terça-feira, 9 de julho de 2013

Campanha para cadastro de possíveis doadores de medula óssea incluiu 150 voluntários

Campanha para cadastro de possíveis doadores de medula óssea incluiu 150 voluntários

Com o objetivo de tentar ajudar o menino Christian Guimarães de Quadro, de 6 anos, diversas pessoas se dirigiram até o HU da Furg, nesta segunda-feira (8). Christian, que é rio-grandino, está na fila para transplante de medula óssea e até o momento, no Brasil, não foi encontrado nenhum doador compatível. Através de uma campanha realizada pela família do menino, 150 pessoas realizaram o cadastro no banco de doadores.
Segundo Eloisa da Silva, coordenadora do setor de captação de doadores de sangue e medula óssea do Hemocentro Regional de Pelotas, atualmente o cadastro de doadores do banco conta com cerca de 21 mil pessoas cadastradas. “O cadastro é nacional, ele não é dirigido e pode servir para qualquer paciente desde que seja compatível. Estamos fazendo o cadastro de 150 pessoas porque é o número autorizado pelo órgão responsável”, apontou.
Eloisa destacou que aquelas pessoas que não conseguiram se cadastrar no banco podem procurar o Hemocentro em Pelotas. “Atendemos de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, sem fechar ao meio-dia. E também no primeiro sábado de cada mês, das 8h às 13h. O Hemocentro fica na avenida Bento Gonçalves, 4569, próximo ao Colégio Pelotense. É necessário levar um documento oficial de identidade com foto”, explicou.
Rita de Cássia Oliveira Guimarães, de 28 anos, mãe de Christian, disse que muitas pessoas compareceram para ajudar e que ficou desapontada pelo número limitado de cadastros. “Eu estou longe, não pude fazer nada, pois estou em Porto Alegre com o meu filho, mas muitas pessoas me ligaram porque não conseguiram se cadastrar. Fiquei muito triste. Eles podiam ter nos avisado que tinha limite do cadastros, pois poderíamos ter avisado as pessoas”, salientou. Ela contou que uma campanha foi feita para fazer com que as pessoas fossem se cadastrar e que a ideia é levar as pessoas que não conseguiram até o Hemocentro em Pelotas. “Vamos correr atrás para levar as pessoas até Pelotas, mas precisamos conseguir um ônibus para isso. A minha mãe está tentando conseguir, está buscando alguém que nos ajude com o ônibus”, finalizou acrescentando que se alguma empresa tiver interesse em ajudar, cedendo o ônibus e o combustível “seria uma maravilha”.
Por Aline Rodrigues

Nenhum comentário:

Postar um comentário