segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Internet vira arma para achar doadores de sangue


O ribeirão-pretano vai poder contar com mais uma ferramenta para cadastro de doadores de sangue. Um aplicativo do Ministério da Saúde na rede social Facebook criou um banco de sangue online, com o objetivo de reunir doadores de todo o país e direcioná-los para os hemocentros mais próximos das suas cidades.
O Hemocentro de Ribeirão Preto confirmou ontem que já estão sendo feitas adaptações internas, para que possa começar a convocar doadores a partir desse banco online, que hoje conta com quase 10 mil membros.
Segundo o Ministério da Saúde, todos os serviços de hemoterapia têm acesso ao aplicativo e seus dados. O Hemocentro de Ribeirão consta na lista, quando o usuário aponta para o centro desse tipo mais próximo de sua cidade.
Para fazer parte do Banco de Sangue Online basta ter uma conta no Facebook e acessar o aplicativo, fazendo o cadastro com o tipo sanguíneo, idade, cidade e estado. O voluntário que clicar na opção relativa ao desejo ser doador para caso de falta de sangue no hemocentro de sua região é convocado por e-mail até a unidade de hemoterapia mais próxima. Ali, terá de realizar todo o processo comum para ser doador, que é aplicado nos hemocentros.
Sugestão de usuários
O Banco de Sangue Online foi lançado em maio de 2012. Em nota, o Ministério da Saúde diz que o motivo da sua criação tem a ver com a disseminação, cada vez maior, das redes sociais para projetos desse tipo, sobretudo entre amigos, familiares e conhecidos.
"Por exemplo, o internauta mora em Brasília, mas tem uma tia em Salvador. Então, ele colocava uma pergunta no Facebook pra todos os seus amigos, perguntando se conheciam alguém daquele local para doar sangue e em que hospital isso poderia ser feito. Com o aplicativo, pode-se fazer isso filtrando por tipo sanguíneo, como enviar mensagens aos cadastrados do tipo sanguíneo O+, de Salvador", explica a nota.
Além das mensagens de incentivo à doação de sangue postada pelos doadores cadastrados, é possível saber a porcentagem de doadores de cada tipo de sangue no banco. Por exemplo, no final da tarde de ontem, a grande maioria das pessoas que integram a rede informam ser O+. Em segundo lugar estão os A+. 

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