientes e tudo isso permite a ampliação", afirma o diretor do centro. Bouzas ressalta, no entanto, que a tolerância à quimioterapia é diferente dependendo da idade do paciente.
"Por isso tem de ter uma indicação bem precisa. O problema desses transplantes em pacientes idosos basicamente é relacionado com a comorbidade, com alterações que já possam apresentar pela idade, como doença cardiovascular, doença hepática, renal, diabetes, uma série de complicações. E acabam causando mais morbidade", diz. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

HEMOCE FUNCIONARÁ EM DOIS DOMINGOS PARA AUMENTAR ESTOQUE DE SANGUE

HEMOPI FAZ CAMPANHA DE DOAÇÃO PARA AUMENTAR ESTOQUE

HEMOMINAS REALIZA COLETA DE SANGUE EM MONTE CARMELO/MG

UCT DE SINOP NECESSITA DE DOADORES DE SANGUE

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

HO conscientiza população sobre o cadastro de medula óssea

HO conscientiza população sobre o cadastro de medula óssea


Assim que soube da realização do Cadastro de Medula óssea no Hospital do Oeste, em Barreiras, Genivaldo Pereira aproveitou para se tornar um voluntário. “ Se eu posso ajudar a salvar uma vida, porque não?”, comentou Genivaldo.


Há seis meses, a Unidade de Coleta e Transfusão do Hospital do Oeste começou a realizar o cadastramento de doadores de medula óssea, que tem como finalidade integrar possíveis doadores de qualquer parte do mundo a pessoas que estejam na fila de espera por um transplante.


No dia nacional de transplante de medula óssea (27 de setembro),a UCT/Hemoba do HO vai realizar uma campanha de conscientização com colaboradores e acompanhantes de pacientes por meio da distribuição de panfletos, cartazes e orientações sobre o assunto. Até o mês de agosto foram 138 voluntários, uma média de duas pessoas por dia, número ainda considerado pequeno, haja visto que a chance de haver doadores sem parentesco compatíveis é de apenas 1%.


“Apesar de ser um procedimento simples, o principal entrave na conquista de novos doadores, é a falta de conhecimento da população, por isso, a conscientização é feita diariamente, principalmente com aqueles que já são doadores de sangue”, comentou Katrina Porto, coordenadora da UCT/Hemoba.


Para se cadastrar é necessário apenas que o doador tenha entre 18 e 55 anos e esteja saudável. O cadastro é feito na UCT/Hemoba que funciona no Hospital do Oeste.


A medula óssea é um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, responsável pela produção dos componentes do sangue. O transplante é indicado no caso de algumas doenças que afetam as células do sangue, como a leucemia.


Mesários participam de palestra sobre cadastro de doadores de medula



Atividade tem como foco preparar os mesários para distribuírem panfletos da ATMO com informações sobre doação de medula
Divulgar a importância de um ato solidário que pode salvar muitas vidas é o foco de palestras que estão sendo realizadas no auditório do TRE/RO para os mesários que atuaram no processo eleitoral deste ano. O coordenador da ATMO (Amigos do Transplante de Medula Óssea), Lindberg Oliveira, informa os participantes sobre o cadastro de doadores voluntários, quem pode ser um doador, tira dúvidas dos presentes sobre o tema e fala sobre a parceria TRE - ATMO - FHEMERON. Durante as palestras, também é exibida uma reportagem produzida pelo Fantástico que mostra a luta de pessoas portadoras de doenças do sangue, que tem como única chance de tratamento o transplante de medula.
A ação tem como foco preparar os mesários para a campanha que será realizada no dia 7 de outubro, quando eleitores de todo o Estado receberão um panfleto da ATMO, que será entregue junto com o comprovante de votação, com informações sobre cadastro de doadores voluntários. A entidade tem como meta distribuir cerca de um milhão de panfletos.
A funcionária pública Maria José, que participou do treinamento, disse que já sabia da importância de se cadastrar como doadora. “Um colega do trabalho precisou do nosso apoio quando descobriu que a filha tinha leucemia. Então me cadastrei como doadora, embora não tenha conseguido ajudar a filha desse amigo, com certeza se em algum momento for informada de que sou compatível com alguém vou fazer meu papel de cidadã e ajudar a quem precisa”, disse. Maria José completa que incentivou o filho a se cadastrar como doador.
 A campanha de conscientização tem como principal parceiro o TRE/RO, que concedeu espaço para que este trabalho fosse realizado e permitiu que os mesários participassem da palestra informativa. O Tribunal também mobilizou seus parceiros para que fosse possível a produção dos panfletos que serão distribuídos no dia da eleição.
A palestra informativa será realizada em todos os treinamentos dos mesários em Porto Velho. A ação é fundamental para assegurar a eficácia na hora de transmitir a informação para os eleitores. Nos demais municípios, será exibido um vídeo durante o treinamento dos mesários.
A diretora geral do TRE/RO, Elizeth Mesquita, lembra que esta é uma ação inédita no país. “Nós já realizamos uma atividade semelhante durante o plebiscito de 2009, sobre combate a dengue, mas uma ação desse porte é a primeira vez. Além de apoiar a ATMO e a FHEMERON, esperamos que os Tribunais do restante do país adotem esta idéia e ajudem a divulgar o cadastro de doadores voluntários”.
Segundo Liliane Peritore, diretora de capitação e educação da ATMO/ Brasil, as atividades da entidade contribuem para aumentar a participação de Rondônia no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), e lembrar a importância de atualização dos dados pessoais daqueles que já se cadastraram através do site do INCA: http://www.inca.gov.br/doador/. O registro de doadores conta com aproximadamente três milhões de voluntários cadastrados, deste total apenas 60 mil são de Rondônia. “A meta da instituição é aumentar este número de cadastros já que as chances de encontrar um doador são maiores entre pessoas da mesma Região” disse.

sábado, 15 de setembro de 2012

HEMOCE ENTRA EM ESTADO DE EMERGENCIA COM BAIXO ESTOQUE DE SANGUE

FALTAM DOADORES DE SANGUE NA FHEMERON DE CACOAL,RO

TRANSAMÉRICA EXECUTIVE CHÁCARA SANTO ANTONIO PROMOVERÁ CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE.

Mãe de Bombeirinho agradece milagre de encontrar doador e diz que filho já engordou 2 kg em Curitiba


A mãe do “Bombeirinho de Maringá”, Ana Paula Estevam, continua a luta diária de exames e consultas na preparação da cirurgia de transplante de medula óssea pela qual o seu filho, João Daniel de Barros, de seis anos, passará no próximo dia 5 de outubro, no Hospital de Clínicas (HC). Em Curitiba desde segunda-feira (10), o bombeirinho já engordou dois quilos, o que, segundo os médicos, é muito positivo para o procedimento.“A gente alugou uma quitinete para que ele possa se sentir em um lar, mas desde que ele chegou à capital, ele está em uma rotina de exames”, disse.

João possui leucemia e permaneceu na fila de espera a procura de um doador compatível durante quatro anos e veio do interior do Paraná após encontrar um doador com 90% de compatibilidade. A enfermeira do Setor de Medula Óssea do HC, em entrevista à Banda B, contou que foi realmente uma sorte dele, já que na raça branca a chance de encontrar um doador compatível é de uma em cada 100 mil. “O banco nacional de medula até tem um número considerável de doadores, cerca de 2 milhões, mas muitos que precisam dessa doação não encontram, já que a diversidade racial brasileira é muito grande”, afirmou.
Enquanto estava em Maringá, a família de João iniciou uma grande campanha de doação de medula e Ana Paula garante que, mesmo após a cirurgia, a campanha continua. “É um laço de amor que pode salvar muitas vidas. Enquanto ele fazia as sessões de quimioterapia nós pedíamos muito doadores e não apenas para ele”, disse.
A enfermeira do HC conta que a medula óssea pode ser considerada uma fabrica do sangue, que quando não funciona direito leva a doenças como leucemia e linfomas, já que prejudica a produção de algumas células importantes para o sangue. “Para o transplante é necessário ter compatibilidade e isso é independente do tipo de sanguíneos, é um tipo de célula especifica que a gente chama de antígeno que restabelece o funcionamento do sangue”, explicou.
Cadastro
Para fazer parte do banco de medula, o doador voluntário precisa ter entre 18 e 55 anos e procurar um dos bancos de sangue do país para a realização de um cadastro. É necessária apenas a coleta de 5 ml de sangue e manter os dados atualizados. “É importante que a pessoa não desista da doação mais tarde, se for compatível com alguém que necessite, a gente vai chamá-lo para refazer os exames para atestar a aptidão”, completou Ana Paula.
O doador fica internado apenas um dia e tem a medula 100% restabelecida em aproximadamente 30 dias.


NÚMEROS DE DOADORES DO HEMOCENTRO DE BRASÍLIA CAI CERCA DE 50%

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Hemoce entra em estado de emergência com baixo estoque de sangue



O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce) informou que está em estado de emergência devido a queda no número de bolsas de sangue. A carência no estoque afeta principalmente os tipos A+ e O+. 
A diretora do Hemoce informou que desde o feriado o estoque de sangue atende somente a um dia. Foto: Marília Camelo
De acordo com a diretora do Hemoce, Luciana Carlos, as doações estão sendo inferiores ao número que transfusões que aconteceu em decorrência do feriado. "A gente tá com estoque muito baixo. Não estamos conseguindo ficar com o estoque que a gente precisa que é o correspodente a três dias de bolsas de sangue", informou.
De acordo com o orgão, o feriado da Independência, no último dia 7, foi um dos mais violentos e o estoque que já não estava adequado, teve uma queda considerável com o alto número de acidentes. As polícias Rodoviária Federal (PRF) e Rodoviária Estadual (PRE) registraram em média um acidente por hora nas estradas do Ceará e com esse aumento houve maior número de transfusões. No total, foram 25 acidentes com 28 feridos e cinco mortes nas estradas que cortam o Ceará.
A diretora do Hemoce ainda esclareceu que nos Hemocentros do Interior a situação está mais crítica no município do Crato. "O estoque do Interior não está bem, a situação é crítica, principalmente no Hemocentro do Crato".
O  Hemoce assiste atualmente a 168 hospitais públicos e 126 hospitais privados com leitos SUS, entre eles, o Hospital Geral de Fortaleza e o Instituto Dr. José Frota. A Hemorrede do estado - composta por unidades no Crato, Iguatu, Juazeiro do Norte, Quixadá e Sobral - atende a 184 municípios, através de 63 agências transfusionais para atender mais de 8 milhões de habitantes.
Apesar da greve da categoria, o Hemoce informou que está funcionando normalmente em todos os postos de coleta.
Doação
Em Fortaleza, os doadores podem realizar a solidariedade na sede do Hemoce, na à Av. José Bastos, 3390, bairro Rodolfo Teófilo, de segunda a sexta-feira, de 7h30min às 18h30min.
Aos sábados a doação pode ser feita de 8h às 16h e no Posto de Coleta no Instituto José Frota (IJF), na Rua Barão do Rio Branco, 1816, de segunda a sexta-feira de 7h30min às 18h30min e aos sábados, domingos e feriados, de 13h às 17h30min.
Quem pode doar sangue
- Homens e mulheres de 16 a 67 anos. Jovens de 16 e 17 anos podem doar desde que tenham autorização dos pais ou do responsável legal.
- Pesar mais de 50 kg e apresentar documento com foto, válido em todo o território nacional.
 
Recomendações
- Não doar em jejum
- Dormir por, pelo menos, 6 horas antes da doação
- Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação
- Evitar fumo e comidas gordurosas

Fátima do Sul: Motociclista que teve perna amputada necessita da doação de sangue




O motociclista João Fidélis, que sofreu acidente na manhã de domingo (09), na Avenida 09 de Julho, centro de Fátima do Sul, teve a perna amputada, esta internado na UTI do Hospital da Vida e está necessitando da doação de sangue.
Amigos estão se mobilizando para irem até o Hemocentro na cidade de Dourados, na manhã desta quinta-feira (13), para realizarem a doação. Haverá transporte gratuito para os doadores, saindo da Praça Getulio Vargas em Fátima do Sul, ás 06h desta quinta-feira (13). Lembrando que para doar não importa o tipo de sangue.
Para mais informações ligue no telefone 9958-4300 e falar com o Leonardo.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Campanha mobiliza doadores de medula para garoto de Barão de Cocais




Uma campanha está sendo realizada para ajudar o cocaiense Davi Emanuel Reis, de 6 anos. Haverá teste e cadastramento para encontrar doador de medula óssea no dia 22 de setembro, em Barão de Cocais. A ação, que não precisa de agendamento prévio, será realizada de 7h às 16 horas.
 
O garoto está tratando, há cerca de um ano, de uma leucemia mieloide aguda, doença caracterizada pela rápida proliferação de células anormais e malignas que interferem na produção de glóbulos na medula óssea. Davi passa por sessões de quimioterapia, o que diminui sua imunidade a outras enfermidades. A dona de casa Gabriela Siqueira, mãe de Davi, disse que o sangue do menino não se recupera e por isso a medida definitiva seria a doação de medula óssea. 

O mutirão será realizado no Hospital Municipal Waldemar das Dores, que fica na Rua Padre Cruz, 242, bairro Viúva.

No local, os candidatos preencherão um formulário com os dados pessoais, quando será coletada para teste uma amostra de 5ml de sangue. Esta avaliação determinará as características genéticas necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. Caso haja compatibilidade entre ambos, o voluntário é chamado para exames complementares e realização da doação.

Mais informações pelo telefone: (31) 9963-4109.

Novas técnicas abrem possibilidade de transplante de medula óssea em idosos




A descoberta de novas drogas e a evolução de técnicas médicas têm mudado o perfil dos pacientes que recebem transplante de medula óssea de doador – aparentado ou não. Há 15 anos, por conta dos riscos, pessoas com mais de 55 anos não eram submetidas ao procedimento. Hoje, hospitais particulares e universitários já fazem o transplante naqueles com mais de 70 anos. A mudança no perfil do transplantado foi um dos temas do 16.º Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO), no mês passado.
Médicos realizando cirurgia de doação de medula óssea
Dois estudos recentes dão esperanças às pessoas com mais de 70 anos que precisam de transplante de medula óssea de um doador, os chamados transplantes alogênicos. Um deles foi o levantamento feito pelo Registro Internacional de Transplante de Medula Óssea (CIBMTR, na sigla em inglês), com base em outras pesquisas, que encontrou resultados similares em pacientes jovens e idosos para o chamado transplante não mieloablativo – isso quer dizer que a medula óssea do paciente não precisou ser bombardeada por altas doses de radioterapia ou químio.
“Os médicos chegaram à conclusão de que nem sempre é necessário. Pode-se dar menor dose de químio ou de rádio, só para permitir que a célula do doador seja enxertada no paciente. Essa célula é capaz de fazer algumas reações imunológicas e lutar contra a doença, como, por exemplo, a leucemia”, explica Nelson Hamershlack, hemoterapeuta do Hospital Israelita Albert Einstein e sócio fundador da SBMTO.
Essa é uma das técnicas utilizadas no Hospital Universitário da Unicamp. “Ela reduz de maneira importante a toxicidade do procedimento. É uma técnica consolidada no mundo inteiro e no Brasil e permitiu que pessoas mais combalidas fizessem o transplante”, afirma o onco-hematologista Carmino Antonio de Souza, presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).
Outro estudo foi feito em parceria pelo MD Anderson Cancer Center, no Texas, e o Einstein. Nesse caso, foram analisados 79 pacientes, com idades entre 55 e 76 anos, que tiveram a medula suprimida (transplante mieloablativo) com medicamentos mais modernos e menos tóxicos. “Esse estudo mostrou que em pacientes sem doenças associadas, como diabetes, hipertensão, cardiopatias, os resultados também foram semelhantes aos dos mais jovens”, aponta Hamershlack. Dos pacientes, 71% tiveram remissão completa.
Expansão. Para o médico, os dois estudos “documentam” que o transplante alogênico é possível em pacientes mais velhos, dependendo do tipo de doença e a condição física. “Nosso pleito ao Ministério da Saúde é de expandir a idade dos pacientes. Há um envelhecimento da população por causa da melhor qualidade de vida. Nessa idade mais avançada, doenças como leucemia e síndrome mielodisplásica são mais prevalentes”, afirma o médico. “A SBTMO já chegou a um consenso. Há possibilidade de expandir a idade do paciente, em vez de privá-lo dessa solução terapêutica importante.”
Hoje, a portaria ministerial estabelece que o Sistema Único de Saúde (SUS) reembolsa gastos com transplantes autólogos (em que são usadas as células-tronco do próprio paciente) em pessoas com até 75 anos; transplante de doador aparentado, com supressão da medula, para aqueles com até 65, e até 60 anos para transplante com doador não aparentado.
“Uma regra dessa acabaria com a possibilidade de o meu pai nascer de novo”, resume o advogado Diego Nicolau Rodriguez, de 29 anos, filho do cirurgião cardiovascular Antonio Rodriguez Souza, de 74 anos, que recebeu a infusão de células-tronco da irmã, de 82, no mês passado.
O médico, que sofria de mielodisplasia – mal funcionamento da medula óssea, que leva à produção inadequada das células sanguíneas –, passou pelo procedimento no Einstein, em 1.º de agosto. Durante mais de ano, Souza foi tratado com medicamentos e transfusões de sangue, até que o estado de saúde se agravou e o transplante se tornou a única alternativa.
“Foi traumático, mas foi um sucesso. Mostra que uma pessoa mais velha pode tanto ser doadora como receptora. Meu pai já não tinha chance nenhuma. Agora, poderá ver o casamento da minha irmã, daqui a seis meses.”

HEMOSUL PRECISA DE DOADORES DE SANGUE COM URGENCIA

TEMPO SECO COLABORA PARA QUEDA DE DOAÇÕES DE SANGUE EM RIBEIRÃO PRETO

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Transplante de medula já é feito em pacientes idosos

A descoberta de novas drogas e a evolução de técnicas médicas têm mudado o perfil dos pacientes que recebem transplante de medula óssea de doador - aparentado ou não. Há 15 anos, por conta dos riscos, pessoas com mais de 55 anos não eram submetidas ao procedimento. Hoje, hospitais particulares e universitários já fazem o transplante naqueles com mais de 70 anos. A mudança no perfil do transplantado foi um dos temas do 16.º Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO), em agosto.

Dois estudos recentes dão esperanças às pessoas com mais de 70 anos que precisam de transplante de medula óssea de um doador, os chamados transplantes alogênicos. Um deles foi o levantamento feito pelo Registro Internacional de Transplante de Medula Óssea (CIBMTR, na sigla em inglês), com base em outras pesquisas, que encontrou resultados similares em pacientes jovens e idosos para o chamado transplante não-mieloablativo - isso quer dizer que a medula óssea do paciente não precisou ser bombardeada por altas doses de radioterapia ou químio.

"Os médicos chegaram à conclusão de que nem sempre é necessário. Pode-se dar menor dose de químio ou de rádio, só para permitir que a célula do doador seja enxertada no paciente. Essa célula é capaz de fazer algumas reações imunológicas e lutar contra a doença, como, por exemplo, a leucemia", explica Nelson Hamershlack, hemoterapeuta do Hospital Israelita Albert Einstein e sócio fundador da SBMTO.

Essa é uma das técnicas utilizadas no Hospital Universitário da Unicamp. "Ela reduz de maneira importante a toxicidade do procedimento. É uma técnica consolidada no mundo inteiro e no Brasil e permitiu que pessoas mais combalidas fizessem o transplante", afirma o onco-hematologista Carmino Antonio de Souza, presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).

Outro estudo foi feito em parceria pelo MD Anderson Cancer Center, no Texas, e o Einstein. Nesse caso, foram analisados 79 pacientes, com idades entre 55 e 76 anos, que tiveram a medula suprimida (transplante mieloablativo) com medicamentos mais modernos e menos tóxicos. "Esse estudo mostrou que em pacientes sem doenças associadas, como diabetes, hipertensão, cardiopatias, os resultados também foram semelhantes aos dos mais jovens", aponta Hamershlack. Dos pacientes, 71% tiveram remissão completa.

Para o médico, os dois estudos "documentam" que o transplante alogênico é possível em pacientes mais velhos, dependendo do tipo de doença e a condição física. "Nosso pleito ao Ministério da Saúde é de expandir a idade dos pacientes. Há um envelhecimento da população por causa da melhor qualidade de vida. Nessa idade mais avançada, doenças como leucemia e síndrome mielodisplásica são mais prevalentes", afirma o médico. "A SBTMO já chegou a um consenso. Há possibilidade de expandir a idade do paciente, em vez de privá-lo dessa solução terapêutica importante."

Hoje, a portaria ministerial estabelece que o Sistema Único de Saúde (SUS) reembolsa gastos com transplantes autólogos (em que são usadas as células-tronco do próprio paciente) em pessoas com até 75 anos; transplante de doador aparentado, com supressão da medula, para aqueles com até 65, e até 6

fonte>>http://www.dgabc.com.br/News/5980207/transplante-de-medula-ja-e-feito-em-pacientes-idosos.aspx
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Irmãos precisam de transplante de medula para tratar doença rara

Os irmãos teresinenses José Victor e Matheus Castelo Branco (6 e 4 anos) sofrem de uma doença rara. Trata-se da Adrenoleucodistrofia, mais conhecida como Mal de Lorenzo, e precisam da sua ajuda para realizar um transplante de medula óssea.



Familiares já fizeram os testes, mas infelizmente não são compatíveis com as crianças. Você pode ajudá-los. Basta ir ao Hemopi e pedir para realizar o teste chamado HLA.

Se você for compatível, doe para os nomes: JOSÉ VICTOR CASTELO BRANCO PIRES MODESTO DE SOUSA e MATHEUS CASTELO BRANCO PIRES MODESTO DE SOUSA.

Os pequenos são filhos de Fernando Modesto e Ana Patrícia Castelo Branco, que descobriram a doença das crianças há pouco tempo e estão lutando pelo transplante.


A doença



O Mal de Lorenzo é uma doença genética de ação degenerativa. Pouco se sabe sobre o desenvolvimento da Adrenoleucodistrofia e até este ano os cientistas ainda não conseguiram encontrar a cura, apenas tratamentos que retardam os sintomas da doença.

Os pais de José Victor descobriram a doença do filho após ele pedir para ir beber água na escola e não soube mais voltar para a sala de aula. Depois de diagnosticado, os pais decidiram testar o filho mais novo e descobriram que ele também porta o gene, apesar de ainda não apresentar os sintomas.

fonte>>http://www.cidadeverde.com/irmaos-precisam-de-transplante-de-medula-para-tratar-doenca-rara-112697
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

'Bombeirinho' que fez campanha consegue doador de medula óssea


Menino sonha em ser bombeiro e virou 

símbolo de campanha em Maringá.


Família chegou a Curitiba para a realização 

do transplante.



O menino João Daniel, de seis anos, que tem leucemia e é conhecido em Maringá, no norte do Paraná, como João Bombeirinho porque sonha em ser bombeiro, chegou a Curitiba para a realização de um transplante de medula óssea nesta segunda-feira (10).  A família saiu de Maringá às 9h30 e chegou ao Aeroporto do Bacacheri às 10h30 em um avião fretado pela empresa do plano de saúde do menino.
A mãe Ana Paula Stevam explicou ao G1 que a viagem estava programada para o dia 28 de agosto, mas precisou ser adiada por conta de uma infecção na garganta de João. "Graças a Deus conseguimos chegar. Foi uma viagem rápida e tranquila".
João e a família foram recebidos por dois soldados do Corpo de Bombeiros (Foto: Adriana Justi / G1)João e a família foram recebidos por dois soldados do
Corpo de Bombeiros (Foto: Adriana Justi / G1)
João veio vestido com uma réplica do uniforme dos bombeiros e contou que viajou de avião pela primeira vez.
"Foi muito legal, eu gostei muito. É muito alto, mas eu quero viajar mais vezes", contou o menino, que assim que desceu do avião, correu para ir ao banheiro. 
A família descobriu a doença em 2007. Em outubro de 2010, após uma semana de várias sessões de quimioterapia, os bombeiros de Maringá realizaram um dos sonhos do menino. Vestido com a réplica do uniforme da corporação ele foi 'resgatado' do quarto do Hospital do Câncer de Maringá a bordo da escada da equipe de resgate. "Ele ficou muito feliz e emocionado, afirmou várias vezes que queria ser bombeiro quando crescer para salvar a vida de muitas pessoas", contou a mãe.
Desde então, João desfila como bombeiro com o apoio de amigos e grupos que atuam no combate ao câncer para convencer as pessoas a entrar para o cadastro de doadores. As campanhas são realizadas nos principais pontos da cidade, como parques, praças e shoppings.
João descobriu a doença em 2007 e desde então faz campanhas  (Foto: Ana Paula Stevam / Arquivo pessoal)João descobriu a doença em 2007 e desde então faz
campanhas (Foto: Ana Paula Stevam / Arquivo pessoal)
João e os pais foram recebidos pelos soldados dos bombeiros Flávio e Franciele, que os levaram em um veículo oficial da corporação até o Hospital de Clínicas (HC).
De acordo com a mãe, há possibilidade de o garoto passar por exames ainda nesta segunda-feira.
Esta é a segunda vez que o bombeirinho recebe a notícia de que teria um doador. O primeiro caso foi em maio de 2011, mas os exames apontaram apenas 40% de compatibilidade. "Desta vez é diferente, esse doador tem 90% de compatibilidade. Estamos todos com muita esperança (...), tenho certeza que agora vai dar certo", relata a mãe.
Segundo o Hospital de Clínicas (HC), o transplante ainda não tem data definida, mas está marcado para o início de outubro.
Como doar
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos que não tenha doença infecciosa transmissível pelo sangue pode doar. É só procurar um Hemocentro mais próximo onde será coletada uma pequena quantidade de sangue (5 ml) e preencher um formulário com dados cadastrais.
Se for verificada compatibilidade com algum paciente cadastrado no Registro de Receptores de Medula Óssea, o doador é, então, convocado para fazer testes confirmatórios e realizar a doação.