sexta-feira, 26 de outubro de 2012

DOAÇÃO DE PLAQUETAS





Menino de 3 anos doa medula e salva vida de irmão de 5


O menino da frente é o menor, Benjamín, e o que o abraça é Faustino, que recebeu o transplante. Foto: Cortesia Família Cascallares/BBC Brasil
Um menino de três anos doou células de sua medula óssea ao irmão de cinco anos e salvou sua vida, de acordo com seus pais e com médicos argentinos. Com ajuda dos especialistas, os pais das crianças lhes explicaram como seria a intervenção médica e que um irmão ajudaria o outro a voltar para casa, após dias de hospital.
"Eu disse a eles toda a verdade desde o início. A Benjamín, 3 anos, eu disse que ele ajudaria o irmão, Faustino, 5 anos, a sair do hospital e a voltar pra casa para brincar com ele", disse Mariana Torriani, mãe das crianças, à BBC Brasil. Ela contou que "em momento algum" Benjamín chorou ou demonstrou medo de ser internado. "Eu expliquei a Benjamin que seria como doar sangue ao irmão e ele entendeu a situação", afirmou.
As crianças foram atendidas no hospital público e pediátrico Sor María Ludovica da cidade de La Plata, na província de Buenos Aires. "Eu quis revelar o que aconteceu com meus únicos filhos para que as pessoas não tenham medo de ser doadoras. Não tenham medo de salvar vidas", disse Mariana, 32 anos.
Mariana, o marido, Martín, e os filhos moram na cidade de Laprida, em uma área de fazendas, na província de Buenos Aires. "Depositei toda a confiança nos médicos. Eles me explicaram que hoje os riscos são mínimos para o doador e que o tratamento também avançou muito para os que necessitam do transplante. Mas Faustino ainda precisa de cuidados, que também estavam previstos antes da operação", disse. Além dos especialistas, as crianças contaram com apoio de psicólogos do hospital.
Um ano
Tudo começou quando há um ano, em 27 de outubro, os médicos diagnosticaram que Faustino sofria de leucemia e que o melhor caminho para seu caso seria o transplante de medula óssea. "Foi muito forte saber o diagnóstico. A única opção era lutar, enfrentar o problema", disse Mariana.
Ele realizou tratamento de quimioterapia durante alguns meses e os médicos sugeriram a alternativa do transplante de medula óssea, como contou a chefe do serviço de hematologia do hospital, Alcira Fynn. "Os irmãos são normalmente os mais compatíveis para ajudar um ao outro. Filhos dos mesmos pais, eles possuem a mesma, digamos, matriz. E foi o que aconteceu", disse Fynn.
Segundo ela, foi retirado "sangue do osso" do doador que, no caso de Benjamin, passou quarenta e oito horas internado. "Os tecidos (das células) são renováveis. A doação hoje é mais simples e frequente do que se imagina. Existem riscos? Sim, mas para o doador ligados à anestesia apenas", disse a especialista.
Faustino foi operado em junho e voltou para casa dez dias após a cirurgia, de acordo com a médica. "No ano que vem ele já poderá voltar para a escola", disse Fynn. Ela afirmou que dos 210 casos de transplantes realizados no hospital, cem foram com a doação de um familiar direto da pessoa em tratamento.
Mariana contou que Benjamin retornou às aulas no jardim de infância poucos dias após ter sido internado para ajudar o irmão. "Agora é ter cuidado e paciência para a conclusão do tratamento e para que Faustino volte à vida normal", disse ela.
Como transplantado, o menino não pode ser exposto a bactérias para que não sofra nenhuma infecção. "Nós achamos que o pior já passou e que de agora em diante tudo será cada vez melhor. Os dois são muito unidos e depois da experiência ficarão ainda mais unidos", disse Mariana à imprensa argentina.
De acordo com dados oficiais, somente na província de Buenos Aires contam-se 15,1 mil doadores no registro nacional de doadores de células-mãe.
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LIMINAR determina que Unimed pague transplante de Caio


Garoto sofre com leucemia desde os 2 anos
A família do menino Caio Augusto Rodrigues Pereira, de 4 anos, conseguiu uma liminar concedida pelo juiz Teófilo Rodrigue Ferreira, da 4º Vara Cível, determinando que o Unimed Brasil custeasse todos os procedimentos e despesas do tratamento do menino que sofre de leucemia e vê a sua chance de cura em um transplante de medula óssea.
Segundo o advogado da família, Mário Roberto Araújo, esse é o primeiro passo para o ganho desta causa, porém a justiça ainda deverá intimar a operadora do plano de saúde, que pode até mesmo recorrer da decisão.
“O menino tem o plano de saúde, porém seu tratamento e o transplante só podem ser feito, segundo recomendações, no hospital Sírio Libanês em São Paulo e a operadora se recusa a custear os procedimentos”, explica o advogado por telefone ao180graus.
O menino sofre com o câncer há dois anos, e seu irmão de 6 meses pode ser sua única esperança de cura, já que é 100% compatível para a realização do transplante de medula óssea. Os procedimentos, de alta complexidade, até por envolver duas crianças, tem um custo muito alto e aproxima-se de R$ 1 milhão, somando-se medicação, custeio dos profissionais e o próprio transplante.
Nas redes sociais, e através do site www.ajudecaio.com é grande a campanha para arrecadação de recursos que possam ajudar a família do garoto. Festas e eventos são realizados na cidade como forma de apoio ao menino, que precisa realizar o procedimento urgentemente, e evitar maiores complicações.
Sua história é comovente. Há dois anos ele trata a leucemia que é resistente à quimioterápicos. O irmão, Léo, é fruto de uma tentativa feliz da mãe de Caio em ter um doador totalmente compatível com o menino. Depois de ter estabilizado o câncer, a doença voltou ainda mais resistente. Agora com seu quadro novamente estável, é preciso que o transplante seja feito o mais rápido possível.  

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

PAULISTAS PRECISAM DOAR SANGUE

DOE SANGUE ANTES DOS FERIADOS DE NOVEMBRO

BAZAR AMORQUESALVA É REALIZADO NESTA QUINTA(25/10)

"João Bombeirinho" passa bem após transplante de medula

Théo Marques
João com a mãe, Ana. Menino recebeu nova medula nesta quarta

O transplante de medula óssea do menino João Daniel de Barros, de seis anos, conhecido em Maringá como "João Bombeirinho", terminou por volta das 23h30 desta quarta-feira (24), no Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba. 
Segundo a mãe do garoto, Ana Paula Stevam, o procedimento foi um sucesso. "Graças a Deus foi tudo ótimo. Agora que vem a parte mais crítica, mas espero que dê tudo certo e que ele fique totalmente curado, para ter a vida normal que merece", afirmou. 

Ana contou que João teve um pouco de febre pela manhã. No entanto, já foi medicado e passa bem. "Ele tomou o remédio, melhorou e agora está dormindo. O transplante acabou tarde e ele ainda está cansado", explicou. 

De acordo com a assessoria de imprensa do HC, o procedimento começou às 17h15 e durou aproximadamente seis horas. Durante esse período, o "Bombeirinho" não teve nenhuma reação fora do normal. 

A expectativa agora é que ele fique de 15 a 30 dias internado e que depois passe por um acompanhamento ambulatorial no próprio HC. Só após esse período será possível dizer se a nova medula "pegou". A compatibilidade, segundo os médicos, é de 90%. 

O caso - João ficou seis meses na fila do transplante do Hospital de Clínicas. Mas a luta contra a doença começou em 2007, quando veio o diagnóstico. Desde então, o menino enfrentou sessões de quimioterapia e passou por outras cirurgias, até receber a indicação do transplante. 

Em 2010, o Corpo de Bombeiros de Maringá realizou um dos sonhos do menino: ser um bombeiro. Vestido com a réplica do uniforme da corporação, ele foi ''resgatado'' do quarto do hospital onde estava internado a bordo da escada da viatura. Com a divulgação do fato, acabou se transformando em símbolo nacional da campanha pela doação de medula óssea. 

Doações –
 Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos que não tenha doença infecciosa pode ser um doador. Para isso, basta procurar o banco de sangue da sua cidade, onde será coletada uma amostra de sangue. Caso haja compatibilidade com algum paciente, o doador é chamado para fazer os testes e realizar o procedimento. 

"Quanto mais doadores os nossos bancos tiverem, mais pacientes irão se beneficiar. A conscientização das pessoas é importante para que outras crianças, e mesmo adultos, sejam salvas com o transplante", conta o hematopediatra Lizandro Lima Ribeiro. 

O HC da UFPR realiza em média 100 procedimentos deste tipo por ano, sendo que em 70% os doadores não são parentes. A sobrevida em crianças, de acordo com o médico, também gira em torno de 70%.

JOÃO BOMBEIRINHO RECEBE MEDULA OSSEA EM HOSPITAL DE CURITIBA

Menino estava internado desde o dia 15 de outubro.
Transplante começou por volta das 17h, desta quarta-feira (24), no HC.

João brinca horas antes do transplante no HC
(Foto: Ana Paula Stevam / Arquivo pessoal)


O paranaense de seis anos João Daniel, que tem leucemia e ficou conhecido como João Bombeirinho, em Maringá, começou a ser submetido ao transplante de medula óssea por volta das 17h,.desta quarta-feira (24), no Hospital de Clínicas, em Curitiba. O procedimento médico deve durar de quatro a cinco horas, segundo os médicos.

O menino, que sonha em ser bombeiro, estava internado desde o dia 15 de outubro. Antes do transplante, ele passou por sessões de quimioterapia e radioterapia.

A família descobriu que ele tinha leucemia em 2007 e desde então, com a ajuda de amigos e familiares, atua no combate ao câncer com a realização de campanhas para convencer as pessoas a entrar para o cadastro de doadores.


O menino se distrai com livros até o horário do transplante (Foto: Ana Paula Stevam / Arquivo pessoal)

Durante as campanhas, o menino desfilou com a réplica do uniforme dos bombeiros pelas ruas, parques e shoppings da cidade. Na manhã desta quarta-feira, horas antes do transplante, a mãe afirmou que pretende dar continuidade às campanhas.

"Eu quero continuar trazendo as pessoas para o cadastro de doadores. Existem tantas outras pessoas com a mesma dificuldade. O João vai continuar sendo o símbolo de tudo. Também pretendo abrir uma ong para ajudar crianças com leucemia quando voltar para Maringá"


Sonho realizado

Em outubro de 2010, após uma semana de várias sessões de quimioterapia, os bombeiros de Maringá realizaram um dos sonhos do menino.

Vestido com a réplica do uniforme da corporação ele foi 'resgatado' do quarto do Hospital do Câncer de Maringá a bordo da escada da equipe de resgate. "Ele ficou muito feliz e emocionado, e afirmou várias vezes que queria ser bombeiro quando crescer para salvar a vida de muitas pessoas", contou a mãe.


João Bombeirinho comemora um ano de campanha
(Foto: Arquivo Pessoal)

Em 2012, ele conheceu a corporação de Curitiba. Durante a visita, ele foi recebido por toda a equipe e pelo coronel responsável. No quartel, João conseguiu 70 doares de sangue para o início do tratamento.

Esta foi a segunda vez que ele conseguiu um doador. O primeiro caso foi em maio de 2011, mas os exames apontaram apenas 40% de compatibilidade. Mas desta vez foi diferente. O doador apresentou 90% de compatibilidade.

Como doar medula óssea

Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos que não tenha doença infecciosa transmissível pelo sangue pode doar. É só procurar um Hemocentro mais próximo onde será coletada uma pequena quantidade de sangue (5 ml) e preencher um formulário com dados cadastrais.

Se for verificada compatibilidade com algum paciente cadastrado no Registro de Receptores de Medula Óssea, o doador é, então, convocado para fazer testes confirmatórios e realizar a doação.



FONTE
http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/10/joao-bombeirinho-recebe-medula-ossea-em-hospital-de-curitiba.html

João Bombeirinho passa por dias difíceis até o transplante

O dia 24 de outubro tem sido aguardado com ansiedade pelo menino João Daniel de Barros, o "João Bombeirinho". Nesta data ocorrerá o tão esperado transplante de medula óssea, que poderá lhe salvar da leucemia (câncer no sangue).

A última semana antes do procedimento, no entanto, não tem sido fácil para o menino, de apenas seis anos. Desde terça-feira (16) ele passou por 15 sessões de radioterapia e iniciou, neste domingo (22), as quimioterapias. São duas sessões até amanhã, uma que começa às 4h e segue até as 6h, e outra que dura das 14h às 20h.

"Ele tem febres altas, de 39º C, e muito vômito, de tal forma que não está conseguindo comer e por isso está se alimentando por sonda. Mas é um procedimento necessário para destruir plaquetas, leucócitos e outras partes doentes das células do sangue. Somente assim ele poderá receber uma nova medula, que irá produzir elementos saudáveis ao corpo", explica a mãe do garoto, Ana Paula Estevan.

Mas assistir o filho passar por tais provas não é fácil para uma mãe. "Ele está abatido e sem imunidade. É triste ver seu filho definhar deste jeito. Mas sabemos que depois do transplante ele irá renascer para uma vida saudável", fala.


João ficou assustado ao ter que ficar isolado na sala de radioterapia em Curitiba

As sessões de radioterapia foram extremamente difíceis para João, conta Ana. O procedimento foi realizado no Hospital Angelina Caron, em Curitiba. "O lugar é longe de onde estamos, que é o Hospital das Clínicas. Tínhamos que ir três vezes por dia até lá. Se somarmos o trajeto percorrido nos cinco dias dá mais de 600 km. Isso para um menino debilitado é muito ruim", conta Ana.

A radioterapia assustou o menino, que tinha medo de ficar isolado na sala de tratamento. "Ele ficou com medo, mas havia um sistema de áudio, e eu pude cantar para ele se acalmar", lembra.

Quando está no hospital, João só recebe visitas de sua mãe, por conta da imunidade baixa. Ele passa o tempo jogando vídeo-game e brinca com jogos e brinquedos pedagógicos. "É uma travessia difícil, mas sabemos que e para o melhor dele, e para que ele nunca mais tenha que passa por este sofrimento. É uma grande prova de fé", diz.


João fará o tranplante de medula óssea
nesta quarta-feira (24)


Bombeirinho

O diagnóstico de leucemia linfoide aguda foi dado quando João Bombeirinho tinha apenas 1 ano e 11 meses. A partir daí, o menino enfrentou sessões de quimioterapia e passou por cirurgias durante dois anos, mas a doença não regrediu e os médicos disseram que só um transplante de medula óssea traria a cura a João.

A família iniciou, então, a busca por um doador compatível, já que nenhum parente poderia ser o doador. E veio o problema: as chances de achar um doador em um banco público de medula óssea são raras e podem ser de até uma em 1 milhão.

Como João sempre dizia que seu sonho era ser bombeiro quando crescesse, em 2010, o Corpo de Bombeiros realizou uma homenagem a ele. O menino foi retirado em uma escada magirus, utilizada em resgates, do quarto do Hospital do Câncer de Maringá, após uma sessão de quimioterapia.

Desde então, o garoto e a família iniciaram uma série de atividades para incentivar a doação de medula óssea. As campanhas se popularizaram e ganharam destaque em todo o Paraná, resultando no aumento do número de doadores.


FONTE
http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/612762/joao-bombeirinho-passa-por-dias-dificeis-ate-o-transplante/

terça-feira, 23 de outubro de 2012

McDia rende R$ 62 mil e Oasis investe em transplante de medula


Arrecadação McDia Feliz este ano, em Uberaba, supera expectativa e Oasis investe em equipamentos para o serviço de transplante de medula óssea. O evento foi realizado no fim de agosto e nesta segunda-feira foi divulgado o resultado oficial, sendo que a arrecadação líquida foi de R$ 62 mil, conforme planilha enviada pela Coordenação Nacional do evento.

De acordo com a presidente da Oasis, Dale Fonseca, o resultado superou as expectativas da entidade.  “A verba apurada será canalizada para aquisição de equipamentos destinados ao serviço de transplante de medula óssea, em implantação no Hospital de Clínicas da UFTM, e outra parte será utilizada na manutenção da casa de apoio mantida pela Oasis”, explica Dale, ressaltando que segundo informações que já recebeu, os primeiros transplantes poderão ocorrer no início do próximo ano.

Ainda segundo a planinha divulgada no início desta semana, foram vendidos 4.585 tíquetes, arrecadando a quantia de R$ 41 mil. Quanto à arrecadação adicional, com as camisetas, a Oasis apurou R$ 13 mil, e mais de R$ 9 mil de doações de apoiadores e padrinhos do evento. Chegou-se então ao total de R$ 64 mil, sendo que é destinada a quantia de R$ 1.717 para o Fundo Nacional, fixado pelo Instituto Ronald, restando para a Oasis o valor de R$ 62 mil.

“Vamos continuar realizando benefícios para crianças e adolescentes portadores de doenças onco-hematológicas de Uberaba e região, aproveitando a parceria aberta pelo Instituto Ronald McDonald. Em dezembro, o Instituto nos enviará o edital para o ano 2013”, explica a voluntária da Oasis, Vera Santos.

Em âmbito nacional, o McDia Feliz bateu a meta estabelecida e alcançou a arrecadação de R$ 18 milhões. O valor total é resultado da venda de 1 milhão 657 mil sanduíches Big Mac, mais a arrecadação adicional realizada pelas instituições participantes de todo o país que, com a mobilização de seus voluntários, com a venda de seus produtos e realização de eventos locais arrecadaram R$ 2,7 milhões.

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VINHEDO RECEBE CAMPANHA PARA DOAR SANGUE NO DIA 31

HOSPITAL DE SAPIRANGA FAZ MUTIRÃO PARA DOAÇÃO DE SANGUE

HEMOCENTRO DE ARACAJÚ PRECISA DE DOAÇÕES

HEMOSUL PRECISA DE DOAÇÕES DE SANGUE A- PARA CRIANÇA DE 10 MESES

BANCO DE SANGUE DE SANTOS NECESSITA DE DOAÇÕES

Homem com leucemia necessita de sangue com urgência em Aracaju


Manuel Bispo dos Santo, está internado no Hospital São Lucas, em Aracaju, se tratando de uma leucemia e necessita de doação de sangue, de preferência O+.

As doações devem ser feitas no Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Sergipe (IHHS) que fica localizado na Rua Guilhermino Rezende, 187, no Bairro São José, de segunda a sexta das 7 às 18h e no sábado das 7 às 12h.

Para ser um doador é necessário ter entre 16 e 67 anos, pesar mais de 50 quilos, estar bem alimentado, em boas condições de saúde, ou seja, não estar gripado ou febril nos últimos sete dias antes da doação. Também precisa apresentar documento oficial com foto, válido em todo território nacional. Outras informações sobre os procedimentos poderão ser obtidas através do telefone (79) 3211-8355 .

FONTE>>http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2012/10/homem-com-leucemia-necessita-de-sangue-com-urgencia-em-aracaju.html
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

USP São Carlos promove campanha para cadastro de doadores de medula


Campus da USP em São Carlos (Foto: Marcos Santos/USP Imagens )
O Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira (CAASO) da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (SP) promove, juntamente com o hemocentro de Ribeirão Preto (SP), uma campanha para o cadastro de doadores de medula óssea na próxima terça-feira (23), das 9h às 15h.
Os cadastros serão realizados no Espaço Primavera, embaixo do prédio E-1 da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), que fica no campus um, na Avenida Trabalhador são-carlense, nº 400.
O transplante de medula óssea é indicado para pacientes com leucemia, linfomas, anemias graves, imunodeficiências e outras 70 doenças relacionadas ao sistema sanguíneo e imunológico. Um transplante é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue.
Informações sobre cadastro de doador de medula óssea.
- Qualquer pessoa saudável e com idade entre 18 e 55 anos pode se candidatar à doação de medula óssea.
- Os doadores devem preencher um formulário com seus dados pessoais.
- É coletada amostra de sangue de 5 ml para o teste de tipagem, que verifica a compatibilidade do doador com o eventual receptor.
- O cadastramento é feito apenas uma vez, se você já fez no ano passado, na EESC, ou em outro local não é necessário fazer novamente, porém, um doador de medula óssea deve manter seu cadastro atualizado sempre que possível.
- Caso haja alguma mudança, preencha
 este formulário.

Pioneiro do transplante de medula óssea morre aos 92 anos


E. Donnall Thomas ganhou o Prêmio Nobel de Medicina em 1990


O médico E. Donnall Thomas, pioneiro dos transplantes de medula óssea, morto aos 92 anos neste sábado


O médico E. Donnall Thomas, pioneiro no uso de transplante de medula óssea para tratar pacientes com leucemia e ganhador do Nobel de medicina em 1990, morreu em Seattle, nos EUA, aos 92 anos.
O Centro de Pesquisa de Câncer Fred Hutchinson anunciou a morte neste sábado (20). Um representante do centro disse que a causa foi doença cardíaca.
O trabalho de Thomas está entre as maiores histórias de sucesso no tratamento do câncer.
O transplante de medula e de células-tronco sanguíneas aumentou a taxa de sobrevivência para alguns tipos de câncer hematológico para 90%. Antes, as chances de cura beiravam zero.
Neste ano, cerca de 60 mil transplantes serão feitos no mundo todo, segundo o centro Hutchinson.
"Imagine desenvolver uma ideia, torná-la realidade e tocar tantas vidas", disse Fred Appelbaum, amigo de Thomas e diretor do setor de pesquisa clínica do centro.
Donnall Thomas seguiu os passos do pai e se tornou médico depois de se formar em Harvard. Em 1956, ele fez o primeiro transplante de medula óssea em humanos.
O médico, junto com um pequeno time de colegas, incluindo sua mulher, Dottie, continuou com os transplantes ao longo dos anos 1960 e 1970, apesar do ceticismo do médicos em geral.
Sua equipe procurou curar cânceres do sangue destruindo a medula óssea doente do paciente com doses quase letais de radiação e quimioterapia. Depois, o paciente era salvo recebendo o transplante de medula óssea saudável. O objetivo era ter sangue e sistema imune funcionais e livres de câncer.
O procedimento acabou se tornando o tratamento-padrão para muitos tipos de leucemia e linfoma.
"Ele era brilhante, incrivelmente generoso e rápido em desviar elogios dirigidos a ele para as pessoas à sua volta", disse Appelbaum.
"Ao mesmo tempo, ainda que quieto e humilde, ele era teimoso", acrescentou. "Ele acreditava no que estava fazendo. É difícil imaginar hoje como foi difícil tornar o transplante realidade, porque estava contra a crença médica dominante."
Thomas entrou no corpo docente da Universidade de Washington em 1963. Em 1974, tornou-se o primeiro diretor de oncologia médica do centro Hutchinson. Agora, o centro é um dos mais importantes do mundo em tratamento e pesquisa.
O médico também editou as primeiras duas edições do livro de referência dos transplantes de medula "Hematopoietic Cell Transplantation", que se tornou uma "bíblia" desse campo.
"Para o mundo, Don Thomas será para sempre conhecido com o pai dos transplantes de medula óssea, mas para seus colegas ele será sempre lembrado como amigo, mentor e pioneiro", afirmou em nota o presidente do centro Hutchinson, Larry Corey.
Thomas deixa mulher, dois filhos e uma filha.

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BANCO DO HEMOCE RECEBE DOAÇOES

Gestantes podem optar por doar o sangue de cordão umbilical e placentário no momento do parto. O procedimento é simples




Maria Rita Mascena Barretto tem 25 dias de nascida. E se todo nascimento é renovação e esperança, a escolha da família dela em doar o sangue do cordão umbilical para o banco do Hemoce a colocou na possibilidade de ajudar pessoas que precisam de um transplante de medula óssea.


A coleta foi realizada após o parto e não interferiu na saúde da menina ou na da mãe, a bancária Kelina Barretto. Agora, a amostra está no Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hemoce (BSCUP), o primeiro do Nordeste, onde é testada e armazenada, podendo ser usada por qualquer pessoa compatível.

Segundo o médico Fernando Barroso, chefe do departamento de Transplante de Medula Óssea do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) e coordenador do banco, o único uso comprovado atualmente das células-tronco coletadas no sangue do cordão umbilical e placentário é o transplante de medula óssea, apesar de outros estudos estarem em andamento.

De acordo com o médico, acredita-se que se os bancos públicos tivessem 100 mil cordões, 90% das pessoas que necessitam do transplante seriam beneficiadas. O banco do Hemoce começou suas atividades neste ano e conta com 20 amostras - quase a totalidade está apta ao transplante. “Esse resultado aponta que o material coletado é de qualidade, com o número de células suficiente”, explicou Fernando Barroso.

Atualmente, a rede de bancos públicos de sangue de cordão umbilical, Brasilcord, possui onze unidades e, aproximadamente, 10 mil amostras. A ampliação da rede está prevista, mas a mobilização da população para essa escolha prática no momento do nascimento é ainda mais importante para aumentar as chances de compatibilidade de quem precisa de um transplante.


Procedimento simples

Segundo Natércia Bruno, enfermeira responsável pelo posto de coleta no Hospital César Cals, apesar dos postos de coleta serem em unidades públicas, muitas mulheres assistidas na rede particular estão começando a buscar informações sobre a doação.

A coleta pode ser feita em hospitais particulares, sendo necessário contato prévio com o Hemoce. O procedimento, explica Natércia, é simples e não afeta a mãe ou o bebê. Para garantir a qualidade do material coletado, uma triagem e entrevistas são realizadas antes da doação.

E foi com informações obtidas nas entrevistas, em conversas e na Internet que a Kelina decidiu doar. Mãe e professora universitária aposentada de biologia molecular, Rita de Cássia opinou que o projeto é um passo muito importante e vislumbra um futuro em que seja tão difundido quanto a doação de sangue.

Maria Rita, a quinta neta do casal Rita e Ivan e a primeira filha de Kelina e Dracon, trouxe alegria para a família e já doou um pouco de si para fazer o bem ao próximo. Com a gentileza do nascimento, pode fazer renascer a saúde de gratos desconhecidos.


ENTENDA A NOTÍCIA

Atualmente, o sangue do cordão umbilical pode ser usado como fonte de células-tronco para o transplante de medula óssea. Pacientes com diversas doenças podem ser beneficiados com o material, que seria descartado no parto.


Serviço

Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hemoce

Gestantes que quiserem doar devem agendar visita no telefone 3223 4868. Encontros acontecem às segundas-feiras (14h às 17h).


Saiba mais

Bancos de armazenamento


O sangue do cordão umbilical é uma das fontes de células-tronco para o transplante de medula óssea.


Pacientes com leucemias, linfomas, anemias graves, anemias congênitas, hemoglobinopatias, imunodeficiências congênitas, mieloma múltiplo, além de outras doenças do sistema sanguíneo e imune (cerca de 70 indicações).


O tempo de armazenamento das amostras é indefinido, podendo ficar por muitas décadas.

Existem bancos privados que armazenam o material.

No entanto, têm legislação específica e cobram taxas de manutenção para as famílias que desejem armazenar o material.

Por enquanto, não existem comprovações do uso do material coletado após o parto em procedimentos que não o transplante, o que torna a escolha uma aposta nas futuras descobertas.


FONTEhttp://www.opovo.com.br/app/opovo/fortaleza/2012/10/20/noticiasjornalfortaleza,2940010/banco-do-hemoce-recebe-doacoes.shtml

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O QUE É MEDULA ÓSSEA,PORQUE DOAR







HEMOCENTRO PRECISA DE DOADORES PARA NORMALIZAR ESTOQUE O+ E o-

CAMPANHA "QUEST DA VIDA",PARA DOAÇÃO DE SANGUE SERÁ REALIZADA NO SÁBADO

HEMOSUL REALIZA CAMPANHA PARA DOAÇÃO DE MEDULA EM COXIM DIA 19

COLETA DE SANGUE ESTÁ ABAIXO DA MÉDIA EM SERGIPE

DOAÇÃO DE SANGUE MOBILIZA ARUJÁ

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Ceará chegará ao 60º transplante e visa ampliações

Desde 2008, quando o procedimento começou, já foram 59 transplantes, sendo 19 só em 2012. O transplante realizado no Ceará é o autólogo, em que as células são do próprio paciente. Em 2013, novo tipo será iniciado




O Ceará chegará, na próxima sexta-feira, a 60 transplantes de medula óssea realizados após quatro anos do início do procedimento. O tipo de transplante feito no Estado é o autólogo, em que o paciente recebe células da própria medula. Até outubro de 2012, foram 19 transplantes autólogos. Segundo o chefe do departamento de Transplante de Medula Óssea do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) da Universidade Federal do Ceará (UFC), Fernando Barroso, a próxima sexta-feira marcará o 20º procedimento deste ano. 

O ano de 2013 trará novos horizontes para o tratamento no Estado. Um processo de licitação está em andamento para a construção de uma unidade com oito leitos, sendo quatro para transplante autólogo, três para o alogênico (em que as células vêm de um doador externo) e um de retaguarda. Hoje, quem precisa do transplante alogênico busca-o em outros estados.

O investimento é do Ministério da Saúde, após envio de projeto pela equipe cearense. No início de 2013, as obras devem começar e a expectativa é de que os procedimentos sejam possíveis já no segundo semestre.

Recomeços

Entre os 59 pacientes que passaram pelo transplante autólogo nos últimos quatro anos, está Gerlúcio Alves Marcelino, 33, natural do município de Cedro. Em setembro último, ele completou dois anos como transplantado. Encaminhado a Fortaleza para buscar o diagnóstico de um inflamação que não cessava, ele soube do linfoma e da necessidade de quimioterapia. Após seis sessões e uma volta esperançosa para casa, a doença voltou e os caminhos da saúde o trouxeram à Capital, onde passou por um processo rápido de transplante autólogo.

As visitas bimestrais a Fortaleza são para realizar os exames de acompanhamento. Ele continua a receber o suporte do Grupo de Apoio ao Paciente Onco-hematológico do Ceará (Gapo).

Segundo o médico Fernando Barroso, a cada transplante, 40 profissionais multidisciplinares se envolvem. É ao empenho dessas pessoas que Fernando Barroso relaciona o crescente número de transplantes, assim como o sucesso alcançado - apenas duas pessoas, das 59, vieram a óbito. Ele ressalta também a importância da parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), “essencial no processo”.

Serviço 
Mais sobre doação de medula óssea:

Hemoce
Endereço: av. José Bastos, 3.390 - Rodolfo Teófilo
Telefone: (85) 3101 2296
FONTE>>

GIFS>>DOE SANGUE ,DOE MEDULA


























Vídeo elaborado por pacientes do setor de Hematologia e Transplante de Medula Óssea do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba-PR, inspirado no vídeo das crianças do Seattle Children's Hospital.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Bombeirinho é internado para fazer transplante de medula em Curitiba

Bombeirinho  (Foto: Ana Paula Stevam / Arquivo pessoal)


O menino João Daniel, de seis anos, que ficou conhecido como João Bombeirinho em Maringá, no norte do Paraná, porque sonha em ser bombeiro, foi internado na noite de segunda-feira (15) no Hospital de Clínicas (HC), em Curitiba, para a realização do transplante de medula óssea.
João vai passar por sessões de radioterapia e quimioterapia antes de receber a medula, procedimento marcado para o dia 24 de outubro.
"Estou com o coração na boca, não vejo a hora que tudo isso termine e que eu possa voltar logo com o João para a nossa casa. Tenho fé que vai dar tudo certo", conta a mãe Ana Paula Stevam.
A família descobriu que ele tinha leucemia em 2007 e desde então, com a ajuda de amigos e familiares, atua no combate ao câncer com a realização de campanhas para convencer as pessoas a entrar para o cadastro de doadores.
Durante as campanhas, o menino desfila com a réplica do uniforme dos bombeiros pelas ruas, parques e shoppings da cidade.
Esta é a segunda vez que ele consegue um doador. O primeiro caso foi em maio de 2011, mas os exames apontaram apenas 40% de compatibilidade. "Desta vez é diferente, esse doador tem 90% de compatibilidade. Estamos todos com muita esperança (...), tenho certeza que agora vai dar certo", relata a mãe.
João precisou se deslocar de Maringá para Curitiba para fazer o transplante. A viagem foi realizada por um avião fretado pela empresa do plano de saúde do menino, no dia 10 de setembro. Desde então, aguardava pelo transplante.
João sonha em ser bombeiro (Foto: Ana Paula Stevam / Arquivo pessoal)
Sonho
Em outubro de 2010, após uma semana de várias sessões de quimioterapia, os bombeiros de Maringá realizaram um dos sonhos do menino.
Vestido com a réplica do uniforme da corporação ele foi 'resgatado' do quarto do Hospital do Câncer de Maringá a bordo da escada da equipe de resgate. "Ele ficou muito feliz e emocionado, e afirmou várias vezes que queria ser bombeiro quando crescer para salvar a vida de muitas pessoas", contou a mãe.
Em 2012, ele conheceu a corporação de Curitiba. Durante a visita, ele foi recebido por toda a equipe e pelo coronel responsável. No quartel, João conseguiu 70 doares de sangue para o início do tratamento.
O bombeirinho chegou acompanhado dos pais  (Foto: Adriana Justi / G1)
Como doar medula

Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos que não tenha doença infecciosa transmissível pelo sangue pode doar. É só procurar um Hemocentro mais próximo onde será coletada uma pequena quantidade de sangue (5 ml) e preencher um formulário com dados cadastrais.
Se for verificada compatibilidade com algum paciente cadastrado no Registro de Receptores de Medula Óssea, o doador é, então, convocado para fazer testes confirmatórios e realizar a doação.
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Pacientes do HNSG fazem campanha para incentivar a doação de medula óssea











Com o objetivo de incentivar a doação de Medula Óssea, pacientes do Setor de Hematologia do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba lançaram, nesta segunda feira, (15) um vídeo para sensibilizar as pessoas sobre esta causa.

A música escolhida como tema foi “Stronger”, da cantora americana Kelli Clarckson. O video foi inspirado nos pacientes do Seattle Children Hospital, nos Estados Unidos. Durante a performance, os participantes cantam, dançam e seguram cartazem com frases deincentivo a doação de medula óssea. Entre os voluntários que participaram do vídeo estão: médicos, equipe de enfermagem, familiares e os Anjos da Alegria.


Saiba mais sobre a doação


Quando um pacientenecessita do transplante, realiza-se uma pesquisa de compatibilidade inicialmente entre seus familiares, colhendo amostras de sangue de seus pais e irmãos. A possibilidade de um irmão ser totalmente compatível é de 25% e entre os pais é inferior a 5%.


Se não houver possibilidade de existir um doador familiar, a alternativa é procurar um doador compatível nos registros de doadores voluntários de medula. No Brasil,o REDOME (Registro Nacional dos Doadores de Medula Óssea), instalado no INCA (Instituto Nacional do Câncer), no Rio de Janeiro, coordena a pesquisa de doadores tanto brasileiros, quanto estrangeiros.


O doador deve ter um grau de compatibilidade aceitável com o receptor/paciente. O ideal é que seja totalmente compatível, mas em certas situações, pode ser utilizado um doador com algum grau de incompatibilidade. Tudo depende da situação clínica do paciente e, consequentemente, da urgência em se realizar o transplante.


A chance de ser encontrado um doador HLA compatível varia em função das características genéticas do receptor, podendo variar de 1 para 1000 a 1 para cada 1 milhão. Por isso, seja um doador, cadastre sua medula.


Veja também o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=FkIM-o4-EhI


FONTE>>
http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=saude&id=24206
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PARA ,MANTER ESTOQUE,MONGAGUÁ FAZ CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE

HENOAL NECESSITA DE DOAÇÃO PARA ATENDER CRIANÇAS COM LEUCEMIA

FUNDAÇÃO PRÓ- SANGUE RECRUTA DOADORES EM SÃO PAULO