sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Hemoacre incentiva doação de medula óssea

“Eu acho importante ajudar o próximo. Não há nada mais satisfatório do que saber que posso salvar uma vida, através de um pequeno gesto como esse”, diz Gabriela Barbosa (Foto: Assessoria Sesacre)
“Eu acho importante ajudar o próximo. Não há nada mais satisfatório do que saber que posso salvar uma vida, através de um pequeno gesto como esse”, diz Gabriela Barbosa (Foto: Assessoria Sesacre)
O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Acre (Hemoacre) promoveu, na quinta-feira, 15, uma palestra sobre doação de medula óssea, para tirar dúvidas sobre a doação e estimular a população. Além da palestra, houve também o cadastro para voluntários que se dispuseram a coletar amostra para realização de exame de histocompatibilidade (HLA) para se tornarem possíveis doadores.
Para a gerente de captação do Hemoacre, Marlice Aquino, existe a necessidade de estimular a população a se cadastrar como doador. “Há uma dificuldade muito grande de conseguir doações, principalmente por causa da desinformação. Uma das chances de cura para uma leucemia, por exemplo, é o transplante de medula óssea”, afirmou.
Marlice também explica que é necessário um grande número de doações de medula, pois a probabilidade de haver compatibilidade entre o doador e o receptor é de apenas um indivíduo em cada grupo de um milhão de pessoas.
Denis Fujimoto, dermatologista que ministrou a palestra, explicou que qualquer pessoa entre 18 e 55 anos pode ser doador de medula, desde que esteja em boas condições de saúde. “O transplante de medula é utilizado em casos de leucemia, quando não se obtém sucesso com a quimioterapia, e nos casos de aplasia de medula, quando esta para de fabricar as células do sangue”, explicou.
Logo após participar da palestra, a vendedora Gabriela Barbosa se dirigiu à sala de coleta do Hemoacre. A amostra de sangue coletada da vendedora e dos outros voluntários será submetida ao exame de HLA, no Instituto Nacional do Câncer (Inca), que é responsável por fazer a busca de receptores compatíveis com o material do doador.
“Eu acho importante ajudar o próximo. Não há nada mais satisfatório do que saber que posso salvar uma vida, através de um pequeno gesto como esse”, disse Gabriela.

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