sábado, 24 de agosto de 2013

DOAÇÃO DE SANGUE

A esposa do policial civil Celso Bezerra, de Pernambuco, está em Curitiba para a realização de uma cirurgia de transplante de medula óssea e necessita da doação de sangue de qualquer tipo.

Os doadores devem comparecer até o Instituto Pasquini, localizado na Rua Alcides Munhoz, 433 - bairro Mercês, em Curitiba-PR, ao lado do Hospital Nossa Senhora das Graças, no horário de 8h às 17h.

Para mais informações o contato é (41) 3240-6578. As doações devem ser feitas em nome de Luciana de Almeida Wanderley Queiroz.

FONTE>>http://www.portalvitrine.com.br/doacao-de-sangue-news-48901.html

Hemocentro alerta sobre o cancelamento de cirurgias por falta de sangue tipo O

O Hemocentro de Marília apela por doadores de sangue, especialmente dos tipos O negativo e positivo. Segundo o órgão, em decorrência de uma queda intensa entre quarta-feira e ontem, os hospitais da região já foram informados sobre a possibilidade da falta de sangue, o que pode cancelar cirurgias. Segundo a assistente social do Hemocentro de Marília, Lucimara Faustino Custódio, na última quarta-feira (21), o tipo O negativo possuía 56 bolsas, já ontem (22), o estoque era de 45. Já o O positivo possuía 250 bolsas na quarta-feira e apenas 200 ontem.
“A queda brusca começa a preocupar. 36% da população tem tipo O positivo e o O negativo é doador universal, por isso estamos apelando para que os voluntários deste tipo de sangue compareçam para doações. Recebemos a informação de que os hospitais estão com grande número de pacientes com hemorragias e estes necessitam de plaquetas, estas possuem validade de cinco dias, por isso a importância de mantermos o número de doadores constantes”, afirma Lucimara.
Já os demais tipos sanguíneos ainda estão dentro da normalidade. O A positivo possui 309 bolsas. Já o mesmo com RH negativo possui estoque com 55 amostras. O tipo AB positivo possui 28 bolsas e o AB negativo não há nenhuma em estoque. Já os tipos B positivo e B negativo possuem 18 e 12, respectivamente.
A assistente social afirma que o órgão ainda não precisou adotar medidas de contenção na distribuição de bolsas para os hospitais, porém apela por doadores para não piorar a situação até o final de semana. “Ainda não estamos correndo risco de cancelar cirurgia. Porém a situação muda a todo instante. O estoque está baixo. Os doadores precisam se sensibilizar e comparecer para coleta”.
O pastor Edivaldo Moreira Alves Júnior, 32, afirma que doou sangue pela primeira vez quando fazia tiro de guerra, mas sempre que possível continua como voluntário. “Sempre que posso venho doar, acho muito importante, pois é um simples gesto, que não dá trabalho nenhum e pode salvar uma vida. Acho que todo mundo deveria pensar assim”.

ATENÇÃO SÃO PAULO E REGIÃO.



O Hospital Santa Casa de São Paulo está precisando URGENTE de Sangue.
Tipo: O SEU
Vamos colaborar, temos lá o nosso Guerreiro Raimundo Railson Ferreira, que hoje só pode receber uma bolsa de Sangue, das duas que era necessário.
Não vamos pensar só nele, vamos sim fazer doação por todos aqueles que necessitam de Transfusão.
LUCIENE sofreu um grave acidente, no qual se encontra internada precisando de QUALQUER TIPO DE SANGUE.

Por favor, REPASSEM e peçam a Deus pela vida dela e por toda a família que sofrem nesse momento difícil.

ENDEREÇO PARA DOAÇÃO: Rua: NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS BAIRRO: COLINA
VOLTA REDONDA - RJ
EM NOME DE: LUCIENE VIRGINIA PINTO NEVILLE

o inca precisa de doação de materiaais escolares

Doação de sangue

Amigos e familiares da senhora Lilian Palombo, que está internada e passará por cirurgia, solicitam a doação de sangue de qualquer tipo. 

As doações podem ser feitas no banco de sangue do hospital Erasto Gaertner, localizado na Rua Dr. Ovande do Amaral, nº 201, no Jardim das Américas. O horário é de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h30. Mais informações pelo telefone (41) 3361-5038.

IMPORTANTE:
Para se tornar um doador de sangue é necessário:

- Estar em boas condições de saúde;
- Ter entre 18 a 65 anos e peso igual ou superior a 50 quilos;
- Vir alimentado, evitando alimentos gordurosos;
- Trazer um documento oficial com foto (Carteira de Identidade/carteira de motorista ou carteira profissional).


FONTE>>http://www.furacao.com/materia.php?cod=42830

Amigos de jovem com leucemia mobilizam doadores de sangue em rede social

Uma mobilização na internet, pelo Facebook, está incentivando pessoas à doação de sangue em prol de Jessica dos Santos Silva, 18 anos, internada no Hospital Regional de Campo Grande – MS com diagnóstico de leucemia. Amigos da jovem dizem que a mobilização começou por um gesto de carinho pela amiga que tem sangue A Positivo (A+).
 
“Nós que somos muito amigos dela, acompanhamos o caso e começamos a pedir sangue. Decidimos escrever textos e postar na internet e pedir para que as pessoas compartilhassem”, diz a amiga Angela Sinaria Antunes.
 
Segundo Angela, a campanha começou devido à necessidade de sangue provocada pela doença e baixa quantidade no estoque do Hospital. Nossa reportagem apurou que a doença de Jessica dos Santos foi constatada pós a realização de um exame admissional no laboratório São Camilo, local onde ela iria trabalhar.
 
Em contato com o farmacêutico-bioquímico Leandro Bortolazzi ele explicou que qualquer pessoa pode ser doadora, desde que atenda há alguns requisitos básicos, entre eles: estar em boas condições de saúde; ter entre 16 e 60 anos; pesar no mínimo 50 kg.
 
Para mais informações de como você pode colaborar com a Jessica Santos, ou mesmo, ser um doar de sangue entre em contato com a mãe da jovem, dona Maura dos Santos pelo telefone (67) 9654 4899 e/ou com o laboratório São Camilo pelo telefone (67) 3247 2944.
 
Para colaborar com a família a Prefeitura de Costa Rica estará disponibilizando um veículo para levar os doadores até Campo Grande onde será realizada a coleta do sangue. Conforme dona Maura, ela e os doadores saem na madrugada de sábado (24), onde realizarão a coleta do sangue no Hemosul – Centro de Hematologia e Hematologia de Mato Grosso do Sul, a partir das 9 horas.
 
O prefeito Waldeli dos Santos Rosa disse que ficou sabendo da mobilização dos amigos e que considera a ação muito importante. “Esse é um lindo gesto dos amigos, usar as redes sociais para também ajudar o próximo. No que estiver ao alcance do Município também estaremos oferendo todo o apoio”, enfatizou o prefeito.

LUCIENE sofreu um grave acidente, no qual se encontra internada precisando de QUALQUER TIPO DE SANGUE.





Por favor, REPASSEM e peçam a Deus pela vida dela e por toda a família que sofrem nesse momento difícil.

ENDEREÇO PARA DOAÇÃO: Rua: NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS BAIRRO: COLINA
VOLTA REDONDA - RJ
EM NOME DE: LUCIENE VIRGINIA PINTO NEVILLE

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Praia Grande, SP, realiza cadastro para doadores de medula óssea

Cadastramento medula óssea Jacareí (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
O município de Praia Grande, no litoral de São Paulo, realizará o cadastramento para doadores de medula óssea. O evento será realizado no dia 24 de agosto, os dados serão disponibilizados a receptores de todo o país.
O cadastro de candidatos a doadores acontece das 8h às 16h, no Centro de Especialidades Médicas e Assistência Social (Cemas), localizado na Avenida Presidente Kennedy, 1.491, no bairro Guilhermina. Esta será a segunda vez que a cidade realiza o procedimento. O Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) receberá os dados, para que sejam disponibilizados a receptores em todo o Brasil.
Para o cadastro, é necessária a coleta de sangue, apresentação de RG e dois telefones de pessoas de qualquer parte do país. O transplante de medula óssea é a única chance de vida para portadores de leucemia e outras doenças do sangue. A compatibilidade entre o doador e o receptor é o único problema desse procedimento médico, com uma chance de sucesso de um para 100 mil casos.
Qualquer pessoa com boa saúde pode ser doador. Basta ter idade entre 18 e 55 anos incompletos. Só não pode doar quem já teve hepatite após os 10 anos de idade, quem já fez quimio ou radioterapia ou é dependente de insulina. O munícipe que já fez o cadastramento anteriormente também não precisa fazê-lo novamente.

Doador e receptor de medula óssea se encontram no HC

medulaosseaMulher que sofria de Anemia Aplástica recebeu o transplante em 2008


O Serviço de Medula Óssea (STMO) do Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), promoveu o encontro entre um receptor de medula óssea e seu doador.  
Transplantada há cinco anos, no dia 14 de novembro de 2008, após ter sido diagnosticada com Anemia Aplástica Severa (AAS), Lorenza mora no interior do Paraná, na cidade de Peabiru, próxima a Campo Mourão, enquanto José Adilson é morador de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Porém, a distância não impediu o encontro entre os dois.
Enquanto, Lorenza estava na expectativa numa sala do Serviço de Transplantes de Medula Óssea, rodeada de seus familiares; no corredor, José Adilson, também estava apreensivo. Ambos, nunca tinham visto antes e, quando um olhou para o outro, foi como se conhecessem há muitos anos. Parecia até que combinaram o que dizer, pois os dois só repetiam: “é muita emoção”.
Para a mãe de Lorenza, Margarete Rodrigues de Mello, “ele devolveu a vida para a minha filha”. E ela ainda não sabe como tratá-lo: “acho que vou chamá-lo de filho. Eles são tão iguais... Tão idênticos... Tem a mesma carga genética”.
Segundo o médico hematologista da equipe do Serviço de Transplantes de Medula Óssea do HC, Samir Kanaan Nabhan, “é realmente muita sorte encontrar um doador não-aparentado na mesma região. O índice é de um para 10 mil e pode vir de qualquer parte do mundo”.
O encontro entre doador e transplantada levou ao HC da UFPR as principais mídias da capital paranaense, afinal não é um fato muito comum, mas, é um marco que serve para incentivar a doação de medula óssea. “É raro promover esse tipo de encontro, ainda mais entre doadores não-aparentados” concluiu o assistente social do STMO, Rafael Terézio Muzi.

Hospital Espanhol faz transplante de fígado e de medula óssea em Salvador

A população baiana passará a contar com novos serviços de transplante de fígado e de medula óssea e com uma unidade de oncologia clínica, no Hospital Espanhol. A ampliação da instituição hospitalar é uma das conquistas após 100 dias desde que a Fundação José Silveira (FJS) firmou a parceria para gestão da unidade hospitalar, em articulação com a Real Sociedade Espanhola de Beneficência, integrando um consórcio formado para a recuperação do Hospital Espanhol.
A instituição estava fechando as portas pelo alto volume de endividamento e uma crise sem precedentes. Junto com a FJS, participam do consórcio o governo do Estado, tendo à frente à Secretaria de Saúde, e a Secretaria de Administração, o Desenbahia, o Banco do Nordeste (BNB) e a Caixa Econômica Federal. O lançamento dos serviços médicos especializados será hoje,  às 14h30, quando será apresentado um balanço das transformações nesses 100 dias e as perspectivas atuais.
Com uma gestão focada em resultados e alinhada com as definições do novo Conselho Administrativo, integrado pelos membros do consórcio e da Real Sociedade Espanhola, o Hospital Espanhol supera as dificuldades e reforça os serviços prestados. “Uma das medidas de impacto foi a reabertura da Unidade de Emergência Geral e Obstétrica, com capacidade total de atendimento”, cita diretor médico do Hospital, nomeado pela FJS, Álvaro Nonato.
No total, foram reabertos 45 leitos de Terapia Intensiva, dos quais 10 na UTI neonatal e 15 na Unidade de Recuperação Neurológica e Cardiológica (URNC). Foram reativados 97 leitos de internação, divididos entre 58 apartamentos e 39 vagas na enfermaria. Atualmente, são 230 leitos disponíveis. Os serviços incluem a manutenção da hemodiálise, bioimagem, laboratório e hemodinâmica, além do suporte da Cardiologia pediátrica e de exame de ecocardiografia na UTI neonatal.

Número de transplantes de medula óssea no Ceará neste ano já iguala ao de 2012

O 26º transplante de medula óssea foi realizado no Ceará neste ano, o que já iguala o total de procedimentos realizados em 2012. O número foi atingido em cirurgia feita na última sexta-feira, 16, no Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), que contou com a parceria do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce).

Segundo informações do Serviço de Transplante de Medula Óssea da unidade, ainda estão previstos mais dois procedimentos para este mês, chegando ao número de 28, superando, assim, a marca do ano passado.
Desde a realização do primeiro transplante, ocorrido em 2008, este é 92º procedimento. O índice de sucesso tem um percentual de 95,3%, posicionando o Ceará no patamar de referência nacional em transplante de medula óssea autólogo.

A 26ª paciente de 2013
A paciente submetida ao transplante, M.A.F, de 62 anos, recebeu a modalidade do procedimento autólogo, em que o paciente recebe células sadias da própria medula. O procedimento é realizado em duas etapas: primeiro são coletadas células do sangue, logo armazenadas em baixa temperatura. Posteriormente, reinfundidas no paciente.
De acordo com o chefe do Serviço de Hematologia do HUWC, Fernando Barroso, o transplante leva cerca de 30 minutos e o paciente fica em isolamento de 20 a 25 dias, até a sua completa recuperação.

Crescimento do número de doadores de medula óssea aumenta chances de salvar vidas

Doação de medula óssea salvou a vida do estudante Thales Leonardo de Carvalho, de 20 anos
Em Minas Gerais, o cadastro de candidatos a doação de medula é feito pela Hemominas

Possibilidade de encontrar um doador compatível é de 1 em 100 mil; de 2000 a 2012, Hemominas realizou mais de 330 mil cadastros em Minas Gerais

“O que você fez é de valor e nobreza inestimável, e nem uma quantidade infinita de agradecimentos poderia significar sequer uma fração da minha gratidão”. Esse é o trecho inicial da carta que o estudante Thales Leonardo de Carvalho, 20 anos, escreveu para a doadora de medula óssea que salvou sua vida. Thales estava com leucemia e voltou a fazer planos para o futuro após ser transplantado com sucesso em 2010. “Nasci novamente”, frisa o jovem. O entusiasmo de Thales se justifica. A chance de encontrar um doador com medula compatível entre não parentes é de 1 em 100 mil. Portanto, quanto maior o número de candidatos cadastrados, maiores são as chances de se encontrar um doador. Entre irmãos as chances de compatibilidade são de, aproximadamente, 25% a 30%.

Em Minas Gerais, o cadastro de candidatos é feito pela Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemominas). “De 2000 a 2012 realizamos mais de 330 mil cadastros, que aumentam a cada ano. Orientamos os candidatos que procuram os hemocentros públicos e coletamos as amostras. Doamos esperança e, se tudo der certo, também vamos doar uma vida”, enfatiza a gerente da Hemominas, Heloísa Gontijo. A Hemominas colhe uma pequena amostra de sangue, de 5 a 10 ml, que será submetida ao exame de classificação da medula. As informações coletadas são enviadas ao Instituto Nacional do Câncer (Inca) para inclusão no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), que reúne os dados dos voluntários.

Quando o Redome identifica a compatibilidade, o doador é convidado a fazer novos exames. “Os doadores são chamados para fazer testes mais aprimorados para a confirmação. A avalição é feita no centro mais próximo da casa dele. Por uma questão de sigilo, receptor e doador não se conhecem”, esclarece o médico hematologista do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, Gustavo Machado Teixeira. Desde 2009, o especialista é o responsável técnico pelo serviço de transplante no hospital. Uma das suas funções é avaliar as condições de saúde do voluntário para a doação, seja ela nacional ou internacional. “É muito difícil conseguir um voluntário. Em média, realizamos apenas seis procedimentos por ano”, conta. Em três décadas, o Redome registrou 1.700 transplantes executados no Brasil, que mantém o terceiro maior registro de doadores voluntários do mundo com mais de 3 milhões de cadastrados.

Para salvar vidas

Por entender a necessidade de aumentar o número de candidatos a doadores, o governador Antonio Anastasia publicou, neste mês, decreto em que solicita ampla divulgação do processo de cadastro, que pode ser feito em uma das 22 unidades da Hemominas que realizam o primeiro exame. Para se cadastrar é preciso ter entre 18 e 54 anos, boa saúde e não apresentar doenças, como as infecciosas ou as hematológicas, sendo indispensável apresentar documento oficial de identidade com foto. Após o cadastro, é importante que os candidatos mantenham atualizados os dados no Redome, o que poder ser feito pelo endereço eletrônico www.inca.gov.br/doador.


Candidato a "herói"

O técnico da Petrobras, Cristiano Augusto Andrade Penna, foi ao Hemominas acompanhado de sua namorada com a intenção de doar sangue e descobriu que, por causa do medicamento que tomava, não poderia fazer a doação. “Depois, li um folheto sobre doação de medula óssea. Fique interessado, procurei a Hemominas e disseram que eu poderia entrar no cadastro, que o fato de tomar o remédio não inviabilizava minha participação”, lembra.

Depois de aguardar dois anos, em 2012 Cristiano recebeu um telegrama do Redome. O documento dizia que o químico era compatível com um receptor, uma criança norte-americana. No Hospital das Clínicas, o doador fez mais exames e a compatibilidade foi confirmada. “Foi uma cirurgia pequena e senti quase nenhuma dor. Dormi e saí do hospital no dia seguinte. É um presente, uma benção que não podemos recusar. Vale a pena, não tenho dúvidas”, destaca Cristiano. Durante a operação são feitas punções no osso da bacia por meio de agulhas especiais. Apenas 10% da medula óssea é retirada e, dentro de poucas semanas, ela será recomposta pelo organismo.

“Muitas vezes, as pessoas não sabem da importância que isto tem. Uma pessoa que faz esse gesto está doando uma vida”, diz Thales, que reconstruiu sua vida após o transplante. Hoje, o jovem frequenta o quinto período de Relações Internacionais e leva uma vida normal. Assim como Thales, precisam ser transplantados pacientes com produção anormal de células sanguíneas, geralmente causadas por algum tipo de câncer no sangue, como leucemias e linfomas. Na medula óssea, são encontradas componentes sanguíneos importantes em grande quantidade, como hemácias, leucócitos e plaquetas.

Doadores de medula em Uberlândia não chegam a 2% comparado a MG

Gabriel Massote está emocionado com a notícia e aguarda o transplante (Foto: Gabriel Massote/Arquivo Pessoal)

O cadastro de doadores de medula óssea em Uberlândia soma menos 2% se comparado com os números do estado. Segundo dados do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), repassados ao G1, a cidade conta com 6.307 cadastros contra 355.781 de Minas Gerais. O levantamento foi feito até a última segunda-feira (19). Segundo a representante pela Liga da Medula na cidade, Érica Meireles de Moura, o número é considerado baixo e a principal causa pode ser a desinformação sobre o assunto.

Ainda segundo os levantamentos do Redoma, há 118 pessoas aguardando um doador compatível no estado. No Brasil, o número é de 1.230. Mas pelo sistema não foi possível constatar quantos pacientes aguardam na fila por uma doação em Uberlândia.

Na semana passada, o G1 contou a história de Gabriel Massote, de 29 anos. Ele é uberlandense e sofre de leucemia desde 2011. O jovem já encontrou sua doadora de medula óssea e aguarda o transplante, que deve ocorrer no fim deste mês ou no início de setembro. Gabriel Massote usou as redes sociais e o blog pessoal para agradecer a doadora e incentivar as doações. Numa das escritas ele salientou que a luta não pode parar e que há muitas vidas a serem salvas por meio da doação.

Apesar do cadastro de doadores poder ser feito de forma simples nos Hemocentros do país, ainda há desinformações quando se trata da doação de medula. A representante da Liga da Medula de Uberlândia disse à reportagem que o baixo número de cadastros na cidade pode ser devido à desinformação ou a informações erradas sobre o assunto.
Para o doador é apenas um incômodo passageiro. Já para o paciente poderá ser a diferença entre a vida e a morte"
Érica Meireles
Érica Meireles explicou que há muito mitos que rodeiam a doação e também dificuldades de encontrar pessoas compatíveis. “Tudo seria muito simples e fácil se não fosse o problema da compatibilidade entre as medulas do doador e receptor. A chance de encontrar uma medula compatível pode chegar a uma em um milhão. A doação de medula é um ato de amor ao próximo, pois quando nos cadastramos propomos a doar nossa medula a alguém que não conhecemos, não sabemos sua história de vida, apenas de que aquela pessoa precisa de uma medula para continuar vivendo”.

O problema da compatibilidade pode ser amenizado com o aumento dos cadastrados. A responsável pela Liga acrescentou que quanto mais pessoas mais chances de se encontrar o doador ideal para os pacientes que precisam de transplante. Depois de encontrar o doador compatível, ele é consultado sobre a doação e, em seguida, passa por rigorosos exames para avaliação da saúde e, se tudo estiver certo, passa para a doação da medula óssea.

Sobre os mitos, Érica Meireles falou que um dos mais comuns é confundir a medula óssea com a medula espinhal. Ela explicou que a medula óssea é um tecido gelatinoso e se encontra dentro das cavidades ósseas. A medula espinhal é parte do sistema nervoso e fica dentro da coluna vertebral. “Justamente por esta dúvida, muitas pessoas ficam preocupadas em doar medula, pois ouvem falar em pessoas que ficam paraplégicas por acidentes com a coluna vertebral, mas uma coisa não se relaciona com a outra, medula óssea é diferente de medula espinhal”, afirmou.

A representante da Liga ainda ressaltou que muitas pessoas acreditam que o procedimento é complicado, muito doloroso e que necessita de um longo afastamento do trabalho. Ela salientou que a dor é tolerável e que o doador necessita de analgésicos simples por no máximo três a quatro dias após a coleta da medula óssea. “Para o doador é apenas um incômodo passageiro. Já para o paciente poderá ser a diferença entre a vida e a morte”, concluiu.
Érica fala sobre mitos e verdades da doação de medula óssea (Foto: Érica Meireles/Arquivo Pessoal)Érica fala sobre mitos e verdades da doação de medula óssea (Foto: Érica Meireles/Arquivo Pessoal)
Cadastro
Para se cadastrar como doador (a) a pessoa deve ter entre 18 e 54 anos e bom estado de saúde. Érica Meireles disse que o processo é simples e que basta se dirigir ao Hemocentro mais próximo na cidade levando um documento com foto e dois números de telefones para contato. “Não é necessário agendamento e nem jejum. No cadastro a pessoa irá preencher uma ficha com dados e contatos e assinar um termo de consentimento e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (5 ml) para a tipagem de HLA (que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas)”, explicou.
Após o processo, os dados do doador são inseridos no banco do Redome e os cadastrados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se a compatibilidade for confirmada, a pessoa é consultada para confirmar que deseja realizar a doação. “A doação de medula óssea é um gesto de amor e solidariedade ao próximo”, disse a responsável pela Liga da Medula.
Para se cadastrar não há necessidade de peso mínimo. Pessoas que fizeram tatuagem há menos ou há mais de um ano também podem se cadastrar.
Em Uberlândia, o cadastro pode ser feito no  Hemocentro Regional da cidade, que fica localizado na Avenida Levino de Souza nº1.845, no Bairro Umuarama. Mais informações sobre o cadastro podem ser obtidas no local ou pelo telefone (34) 3222-8801.
O transplante de medula ainda não é realizado em Uberlândia. Caso o doador for compatível com o paciente, ele será encaminhado ao hospital mais próximo da cidade que faça a coleta da medula óssea, geralmente em Belo Horizonte ou São Paulo. Todas as despesas da viagem são de responsabilidade do Redome e o doador poderá levar um acompanhante.
Transplante
A doação de medula óssea pode ser realizada em duas formas básicas e o médico decidirá qual será a mais indicada. Nos dois casos a medula óssea do doador se recompõe em apenas 15 dias.
No primeiro caso, o doador é anestesiado em centro cirúrgico. A medula é retirada do interior dos ossos da bacia por meio de punções com agulhas. Os doadores retornam às suas atividades habituais uma semana após a doação.
O segundo procedimento chama-se aférese. O doador toma um medicamento que faz com que as células da medula óssea circulem na corrente sanguínea. Estas células são retiradas pelas veias do braço do doador, com uso da máquina de aférese.
Liga da Medula desenvolve trabalhos de divulgação nas ruas de Uberlândia (Foto: Érica Meireles/Arquivo Pessoal)Liga da Medula faz trabalhos de divulgação nas ruas de Uberlândia (Foto: Érica Meireles/Arquivo Pessoal)
Liga da Medula em Uberlândia
A Liga da Medula Óssea é uma associação de amigos, que tem por finalidade ajudar na divulgação e na propagação da conscientização da doação de medula óssea para pacientes com leucemia ou com outras doenças do sangue. Érica Meireles contou que equipes vão em espaços públicos e espalham panfletos com informações sobre a doação de medula. O grupo também fala sobre o assunto em espaços universitários e onde tiverem oportunidades.
A Liga ainda trabalha com campanhas externas, juntamente com apoio dos Hemocentros. “Nas redes sociais tentamos aproveitar o espaço pra divulgar a doação de medula óssea, tentando desmistificar e quebrar os tabus. Divulgamos também sobre a doação de sangue e plaquetas. Nosso lema é: Um dia na sua vida, por uma vida inteira”, afirmou Érica Meireles.

Campanha para incentivar doação de Sangue em Cachoeira vai 30 de agosto

Sabendo da importância da doação de sangue para o salvamento de vidas, o vereador Cleber Cardoso (PDT) quer mobilizar o maior número de amigos para participar da campanha em Cachoeira do Sul. “O Brasil usa por dia mais de cinco mil bolsas de sangue e nossa cidade utiliza em média 350 por mês. Essa é uma quantidade significativa, mas o número de doadores para suprir a demanda e manter o estoque é muito pequeno”, destaca, complementando: “Se cada pessoa doasse duas vezes ao ano, não faltaria sangue para transfusão”.
Em contato com o Banco de Sangue do HCB, foi informado ao vereador que todos os tipos de sangue estão necessitando de reposição. “É a hora de unirmos as forças nessa luta. Todos podemos ajudar. Doar sangue é salvar vidas”, reforçou.
Campanha
A Semana de Doação de Sangue será realizada no HCB de 12 a 30 de agosto, das 7h 30 às 11h. “A doação não traz risco de morte e é realizado com material descartável”, lembrou o parlamentar.
Requisitos básicos
Estar em boas condições de saúde.
Ter entre 18 e 60 anos
Pesar no mínimo 50kg.
Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).
Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).
Impedimentos temporários
Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
Gravidez
90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.
Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses).
Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
Tatuagem nos últimos 12 meses.
Impedimentos definitivos
Hepatite após os 11 anos de idade.
Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.
Uso de drogas ilícitas injetáveis.
Malária.
Intervalos para doação
Homens - 60 dias.
Mulheres - 90 dias.

Quinzena "Sangue Corinthiano" terá início no Banco de Sangue de Sertãozinho, no próximo dia 02

Está chegando o momento dos fiéis torcedores corinthianos de Sertãozinho e região colocarem toda a sua solidariedade em campo! Isso porque no próximo dia 02 de setembro, o Banco de Sangue de Sertãozinho terá a satisfação de receber, pela primeira vez, a Campanha "Sangue Corinthiano", que já é sucesso em várias cidades e estados brasileiros.
            Segundo o organizador da campanha em Sertãozinho, Edner Pontes, a ideia de unir torcedores da cidade e da região para salvar vidas, tem dado um bom e inesperado resultado. "Estamos muito felizes com adesão das pessoas à campanha, pois percebemos que torcedores de outras equipes não enxergam a rivalidade nessa hora, e estão se comprometendo a duar sangue durante a ação. Então, o clima é verdadeiramente de união e solidariedade", afirma Edner que completa: "em nome da Organização da campanha em Sertãozinho, desde já agradeço pelo apoio de algumas empresas e de comerciantes da cidade, que inclusive estão nos doando brindes para serem sorteados entre os doadores".
            Em Sertãozinho, o Banco de Sangue promoverá a Quinzena "Sangue Corinthiano" de 02 a 14 de setembro - período no qual os torcedores da cidade e também da região poderão comparecer à sede da instituição para praticar uma boa ação, doando sangue. Porém, seguindo as diretrizes nacionais da Campanha "Sangue Corinthiano", o dia 14 de setembro será fixado como o "Dia de Corinthiano Doar Sangue" - momento de encerramento da ação, quando a instituição estará decorada com motivos do Sport Club Corinthians Paulista.
            A Diretoria do Banco de Sangue de Sertãozinho aguarda ansiosa pelo início da ação. "Ficamos muito felizes quando fomos notificados dessa iniciativa, pois pudemos observar a possibilidade de ampliação no trabalho de conscientização sobre a importância da doação sanguínea, além da oportunidade de formarmos novos doadores de repetição", explica a diretora da instituição, que emenda: "temos uma ótima expectativa em relação a esta campanha, que acreditamos que será, senão a maior, uma das maiores doações coletivas já realizadas em prol do Banco de Sangue".
            A campanha - Iniciada em 2008, a partir da idealização e proposta de um torcedor que já era doador de sangue, a Campanha "Sangue Corinthiano" foi tomando vulto e hoje está presente em todo o país, com o objetivo de fidelizar e conscientizar os torcedores pelo Brasil, sobre a importância da doação de sangue. A organização da ação é tanta, que artistas que torcem pelo "timão", atuais e ex-jogadores a apoiam, além da mesma possuir até website www.sanguecorinthiano.com.br.
            Para participar - Os torcedores que pretendem doar sangue durante a ação devem ter entre 16 e 67 anos, portar documento oficial com foto, estar em boas condições de saúde e não ter ingerido álcool ou comidas gordurosas nas 12 horas que antecedem a doação. É válido lembrar que menores só podem doar com a autorização dos pais.
            Ainda é importante destacar que a honestidade também salva vidas e que por isso, ao doar sangue, pede-se que o doador seja totalmente sincero durante sua entrevista.
            Agendamento - Torcedores corinthianos de outras cidades que desejarem doar durante a Quinzena "Sangue Corinthiano", podem agendar a melhor data junto ao Setor de Captação do Banco de Sangue de Sertãozinho, através do telefone (16) 3942-3404.
            Fiel torcedor também é fiel doador! Participe da Campanha "Sangue Corinthiano"! 

Campanha de doação de sangue reúne evangélicos em Copacabana


RIO DE JANEIRO (O REPÓRTER)  - No próximo domingo (25), a partir das 9h, na Praia de Copacabana, em frente ao Posto 6, fiéis da igreja Presbiteriana se reúnem para a campanha “Dando Sangue Pelo Rio”, um evento que tem o objetivo de fomentar a doação de sangue na cidade.
Batizada de "Caminhada Presbiteriana 2013 - Dando Sangue Pelo Rio”, a ação, que aguarda mais de 3 mil doações e terá a parceria do Hemorio,quer conscientizar a população da importância de se doar sangue.
No ano passado, com o tema “Cidadania, ponha fé nessa ideia”, a Caminhada reuniu cerca de 40 mil pessoas.

Projeto ‘Dr. Sara & Cura’ Realiza Campanha de Doação de Sangue

A campanha de doação é realizada pelo projeto “Dr.Sara & Cura” a aproximadamente 5 anos.
O Projeto "Dr. Sara & Cura", realizará campanha de doação de sangue em dois dias deste mês. As doações para a campanha do projeto poderão ser feitas no hemonúcleo de Catanduva, na Rua 13 de Maio, 974, Centro, nos dia 24 e 25, das 7h às 13h.
"Dr. Sara & Cura" foi criado em Catanduva em 1998, apoiado pelo Rotary Norte, Sul e o Catanduva. Segundo informações, a criação do trabalho foi baseada em outros trabalhos desenvolvidos por dois grupos, o grupo “Clown Care Unit” de Nova York, que foi criado em 1986 e os “Doutores da Alegria” da cidade de São Paulo, criado em 1991.
Atualmente, o programa conta com aproximadamente 20 voluntários, entre palhaços e contadores de histórias. O objetivo do projeto é levar atividades lúdicas para as crianças doentes internadas na pediatria do Hospital Padre Albino, buscando proporcionar a elas alegria, o sorriso e o entretenimento como forma de amenizar a dor e contribuir no processo de recuperação.
Segundo informações do coordenador do projeto “Dr. Sara & Cura”, Ricardo Baptista de Oliveira, o projeto é realizado todas as quartas-feiras, sábados e domingos, das 14h às17h na pediatria do Hospital, há 15 anos.
Essa e outras notícias, na íntegra, você confere nas edições impressa e Online de O REGIONAL desta quinta-feira (22).
Da Reportagem Local

Hemopa faz campanha de doação de sangue em escola em Icoaraci

Este final de semana será marcado pela solidariedade na escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Avertano Rocha, em Icoaraci, onde o Hemopa promove campanha externa de doação de sangue, de 8 às 16 horas. A previsão é de 100 coletas por dia. A ação vai reforçar o estoque do hemocentro, que enfrenta dificuldades desde a semana passada, com a redução do comparecimento de doadores.
A campanha faz parte do programa Doador do Futuro, que estimula o gesto solidário entre a classe estudantil do Estado. A atividade envolverá não apenas os alunos, como também professores, funcionários, familiares e a comunidade. Segundo a gerente de Captação de Doadores do Hemopa, Juciara Farias, desde o início do ano, o hemocentro já fez 50 campanhas externas em parceria com várias instituições.
“Esse é o caminho para o êxito das ações. Dependemos de iniciativas sociais de cada um”, destaca a gerente, lançando convite para a doação voluntária de sangue. “Faça do sábado um dia de solidariedade. Salve vidas com a sua coleta de sangue”, reforça. Guilherme Leal, 42 anos, atendeu ao apelo do Hemopa e fez a quarta doação de sangue. Antes, ele só havia doado na unidade móvel. “Como estou de folga, aproveitei para ajudar o Hemopa a salvar vidas”, afirma.
A doméstica Ângela da Conceição Souza, 39, é mãe do paciente Luís Renan Mendes de Souza, 12, portador de Doença de Gaucher que, desde os 9 meses, faz tratamento no Hemopa, sem precisar de transfusão de sangue. “Meu filho faz medicação a cada 15 dias aqui no ambulatório, onde a maioria recebe sangue. Por isso, apelo para todos que possam ajudar que doem sangue. Muitas vidas dependem desse ato”, frisa.
Juciara Farias explica que a Doença de Gaucher é um distúrbio genético herdado, progressivo e crônico. Pessoas com a enfermidade não têm níveis suficientes de uma enzima específica. Como resultado dessa deficiência, um material gorduroso, ou lipídico, se acumula no corpo. O acúmulo de lipídios nos órgãos e ossos pode causar sintomas leves e graves, os quais podem aparecer a qualquer momento durante a vida, desde a infância até a idade adulta.
Instituições interessadas em fazer parceria com o Hemopa podem entrar em contato pelos telefones 3224-5048 e 3242-5430, de segunda a sexta, de 8 às 18 horas, e aos sábados, até às 15 horas. O centro fica na travessa Padre Eutíquio, 2.109, e funciona, para coleta, de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18 horas, e aos sábados, de 7h30 às 17h. Mais informações: 0800-2808118.

Paciente transplantada no HC/UFPR se encontra com seu doador de medula óssea

O Serviço de Transplantes de Medula Óssea (STMO) do Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) está promovendo um encontro entre doador e receptor de medula óssea na sexta-feira, 23, às 10 horas.

A ocasião é muito significativa para ambos, pois, tanto para o doador, quanto para o receptor, o momento é de muita emoção.


O encontro será entre a paciente transplantada no HC Lorenza Roberta Mello que, hoje, está com 20 anos e mora no interior do Paraná, na cidade Peabiru, próximo de Campo Mourão; e o doador José Adilson Sabino, que está com 43 anos, é metalúrgico e mora em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Lorenza, que foi diagnosticada com Anemia Aplástica Severa (AAS), foi transplantada no HC, há cinco, em 14 de novembro de 2008 e, sem o qual, hoje, ela poderia não estar mais viva. “Este encontro com a pessoa que doou a medula para mim é o sonho de minha vida”, ressaltou ela.

“É raro promover esse tipo de encontro, ainda mais entre doadores não-aparentados, que podem ser pessoas de qualquer parte do mundo” frisou o assiste social do STMO, Rafael Terézio Muzi. Concluiu ele que, talvez, toda a equipe do Serviço esteja até mais ansiosa que a própria paciente: “Lorenza vai encontrar com o seu "herói", e é sem dúvida a possibilidade de ver o fruto do trabalho de toda uma equipe concretizado”.

Serviço:
Encontro de Doador de Medula com Paciente transplantada no HC da UFPR
Dia: 23/08/2013 – 10h no 4º andar do Hospital de Clínicas da UFPR


fonte>>http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=25689&op=saude

Campanha para doação de medula terá ação para desvendar mitos

Fotógrafo Palê Zuppani vai contar em palestra a sua experiência com dois transplantes para acabar com leucemia

Nos dias 26 e 27 de agosto, a ONG Palhamédicos do Senhor realiza, a partir das 19h30, no Cine Teatro Municipal Vera Cruz, a Campanha de Doação de Medula Óssea em Uberaba. O objetivo é apresentar à população a realidade das pessoas com câncer que necessitam desse tipo de transplante, desvendar os mitos quanto ao processo de doação. Durante o evento, gratuito e aberto ao público, interessados poderão se cadastrar como possíveis doadores no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).
A campanha “Descubra se você nasceu pra ser um herói - Sua vida pode salvar a vida de alguém. Seja um herói, faça o cadastro”, foi desenvolvida pela Agência de Publicidade PlanoCOM e a ONG em parceria com o Hospital de Clínicas UFTM. De acordo com Patrícia Helena de Oliveira, coordenadora da ONG Palhamédicos do Senhor, o foco principal da campanha é atingir 10 mil pessoas cadastradas no Redome.
“O que mais motivou a campanha foi um paciente Sandy, que atualmente não está entre nós. Ele precisava de um doador que chegaram a encontrar, porém, esse doador havia se mudado e não atualizou o cadastro no Redome. Por isto, ele veio a óbito em março desse ano. Depois apareceu o Ian, paciente do hospital, que a mãe engravidou para tentar doador, mas a criança não era compatível. Ficamos sensibilizados e decidimos fazer a campanha”, conta.
No primeiro dia, o fotógrafo paulista Palê Zuppani, ex-portador de leucemia linfóide aguda, apresentará sua palestra “Contando Histórias”, sobre sua peregrinação em busca de um doador compatível. “Ele chegou a encontrar um doador compatível pelo Redome e seis meses depois do primeiro transplante descobriu que a leucemia havia voltado. Palê retornou para a fila e conseguiu outro doador 100% compatível e refez o transplante. Tem um ano que ele passa bem. Ele montou um documentário dentro do hospital para mostrar tudo o que um paciente passa a espera de um doador para transplante”, ressalta Patrícia.
No dia, 27, o médico Ilídio Antunes de Oliveira Júnior, coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do Hospital de Clínicas da UFTM, vai esclarecer as dúvidas e  mitos que ainda envolvem o transplante de medula óssea, mostrando como é, realmente, feita a coleta e o transplante.