quarta-feira, 26 de junho de 2013

Santo André entra na campanha ‘Vida pela Vida’ para doação de sangue

Ação conjunta ocorrerá de 24 de junho a 6 de julho na cidade; Centro Hospitalar Municipal e Hospital Estadual Mário Covas serão postos fixos de coleta espontânea   
 
A pessoa não fica mais rica nem mais pobre. Não engorda ou emagrece. Muito menos adoece. Mas, com certeza, é autora de ato de amor ao próximo. É dentro desse gesto de cidadania que a Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Saúde, investirá na campanha Vida pela Vida de doação espontânea de sangue entre 24 de junho e 6 de julho. Além do governo municipal, a ação solidária traz como parceiros a entidade Jeda (Juventude Esperança do Amanhã), a Diocese de Santo André – responsável pelas 98 paróquias do Grande ABC – e a Colsan (Associação Beneficente de Coleta de Sangue), que abastece seis hospitais da região. Nesta sexta-feira (21), o governo fará o pré-lançamento, que está programado para as 14h, no Paço, com flash mob (mobilização dos jovens atendidos pela instituição filantrópica).  
 
Os postos de coleta em Santo André, ao longo da campanha, estarão concentrados no CHM (Centro Hospitalar Municipal) e no Hospital Estadual Mário Covas, que funcionarão de segunda-feira a sábado, das 8h às 13h. Nos dias 25 e 26, em especial, o Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein, no Parque Novo Oratório, abre suas portas à doação de sangue – no mesmo horário. O doador deve ter entre 16 e 67 anos, sendo que a primeira deve ter sido feita antes dos 60 anos; pesar acima de 50 quilos e estar em boas condições de saúde. A pessoa deve levar documento oficial com foto.
 
“É um movimento interessante das entidades da sociedade civil e de representantes da Diocese, junto da população, que a Prefeitura de Santo André não poderia ficar de fora, principalmente pela importância da causa”, afirmou Antônio Padre, assessor técnico da Secretaria de Saúde. Outro ponto a ser destacado, segundo Padre, fica por conta de a campanha atingir o público-alvo: os jovens. “A juventude tem de ser sensibilizada que é doador em potencial”, ressaltou.
 
O que foi confirmado pela psicóloga Maria Keiko Sakaragui, que faz parte da instituição Jeda, fundada há 29 anos e localizada no bairro Bela Vista. Lá, a entidade, sem fins lucrativos, faz trabalho socioeducativo com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social do município, entre 6 e 18 anos. Somente no ProJovem, programa do governo federal e em parceria com a Secretaria de Inclusão Social, são atendidos 125 adolescentes, entre 14 e 18 anos. 
 
Para Keiko, a força da juventude é fundamental para a mobilização das pessoas. “Se por acaso, o adolescente ainda não puder doar o sangue pela idade, por exemplo, não tenho dúvidas que conseguirá chamar o pai e a mãe para fazê-lo. Ou seja, no futuro, será um adulto mais consciente e menos resistente a esse gesto de amor ao próximo”, afirmou a psicóloga. Junto do marido, Roberto de Carvalho, presidente da Jeda, pretende estender a campanha a outros municípios do Grande ABC até o fim deste ano. “Santo André faz parte deste projeto-piloto”, explicou.
 
Com o tema da Campanha da Fraternidade deste ano voltado aos jovens e à 28ª Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, de 23 a 28 de julho, a igreja católica, aqui representada pela Diocese de Santo André, aposta na campanha para atrair esse público e conscientizá-lo sobre um problema que pode atingir a todos em algum momento da vida: a necessidade de transfusão de sangue por motivo diverso. Do outro lado, pacientes à espera de um doador.
 
ESTOQUE – Todo sangue doado na Vida pela Vida será encaminhado para a Colsan, entidade que abastece os hospitais públicos a partir de quatro postos de coleta – dois em Santo André, um em São Bernardo e um em São Caetano. “Neste momento, temos estoque entre 10 e 15 dias. O ideal seria para 20 dias”, apontou Solange Rios, gerente administrativa da Colsan no Grande ABC, ao ressaltar que o número de doadores costuma cair em períodos de férias (julho, dezembro e janeiro) e com a chegada do inverno.
 
O representante da Secretaria de Saúde Antônio Padre ressaltou a importância da Colsan para o sucesso da campanha municipal – instituição fundada em agosto de 1959 e presente em, pelo menos,  50 cidades e com a responsabilidade pelo fornecimento de hemocomponentes para cerca de 100 hospitais públicos e filantrópicos. “A campanha não se daria sem a entidade de banco de sangue”, apontou o assessor de Santo André. Segundo os números da regional ABC, que existe há 12 anos com filial em São Bernardo, o CHM e o Hospital Mário Covas têm capacidade para 3.500 doadores por mês. No entanto, conseguem entre 2.700 e 2.800 pessoas. “Toda e qualquer parceria sempre é válida”, afirmou Solange.  
 
Serviço
Campanha Vida pela Vida
Data – de 24 de junho a 6 de julho. 
Horário para doação – das 8h às 13h, de segunda-feira a sábado.
Postos de coleta –  CHM (Centro Hospitalar Municipal) - Avenida João Ramalho, 326. Vila Assunção; Hospital Estadual Mário Covas - Rua Dr. Henrique Calderazzo, 321. Bairro Paraíso e Hospital da Mulher - Rua América do Sul, 285. Parque Novo Oratório (somente nos dias 25 e 26 de junho).
 
Sobre a Secretaria de Saúde
Com recurso de R$ 384,1 milhões, a Secretaria de Saúde recebeu o maior repasse do orçamento total da Prefeitura de Santo André para 2013. O atual governo tem na Saúde uma de suas prioridades, inclusive com a construção de novos equipamentos públicos ao usuário do SUS (Sistema Único de Saúde), como o Hospital de Urgência, que será criado para dar retaguarda às UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) 24 horas. 
A rede de saúde municipal é composta por 33 UBSs (Unidades Básicas de Saúde), dois hospitais (Centro Hospitalar Municipal e Hospital da Mulher), cinco Caps (Centros de Atenção Psicossocial), duas residências terapêuticas, um consultório de rua, 14 Centros de Referências e Especialidades, três UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), três unidades de Pronto Atendimento 24 horas e um laboratório de análises clínicas, além do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
A Secretaria de Saúde trabalha em parceria com a Faculdade de Medicina da Fundação do ABC, que oferece vários serviços e atendimentos à população. Na área da Vigilância à Saúde, o município dispõe de divisões de Vigilância Epidemiológica e Sanitária, e de Controle de Zoonoses. A Pasta também oferece apoio diagnóstico e terapêutico, desde municipal até terceirizado por meio de contratos e convênios.
 
A respeito de Santo André
 
O município foi fundado oficialmente em 8 de abril de 1553. Com área de 174,38 km², está localizado no Grande ABC (Região Metropolitana de São Paulo), distante 18 km da Capital. A cidade é estratégica para o setor logístico, pois está inserida no principal polo econômico do país, próxima a algumas das principais rodovias estaduais e federais, as quais dão acesso ao Porto de Santos e aos aeroportos de Cumbica e de Congonhas. 
 
Conforme último censo, divulgado em 2011, Santo André possui 678.486 habitantes. No mesmo ano, o PIB (Produto Interno Bruto) foi de R$ 16,9 bilhões, sendo o 29º maior do país e o 10º maior entre as cidades do Estado de São Paulo. O orçamento de 2013 é de R$ 2,4 bilhões.
 

ONG quer viabilizar transplante de medula óssea com ampliação do hospital

Com quase 18 anos de trabalho e um hospital de mais de 10 mil m² construído, o Grupo Luta pela Vida, ONG mantenedora do Hospital do Câncer de Uberlândia, segue com grandes propósitos. O maior deles é reduzir o tempo de atendimento, que varia conforme o tipo de tratamento. Os mais próximos de serem realizados são a construção de um bloco cirúrgico e de um laboratório de transplante de medula óssea, que correspondem a uma ampliação de aproximadamente mais 8 mil m². Parte deste projeto tem possibilidade de ficar pronta ainda neste ano.
Atualmente, as cirurgias dos pacientes de oncologia são feitas no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) e não há, nem na cidade nem na região, local para os transplantes de medula óssea, necessários nos casos dos chamados tumores moles, como a leucemia.
Hospital é administrado pelo Grupo Luta pela Vida (Foto: Paulo Augusto)
Hospital é administrado pelo Grupo Luta pela Vida (Foto: Paulo Augusto)
Hospital é administrado pelo Grupo Luta pela Vida
“O transplante que é necessário em quase 80% dos casos de tumores moles são os transplantes autólogos. Isso nós vamos começar em um curto período de tempo. Provavelmente, até o fim do ano, devemos ter algum espaço para experiência com esses transplantes. Mas existem os outros 20%, que é quando se necessita de doador e de um ambiente diferenciado. E isso é um pouco mais complicado”, afirmou o presidente do Grupo Luta pela Vida, Fernando Antônio Ferreira.
Quanto ao bloco cirúrgico, a intenção é construir oito salas. “Ainda não temos o projeto pronto, mas sabemos que serão investimentos muito significativos”, disse o administrador da ONG, Daniel Antunes. O orçamento previsto pelo Grupo Luta pela Vida para este ano é de cerca de R$ 3,5 milhões, mas ele não inclui as obras.
Todas as ampliações, assim como a construção do Hospital do Câncer, inaugurado em 2000, foram possíveis por meio da mobilização da comunidade. “O hospital foi todo construído com doações. Uns doavam um pouco de tijolo, alguns doaram heranças, terrenos. Nós rifávamos carro e fazíamos eventos na cidade inteira”, disse Ferreira.
A manutenção da unidade é feita pelo Grupo Luta pela Vida, que também arca com equipamentos e obras. O atendimento, oferecido gratuitamente via Sistema Único de Saúde (SUS), é gerenciado pela UFU. “Se fôssemos esperar pela obrigação do poder público, estaríamos do mesmo jeito até hoje”, afirmou o presidente da ONG.
Eurípedes Barra diz que média de cura no hospital é de 70% (Foto: Marcos Ribeiro)
Eurípedes Barra diz que média de cura no hospital é de 70% (Foto: Marcos Ribeiro)
Eurípedes Barra diz que média de cura no hospital é de 70%
De acordo com o diretor do Hospital do Câncer, o médico Eurípedes Barra, o Grupo Luta pela Vida permitiu que o tratamento oncológico oferecido em Uberlândia se tornasse referência, equiparando-se a alguns serviços privados. “A Ong permitiu que o setor de oncologia se diferenciasse dos demais setores do Hospital de Clínicas”, afirmou.
Segundo o médico, o índice médio de cura no Hospital do Câncer é de 70% dos pacientes, o que é compatível com os índices mundiais de qualificação. “A população de Uberlândia deve se orgulhar de ter o Hospital do Câncer e de ter o Grupo Luta pela Vida como representante.”
Capacidade é extrapolada em 25%
O Hospital do Câncer de Uberlândia tem atualmente entre 1,8 mil e 2 mil pessoas em tratamento e funciona 25% acima da capacidade. Por dia, são atendidos uma média de 150 pacientes, só na radioterapia. Na unidade, há 60 funcionários contratados pelo Grupo Luta pela Vida, ONG responsável pelo hospital, que também mantém um escritório com mais 35 funcionários. Para arcar com a manutenção da unidade, a ONG conta com doações de pessoas físicas e de empresas, além do auxílio prestado por 450 voluntários.
Segundo o administrador do Grupo Luta pela Vida, Daniel Antunes, cerca de 50 funcionários trabalham na captação de recursos, principalmente por meio de telemarketing. As doações das pessoas físicas, em média R$ 12 por pessoa, representam a maior fonte de receita da entidade.
A ONG desenvolveu também o programa Empresa Participativa, que dá um certificado às empresas que colaboram com o hospital. “Hoje temos aproximadamente 500 empresas parceiras. Algumas delas colaboram mensalmente e outras se responsabilizaram por algum projeto do hospital”, disse.
Também gera renda a venda de produtos artesanais confeccionados por voluntários e de roupas e de acessórios doados. O Núcleo de Voluntários da ONG mantém uma loja no saguão do hospital e promove, mensalmente, um bazar beneficente.

Acadêmica da Furb procura por doadores de medula óssea, em Blumenau

Uma acadêmica do segundo semestre do curso de Arquitetura e Urbanismo da Furb procura um doador compatível para fazer um transplante de medula óssea. Jaqueline Bento, 24 anos, é de Presidente Getúlio e está internada com leucemia em Florianópolis. 

Para se candidatar para o processo de doação de medula, antes é necessário fazer um cadastro e a retirada de amostra de sangue, ambos no Hemosc de Blumenau. 

O cadastro do doador fica arquivado no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e sempre que surgir um novo paciente a compatibilidade é verificada. Caso o doador seja compatível com algum paciente ele é chamado para fazer novos exames e decidir se deseja efetuar a doação. 

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o número de doadores voluntários tem aumentado expressivamente no Brasil nos últimos anos. Em 2000, existiam apenas 12 mil inscritos e, atualmente, há mais de três milhões de doadores inscritos. 

Para ser um doador basta ter entre 18 e 55 anos de idade e boa saúde. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação.

COMO SER UM DOADOR

l Faça o cadastro no Hemosc 
l Tenha entre 18 e 55 anos
l Leve um documento atual com foto

HEMOSC BLUMENAUl Local: Rua Theodoro Holtrup, 40, Vila Nova
l Atendimento: segunda à sexta das 7h15min às 18h30min e aos sábados, das 8h15min às 11h.
l Telefone: 47 3222-9800


fonte>>http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/jsc/19,6,4175164,Academica-da-Furb-procura-por-doadores-de-medula-ossea-em-Blumenau.html

Investigadora portuguesa descobre como expandir número de células estaminais do sangue

Uma investigadora portuguesa descobriu uma forma de aumentar o número de células estaminais precursoras das células do sangue, o que poderá permitir transplantes directos destas células para doentes com leucemia e resolver o problema de falta de reservas nos bancos de sangue.
A possibilidade de expandir o número de células estaminais sanguíneas poderá resolver o problema crónico de falta de dadores nos bancos de sangue

fonte>>http://www.publico.pt/ciencia/noticia/investigadora-portuguesa-descobre-como-expandir-numero-de-celulas-estaminais-1597766

Hemose convoca doadores para campanha junina

Número de doações de sangue ainda está reduzido
Número de doações de sangue ainda está reduzido (Foto: arquivo Infonet)
Se você possui sangue do tipo A, B, O, Ab, positivo ou negativo, o Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) solicita seu comparecimento à unidade para contribuir com o ato voluntário da doação. A medida visa contribuir com o estoque de sangue durante a campanha junina, que acontece até o final de junho com a finalidade de manter o atendimento dos serviços de urgência e emergência da rede hospitalar.
Apesar da intensa divulgação sobre a necessidade de ampliar o número de doações neste período de festas juninas, a adesão ao serviço está reduzindo a cada dia, especialmente esta semana. Até a manhã desta quinta-feira, 20, foram coletadas apenas 65 bolsas de sangue, quando a meta da campanha é coletar 120 bolsas por dia.
A equipe do serviço social intensificou os trabalhos de captação e convocação de doadores de todos os tipos sanguíneos. “É importante que as pessoas em bom estado de saúde compareçam ao Hemose para fazer sua doação de sangue”, estimula Sandra Pantaleão ao informar que a doação de sangue não impede o divertimento do cidadão.
“O doador que comparecer ao serviço pela manhã pode brincar a noite”, explica.
Os candidatos interessados em doar devem procurar a unidade, de segunda à sexta-feira, das 7h30 às 17h e aos sábados e feriados de 8h às 12h. Mais informações através dos telefones: 3225-8000 e 3259-3174.
Critérios
Para doar o candidato a doação precisa estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 67 anos, pesar mais de 50 kg. No ato do cadastro, efetuado no Hemose é necessário apresentar documento oficial com foto, vá1ido em todo território nacional, pode ser Carteira de motorista, trabalho ou identidade.
Fonte: FSPH

Campanha de doação de sangue do Vitória é premiada em Cannes

A campanha "Meu Sangue é Rubro-Negro", cujo objetivo era incentivar a doação de sangue em Salvador, conquistou dois leões de ouro e dois de prata no Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions, no sul da França. A ação do Vitória faturou o prêmio nas categorias marketing direto, relações públicas e outdoor.
- Este é o prêmio máximo da publicidade. É o reconhecimento mundial da campanha mais premiada feita por um clube de futebol. Estamos todos de parabéns, o marketing do Vitória, a Penalty e a agência Leo Burnett, responsáveis pela criação e desenvolvimento da campanha - comentou o vice-presidente do clube, Carlos Sergio Falcão, ao site oficial do Vitória.
E MAIS:
Campanha do Sport fatura prêmio principal do Festival de Cannes
Exibição pública de jogo do Brasil atrai torcida abaixo do esperado em Salvador
Fifa nega que tenha vetado ida da Nigéria ao Pelourinho
Durante a campanha, o Rubro-negro retirou a core vermelha do seu uniforme e vou devolvendo, de maneira progressiva ao longo das partidas, à medida que as doações aumentavam.

Campanha do Ministério de Saúde estimula doação de sangue .

Penedense portador de leucemia ainda necessita de doação de sangue



Mais uma vez amigos e familiares fazem campanha de doação de sangue para um penedense que está internado em um dos leitos da Santa Casa de Misericórdia de Maceió. Clésio Fernandes Alves continua precisando receber sangue do tipo A Positivo, mas qualquer tipo pode ser doado. O penedense está lutando contra uma doença na medula óssea que afeta as células brancas do sangue. A patologia é cientificamente conhecida como leucemia.
Nesta quinta-feira, 27, um ônibus levará as pessoas interessadas em doar sangue até Maceió. Quem quiser contribuir com a boa ação deve se dirigir à praça de Santa Cruz, no Centro da cidade às 6 hrs, praça de Santa Luzia, as 6h15min, praça da Igreja da Cohab as 6h30min e praça do Rosete Andrade as 6h40min. As pessoas que trabalham, mas gostariam de participar da ação solidária, não precisam se preocupar, uma vez que elas receberão atestado médico justificando a falta.
Clésio aguarda o resultado do exame que dirá se ele tem necessidade ou não de transplante de medula. No momento ele está reagindo a quimioterapia e conforme os médicos todo o quadro clínico que ele apresenta está dentro do esperado.
Perguntas frequentes sobre doação de sangue
- Doar sangue engorda ou faz emagrecer?
Ao doar sangue você não engorda nem emagrece.
- Doar sangue engrossa ou afina o sangue?
Não engrossa nem afina o sangue, é apenas um mito.
- Doar sangue vicia?
Não. A doação de sangue não está relacionada a nenhuma dependência.
- É preciso algum documento de identidade?
Sim. O candidato deve apresentar documento original com foto, expedido pelo órgão oficial. Exemplos: Carteira de Identidade (RG ou RNE), passaporte, Carteira de Trabalho, Carteira de Identidade de Profissional, Carteira Nacional de Habilitação com foto e Certificado de Reservista.
- Fiz uma tatuagem há um ano. Posso doar?
Sim. Quem fez tatuagem há mais de um ano pode doar sangue.
- Há substituto para o sangue?
Não. Ainda não há nenhum substituto do sangue.
- O que é feito com o sangue que doamos?
Após a coleta, a bolsa coletada é fracionada em componentes sangüíneos (concentrado de hemácias, de plaquetas e plasma). Esses componentes são liberados para uso somente após o resultado dos exames. As unidades que apresentam reatividade sorológica são descartadas. Uma única unidade doada pode beneficiar três pacientes.
- O que é sangue raro?
É um sangue com característica especifica de baixa frequência na população e algumas vezes, pode ser uma característica familiar.
- O que se consegue em troca da doação de sangue?
A satisfação de beneficiar pessoas que não têm outra opção e dependem do gesto de pessoas como você para se sentir melhor.
- Tomei vacina para Hepatite B. Posso doar sangue?
A vacinação para Hepatite B impede a doação por 48 horas.
- A mulher pode doar sangue durante o período menstrual?
Sim.
- Doar sangue dói?
Não.
- O que acontece se uma pessoa que não sabe se está anêmica quiser doar sangue?
O candidato à doação é atendido por um profissional do Serviço de Hemoterapia, que realiza um teste rápido para verificar se o doador está ou não anêmico.
- O que são situações de risco acrescido para se transmitir doenças através da doação de sangue?
Ter múltiplos parceiros sexuais ocasionais ou eventuais sem uso de preservativo, usar drogas ilícitas, ter feito sexo em troca de dinheiro ou droga, ter sido vítima de estupro, ser parceiro sexual de pessoa que tenha exame reagente para infecções de transmissão sexual e sangüínea, ter parceiro sexual que pertença a alguma das situações acima, dentre outras.
- O uso de medicamento pode impedir alguém de doar?
O uso de medicamento deve ser analisado caso a caso. Portanto, antes de doar consulte o Serviço de Hemoterapia.
- Quanto tempo dura a doação?
O procedimento todo (cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta do sangue e lanche) leva cerca de 40 minutos.
- Quanto tempo leva para o organismo repor o sangue doador?
O organismo repõe o volume de sangue doado nas primeiras 24 horas após a doação.
- Quem está fazendo regime para emagrecer ou dieta pode doar sangue?
Sim. Dietas para emagrecimento não impedem a doação de sangue, desde que a perda não tenha comprometido a saúde.
- Quem estiver fazendo tratamento homeopático pode doar sangue?
Sim.
- Quem estiver fazendo tratamento com algum antibiótico pode doar sangue?
Depende do porquê a pessoa está tomando antibióticos. Em linhas gerais, para infecções simples e sem complicações, o doador deve aguardar 15 dias após a última dose do antibiótico para doar sangue. Infecções mais graves como pneumonia, meningite, entre outras, podem necessitar de um tempo maior para liberação do candidato à doação.
- Quem estiver fazendo tratamento com algum anti-inflamatório pode doar sangue?
Dependendo do motivo, a doação pode ser realizada normalmente. Não se esqueça de informar o nome do anti-inflamatório que você esta tomando.
- Quem faz tratamento para acne pode doar sangue?
Depende do tipo de tratamento. Caso o tratamento inclua o uso de antibióticos ou outros remédios de uso oral, não será posspivel doar.
- Quem tomou analgésico pode doar sangue?
Pode, mas é importante que no dia da doação o doador esteja sem dores.
- Grávidas podem doar sangue?
Não. Mas se o parto for normal, a mulher pode doar depois de três meses. Em caso de cesariana, após seis meses. Se estiver amamentando, aguardar 12 meses após o parto.
- É necessário estar em jejum para doar sangue?
O doador não deve estar em jejum. Tem que estar alimentado e descansado, evitar alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem a doação.
- Quem está gripado pode doar sangue?
Recomenda-se aguardar sete dias após a cura para poder doar.
- Quem tem diabete pode doar sangue?
Se a pessoa que tenha diabetes estiver controlando apenas com alimentação ou hipoglicemiantes orais e não apresente alterações vasculares, poderá doar. Caso ela tenha utilizado insulina uma única vez, não poderá doar.

Jovem que passou mal em protesto precisa de sangue

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A jovem Luana Cristina Pavanatti, de 24 anos, que passou mal no último dia 20, no primeiro dia de manifestação de rua em Campo Grande precisa, com urgência, de doação de sangue. Segundo informações, ela teve trombose no coração e está internada na Santa Casa.

Amigas da jovem relataram que ela caminhou cerca de 10 minutos pela Avenida Afonso Pena, quando desmaiou e sofreu convulsões.
Ela foi socorrida e levada em estado grave para o hospital, onde permanece internada.
Interessados em ajudar a jovem podem doar sangue independente do tipo sanguíneo. Para isso, basta se dirigir até o banco de sangue da Santa Casa e mencionar que a doação é para a paciente Luana Cristina Pavanatti.
Doador
Para ser doador é necessário ter entre 16 e 68 anos. No ato da doação é preciso estar bem alimentado e não ter consumido qualquer tipo de bebida alcoólica nas últimas 12 horas. O doador deve apresentar um documento com foto (carteira de identidade, trabalho ou habilitação). Menores de idade só podem doar mediante autorização dos pais ou responsáveis.
Antes da coleta de sangue as pessoas têm de responder um questionário de saúde. O sangue coletado passa por exames preliminares.
Homens podem doar até quatro vezes ao ano, com intervalo de dois meses de uma doação para outra. Já mulheres podem doar no ano até três vezes, respeitando uma pausa de três meses entre as doações. 

Transplante de medula óssea: um gesto que salva vidas

Transplante de medula óssea: um gesto que salva vidas

A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo mais conhecida por tutano. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas, que são essenciais para a saúde do ser humano.

O transplante de medula é um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. A Leucemia é um tipo de câncer que compromete os glóbulos brancos, afetando sua função e velocidade de crescimento. Nesses casos, o transplante é complementar aos tratamentos convencionais.

Para ser um doador de medula, a pessoa precisa ter entre 18 e 55 anos e estar totalmente saudável. É preciso procurar o hemocentro mais próximo para se cadastrar. Em seguida será feito alguns exames clínicos para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação, o doador não terá alterações em seu estado de saúde. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. Um pequeno gesto de um doador voluntario pode salvar a vida toda de um paciente já que quando se faz um transplante de medula, a rejeição é rara. É preciso que o ser humano tenha mais solidariedade e ajudar ao próximo quando este precisar. Existem muitas pessoas passando por doenças complicadas que precisam de um doador.

O GAPC – Grupo de Apoio a Pessoas com Câncer tem como objetivo ajudar a melhorar a saúde e qualidade de vida dos seus assistidos, fornecendo medicamentos, atendimentos, etc. Se você é maior de 18 anos e tem câncer, agende uma visita e se cadastre. Venha nos conhecer, na Av. Marechal Campos, 1033 – Santos Dumont, Vitória-ES. Telefone: (27) 3233-4831. 


fonte>>http://www.capixabao.com/coluna/17216/saude/transplante-de-medula-ossea-um-gesto-que-salva-vidas/

Presidente Getúlio e região realizam Campanha de Doação de Medula Óssea para Jaqueline Ben

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O município de Presidente Getúlio através da Assessoria da Juventude, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Assistência Social e Rotary Club estão mobilizados na campanha para doação de Medula Óssea para a getuliense Jaqueline Bento.
As pessoas interessadas em doar devem entrar em contato com o Posto de Saúde do Centro em Presidente Getúlio através dos fones 3352-3352 ou 0750 e falar com João ou Almir, deixando cadastrado o nome e o telefone de contato.
A acadêmica Jaqueline Bento, do segundo semestre de Arquitetura e Urbanismo da FURB está internada em Florianópolis, a espera de um doador. Ela é portadora de leucemia, e o transplante é a esperança de cura para ela.
Como se tornar doador de Medula Óssea (Fonte Hemosc):
·        Você deve ter entre 18 e 55 anos de idade e estar saudável;
·        Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5 ml);
·        Seu sangue será tipado para HLA, que é um exame de laboratório para identificar sua característica genética;
·        Seu tipo de HLA será colocado no REDOME – Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea;
·        Quando aparecer um paciente, sua compatibilidade será verificada;
·        Se for compatível, outros exames de sangue serão necessários;
·        Se a compatibilidade com o paciente for confirmada, você será consultado para decidir quanto a doação;
·        Seu atual estado de saúde será avaliado;

Saúde bucal é importante para pacientes transplantados de medula óssea

A Clinics, revista científica do Hospital das Clínicas de São Paulo, publica na edição de junho estudo das Faculdades de Odontologia da USP em São Paulo e Bauru sobre a condição da saúde bucal e a gravidade de mucosite oral (conhecida popularmente como estomatistes) para pacientes de transplante de medula óssea.
 
Estudo realizado com 97 pacientes com tumor, submetidos ao transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH), foram monitorados para relacionar a condição das gengivas e dos dentes - cariados, perdidos e obturados – com a incidência de mucosite oral. A conclusão dos pesquisadores foi que a condição de saúde bucal é um fator preditivo da incidência das estomatites em pacientes transplantados.
 
O artigo científico completo está na Clinics de junho, com acesso irrestrito - http://www.clinics.org.br/article.php?id=1114
 
A condição de saúde bucal como fator preditivo para a mucosite oral
 
Contato: Dr. Fábio Daumas Nunes  (11)3091-7902    E-mail: fadn...@usp.br
 
Resumo: A mucosite oral (MO) é uma consequência importante do transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH), sendo que a gravidade e o tempo de duração podem estar relacionados com a condição da saúde bucal.
 
OBJETIVOS: determinar a incidência e gravidade da MO e avaliar a sua correlação com a saúde bucal do paciente no momento do transplante.
 
MÉTODOS: A saúde bucal foi avaliada usando o índice gengival (IG), o índice de placa dentária (IP) e o índice CPOD (dentes cariados, perdidos e obturados). A graduação da MO foi feita utilizando a escala da Organização Mundial da Saúde.
 
RESULTADOS: 97 pacientes (56% homens e 44% mulheres) submetidos ao TCTH foram avaliados prospectivamente. A incidência de mucosite foi maior no período entre os D+6 e D+10 e entre os D+11 e D+15 no TCTH autólogo e alogênico, respectivamente. As medianas do IP e do IG foram 0,42 (variação: 0,0-1,67 para o IP e 0,0-1,90 para o IG). O índice CPOD variou de 0,0 a 32 (mediana:15,5). O IG (p = 0,04) e o IP (p = 0,01) mostraram relação positiva com a incidência de MO. Quando os pacientes submetidos ao TCTH autólogo e alogênico foram analisados separadamente, o IG e o IP foram correlacionados com uma maior incidência de MO em cada grupo. O índice CPOD não mostrou influência na incidência de MO em ambos os grupos.
 
CONCLUSÃO: A condição de saúde bucal mostrou ser um fator preditivo da incidência e gravidade da mucosite oral em uma coorte de pacientes submetidos ao TCTH.

Campanha arrecada 107 bolsas de sangue no primeiro dia

A Associação Brasileira de Apoio e Desenvolvimento da Arte Capoeira, Abadá Capoeira, está realizando em Três Lagoas o projeto “Atleta Sangue Bom”. Segundo José Augusto Dias (Baratta), no primeiro dia, o resultado foi excelente. Até a tarde de ontem, já tinham sido contabilizadas 107 bolsas de sangue.
Os organizadores comemoram os resultados até o momento. Segundo eles, as pessoas estão se conscientizando da necessidade de doação de sangue. “A ideia é mobilizá-las para doar sangue através do trabalho social da Abadá Capoeira”, ressaltou Baratta.
No último evento realizado em Três Lagoas, foram doadas 349 bolsas de sangue. Os organizadores acreditam que esse número deve ser ultrapassado em virtude da conscientização das pessoas.
A Campanha “Doe Sangue, Doe Vida – Atleta Sangue bom” nasceu da iniciativa de grande sucesso em todo o país através da equipe Abadá Capoeira, que defende a importância de doarmos sangue e tem como objetivo suprir a falta de informações sobre tal prática, o que traz dificuldades para o banco de sangue da cidade e, portanto, a toda a população três-lagoense.
Os graduados Jerônimo Araújo e Tchesco Pereira, que também fazem parte da organização, foram os primeiros a doar como forma de incentivar a participação da comunidade.
Na ocasião, também estará acontecendo o Festival Abadá Capoeira 2013, com show de capoeira, batizado e troca de graduação. O evento começa nesta sexta com uma roda de capoeira no Hemonúcleo, das 15h às 17h. No sábado, acontece o batizado e troca de cordas às 18h, no auditório do SEST/SENAT. Já no domingo, encerrando a programação, haverá um aulão na Lagoa Maior, às 9h.
Estão sendo esperados no evento capoeiristas de todo o estado de Mato Grosso do Sul e de outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás.
Cerca de 50 atletas vão trocar de corda, que representa a graduação da capoeira. No local, haverá a participação de 30 crianças e 30 adultos.

Mais de 2 mil voluntários participaram da campanha junina de doação de sangue

A Fundação Hemopa comemora o saldo de 2.013 voluntários que aderiram à campanha junina “13 é Santo Antônio. 24 é São João. 29 é São Pedro. E todo dia é do doador. Doe sangue”, promovida de 15 a 22 deste mês. Desse total, 1.731 pessoas efetivaram sua doação de sangue, o que vai possibilitar o atendimento de aproximadamente de 6.924 pacientes internados na rede hospitalar. A ação serviu de suporte para o estoque estratégico do banco de sangue, que tem a responsabilidade de atender a demanda de mais de 200 hospitais paraenses.
Com vasta programação, durante a abertura da campanha, houve mobilização artística em favor da doação de sangue com o “Arraiá Solidário”, quando se apresentaram atrações como a Companhia de Teatro Luzes, o humorista Serginho Cunha, Banda Lágrimas de Outubro e a quadrilha junina “Cabanos Mirins”, do bairro do Guamá, entre outros. Houve ainda o apoio do fã clube da banda “Chiclete com Banana”, que promoveu campanha nacional de doação de sangue no dia 15, com o tema “Chicleteiro Sangue Bom”.
O projeto “Ação pela Vida”, da TV Liberal, foi responsável pelo comparecimento de 671 voluntários, o que resultou em 533 coletas, somente no dia 15. A parceria acontece pelo segundo ano consecutivo. Ano passado houve o comparecimento recorde, em um único dia, de 997 voluntários e 829 doações efetivadas. O total de coletas nesses dois anos somam 1.362 doações, que possibilitaram o atendimento aproximado de 5.448 pacientes.
“Tão importante quanto o saldo de coletas é a divulgação de nossas ações, mostrando à sociedade, através de ações de cidadania como essa, que todos somos responsáveis pela doação de sangue. Agradeço e parabenizo a TV Liberal pela parceria, que colabora para a melhoria do nosso atendimento transfusional”, destacou a presidente do hemocentro, Luciana Maradei.
Outra importante parceria foi firmada com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater/Pa), que complementou o lanche especial oferecido aos doadores na abertura e no encerramento da campanha com produtos 100% naturais. A empresa também fez exposição de produtos da agricultura familiar, distribuiu material educativo e orientações técnicas sobre o assunto.
O saldo da campanha agradou a gerente de Captação de Doadores do Hemopa, a assistente social Juciara Farias, que parabenizou a iniciativa de todos que colaboraram direta e indiretamente para o sucesso da ação. “Agradecemos o significativo saldo de comparecimento do voluntariado paraense”, destacou, ressaltando a importância das parcerias com instituições de todas as esferas.
Marabá
No período de 17 a 21 deste mês foi realizada a “19ª Campanha de Doação de Sangue do Hospital Regional do Sudeste do Pará, que obteve a participação de 113 voluntários e 100 coletas. O tema da campanha foi “Arraiá Sangue Bão”, em parceria com o Hemocentro Regional de Marabá, que teve o banco de sangue reforçado para atendimento transfusional daquela região do estado. Em Marabá, o gerente técnico responsável pela unidade resolveu estender a campanha até o final deste mês.
O gerente técnico do Hemopa Marabá, Fernando Monteiro, agradeceu a cada participante da campanha e das parcerias compostas, que foram responsáveis pelo sucesso da ação. Segundo ele, os candidatos à doação foram encaminhados à sede do hemocentro, de 7h30 às 12h, exceto no dia 18, quando as doações foram feitas de 8h às 17h, nas instalações do Hospital Regional.
A atividade ganhou fôlego com a atuação do grupo de “Mobilização de Doadores Amigos de Sangue”, que promoveu a sensibilização dentro do Hospital Regional e imediações. O dia 18 também contou com muitas surpresas aos candidatos à doação, entre eles, “Casamento na Roça', distribuição de camisetas e lanche especial com cachorro quente, mingau de milho, paçoquinha, pé-de-moleque e refrigerante aos doadores.
Além de Belém e Marabá, a campanha junina foi realizada também nos Hemocentros Regionais de Castanhal e Santarém e nos Hemonúcleos de Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema. 
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos; menores de 18 anos somente com autorização dos pais ou responsáveis. Peso acima de 50 kg. Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses.

Texto:
Vera Rojas - Hemopa
Fone: (91) 3241-1811 / 3242-9100 / (91) 8895-3089
Email: Imprensa.hemopa@yahoo.com.br

Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará
Endereço: Tv. Padre Eutiquio, 2109 Cep: 66033-000- Batista Campos- Belém-PA
Fone: (91) 3242-9100 / 3242-6905 / 0800 280 8118
Site: www.hemopa.pa.gov.br Email: gabinete.hemopa@hotmail.com / ro.bcosta@yahoo.com.br

Junno participa de campanha de doação de sangue em São Paulo

O cantor Junno participou, no último fim de semana, da campanha "Eu Dou Sangue Por São Paulo".  A campanha, que acontece em um hospital da cidade, visa alertar para a importância da constante doação para manutenção dos bancos de sangue do estado. Além de Junno,outros artistas já participaram da campanha como Gabriela Duarte e Marcelo Faria.
Junno (Foto: Divulgação)Junno (Foto: Divulgação)
Junno (Foto: Divulgação)













































Campanha de doação de sangue da FIEC acontece neste sábado

FotoPara ser doador é preciso apresentar documento com foto.
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A campanha de doação de sangue acontece em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp
A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (FIEC), realiza neste sábado, dia 29 de junho, das 9 às 12 horas, a campanha de doação de sangue em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro). O evento conta com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde, que disponibiliza uma ambulância durante todo o período de doação, seguindo assim normas da Unicamp.
Não poderá ser doador o candidato que estiver fazendo algum tipo de tratamento, usando medicamento, estiver com gripe, ter tomado a vacina contra a gripe comum há menos de 30 dias, não tiver parceiro (a) fixo (a), pesar menos de 50 quilos, tiver feito endoscopia há menos de um ano, tiver piercing ou tatuagem também há menos de um ano, for diabético, se tiver ingerido bebida alcoólica na noite anterior, fumar horas antes, entre outras determinações.
Para ser um doador é obrigatória a apresentação de documento oficial com foto, ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 67 anos, 11 meses e 29 dias; não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.
A FIEC mantém parceria com a empresa Corpus e faculdades Max Planck, que contribuem com os lanches e sucos oferecidos aos doadores, o desjejum ou após a doação. No local, haverá também o cadastramento de candidatos para doação de medula óssea. A FIEC fica na Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, nº 3.405, Jardim Regina.