domingo, 17 de fevereiro de 2013

Ex-miss Campinas precisa de doadores de medula


Miss Campinas de 2004, a modelo Aline Rodrigues, de 29 anos, está com leucemia


Aline venceu em 2004: necessidade urgente de transplante de medula na luta contra a leucemia

A miss Campinas de 2004, a modelo Aline Rodrigues, de 29 anos, está com leucemia e precisa de um transplante de medula óssea. Segundo uma amiga dela, a empresária Cristiane Durante, o organismo da modelo está debilitado em razão das sessões de quimioterapia. “Ela está muito debilitada e precisa urgentemente de um transplante. E, como as chances de encontrar uma pessoa compatível são difíceis, precisamos de muitos voluntários para encontrar um doador”, disse Cristiane, que está à frente de uma campanha em prol da saúde da modelo.

Não foi a primeira vez que Aline sofre com um câncer. Logo depois de receber o título de miss Campinas, ela teve a sua carreira de modelo interrompida ao descobrir que tinha um câncer chamado Linfoma de Hodgkin, que se origina nos gânglios do sistema linfático. Seu primeiro tratamento foi em abril de 2007 e, na ocasião, suas chances de engravidar eram pequenas.

“Ela ficou muito triste, porque seu grande sonho era ser mãe. Exatamente nove meses depois de receber a notícia, Igor nasceu. Hoje ele tem 4 anos e é a razão de sua vida.” A modelo continua na luta contra a leucemia e pede ajuda das pessoas. A família da garota Eduarda Valle Ros Tudela, de 7 anos, também espera por voluntários. A menina tem uma doença rara chamada aplasia de medula e apenas o transplante é possível curá-la. A prima Juliet Joyce de Araújo, de 23 anos, é quem está a frente da campanha.

Caso a pessoa decida doar às pacientes ela precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e comparecer a um dos locais que fazem a coleta na região de Campinas: no Hospital Municipal Dr. Mario Gatti (telefone: 3272-5501), no Hemocentro da Unicamp (telefone: 3521-8705), na PUC-Campinas campus II (telefone: 3343-8423), no Hospital Estadual de Sumaré (telefone: 3883-8909) ou no Centro Infantil Boldrini (telefone: 3787-5028).

Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Esses testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação. (Gláucia Santinello/ AAN)

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