sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Dadores de medula salvaram 108 doentes

Número de dadores portugueses ultrapassa os 310 mil. Gustavo, filho de Carlos Martins, atraiu mais de 40 mil pessoas. Toda a história no CM


De Janeiro a Novembro deste ano houve mais dadores a doar medula óssea, necessária para tratar doentes oncológicos, do que durante todo o ano de 2011. Um total de 108 pessoas ajudaram a salvar a vida dos doentes, um dos quais foi Gustavo Martins, filho do jogador do Benfica Carlos Martins, que sofria de aplasia medular até há seis meses, quando foi submetido a um transplante. Neste momento, há 310 705 dadores.
Os 108 dadores compatíveis doaram as células necessárias ao transplante de medula de 26 portugueses e 82 estrangeiros. A compatibilidade sanguínea permitiu que se fizessem 55 transplantes em 2012. Em 2011 foram 68.
Apesar de, este ano, ainda não se ter alcançado os resultados de 2011, Hélder Trindade, presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), afirmou ao CM esperar ultrapassar esses números até ao final do ano.
"Depois do fenómeno Gustavo Martins, houve uma ligeira diminuição do número de dadores, mas continuamos com grande afluência", afirmou Hélder Trindade.
Após o transplante, os doentes precisam de receber muito sangue, pelo que aquele responsável lembra a importância das recolhas de sangue serem feitas de forma regular e permanente.
"Os doentes têm de receber muitas transfusões e, por isso, apelamos a que também os dadores de medula possam ser dadores de sangue", sublinhou o presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação.
GUSTAVO ATRAIU MAIS DE 40 MIL  PESSOAS
Gustavo, filho do futebolista Carlos Martins, foi submetido a um transplante de medula faz hoje seis meses. A criança, que festejou os quatro anos dia 17, criou uma onda de solidariedade no País que levou a que mais de 40 mil pessoas se inscrevessem no Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão (CEDACE). O dador compatível com Gustavo acabou por ser um norte-americano, cuja identidade nunca foi revelada. Todos os dadores ficam inscritos num registo internacional.
MIRIAM ESPERA TRANSPLANTE
A Miriam é uma menina de três anos que luta contra uma leucemia mieloblástica aguda. A doença foi detectada aos 22 meses. Após seis sessões de quimioterapia, esperava-se que tivesse sido ultrapassada. Porém, na sexta-feira da semana passada, quando chegou o resultado de análises, confirmou-se o pior: a doença voltou. A Miriam está neste momento internada no IPO e precisa de um transplante de medula óssea. Pais e familiares apelam à ajuda de todos para encontrar um dador compatível, e salvar a vida da sua "princesa". "A Miriam é uma menina muito corajosa, muito inteligente, tem plena consciência do que se está a passar com ela, e, apesar disso, está sempre alegre!", diz a mãe, emocionada. Florbela Sardão frisa que "há muita ignorância quanto ao processo para ser dador de medula", explicando a sua simplicidade: "As células são recolhidas através do sangue."

fonte>>http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/dadores-de-medula-salvaram-108-doentes

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Paciente de MT consegue que Estado custeie tratamento em hospital do Paraná


Bastante fragilizada e portadora de enfermidade que acomete a medula óssea, uma senhora, moradora do município de Sorriso (420 km de Cuiabá), confiou na Defensoria Pública e na Justiça para que conseguisse ter acesso ao tratamento indicado pelos médicos. Decisão judicial determinou que Estado e Município garantam todo o tratamento em hospital no estado do Paraná.

V.L.S. havia sido encaminhada pela rede pública municipal de saúde para o Hemocentro-MT, unidade especializada na capital matogrossense, para atendimento médico objetivando o diagnóstico e tratamento de eventual problema de saúde.
 
 
Após avaliação por médico hematologista foi apontada a necessidade de realização de exames específicos de medula óssea, além de “imunofenotipagem por citometria”, exames que, de acordo com a unidade de saúde, não são feitos no estado de Mato Grosso nem na rede privada.
 
 
Todavia, mesmo tendo sido formalizado o pedido de encaminhamento da paciente à unidade de saúde especializada, via Tratamento Fora de Domicílio (TFD), a Secretaria Estadual de Saúde e a rede municipal de saúde encaminharam novamente a assistida ao Hemocentro-MT, em Cuiabá. Diante da conhecida notícia acerca da inexistência dos exames necessários ao seu tratamento, ela foi, novamente, mandada de volta para a cidade de Sorriso.
 
 
Após permanecer por vários dias sem qualquer informação a respeito do tratamento pretendido, e diante do descaso do Poder Público para com o problema por ela vivenciado, a paciente procurou a Defensoria Pública de Mato Grosso na comarca de Sorriso, com vistas a obter, junto ao Poder Judiciário, o tratamento de que necessita para sua recuperação.
 
 
Procedendo o atendimento à cidadã, o defensor público Fábio Luiz Sant’Ana de Oliveira ingressou com ação condenatória de obrigação de fazer objetivando que Estado e Município providenciassem o imediato encaminhamento da paciente para unidade de saúde referência, pugnando, ainda, pela condenação do Poder Público ao custeio de todas as despesas decorrentes do TFD, como medicamentos, exames, passagens e hospedagens.
 
 
Segundo relatou o defensor público, “é dever político constitucional do Poder Público garantir ao cidadão o direito à saúde, inclusive por meio de ações e serviços destinados à sua promoção, proteção e recuperação, como meio de materializar o direito à vida e a dignidade da pessoa humana, valores que figuram como verdadeiros fundamentos de nosso Estado de Direito”.
 
 
O juízo da segunda vara de Sorriso prontamente deferiu a medida liminar determinando que o Estado de Mato Grosso e o Município providenciassem no prazo improrrogável de 48 horas, o encaminhamento da paciente para o programa TFD para a unidade de saúde referência, qual seja, Hospital das Clínicas da UFPR – Serviço de Transplante de Medula Óssea, providenciando toda ajuda de custo necessária, bem como toda medicação, exames, passagens, despesas de hospedagem e alimentação, indispensáveis ao tratamento da requerente/paciente, conforme prescrição médica.
 
 
Conforme destacado pelo Dr. Fábio Sant’Ana, a Defensoria Pública em Sorriso atende toda a população Sorrisense além dos moradores da cidade de Ipiranga do Norte e distritos de Boa Esperança do Norte e Primavera do Norte. “É pertinente frisar que são frequentes os atendimentos deferidos a munícipes de outras localidades que se encontram internados no Hospital Regional de Sorriso e que buscam o atendimento da Defensoria Pública para resguardo de seus direitos”, completou.

FONTE>>http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=251465&codDep=3

HEMOCENTRO DE MT FAZ CAMPANHA PARA AUMENTAR DOADORES DE SANGUE

HEMOMAR QUER AUMENTAR EM 30% ESTOQUE DO BANCO DE SANGUE

FUNDAÇÃO PRÓ SANGUE RECRUTA DOADORES EM SÃO PAULO

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Hemopa quer doadores de sangue e medula


O Dia Nacional do Doador de Sangue foi lembrado ontem, mas a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) realiza uma semana inteira de campanha para captar novos doadores voluntários. Desde o sábado, 24, até o dia 1º de dezembro, a fundação reforçou a coleta de doadores de sangue e o cadastro de doadores de medula óssea. A média de doações, somente no sábado, foi de 400 doadores. A programação vai ter exibição de vídeos educativos sobre doação de sangue, de medula óssea e prevenção da saúde.

Sábado, na abertura da campanha, o evento contou com a parceria da “12ª Campanha Especial RBA & Hemopa”, com a promoção de show com artistas da terra, produção de programas ao vivo da sede do hemocentro e chamadas durante a programação da emissora de TV, estimulando seus telespectadores a aderir à campanha em homenagem aos doadores de sangue do Brasil e do Pará.

Carlos da Silva, autônomo, é doador há três anos. “Eu tinha um amigo que precisava de sangue, vim para ajudá-lo e resolvi continuar com essa cidadania. E eu venho regularmente, de três em três meses”, conta. Também é doadora voluntária há alguns anos a professora Leilane Nunes. “Faço porque acho que é importante ajudar. Nunca doei para ninguém específico, mas ajudar o próximo é bom”, comenta. O promotor de vendas Manoel Fernandes lembra da primeira vez que doou. “Foi em 2006, para uma tia minha que precisava. Me senti bem nesse dia, com o dever cumprido, aí resolvi fazer sempre. Acho até que falta hemocentro aqui. Tem gente que vem de longe para doar”, relata.

Segundo a gerente de Captação de Doadores, Jussiara Faria, esse é um momento de homenagem. “A gente quer homenagear os doadores voluntários. Cada doação pode salvar até quatro vidas. Hoje estamos com o estoque equilibrado, mas essa campanha já colabora com o mês de dezembro, quando o número de doações cai”, afirma.

O Pará tem em média 400 mil doadores, mas apenas 47% deles são de repetição, aqueles que doam periodicamente.

“A gente está aproveitando para pedir aos doadores que venham atualizar seus cadastros, porque, de 10 contatos que tentamos, conseguimos apenas cinco, porque os telefones mudam”, alerta.


Para doar sangue, é preciso ter boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos e peso acima de 50 Kg. Não pode ter tido hepatite após os 10 anos de idade e não pode estar exposto a doenças transmissíveis pelo sangue. É necessário portar documento de identidade original e com foto. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.

fonte>>http://www.diariodopara.com.br/N-163423-HEMOPA+QUER+DOADORES+DE+SANGUE+E+MEDULA.html
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domingo, 25 de novembro de 2012

Por que o diabético não pode doar sangue?

Diabético que não pode doar sangue é aquele que chamamos de insulino-dependente; ou seja, aquele que necessita de insulina para manter seu metabolismo de açúcar próximo da normalidade. Esses pacientes têm importantes alterações do sistema cardiovascular e, em conseqüência disto, durante ou logo após a doação de sangue, podem apresentar alguma reação que agrave seu estado de saúde.

fonte>>http://www.prosangue.sp.gov.br/duvidas/Duvida.aspx?ID=250

Pró-Sangue comemora Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue




Postos da Fundação farão evento em 25 de novembro para doadores de sangue


Dia 25 de novembro é o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. A data foi instituída no Brasil em 30 de junho de 1964, pelo decreto 53.988 promulgado pelo Presidente Castello Branco.

Jovialidade. É com este clima que a data será comemorada neste ano. A grande festa do doador foi embalada de forma especial, com o trabalho do grafiteiro James Williams que assina como ToLigadoBoe. A escolha do tema não foi aleatória. Afinal, a Pró-Sangue tem procurado alinhar boa parte das suas ações de comunicação com o foco no jovem, que efetivamente é o nosso Doador do Futuro.

A Fundação Pró-Sangue, órgão vinculado à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, reconhece o papel fundamental que essas pessoas têm na vida de milhões daqueles que dependem de transfusão. Sobretudo quando temos um cenário não tão otimista à nossa frente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o número de doadores de um país seja de 3% a 5% do total da população. Contudo, segundo dados do Ministério da Saúde, este índice no Brasil está bem aquém do preconizado, não chegando a 2%.

Vale destacar que no Brasil, hoje são coletadas anualmente 3,5 milhões de bolsa de sangue, sendo que a Pró-Sangue ao longo dos seus 28 anos de trabalho dedicados à doação já registrou mais de 4,5 milhões de doação.

É por isso que a Pró-Sangue valoriza tanto seus doadores que, apesar das atribulações do dia-a-dia, sempre reservam um tempo para a doação voluntária. Só para ter ideia, cerca de 87% dessas pessoas vêm doar de forma voluntária, contra 13% que correspondem à doação vinculada. Um número que atesta a fidelização dos doadores à Fundação.

Atrações - Neste ano, o Dia do Doador será comemorado na Pró-Sangue entre os dias 25 e 30. Os doadores da Fundação contarão com uma recepção diferenciada nos postos de coleta, que estarão decorados com arranjos da Hangar de Flores. No dia 25, quem vier doar no Posto Clínicas receberá um lanche especial incrementado com produtos da Bauducco, cones da Nutty Bavarian, sucos Mupy da Agro Nippo Alimentos, doces fornecidos pela Riclan e iogurtes Batavo.

Para dar um tom especial à festa, várias empresas vão dar seu apoio nessa ação, dentre elas incluem-se a Level Up! Games, Argon, SP Ecologia, Brindes All Verde, Mack Color, Sysmex, Brasil Foods e Lucerna.

A agência Publicis Brasil, idealizadora da campanha Doe Sangue e Passe a Bola para um Amigo, também desenvolveu uma série de ações para a data, como a criação de cartazes, banners, folhetos, adesivos, cover para o site e facebook além de mídia cards com o trabalho do grafiteiro James Williams que assina como ToLigadoBoe.

Ao longo da semana, o Posto Clínicas terá uma programação recheada de atrações, como apresentação de corais, bandas, grupos musicais, mágicos, palhaços, covers, entre outras. Já está confirmada a presença dos Mágicos Solidários, Rogério Paixão, Clown at Work, Cover do Elvis Presley, Coral da Guarda Civil Metropolitana, Arnaldinho do Cavaco, Grupo Trapa, Grupo Carbonium, Cantando na Chuva, Canto Cidadão e Teledramas. Para informação completa da programação, acesse aqui.

Para divulgação do evento, a Pró-Sangue conta com o apoio da Markplan por meio da veiculação de filmes da campanha da Fundação nos monitores do Aeroporto de Cumbica, da ViaQuatro, com a divulgação de cartazes nas estações de metrô e, por fim, da SPTrans, através da publicação de anúncios com a bola vermelha (ícone da doação) nos ônibus da empresa.

Já nas ruas, a Band FM fará pedágio para distribuição de folhetos com pré-requisitos da doação nas imediações dos postos da Pró-Sangue, ao longo de toda semana do evento.

Para doar sangue basta estar em boas condições de saúde, vir alimentado, ter entre 16 e 67 anos, pesar mais de 50 kg e trazer documento de identidade original com foto. Vale lembrar que é bom evitar alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação e, no caso de bebidas alcoólicas, 12 horas antes. Se a pessoa estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apta à doação. No mais, outros impedimentos poderão ser identificados durante a entrevista de triagem, no dia da doação.

fonte>>http://www.prosangue.sp.gov.br/noticias/Noticia.aspx?ID=27869
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Após transplante de medula, João 'Bombeirinho' comemora aniversário


Garoto virou símbolo de campanha pela doação de medula óssea.
'Eu comemoro o aniversario com muita alegria e não com medo', diz mãe.



Transplante foi realizado há um mês, em Curitiba (Foto: Ana Paula Stevam/Arquivo Pessoal)Transplante foi realizado há um mês, em Curitiba (Foto: Ana Paula Stevam/Arquivo Pessoal)
O menino João Daniel, que ficou conhecido por ser portador de leucemia e pelo sonho de se tornar bombeiro, completou sete anos nesta quinta-feira (23). Natural de Maringá, no norte do Paraná, o garoto se tornou ícone de uma campanha para a doação de medula óssea na cidade.
Neste ano, o aniversário de João Daniel um motivo a mais pela comemoração. Há um mês, João Bombeirinho, como é conhecido, conseguiu a realização do transplante de medula. O procedimento foi feito no Hospital de Clínicas (HC), em Curitiba. Alguns dias depois, ele recebeu alta e pode voltar com a família para Maringá, onde continua o tratamento.
João Bombeirinho comemorou a saída do hospital nesta segunda-feira (12) (Foto: Arquivo pessoal)João Bombeirinho comemorou a saída do hospital
(Foto: Arquivo pessoal)
A mãe dele, Ana Paula Stevam, conta que o garoto tem se sentido bem após o procedimento, que é semelhante a uma transfusão de sangue, apesar de ter algumas reações que já eram esperadas pelos médicos. “Eu comemoro o aniversario do João com muita alegria e não com medo de perdê-lo. Nos outros aniversarios eu ficava feliz, mas sempre me perguntava ‘será, meu Deus, que estaremos juntos no próximo aniversário’”, conta a mãe.
O uniforme
Quando a família descobriu a doença do garoto, em 2007, começou a fazer uma grande campanha pela cidade, em busca de doadores que pudessem ser compatíveis com ele. Com a repercussão da história, o sonho de ser bombeiro também se destacou. Durante uma sessão de quimioterapia, em 2010, os Bomebeiros de Maringá entregaram ao garoto uma réplica do uniforme da corporação.
Na época, os militares ainda simularam um resgate do garoto. Com um guindaste, ele foi retirado do prédio do hospital onde estava internado.
Este transplante acontece cerca de um ano após a família conseguir o primeiro doador para o garoto. Na época, os exames mostraram que a compatibilidade com João era de apenas 40%. transplante ao qual João foi submetido. Desta vez, a medula do doador era 90% compatível com a de João.
Garoto ainda está em tratamento pós-transplante (Foto: Ana Paula Stevam/Arquivo Pessoal)Garoto ainda está em tratamento pós-transplante (Foto: Ana Paula Stevam/Arquivo Pessoal)
FONTE>>http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/11/apos-transplante-de-medula-joao-bombeirinho-comemora-aniversario.html

NO RIO,HEMOCENTRO ESPERA 500 DOADORES DE SANGUE NA CINELANDIA

JOVENS ADVENTISTAS PROMOVEM CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE EM IBICARAÍ

HEMOPA CASTANHAL COMPLETA 27 ANOS COM CAMPANHA E PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

COLÍDER:HRCOL INCENTIVA DOAÇÃO DE SANGUE

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Limitação no número de doadores de medula óssea revolta pacientes


Uma norma do governo federal, em vigor desde abril de 2012, limita o número de doadores de medula óssea nos estados. No Paraná, até 32 mil pessoas podem se cadastrar por ano – o que significa 2.500 cadastros mensais. Ao atingir a cota, os novos cadastros são suspensos automaticamente e só poderão ser realizados no próximo mês.
A medida revoltou a enfermeira Danielle Brandelero, que tem um filho com tumor cerebral. Ao procurar o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná ela não conseguiu fazer a doação e ficou indignada. "A gente se sente impotente. Às vezes é a única esperança daquela criança", lamentou.

Segundo o governo, a mudança é para melhorar a coleta, o armazenamento e reduzir custos. O gasto com cada doador voluntário é de mil reais. Vários exames são necessários para saber as características genéticas e a condição clínica do possível doador, o que acaba encarecendo os custos.
Para familiares de pacientes que estão esperando uma medula óssea, a limitação causou ansiedade. Anderson Paulart vive há oito meses a espera de uma medula para o filho, que tem leucemia. "A compatibilidade é uma em cada cem mil. Essa restrição prejudicou muito. A gente vive na ansiedade para encontrar logo o doador e resolver logo essa situação", explicou.
Paulo Hatchbach, diretor do Hemepar, disse que a restrição não prejudica quem está na fila à espera de um doador compatível. Ele ainda afirmou que o número de cadastros já é suficiente.
O Ministério da Saúde informou que a limitação no número de doadores serve para melhorar a variedade genética do material coletado. A cota é estabelecida por estado e considera diversas variáveis. A assessoria de imprensa ainda informou que os governos estaduais podem ampliar a cota se pagarem pelos procedimentos. O Sistema Único de Saúde (SUS) investia R$ 270 milhões por ano. Agora, com a restrição no número de doadores, o gasto será de R$ 100 milhões.

Campanha

Os doadores incentivados por um vídeo produzido no Hospital Nossa Senhora das Graças de Curitiba descobriram sobre a cota ao procurar os bancos de doação de medula.

O vídeo virou sucesso na internet quando foi lançado, em outubro, e fez o número de doadores quase dobrar. Criado e encenado por médicos, pacientes, funcionários e voluntários do hospital, mostra os participantes cantando, dançando e erguendo cartazes para sensibilizar possíveis doadores. A música "Stronger", da cantora norte-americana Kelly Clarckson, foi usada como tema de fundo.

O Paraná tem 28 bancos de sangue para doação de medula e sete laboratórios que fazem o estudo da medula. Agora, todos eles têm um número limite de cadastros.
VEJA O VÍDEO AQUI
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HEMOCE E VIVO FECHAM PARCERIA PARA AUMENTAR DOAÇÃO DE SANGUE

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Bebê precisa de ajuda para fazer transplante

Para os médicos, a única chance do pequeno Miguel, de um ano e quatro meses, é fazer a cirurgia em Curitiba


Há pouco mais de um ano, a vida do pequeno Miguel Siebra, hoje, com um ano e meio, mudou completamente. Após contrair dengue, a doença evoluiu para a forma hemorrágica e atingiu sua medula óssea, iniciando um quadro de síndrome hemafagocitica, mal em que o sistema de defesa não só ataca os agentes causadores da enfermidade, mas também os componentes do sangue. Desde então,
Miguelzinho, como é conhecido, foi submetido à quimioterapia e a medicamentos específicos fundamentais para sua saúde, mas também desgastantes para ele e sua família.

No Ceará, há oito pessoas na fila de espera por um transplante de medula óssea. Para doar, a pessoa deve ter entre 18 e 55 anos Foto: Miguel Portela (25/10/2006)

Ainda no período de tratamento, o garoto adquiriu uma virose que comprometeu a visão e alguns movimentos do corpo. Para evitar que Miguel fique novamente doente e o caso piore, a única solução, de acordo com os médicos, é a realização de um transplante de medula óssea o mais rápido possível.

"Como ele ainda é praticamente um bebê, o caso dele não pode esperar, e os médicos afirmam ser arriscado entrar em uma fila de espera nos hospitais públicos, por isso, há a necessidade de irmos para Curitiba (PR), onde o processo pode ser mais rápido", afirmou Cátia Siebra, mãe de Miguel.

Assim, Miguel e sua família precisam ir para um hospital particular de Curitiba, onde todo o procedimento será efetuado. Segundo Cátia, o possível doador de Miguelzinho já foi encontrado na capital paranaense, porém, mais alguns exames estão sendo feitos para que todo o processo ocorra com sucesso.

Atualmente, conforme a mãe, o garoto se encontra saudável, sorrindo e brincando, mas ainda não está curado e qualquer doença que contraia, por mínima que seja, pode se agravar e comprometer sua saúde. Depois do transplante, conforme Cátia, ele ainda precisará permanecer durante alguns meses no hospital, o que gera custos para a família, que precisa de ajuda e doações.

Espera

Apesar de Miguel já ter um possível doador, ainda existem pessoas na fila de espera por uma medula óssea. No Ceará, atualmente, o número chega a oito. De acordo com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), para doar basta ter entre 18 e 55 anos, estar saudável e procurar um hemocentro portando o RG.

Há postos de coleta em Juazeiro, Quixadá, Fortaleza, Crato, Sobral e Iguatu. Em Fortaleza, o único local que realiza esse tipo de transplante é o Hemocentro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce). Em outubro, o centro chegou ao sexagésimo transplante autólogo de medula óssea realizado no Estado.

Desde de 2008, o Hemoce realiza, em parceria com o Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), o transplante autólogo, que se dá quando o paciente recebe células sadias da própria medula. Os 21 transplantes de medula óssea feitos neste ano já superam os 17 realizados no ano passado. Na Capital, foram dois transplantes em 2008, sete em 2009, 14 em 2010, 17 em 2011 e 21, até agora, em 2012.

Procedimentos

Existem dois tipos de transplantes, o autólogo e o alogênico. No Ceará, a técnica realizada é o transplante autólogo. O procedimento, feito pelo Hemoce e HUWC, é simples: os médicos descongelam as células sadias da medula que foram armazenadas e injetam no paciente, como se fosse uma transfusão de sangue normal.

Já o transplante alogênico é aquele em que o doador é uma terceira pessoa, com código genético compatível ao paciente.


Mais informações
Para ajudar Miguelzinho:
Banco do Brasil
Agência: 1218-1
Conta corrente: 48303-6
CPF: 609.964.873-95



fonte>>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1204355

Células-tronco da placenta são usadas para reforçar medula óssea


Uma menina de sete anos com anemia aplástica, uma mulher de 54 anos com linfoma e um homem de 45 anos com leucemia mieloide aguda receberam um tratamento experimental no Hadassah Medical Center, em Jerusalém. O tratamento, denominado Pluristem Therapeutics Placental eXpanded (PLX), consiste na introdução de células-tronco retiradas de placenta para fortalecer a medula óssea dos pacientes.
A menina veio a falecer, mas os outros pacientes estão respondendo bem à terapia. 
"O tratamento com células PLX pode ser classificado como milagre médico", disse o dr. Reuven Or, diretor de transplante de medula óssea do Hadassah.
"O resultado deste processo demonstra que as células PLX poderiam ser eficazes na utilização em pacientes com câncer, que poderiam receber transplante de medula óssea após severas aplicações de quimioterapia ou radioterapia, que danificam gravemente a medula", acrescentou.    
 fonte>>http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/11/19/celulas-tronco-da-placenta-sao-usadas-para-reforcar-medula-ossea/

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cadastro de doadores de medula deve ajudar soldador com leucemia


A família de um soldador de 27 anos que está com leucemia idealizou uma campanha para cadastro de doadores de medula óssea, em São João Boa Vista (SP). O evento, que será realizado neste sábado (17), das 7h30 às 12h, no campus II da Fundação de Ensino Octávio Bastos (Unifeob), vai aumentar as chances de um transplante e, com isso, a cura da doença.
Fernando Balbino descobriu a doença há quase dois anos e passou por sessões de quimioterapia na primeira fase do tratamento. Ele teve bons resultados, mas há três meses a leucemia voltou e sua única chance de cura passou a ser o transplante.
“Fico muito feliz por essa campanha e pelas pessoas que estão colaborando. Espero um resultado positivo para eu conquistar agora, o que é a minha conquista de vida, que é viver”, disse o soldador.
A Campanha
O cadastro é organizado pelo Hospital do Câncer de Jaú (SP). Qualquer pessoa saudável, com idade entre 18 e 55 anos, pode se candidatar à doação. Os doadores devem preencher um formulário com seus dados pessoais e depois é coletada uma amostra de sangue para o teste que verifica a compatibilidade do doador com o eventual receptor.

Os resultados ficam armazenados em um banco de dados e o doador é acionado quando a compatibilidade é confirmada. O cadastramento é feito apenas uma vez e os doadores devem manter suas informações de contato sempre atualizadas.

Mais informações sobre a doação de medula óssea podem ser obtidas no site do Instituto Nacional de Câncer (Inca).
Família organiza campanha para cadastro de doadores de medula óssea (Foto: Rodrigo Sargaço/EPTV)
Família organiza campanha para cadastro de doadores de medula óssea em São João da Boa Vista (Foto: Rodrigo Sargaço/EPTV)
VEJA O VÍDEO AQUI
V
http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2012/11/cadastro-de-doadores-de-medula-deve-ajudar-soldador-com-leucemia-sao-joao-da-boa-vista.html

Gonçalo já tem dador compatível!



Gonçalo Franco já tem um dador compatível! Depois de meses de sofrimento, o jovem encontrou um dador de medula óssea compatível para realizar o trabalho.

A notícia está a ser partilhada com muito entusiasmo pelo facebook.

Recorde-se que Gonçalo Franco, de 15 anos, trava uma batalha contra o tempo: dezembro era a data limite para encontrar um dador compatível de medula óssea.

A mãe, desesperada, desdobrou-se em campanhas de angariação de dadores de medula. Chegou a pensou em engravidar mas os médicos disseram-me que o Gonçalo não tinha tempo para esperar.

fonte>>http://www.lux.iol.pt/nacionais/goncalo-franco-dador-medula-cancro/1393188-4996.html
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HEMOACRE HOMENAGEIA DOADORES NA SEMANA DO DOADOR DE SANGUE

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Rejeição de transplante do ex-jogador Alex Alves é rara, explicam médicos Complicação grave após transplante de medula ocorre em 10% dos casos.

Atacante sofria desde 2007 com doença crônica e benigna no sangue.


A doença responsável pela morte do ex-jogador de futebol Alex Alves, de 37 anos, na manhã desta quarta-feira (14), ocorre quando há uma rejeição rara após um transplante de medula óssea, segundo informou em entrevista coletiva o médico hematologista Mair Pedro de Souza, que cuidou do paciente no Hospital Amaral Carvalho, em Jaú (SP), considerado um centro de referência em transplantes.

"Ele poderia ter sido transplantado antes, mas, por questões pessoais da família, prefiro não comentar. É um dia muito triste. Alex tinha uma doença rara e teve alterações que já afetavam outros órgãos antes do transplante. O procedimento foi bem sucedido. A medula se regenerou, mas a mesma medula causou rejeição ao corpo dele. Essa agressão atingiu pele, fígado e intestino", explicou o médico.

"Alex jogou de 2007 a 2010 e já tinha a doença, mas os exercícios durante esse período não interferiram nas complicações. Ele apresentou um quadro de trombose (coágulo) no membro inferior e no fígado, que já tinha alterações. A cada 1.900 transplantes de medula, apenas 20 têm essa mesma doença", disse Souza. Segundo ele, o paciente sabia dos riscos do transplante e estava confiante.
Alex Alves, que jogou em times como Vitória, Palmeiras, Cruzeiro, Atlético-MG, Vasco e Portugues, estava internado em Jaú e morreu às 8h40 da manhã desta quarta.
Em 2007, ele havia sido diagnosticado com uma doença chamada hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), que destrói os glóbulos vermelhos do sangue (hemácias). No fim de outubro, o ex-jogador precisou passar por um transplante de medula óssea e, duas semanas depois, acabou não resistindo ao procedimento.
A medula óssea é um tecido dentro dos ossos que produz glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. Dentro dos glóbulos brancos, existem os chamados "vigilantes", que controlam o nosso sistema de defesa, segundo o hematologista Afonso Vigorito, supervisor da unidade de transplantes do Hemocentro do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
"A doença do enxerto contra o hospedeiro aguda (que causou a morte de Alex Alves) é uma rejeição ao contrário, pois não é o organismo do paciente que recusa o tecido, são os novos glóbulos brancos introduzidos no transplante que reconhecem a pessoa como 'diferente' e se voltam contra ela", esclarece.
Na definição do hematologista Fabio Kerbauy, médico e pesquisador do serviço de transplante de medula óssea da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Hospital Israelita Albert Einstein, o sistema de defesa da pessoa é substituído, e nesse caso atípico ele começa a atingir as células do organismo – que, por sua vez, preparam um "contra-ataque".

Nessa situação, por mais compatível que o doador e o receptor sejam – Alex Alves recebeu a medula do irmão –, as células de defesa chamadas linfócitos começam a atacar o fígado, o intestino e a pele. No fígado, podem causar uma hepatite, com icterícia (pele amarelada); no intestino, o sintoma é diarreia; e na pele pode haver inchaço e uma vermelhidão localizada ou pelo corpo todo, com pequenas pintas que lembram um sarampo.

"Normalmente, essa doença aguda acontece depois que a medula 'pega', ou seja, depois que ela começa a se desenvolver no indivíduo transplantado. Isso se dá entre o 30º e o 100º dia", diz Vigorito.

Segundo o hematologista da Unicamp, não é comum tratar com transplantes a doença que Alex Alves teve. Essa indicação é feita em 5% a 10% dos casos. Entre os pacientes que acabam se submetendo a esse procedimento, de 30% a 50% podem evoluir para a doença do enxerto, e apenas 10% apresentam uma manifestação grave que acaba levando à morte.

"Apesar de rara, essa pode ser uma complicação do transplante, não temos como estimar quem serão os 10%. Antes do procedimento, o paciente sabe dos riscos", afirma o médico.

De acordo com Vigorito, casos de rejeição em geral podem ser controlados com o uso de medicamentos como corticoides e imunossupressores. E, antes mesmo do transplante, durante uma semana, as pessoas passam por um processo chamado condicionamento, que destrói todas as defesas do paciente para diminuir ainda mais o risco de rejeição do enxerto.


Hemoglobinúria paroxística noturna (HPN)

A hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), doença com a qual o ex-atacante foi diagnosticado há cinco anos, é um problema crônico do sangue considerado raro, porém benigno, segundo o hematologista da Unicamp.

"É um defeito na membrana que reveste os glóbulos vermelhos. Com essa falha na capa de proteção, a hemoglobina – proteína que contém ferro e carrega oxigênio – fica livre no sangue e vai para a urina, que fica escura. Isso se concentra mais à noite, por isso o paciente percebe o xixi marrom na primeira ida do dia ao banheiro", explica o médico.

Essa alteração provoca a destruição das hemácias do sangue, cuja função é transportar oxigênio e gás carbônico para os tecidos do corpo. Com isso, o indivíduo acaba tendo anemia, com fraqueza e falta de ferro e energia. Também pode apresentar outras complicações, como trombose. Mas a condição não evolui para leucemia, segundo Vigorito.

"O tratamento costuma ser feito com corticoides ou com um novo remédio que tem anticorpos específicos para inibir a destruição das hemácias. A HPN pode ser controlada, mas o que limita muito a qualidade de vida é a anemia", afirma o hematologista.

Segundo o médico, a HPN pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, e é uma doença adquirida, sem fatores genéticos ou hereditários associados. As chances de cura dependem do tratamento e das eventuais complicações.

O hematologista da Unicamp diz que essa doença só tem indicação de transplante de medula em três situações: quando a anemia não pode ser controlada pelo tratamento convencional, quando há tromboses repetidas, ou quando a medula para de funcionar.
O médico Fabio Kerbauy, do Albert Einstein, complementa que a cura definitiva só é possível após o transplante – do contrário, existe apenas controle, mas o problema pode evoluir.

Sonhava com jogo festivo

De acordo com enfermeiros do hospital onde Alex Alves estava internado, o paciente estava animado com a recuperação, conversava por telefone com o ex-jogador Vampeta e sonhava com a chance de fazer um jogo festivo em Jaú. Além disso, ele mantinha a vaidade e não queria receber visitas enquanto estivesse com o corpo inchado.

O oncologista Mair Pedro de Souza disse que Alex Alves comentava muito sobre os amigos, principalmente de Vitória, e recebia muitas mensagens do país e do exterior.

fonte>>http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/11/rejeicao-de-transplante-do-ex-jogador-alex-alves-e-rara-explicam-medicos.html
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CIDADE REALIZA CAMPANHA PARA DOAÇÃO DE SANGUE

Mãe faz apelo: «O Gonçalo tem de encontrar um dador compatível até dezembro»



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Até ao dia 18 de agosto, a vida de Gonçalo Franco era igual à de tantos outros adolescentes da sua idade. Bonito, cheio de saúde, praticava basquetebol federado no Clube de Basquetebol de Queluz, frequentava o 10º ano da área de Ciências e dividia os tempos livros entre os amigos, a playstation e os jogos da NBA, como fã dos Miami Heats.

Foi já no final das férias, na companhia dos pais, Ana Cláudia e Luís Franco, que o aparecimento de uma aparentemente normal amigdalite o obrigou a enfrentar uma nova realidade: sofre de aplasia da medula, a mesma doença que afetou Gustavo, de 3 anos, filho do futebolista Carlos Martins, que entretanto já lhe fez uma simpática visita.

Gonçalo trava agora uma batalha contra o tempo: dezembro é a data limite para encontrar um dador compatível de medula óssea.

A mãe, Ana Cláudia Franco, não quer pensar em cenários derrotistas e desdobra-se em ações de campanha de angariação de novos dadores. Durante a entrevista, as lágrimas e as emoções «atraiçoaram-na» algumas vezes e desabafou: «Os dias vão passando e a angústia aumenta. Mãe nenhuma merece passar por isto.»

«Não há ninguém compatível! Pensei em engravidar, mas o médico disse-me logo que o Gonçalo não tem tempo para esperar!», explicoua mãe angustiada.

Ana Franco tem-se desdobrado em campanhas de angariação de dadores de medula. «Os antigos colegas de escola dele de Massamá andaram porta a porta a distribuir panfletos a pedir ajuda para o Gonçalo. Também temos feito várias campanhas e há muita gente a participar, a partilhar... É tão simples ser dador de medula óssea e é isso que eu peço às pessoas: registem-se! Penso que não deve haver nada melhor do que ser dador de medula e poder salvar a vida de alguém, não interessa o rosto ou o nome.»

Desde agosto que Gonçalo não produz glóbulos brancos. Por isso mesmo, além do uso da máscara, antes de sair da cama,
a casa é toda desinfetada com álcool. A mãe confessa que lhe custa não poder abraçar o filho. «Não posso dar-lhe beijos, estarmos encostados um ao outro... Custa-me não ter essa ligação e eu gosto tanto de estar agarradinha a ele...»

fonte>>http://www.lux.iol.pt/nacionais/goncalo-franco-aplasia-da-medula-dadores-transplante-medula-petequias/1392784-4996.html
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Doador de medula terá atendimento preferencial em bancos de Campinas


Os doadores de medula óssea vão ter atendimento preferencial a partir do próximo ano em bancos e estabelecimentos comercias de Campinas (SP). A lei municipal foi publicada nesta segunda-feira (5) no Diário Oficial.
Para deixar de enfrentar as filas no atendimento, as pessoas deverão estar inscritas no Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome). Além disso, os estabelecimentos deverão afixar em local visível uma placa sobre a prioridade.
A medida também é válida para os serviços bancários, mesmo que o doador não seja cliente da agência. Procurada pelo G1, a Federação Brasileira de Bancos afirmou que o departamento jurídico analisa o conteúdo da lei e não se posicionou sobre o caso.
Para os responsáveis que descumprirem a medida será aplicada a multa de R$ 234. Caso ocorra reincidência, passará ser inscrita em dívida ativa e cobrada coercitivamente, no caso de não pagamento. No entanto, segundo o regulamento para o estabelecimento autuado será garantido a ampla defesa para recorrer a defesa. 
FONTE>>http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2012/11/doador-de-medula-tera-atendimento-preferencial-em-bancos-de-campinas.html

HEMOBA CONVOCA DOADORES DE SANGUE PARA REPOR ESTOQUE

FESTAS DE FIM DE ANO PREJUDICAM ESTOQUE DE SANGUE NO ALTO DO TIETE

BANCO DE SANGUE DE SERTÃOZINHO PRECISA COM URGENCIA DE DOADORES DE SANGUE TIPO "O NEGATIVO"

CURADO, JOÃO BOMBEIRINHO DEVE TER ALTA NA PROXIMA SEGUNDA- FEIRA

Exatamente cinco anos após ser diagnosticado com leucemia, o menino João Daniel de Barros, o "João Bombeirinho", 6 anos, recebeu a notícia de que está curado. No fim da manhã deste sábado (10) saíram os resultados dos exames apontando que o organismo aceitou a medula do doador que era 90% compatível.

"Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Rezei tanto para que a medula pegasse e graças a Deus isso aconteceu", contou emocionada a mãe do garoto, Ana Paula Estevam. "O João está muito feliz. Quando recebeu a notícia ele começou a pular sobre a cama de tanta felicidade".

Segundo a mãe, a previsão é que João Bombeirinho receba alta médica e deixe o Hospital das Clínicas, em Curitiba, na próxima segunda-feira (12), 19 dias após ter sido submetido ao transplante de medula óssea, realizado no último dia 24 de outubro. A previsão inicial de internamento pós-operatório era 30 dias.

Na quinta-feira (8), Ana Paula já demonstrava confiança e otimismo em relação a uma recuperação surpreendente do filho. Na ocasião, ela se emocionou a ver o garoto voltar a se alimentar normalmente após 21 dias se alimentando por sonda.

Mesmo após receber alta, João continuará em Curitiba por mais alguns meses, pois precisará tomar medicações diariamente no hospital. Se tudo correr bem, João deve voltar a Maringá em fevereiro de 2013.

João virou símbolo da campanha para doação de medula óssea em 2010, quando foi homenageado pelo Corpo de Bombeiros. Portador de leucemia, ele saiu do Hospital do Câncer de Maringá pela janela, "resgatado" com a ajuda de uma escada magirus. Desde então o garoto buscava um doador, encontrado somente nos Estados Unidos



FONTEhttp://maringa.odiario.com/maringa/noticia/703249/curado-joao-bombeirinho-deve-deixar-o-hospital-na-segunda-feira/

sábado, 10 de novembro de 2012

Mês do Doador de Sangue é comemorado com campanha em Fernandópolis

O Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue será comemorado em 25 de novembro. Trata-se de uma data estratégica que tem duas funções básicas. A primeira delas é homenagear o doador e a segunda é mostrar à sociedade a importância da doação.

Na próxima semana, entre os dias 11 a 18, o Hemocentro, antecipando as comemorações da “Semana do Doador”, realizará uma campanha de arrecadações, com uma programação especial e cheia de atrativos.

A campanha terá como proposta incentivar novos voluntários e convocar os que já são colaboradores para que mais uma vez se solidarizassem com a causa.

Neste período haverá entrega de camisetas a todos os doadores como forma singela de agradecimento por este gesto nobre que é a doação de sangue.

A colaboração da comunidade, especialmente agora que se aproximam as festas de final de ano, é de extrema importância para que o estoque de sangue esteja garantido. Nesta época há uma grande queda no número de doadores e uma maior demanda dos hospitais à procura do material.

Benefício

Quem doa sangue recebe alguns benefícios, um dia de folga no trabalho ou na escola, além de submeter a exames para detectar sífilis, doença de Chagas, HIV e as hepatites A, B e C, entre outras. O resultado é enviado para a residência do doador em até 15 dias.

O atendimento do Hemocentro de Fernandópolis, durante a semana comemorativa, será de segunda à sexta-feira, das 7h30 às 18h30h, sábado, domingo e feriado das 08h às 12h.

O Hemocentro está situado na rua Santista, n.º 266, Jardim Santista, ao lado do Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia. O telefone para maiores informações é o (17) 3442-5544.


FONTE

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=91631308&tid=5763028066081139458

Hospital Conceição terá cadastro de doadores de medula óssea no RS


Serviço será implantado em Porto Alegre até o fim do mês de novembro.
Capital do Rio Grande do Sul já conta com outros três hospitais habilitados.

O Grupo Hospitalar Conceição pretende implantar até o fim de novembro o cadastro de doadores de medula óssea. A notícia foi anunciada durante encontro das comissões intra-hospitalares de doação de órgãos, em Porto Alegre, nesta quarta-feira (7).

Atualmente, a Santa Casa de Misericórdia, o Hospital de Clínicas e o Hemocentro são os locais habilitados na capital. O sistema do Conceição vai funcionar em parceria com o banco de sangue do hospital e pretende ampliar o número de possíveis doadores. Para integrar o cadastro, a pessoa precisa preencher um formulário e doar uma pequena amostra de sangue.


FONTE COM VIDEO


http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/11/hospital-conceicao-tera-cadastro-de-doadores-de-medula-ossea-no-rs.html

Doadores de sangue participam da Corrida pela Vida movidos pela solidariedade

O trajeto é de cinco quilômetros, com largada e chegada na pista de atletismo da Vila Olímpica de Manaus.



Manaus - A Semana Nacional do Doador Voluntário de Sangue será encerrada no Amazonas com a 10ª edição da Corrida pela Vida, no dia 24 (sábado) de novembro, com saída da Vila Olímpica, localizada na Avenida Pedro Teixeira, nº 400, D. Pedro, zona centro-oeste de Manaus, às 8h.

A corrida, além de ser uma competição usada como seletiva para a corrida de São Silvestre, promove também um momento de celebração entre aqueles que, movidos pela solidariedade, doam sangue regularmente no Hemoam.

Neste ano, serão quatro categorias: Doador; Aberta (público em geral); Portador de Necessidades Especiais e Cadeirante, com premiação especial aos vencedores e medalhas de participação a todos os inscritos.

Percurso

O trajeto é de cinco quilômetros, com largada e chegada na pista de atletismo da Vila Olímpica de Manaus, passando pela Avenida Pedro Teixeira, seguindo em direção ao conjunto residencial Aristocrático, na Avenida Constantino Nery, e depois passando pelas avenidas Darcy Vargas e Pedro Teixeira, para retornar à Vila Olímpica.

Inscrições

Doadores, corredores profissionais e sociedade em geral podem se inscrever na sede do Hemoam, na Avenida Constantino Nery, bairro Chapada, zona centro-oeste, ou na sede da Sejel, na Avenida Pedro Teixeira, D. Pedro, zona centro-oeste, até o dia 23 de novembro.

O valor da inscrição é uma lata de leite ou um pacote de fralda descartável. As doações serão destinadas à entidade social Grupo Raio de Sol, que atende às crianças em tratamento no Hemoam.

Semana Nacional do Doador

No período de 19 a 24 de novembro, a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) comemora a Semana Nacional do Doador de Sangue.

Nesses dias, os doadores terão atendimento diferenciado com palestras, lanche especial, homenagens e mensagens de agradecimento. O diretor do Hemoam, Nelson Fraiji, ressalta que tanto a Semana Nacional quanto a Corrida pela Vida são oportunidades para sensibilizar a população sobre a necessidade das doações de sangue regulares.

O evento será realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) com o apoio da Secretaria de Juventude Esporte, Desporto e Lazer (Sejel).



FONTE


http://www.d24am.com/noticias/amazonas/doadores-de-sangue-participam-da-corrida-pela-vida-movidos-pela-solidariedade/73066

Sangue do cordão umbilical salva um doente de câncer por mês

Pacientes recebem o material genético por meio do transplante de medula. Achar um doador compatível é raro, mas aumento das doações já permitiu 140 procedimentos desde 2004

Sangue do cordão umbilical é usado em transplante de medula óssea para pacientes com câncer

Todo mês, o sangue do cordão umbilical, coletado instantes após o nascimento da criança, salva a vida de um doente de câncer no Brasil.

Os dados são do Instituto Nacional do Câncer (Inca) que armazena 12 mil cordões umbilicais em 12 bancos públicos nacionais. Desde 2004, ano da criação da rede nacional de bancos públicos de cordão umbilical (Brasilcord), até setembro de 2012, já foram realizados 140 transplantes por meio destes materiais – média de 1,4 cirurgia por mês.


Saiba mais sobre células-tronco do cordão umbilical

Os pais dos recém-nascidos que decidem pela doação desconhecem a identidade dos pacientes que serão contemplados com o material genético, rico em células-tronco.

Após ser armazenado em bancos especializados e públicos, o cordão é utilizado no transplante de medula óssea, tratamento indicado para alguns casos de leucemia e linfoma , além de outras doenças sanguíneas graves, como a anemia congênita.

“Nos próximos cinco anos, teremos 17 bancos de cordão umbilical públicos e a estimativa é conseguirmos 75 mil materiais genéticos armazenados”, afirma o diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea (CEMO) do Inca, Luis Fernando Bouzas.

Os brasileiros são muito miscigenados e para fazer o transplante é preciso compatibilidade genética. Por isso, defendem os especialistas, a importância de ampliar o armazenamento.

“Com a criação de bancos no Amazonas, Maranhão, Bahia e Mato Grosso do Sul, será mais fácil conseguir doadores compatíveis e salvar a vida de mais pessoas que hoje estão na fila de espera por uma medula”, completa Bouzas.

Atualmente, a maior parte dos pacientes beneficiados pelas células do cordão é criança.

“Por serem mais pesados e maiores, os pacientes que pesam mais de 50 quilos exigem mais células-tronco, insuficientes em apenas um cordão compatível retirado de um recém-nascido. Com mais material disponível será possível beneficiar também os adultos doentes. Neles, poderemos usar dois cordões na cirurgia caso estejam disponíveis.”

Bancos privados e poucos transplantes

Os cordões umbilicais usados nos 140 transplantes foram coletados nas 24 maternidades credenciadas pelo Inca (públicas ou filantrópicas) e sem nenhum vínculo de parentesco entre doador e receptor.


Doação do cordão umbilical define a escolha da maternidade

Não são todas as gestantes que podem doar para o Brasilcord. O parto precisa ser realizado em um dos hospitais do grupo, a mulher precisa ter mais do que 18 anos, ter feito no mínimo duas consultas de pré-natal documentadas e ter mais do que 35 semanas de gravidez e ser saudável.

Além dos bancos públicos existem muitos bancos privados de cordão que oferecem o armazenamento do material genético. Nesta rede privada, a escolha da maternidade é livre e os custos do armazenamento variam entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, além de mensalidades anuais de cerca de R$ 500.

Na rede particular, entretanto, o sangue armazenado só pode ser usado no transplante de medula feito no próprio paciente (cirurgia chamada de autóloga) ou podem ser doados para parentes que adoeçam de linfoma ou leucemia com indicação de cirurgia.

Mãe planeja a filha para curar a outra

LEIA AQUI
V
http://saude.ig.com.br/minhasaude/2012-05-12/maecoragem-ela-planejou-uma-filha-para-curar-a-outra.html

Segundo relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nestas instituições pagas estão armazenadas 62.050 bolsas de sangue de cordão umbilical, 517% a mais do que o existente na rede pública. Ainda assim, os bancos públicos fizeram 17 vezes mais transplantes.

Até agora, “apenas oito utilizações terapêuticas no período foram feitas (pelos bancos privados)”, informou a Anvisa, sendo três transplantes autólogos e cinco entre familiares.

Apostas

O Ministério da Saúde é contra o funcionamento dos bancos privados de cordão umbilical por conta da pouca utilização do material em transplantes “principalmente pela falta de utilidade pública e pela forma enganosa como tem sido feita a propaganda dos bancos privados”, escreve o Inca em seu site.

Já o médico Adelson Alves, fundador da CordCell – rede de bancos privados de cordão – rebate que atualmente existem 2 mil protocolos de pesquisas clínicas no mundo para o uso das célula-tronco do cordão umbilical no tratamento das mais variadas doenças.

“É uma revolução na medicina. No Brasil são três linhas de pesquisas executadas só com o nosso grupo de bancos credenciados, voltadas para o tratamento de esclerose lateral, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e epilepsia”, afirma.

Superação : "Eu vivo. Não conto o tempo", diz portadora de DPOC

Por ora, o material genético do cordão umbilical só pode ser usado de forma terapêutica para os transplantes de medula, mas Alves ressalta que o armazenamento pode ser uma aposta para o futuro.

“Seja em banco público ou privado. O que eu defendo é que as pessoas façam as doações, cada vez mais”, diz Alves.


FONTE

http://saude.ig.com.br/minhasaude/2012-11-09/sangue-do-cordao-umbilical-salva-um-doente-de-cancer-por-mes.html

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

BANCOS DE SANGUE PRECISAM DE REFORÇOS PARA ESTA ÉPOCA DE FERIADOS

HEMOCENTRO DE DOURADOS CONVOCA DOADORES DE SANGUE

FERIADOS ALERTAM PARA REDUÇÃO DE ESTOQUE DE SANGUE EM BOTUCATU,SP

DIA 10 DE NOVEMBRO É DIA DE CORINTHIANO DOAR SANGUE

SECRETÁRIA FAZ CAMPANHA POR DOAÇÃO DE SANGUE ANTES DOS FERIADOS

CAI NUMERO DE DOADORES DE SANGUE EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO,SP.