terça-feira, 14 de maio de 2013

Como funciona o cadastro de doadores de medula óssea


Para integrar o cadastro de doadores, é necessário que a pessoa tenha entre 18 e 54 anos, boa saúde e não apresente doenças como as infecciosas ou hematológicas. Antes de se cadastrar, os potenciais doadores recebem informações sobre o processo de doação e deve apresentar documento oficial de identidade, com foto; preencher alguns documentos e colher uma amostra de aproximadamente cinco mililitros de sangue.
Na amostra de sangue do candidatado à doação de medula óssea é realizado o exame Antígenos Leucocitários Humanos (HLA). Esse exame determinará as características genéticas necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. O tipo de HLA será registrado no Cadastro Nacional de Medula Óssea (Redome), vinculado ao Instituto Nacional do Câncer (Inca).
A partir do cadastro dos doadores há um cruzamento de dados entre o resultado de compatibilidade do doador cadastrado no Redome e o do paciente, informação que fica armazenada no Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme).
Se o candidato for considerado compatível com um paciente, ele será consultado, mais uma vez, para decidir sobre a doação. Com a confirmação do doador, outros testes sanguíneos serão feitos para confirmar a compatibilidade. Em seguida, o candidato passa por rigorosos exames para avaliação da sua saúde e, se tudo der certo, ele se tornará um doador.
Para coleta da medula de um doador há duas formas básicas: punções no osso da bacia, por meio de agulhas especiais, sob efeito de anestesia. Nesse caso, os doadores passam por um pequeno procedimento cirúrgico, de aproximadamente 90 minutos. Outro procedimento que pode ser adotado é a aférese (procedimento que coleta componente específico do sangue, por intermédio de uma máquina), que se assemelha a uma doação de sangue, não necessitando de internação nem aplicação de anestesia no doador.
A escolha sobre o tipo de coleta não é uma decisão do doador ou do paciente, mas sim uma indicação médica, de acordo com o tipo de patologia ou diagnóstico do paciente, segundo a Fundação Hemominas.
A chance de encontrar um doador compatível entre irmãos, filhos de mesmo pai e mesma mãe é estimada em 25% a 30%, aproximadamente. Entre pessoas não aparentadas, essa possibilidade pode chegar a um para 100 mil candidatos cadastrados. Desta forma, quanto mais candidatos cadastrados, maiores as chances de se encontrar o doador ideal para os pacientes que precisam de transplante.
Confira os endereços da Fundação Hemominas onde é possível se cadastrar como doador de medula óssea
- Além Paraíba: Rua Felizardo Esquerdo, 21 – (32) 3462-4597
- Belo Horizonte: Região Central – Alameda Ezequiel Dias, 321 -(31)3248-4515/ 3248-4516 – Região do Barreiro – Avenida Dr. Cristiano Resende, 2.505 – (31) 3390-8014
- Betim: avenida Salvador Gonçalves Diniz, 191 – (31) 3595-1010
- Diamantina: Rua da Glória, 469 – (38) 3532-1354
- Divinópolis: Rua José Medesff, 221 – (37) 3222-1344
- Governador Valadares: Rua Rui Barbosa, 149 – (33) 3271-6600
- Ituiutaba: Avenida 5ª, s.n° (c/ 38, nº 40) – (34) 3269-0005
- Juiz de Fora: Rua Barão de Cataguazes, S/N – (32) 3257-3114
- Manhuaçu: Rua Frederico, 289 – (33) 3331-1021
- Montes Claros: Rua Urbino Viana, 640 – (38) 3218-7814
- Passos: Rua Dr. José Lemos Barros, 313 – (35) 3522-4202
- Patos de Minas: Rua Major Gote, 1.255 – (34) 3822-9646
- Poços de Caldas: Avenida José Remigio Prezia, 303–(35)3712-9012/3712-9015
- Ponte Nova: Rua Carlos Gomes, 17 – (31) 3817-7321
- Pouso Alegre: Rua Comendador José Garcia, 825 – (35) 3422-9277
- São João del-Rei: Rua Prefeito Nascimento, 175 – (32) 3371-3389
- Sete Lagoas: Avenida Dr. Renato Azeredo, 3.170 – (31) 3774-5074
- Uberaba: Avenida Getúlio Guaritá, 250 – (34) 3312-5713
- Uberlândia: Rua Levino de Souza, 1.845 – (34) 3222-8801

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