segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Família faz campanha de doação de medula óssea para salvar criança

A campanha já conseguiu levar muitos moradores de Salto para se cadastrar no Banco Nacional de Medula Óssea (Foto: Reprodução/TV Tem)

Uma campanha tem mobilizado a cidade deSalto (SP) e região para ajudar na cura da leucemia de uma menina de 7 anos. Gabriela, que é moradora de São José do Rio Preto (SP), mas tem família em Salto, precisa de um transplante de medula óssea. Com o intuito de encontrar o doador compatível, o avô da garota colocou o ônibus da empresa da família para transportar doadores em potencial para se inscreverem no hemonúcleo de Sorocaba (SP).
Segundo Diana Cristina Menezes, mãe de Gabriela, ela foi diagnosticada com leucemia, notícia que deixou a família em choque. "Como mãe, a gente fica muito angustiada porque a gente vê a criança com febre, piorando, então a gente fica muito ansiosa. Mas eu tenho muita esperança e muita fé em Deus, que vai achar um doador compatível para a minha filha", desabafa a mãe.
Diana mostra a foto que está pendurada na parede da sala, tirada no Dia das Mães do ano passado, quando Gabriela ainda tinha cabelo. Ela explica que nos meses seguintes, a vida da menina mudou bastante e que o tratamento tem sido desgastante.
Já foram três sessões de quimioterapia, mas segundo os médicos, a menina terá que fazer um transplante de medula óssea para ficar curada da doença. "O transplante é fundamental no caso dela porque ela não está reagindo, está sempre voltando. A médica dela disse que não existe outra alternativa", complementa a mãe de Gabriela.
Os avós da menina, que moram em Salto, decidiram ajudar. O amor pela neta fez com que eles mobilizassem centenas de pessoas para fazer o cadastro no banco de doadores de medula óssea. O avô da menina, Nilton Matias, é dono de uma empresa de fretamento de ônibus e usa os veículos uma vez por semana para levar voluntários até o hemonúcleo de Sorocaba. "Estamos colocando nas duas rádios de Salto, colocando no jornal, fazendo panfletos e pedindo para os amigos irem lá doar para encontrar um doador compatível. Se Deus quiser, nós vamos encontrar", prevê avô.

De acordo com a tia de Gabriela, Nilma Elisa Matias Fernandes, muitas pessoas abraçaram a causa e estão se mobilizando para ajudar como pode. "São pessoas de todas as cidades que estão entrando em contato com a gente para fazer o cadastro de doador. Nós estamos, além de divulgar na mídia, também distribuindo panfletos. Queremos atingir o máximo de pessoas possível", conta a tia.
O transplante de medula óssea, na maioria das vezes, é a única esperança de cura para pacientes com leucemia. O grande desafio é encontrar um doador que seja compatível. Estatísticas mostram que a chance é de uma em 100 mil. Por isso, o cadastramento de doadores de medula óssea é tão importante, não só para Gabriela, mas como para todos os pacientes que precisam encontrar um doador compatível.
Médula óssea
A medula é um líquido que fica dentro dos ossos, responsável pela produção do sangue nas células de defesa. Se há algum problema na fabricação, o corpo sofre consequências e a pessoa pode desenvolver doenças graves. O transplante é capaz de substituir as células doentes por saudáveis. "O transplante é recomendado principalmente para aqueles casos em que a doença tem origem nas células do sangue. É uma doença do sangue que precisa ser tratada com a troca dessas células para que seja produzido um novo tipo de sangue sem doença", explica o hematologista, João Victor Piccolo Feliciano.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer, nos últimos 10 anos, o número desse tipo de cirurgia cresceu quase 900% no Brasil: passou de 29 para 261. Atualmente, em São José do Rio Preto, nenhum hospital está credenciado para fazer o procedimento, mas na cidade existe o hemocentro onde é realizada a captação de doadores. Em 2012, foram 3.245 cadastrados. Neste ano, até agora, já são 5 mil.
Doador
Para ser um doador de medula óssea basta procurar um hemonúcleo. O processo é simples: é retirada uma pequena quantidade de sangue e o doador preenche um cadastro com os dados pessoais. As informações vão para o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).
A tia de Gabriela lembra que os interessados em se cadastrar como doador de médula óssea devem ir até os hemonúcleos de suas cidades e citar que é para a campanha da paciente Gabriela Matias. "Nós estamos sempre em contato com o pessoal do Redome, para ver se eles encontrarm algum doador compatível", conta a tia. Ela lembra que os interessados em participar da campanha e moram na região de Salto, devem entrar em contato pelo telefone (11) 97516-5698 ou 4028-0831. Assim será agendado o dia e o horário para que o ônibus gratuito encaminhe todos ao hemonúcleo.
Em Jundiaí (SP), as doações são feitas na Colsan, que fica na rua 15 de novembro, 1.848, na Vila Municipal. Em Sorocaba, o hemonúcleo fica na avenida Comendador Pereira Inácio, 564, ao lado do Hospital Leonor Mendes de Barros.

Banco de Sangue de Barra do Bugres necessita de doadores de todos os tipos

O Banco de Sangue João Batista de Oliveira de Barra do Bugres necessita com urgência de doadores de sangue de todos os tipos. Para doar, o voluntário deve apresentar documento de identificação, ter boa saúde, não estar tomando remédio, pesar mais de 50 quilos, ter entre 18 e 69 anos, não estar em jejum.
O Banco de Sangue é mantido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, e está localizado na Rua Voluntários da Pátria, 385, no Bairro Maracanã, ao lado do PSF Primavera.
Mais informações pelo telefone ( 66) 3361-1822.
Autor: Moretto/Assecom
Fonte: O NORTÃO

Itabirano de 12 anos precisa de doação de medula óssea

Com apenas 12 anos, o menino Thalis Caldeira Santos já tem que lidar com uma doença delicada: a leucemia Linfoblástica Aguda (LLA). Seus pais, Schineider Santos e Karinni Caldeira, travam uma luta contra o tempo na busca por doadores de medula óssea em Itabira e região. O menino precisa de transplante e os pais não são compatíveis. Como é filho único, necessita encontrar uma pessoa compatível que esteja cadastrada no banco de doadores.
 
Schineider e Karinni iniciaram uma campanha pedindo a amigos, familiares e pessoas que façam o cadastro como doadores de medula. “Sabemos que quanto maior o número de pessoas cadastradas, maior será nossa chance de conseguirmos o doador. O benefício não será apenas para meu filho, porque o cadastro vai para um banco universal, então outras pessoas doentes também terão a chance de encontrar uma pessoa compatível”, ressalta o pai.
 
Schineider conta que começou uma força tarefa, reunindo, a cada final de semana, cerca de 30 pessoas para fazer a doação no Hemominas, em Belo Horizonte. Mas a entidade parou de funcionar aos sábados e ficou difícil continuar. “Estamos fazendo uma lista das pessoas que querem doar. Basta entrar em contato comigo”, diz.
 
Infelizmente não é a primeira vez que o garoto enfrenta a doença. Em agosto de 2010, com apenas 9 anos, Thalis foi diagnosticado com a enfermidade. Na época a leucemia era de baixo risco e o menino reagiu bem à quimioterapia. Depois de quase três anos de tratamento, em dezembro de 2012 ele teve alta. Em agosto deste ano, entretanto, os médicos descobriram, após alguns exames, que a doença havia voltado. “Mais uma vez o nosso mundo desabou. Agora o Thalis é considerado um paciente de alto risco. Não está sendo fácil, mas temos fé e pedimos a colaboração das pessoas que sejam doadoras”, diz o pai.
 
Devido à doença, o garoto está com a mãe temporariamente em Belo Horizonte. Ele faz quimioterapia três vezes por semana e fica internado seis dias por mês. “Graças a Deus ele está grande parte do tempo em casa e isso já facilita muito”, comenta Schineider.
 
Quem pode ser um doador
Cerca de 400 mil pessoas estão cadastradas em Minas Gerais para a doação de medula óssea, mas segundo a Fundação Hemominas, os números são considerados baixos, já que a chance de conseguir um doador compatível é de apenas uma em 100 mil. Qualquer pessoa com idade entre 18 e 54 anos, que não apresente doenças infecto-contagiosas ou tenha sido vítima de câncer, pode se cadastrar. O cadastro vale até o doador completar 60 anos e deve ser atualizado no caso de mudança de endereço. O procedimento de coleta se assemelha a uma doação de sangue.
 
Para ajudar o garoto, basta se cadastrar como possível doador de medula óssea em qualquer hemocentro do Brasil. Com o cadastro, os dados serão cruzados com o paciente. No Hemominas de BH, o cadastro pode ser feito na rua Alameda Ezequiel Dias, 321, bairro Santa Efigênia - Cep: 30130-110. Telefone de contato: (31) 3768-4500.
 
Contato dos pais:
Karinni: (31) 8608-0496 ou (33) 88064745
Schineider: (31)8509-4998 ou (31) 3831-6221

Ceará ultrapassa 100 transplantes


Chegou a 41 o número de transplantes de medula óssea realizados no Estado em 2013. Com este registro, o Ceará alcança o total de 108 transplantes desde de 2008, ano em que esse tipo de procedimento passou a ser feito pelo Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), em parceria com o Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Em 2008, foram três transplantes; sete em 2009, 14 em 2010, 17 em 2011 e 26 em 2012, todos do tipo autólogos, em que o paciente recebe as suas próprias células sadias. A expectativa é de 50 transplantes de medula óssea no Ceará neste ano, segundo o chefe do serviço de Hematologista e Transplante de Medula do HUWC e coordenador do Banco de Cordão Umbilical e Placentário do Hemoce, Fernando Barroso. 

Um dos procedimentos deve ser realizado hoje, e mais nove pessoas estão prontas para receber o transplante, segundo o médico. Em outubro deste ano, o Hemoce recebeu autorização do Ministério da Saúde para realizar os transplantes alogênicos, em que o paciente recebe células sadias de outra pessoa. 

Seleção
Com a autorização, o Hemocentro já está selecionando pacientes e doadores. Após a seleção do paciente e avaliação do estágio da doença e do estado de saúde, é preciso encontrar o doador. A primeira busca é na família do paciente, onde em 30% dos casos o doador é encontrado. Não sendo possível, a procura segue nos cadastros de doadores e bancos de cordão umbilical.

Até o momento, quem precisa do procedimento alogênico, deve se deslocar a outros estados. Espera-se, com o início dos procedimentos, em 2014, que os transplantes de medula óssea no Ceará aumentem ainda mais. 

Uma das causas do aumento de doações no Estado é a campanha Doe de Coração, da Fundação Edson Queiroz, com apoio do Sistema Verdes Mares e parceria da Universidade de Fortaleza (Unifor). O movimento atua desde 2003 promovendo a conscientização voluntária da doação de órgãos no Ceará.



Doações de sangue precisam ser mais frequentes para atender demanda em SC

Guto Kuerten / Agencia RBS
O advogado Francisco Murilo Vessling Junior é doador de sangue há 13 anos e participa de outras campanhas como doação de plaquetas e medula óssea em Florianópolis


De todas as doações para que vidas não sejam perdidas, a de sangue é a mais importante pela quantidade de pessoas envolvidas. Em transplantes de fígado, por exemplo, para que um novo órgão entre em funcionamento, é necessário que 100 pessoas tenham se disposto a doar sangue.

Santa Catarina conta com 403 mil doadores sanguíneos cadastrados no Hemocentro de Santa Catarina (Hemosc), sendo que 49% deles vão ao local pelo menos duas vezes por ano. Pela grande necessidade e pouca oferta, mais importante do que aqueles que se cadastram para apenas uma única doação, são aqueles que mantêm a continuidade do ato de forma espontânea.

Para chegar ao número ideal, o Hemosc ainda precisa de mais 20% de doadores frequentes. A preocupação é com a proximidade do fim do ano, período em que diminuem as doações diárias nos hemocentros do Estado.

Dados apontam que até a última quinta-feira, neste ano, foram registradas 110.365 mil doações, mas para chegar na meta ideal faltam ainda cerca de 20 mil bolsas de sangue. O fôlego vem agora quando campanhas em todo o país lembram, neste 25 de novembro, o Dia Nacional do Doador de Sangue.

A expectativa é de que as coletas aumentem para uma média de 500 por dia em SC. Na última semana a média foi de 450. Respondendo por 97% das transfusões no Estado, o Hemosc luta para manter um estoque ideal durante todo o ano.

A coordenadora de captação do hemocentro, Roseli Sandrim, explica que as doações sofrem períodos de altos e baixos em todas as regiões. Nos meses de novembro e dezembro, por conta das campanhas, a captação atinge um pico, mas em janeiro, fevereiro, julho, agosto e setembro, faltam doadores.

— Geralmente no período de férias, em dias de chuva ou de muito calor, não temos doadores. Por isso precisamos de pessoas que tenham o hábito de doar com frequência — ressalta Roseli.

Florianópolis está atualmente no topo das cidades que mais contribuem com as doações de sangue ao Hemosc, em segundo lugar está Blumenau, seguido de Joinville, que tem aumentado de forma significativa o número de doadores.

De acordo com Roseli, os hospitais que demandam a maior quantidade de sangue no Estado são o Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, e o Celso Ramos, em Florianópolis. As maiores urgências são para os tipos sanguíneos O-, O+ e A+, além dos demais.

— Eles realizam uma grande quantidade de cirurgias de alta complexidade, tratamento de câncer, transplantes de medula e atendimento a leucêmicos — explica a coordenadora. 




Saiba mais sobre a doação de sangue:

O que é?
É a retirada de aproximadamente 450 ml de sangue, por meio de inserção de uma agulha em um dos braços. A coleta é feita por profissionais capacitados e sob supervisão de um médico ou enfermeiro. Todo o processo leva em torno de 55 minutos. O sangue doado não ultrapassa 10% do volume em circulação no corpo.

Por que doar?Todos os dias acontecem centenas de acidentes, cirurgias e queimaduras violentas que exigem transfusão. Os portadores de hemofilia, leucemia e anemias também precisam de transfusão. Doar sangue é simples, tranquilo e seguro que não provoca risco à saúde.

Tipos de doação: Doação Espontânea: feita de modo altruísta, como uma atitude 
Solidária com um único interesse: ajudar o próximo
Doação vinculada: feita a algum paciente
Doação autóloga: doar para si mesmo

O que é necessário para doar?Ter idade entre 18 e 69 anos, 11 meses e 29 dias; doadores entre 16 e 17 anos são aceitos mediante a presença e autorização formal dos pais e/ou responsável legal; limite de idade para primeira doação é de 60 anos; candidato à doação deve estar em boas condições de saúde, sem feridas ou machucados no corpo; pesar acima de 50 kg (com desconto de vestimentas); apresentar documento de identidade com foto emitido por órgão oficial; evitar o jejum e fazer refeições leves nas 4 horas que antecedem a doação; evitar uso de bebidas alcoólicas nas últimas 12 horas; evitar vir acompanhado com crianças ou sem acompanhantes.

Após a doação?Não fumar por no mínimo duas horas; nas 12 horas após a doação, não praticar exercícios físicos e atividades perigosas; permanecer no serviço hemoterápico após a doação por 15 minutos. Intervalo entre as doações: Mulheres: 90 dias ou 3 doações nos últimos 12 meses Homens: 60 dias ou 4 doações nos últimos 12 meses

Não pode doar:Quem tem ou teve as seguintes doenças: hepatite após os 11 anos de idade; hanseníase; hipertireoidismo e tireoidite de Hashimoto; doença autoimune; doença de Chagas; AIDS; problemas cardíacos (necessita avaliação e declaração do seu cardiologista); diabetes e câncer. Fez ou faz uso de algumas drogas ilícitas nos últimos 12 meses; mantém relações sexuais de risco; gestantes ou mulheres que amamentam bebês com menos de 12 meses.

Antes de doar:Antes da doação você passará por um processo de pré-triagem e uma entrevista individual. Se estiver com algum problema de saúde ou apresentando sintomas como perda de peso, manchas na pele, caroços pelo corpo (ínguas), feridas na boca, não doe sangue e procure um médico.

Onde doar:
As doações podem ser feitas nas sedes do Hemosc, em SC, nas cidades de Florianópolis, Tubarão, Criciúma, Lages, Blumenau, Jaraguá do Sul, Joinville, Joaçaba, Canoinhas e Chapecó. Confira os endereços e horários no site www.hemosc.org.br.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Hospital Regional de Coxim realiza Campanha de Doação de Sangue



O Hospital Regional Doutor Álvaro Fontoura Silva, em Coxim, convida a todos para participar da 2ª Campanha de Doação de Sangue e Cadastro de Medula Óssea 2013, que será realizada no próximo dia 29 das 13 horas ás 17h30 e dia 30 das 07 às 11 horas, no Banco de Sangue de Coxim, localizado dentro do HR.
A doação de sangue é muito importante, afinal, todos os procedimentos médicos que demandam transfusão de sangue precisam dispor de um fornecimento regular e seguro desse elemento. Por isso os bancos de sangue precisam estar abastecidos. Doar sangue é fácil, simples, rápido, sigiloso e seguro.
As condições para doar são, estar bem de saúde, apresentar documento do foto, ter entre 18 e 65 anos (para doação de sangue) e de 18 a 55 anos (para cadastro de Medula Óssea), pesar acima de 55 quilos, não estar em jejum, não ter ingerido bebida alcoólica 12 horas antes da doação, não fumar duas horas antes da doação e evitar alimentos gordurosos.
Os interessados em participar, podem tirar as dúvidas através do telefone 67.3291-2903 (Das 07 às 13 horas) ou na própria unidade na avenida Gaspar Ries Coelho, 361, Bloco B, no bairro Flávio Garcia, em Coxim. (fo

Hemosul precisa de doações do sangue ‘O’ Negativo com urgência

O Centro de Hematologia e Hemoterapia de Mato Grosso do Sul (Hemosul) está com estoque zerado de sangue tipo ‘O’ negativo e com pouca oferta das demais tipagens. Por isso, o órgão convoca os cidadãos para que compareçam ao Hemosul e façam sua doação, para salvar vidas.
Para doar sangue é necessário estar munido de um documento com foto, ter entre 16 e 67 de anos, sendo que os menores de idade só poderão realizar a doação mediante autorização dos pais ou responsável. Também é necessário estar bem alimentado, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, nem mesmo socialmente, e pesar no mínimo 55 quilos.
Locais
Na Capital as doações podem ser feitas no Hemosul, que fica na avenida Fernando Corrêa da Costa, 1304, na Santa Casa, no Hospital Universitário e no Hospital Regional. No interior do Estado as unidades de coleta são Dourados, Ponta Porã, Corumbá, Três Lagoas e Paranaíba. Mais informações pelo telefone 67.3321.1500. 

Campanha quer aumentar doações de sangue no hemonúcleo de Taubaté

Segundo o hemonúcleo de Taubaté, meta de doação está abaixo da esperada no município (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)

Com os feriados do fim de ano e os baixos estoques de sangue cresce a preocupação dos bancos de sangue da região. Em Taubaté, uma campanha entre o hemonúcleo e a prefeitura espera aumentar o número de doadores na cidade, que é considerado baixo.

Segundo a assistente social do hemonúcleo, Sônia Andrade, nessa época do ano é que a necessidade aumenta. "Nós temos uma meta de 3% da população doando sangue regularmente, o que não ocorre. Então, nós estamos trabalhando, intensificando, principalmente agora nessa época de final de ano, nós temos feriados pela frente e os pacientes continuam precisando de sangue".

Ainda de acordo com a assistente, a cidade está incentivando a prática. "O município disponibiliza uma condução para doadores, que vai ser destinado para os pacientes. Então, é um serviço de corresponsabilidades e parcerias e com todos os municípios da região". Os interessados em conseguir a carona solidária devem procurar o hemonúcleo para oficializarem junto às prefeituras um pedido de transporte.

Há quatro anos, doar sangue se tornou uma rotina para o mecânico Athaíde Cândido. A iniciativa partiu depois de uma promessa feita por ele. "Quando meu pai foi fazer uma cirurgia, precisou de um doador e faltou. Aí eu me candidatei a doador e a cirurgia correu tudo bem. De lá para cá não parei mais", contou.

Serviço
O Hemonúcleo de Taubaté fica na Rua Joaquim Távora, s/n, atrás do Hospital Universitário de Taubaté. O atendimento é das 7h30 às 14h30.

Para doar sangue basta estar em boas condições de saúde, estar alimentado (porém evitar a ingestão de comida gordurosa nas quatro horas que antecedam a doação e bebidas alcoólicas 12 horas antes da coleta), ter entre 16 e 67 anos, pesar no mínimo 50 quilos e trazer documento de identidade original com foto.

fonte>>http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/11/campanha-quer-aumentar-doacoes-de-sangue-no-hemonucleo-de-taubate.html

Campanha incentiva cadastro de Medula Óssea em Sergipe

Com o objetivo de ampliar o cadastro de doadores de Medula Óssea, realizado no Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), estudantes da disciplina Práticas Extensionistas II, do curso de Marketing e Propaganda da Universidade Tiradentes (Unit), iniciaram uma campanha de conscientização sobre o tema na segunda-feira (4) e  reuniu jovens universitários e membros do grupo Galera Sangue Bom.

No primeiro dia, a ação recebeu a adesão de 20 pessoas, a exemplo do estudante Francisco Carlos. “Sou doador de sangue e decidi fazer o cadastro para ajudar quem precisa do transplante de medula óssea. É uma satisfação colaborar com a iniciativa dos alunos da Unit. Acredito que essa campanha dará mais visibilidade ao serviço oferecido pelo Hemose”, enfatizou.


João Paulo Fontes cursa Educação Física na Unit e também realizou o cadastro na esperança de ajudar os pacientes que necessitam do transplante. “Se cada um fizer a sua parte, aumentam as chances de milhares de pessoas espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. O procedimento é rápido, simples e é coletada apenas uma amostra de 5 ml de sangue”, afirmou.

De acordo com a gerente de Captação do Hemose, Teresa Leite Lisboa, os dados do candidato são inseridos no cadastro do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Sempre que surge um paciente com a necessidade do transplante de medula, a compatibilidade é verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir se realmente deseja realizar a doação.

“A doação de medula óssea é uma atitude simples e voluntária, cuja única consequência é ajudar. 60% das pessoas que precisam desse recurso terapêutico não encontram doadores compatíveis na família e a chance de acontecer na população geral é muito pequena, aproximadamente de 1 em cada 100.000 habitantes”, esclarece Teresa Leite Lisboa.

Cadastro
Para fazer a inscrição junto ao cadastro de Medula Óssea, basta comparecer ao Hemocentro de Sergipe, apresentar documento oficial com foto válido em todo território nacional, estar bem de saúde e ter entre 18 e 55 anos. O serviço é realizado no Serviço Social de segunda à sexta-feira, das 7h30 às 17h. Mais informações, através dos telefones: (79) 3225-8000 e 3259-3174.

*Com informações da SES


fonte>>http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2013/11/campanha-incentiva-cadastro-de-medula-ossea-em-sergipe.html

Regiões de Bauru e Jaú precisam de doadores de sangue


A Agência Transfusional da Santa Casa de Jaú trabalha para atender pacientes que necessitam de transfusões de urgência ou extrema urgência no pronto-socorro. O estoque de sangue na Santa Casa está baixíssimo, bem como o Hemonúcleo de Bauru e de vários municípios do Estado de São Paulo.
Os hospitais pedem a colaboração de todos para que doem sangue de todos os tipos, principalmente O+ e O-.
Um doador pode salvar até três vidas, porque o sangue doado é separado em três hemocomponentes: concentrado de hemácias, plasma fresco congelado e plaquetas, que podem ser utilizados de acordo com o quadro do paciente.
A doação é rápida e segura. Médicos e enfermeiros treinados acompanham o procedimento e ficam sempre prontos para atender eventuais problemas.
Bauru
Os interessados em doar sangue devem procurar o Hemonúcleo de Bauru na rua Monsenhor Claro, 888, no Centro. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h30 e das 14h às 16h. Informações pelo telefone (14) 3104-3518.
Jaú
Os interessados devem procurar o Hemonúcleo Regional de Jaú que fica na Rua Dona Silvéria, 150. Para mais informações ligue (14) 3602-1355.
Para doar
·        Nunca doar sangue em jejum, refeições pesadas aguardar 2h;
·        Idade entre 18 e 67 anos;
·        Pesar no mínimo 50kg;
·        Boas condições de saúde;
·        Não fazer uso de antibióticos ou antiinflamatórios (15 dias) e vacinas (1 mês);
·        Se mulher, não estar grávida ou amamentando;
·        Não ser portador de Chagas, sífilis, hepatite ou HIV;
·        Não ter tido convulsões após os 2 anos de idade;
·        Não ter frequentado região de malária nos últimos 6 meses;
·        É indispensável a apresentação de documento com foto.

Após acidente, músico precisa de doação de sangue



Após sofrer um grave acidente de carro na última quinta-feira (31), na estrada que liga Teresina ao Povoado Alegria, o músico e tenor, Pedro Felipe Santos Rodrigues, está precisando, urgentemente, de qualquer tipo de doação de sangue.
Pedro Felipe retornava da comunidade, no qual dá aulas, quando sofreu o acidente. Ele encontra-se internado, em estado gravíssimo, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Urgência de Teresina (HUT).
Familiares e amigos de Pedro Felipe iniciaram uma campanha através das redes sociais para que todos se dirijam à sede do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí (Hemopi) para doar sangue.
Quem tiver interesse em ajudar, deve se dirigir ao Hemopi, que fica localizado na Rua Primeiro de Maio, 235, Centro, e informar que deseja doar sangue para Pedro Felipe Santos Rodrigues.

Após doador desistir, família e amigos retomam campanha por medula a jovem

Patrícia Oshiro Brentan, está internada em tratamento no hospital Mário Covas em Santo André, São Paulo. Ela descobriu a leucemia em maio de 2012.

Há alguns dias o Facebook retomou as postagens e compartilhamentos com a hashtag seguida da frase “eusouamigodapaty‬”, uma jovem de 25 anos, nascida em Sidrolândia e que desde maio do ano passado, quando descobriu a leucemia, tem a luta diária de encontrar um doador de medula óssea compatível o mais rápido possível.
O transplante era para ter sido realizado agora, em outubro. No entanto, nos exames finais, o doador compatível desistiu fazendo com que ela, a família e os amigos recomeçassem a campanha do zero.
Formada em Engenharia de Alimentos, Patrícia Oshiro Brentan, está internada em tratamento no hospital Mário Covas em Santo André, São Paulo. Quem conta a história da trajetória dela é o tio, Ademir de Sousa Oshiro, de 47 anos, de Sidrolândia.
Ele começa falando da foto que ilustra a matéria, é da sobrinha bem mais magra, expondo toda fragilidade da doença. “É uma foto que choca, mas ao mesmo tempo sensibiliza as pessoas a doarem. A hora que você olha causa um impacto”, comenta.
Os traços continuam os mesmos. Os cabelos e o sorriso é que foram embora, mas ainda não levaram a força da jovem. Nesta sexta-feira ela postou no Instragram uma imagem de Cristo e a frase de quem entregou a vida à Deus, para que seja feita a vontade superior. “Coloco-me à disposição do Teu amor, convencida de que a solução que vier é a que achaste a melhor para mim”, narra o tio.
Estudante de Direito de Brasília, Rayssa, não conhece Patrícia mas fez vídeo e lançou campanha.Estudante de Direito de Brasília, Rayssa, não conhece Patrícia mas fez vídeo e lançou campanha.
Depois da desistência do doador, a família e os amigos compartilharam fotos e até um blog foi criado. Tudo na esperança de que a mensagem de socorro chegue a um doador compatível. “A cura no quadro dela só existe se acontecer o transplante de medula e é muito difícil você encontra 1 a cada 100 mil pessoas”, argumenta Ademir.
Em dois dias de campanha, o tio acumula nas mãos uma lista de mais de 500 pessoas dispostas a doarem, isso só em Sidrolândia. O próximo passo da família é levar a coleta do Hemosul de Campo Grande para o município. No entanto a luta deles também é contra o relógio.
Logo no início do tratamento, ainda em 2012, uma estudante de Direito de Brasília que nem conhece Patrícia pessoalmente teve a iniciativa de bolar o vídeo que leva o nome 'Patrícia Oshiro' e divulga-lo pelo Facebook. As fotografias da Paty são narradas pela jovem, Rayssa Sereno Neves, de 24 anos, que pergunta aos internautas se já presentearam alguém que não conhecem e que a chance de fazer algo diferente é presentear a Paty com 5ml do sangue no hemocentro mais próximo.
Rayssa contou que a história de Patrícia chegou através de uma amiga em comum quando ela ainda morava em Londres. “Eu não conheço e nem nunca estive com a Paty, mas tive a ideia de fazer um vídeo caseiro para que ela pudesse divulgar para as pessoas sobre o cadastro”, recorda.
Quando voltou ao Brasil, a jovem pediu que ela fizesse outro material e a ideia de Rayssa, que é fotógrafa, foi de criar uma campanha ‘clean’ mas com o intuito de passar a mensagem com fotos.
“Acho que a imagem é mais forte do que a palavra. Então pedi que ela tirasse uma foto com a frase ‘eu sou a Paty’ e as outras postariam ‘eu sou amigo da Paty’, até para que as pessoas conhecessem não só a realidade da Patrícia, mas de vários que precisam de doação”, explica.
O blog http://amigosdapaty.wordpress.com teve mais de 5 mil visualizações em dois dias. “Graças a Deus tomou uma proporção bem bacana”, comemora Rayssa. “A doação não tem custo e a Paty vai ganhar muito”, o vídeo encerra com o convite.
Para doar - O primeiro passo é se cadastrar no Hemocentro em qualquer banco de sangue. Em Campo Grande, os locais credenciados para receber é a Santa Casa, Hospital Universitário, Hospital Regional e Hemosul. Esse cadastro consiste em preencher uma ficha com os dados pessoais e coletar uma quantidade de sangue, que é enviado a um laboratório especializado para identificar as características genéticas do voluntário. Os dados são inseridos em um banco nacional, formado por doadores e receptores, para saber se essas características são compatíveis com alguém que precise da doação.
O Instituto Nacional de Sangue faz diariamente o cruzamento desses dados para saber se há alguém compatível, ou seja, com características idênticas ao da pessoa que irá receber a doação. Caso haja a compatibilidade, então é feito uma bateria de exames no doador para verificar o estado de saúde dele. Estando apto para realizar a doação, o voluntário é encaminhado a um centro transplantador, em São Paulo ou Curitiba.


Transplante alogênico está autorizado no HUWC

O Ceará já é um dos estados autorizados a realizar transplantes alogênicos de medula óssea, quando o paciente recebe o órgão de um doador. Por meio de uma publicação no Diário Oficial da União em 22 de outubro, o Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) recebeu o aval para o procedimento. O hospital, no entanto, ainda não realizou nenhum transplante do tipo. 

Segundo o chefe do Serviço de Hematologia e Transplante de Medula Óssea da unidade, Fernando Barroso, no momento, o hospital está selecionando pacientes a partir da existência de doadores e da condição clínica dos doentes para que o procedimento possa ser realizado. “É esse binômio que vai nos dar a previsão de quando será o primeiro transplante”, afirmou.

O médico relatou que não existe um número de pacientes que aguardam por transplantes de medula óssea no Estado, pois a demanda seria reprimida. No Brasil, segundo Barroso, a fila de espera possui uma média de seis mil pessoas.

Há quatro anos, o HUWC realiza apenas o transplante de medula do tipo autólogo, em que o paciente recebe células da própria medula. (Liana Costa)

Hemonúcleo de Catanduva Precisa de Doação de Sangue com Urgência

DOAÇÕES poderão ser feitas de quarta a domingo no período da manhã

O Hemonúcleo de Catanduva está precisando de doação de todos os tipos sanguíneos para repor o estoque de sangue, o qual se encontra em estado crítico desde o mês de outubro, quando os estoques apresentaram baixa de 40%.
Segundo a assistente Francisca Caparroz Vizentini, o Hemonúcleo apresenta este problema desde o mês anterior, quando ficou semanas sem receber doadores de sangue. A equipe chegou a se mobilizar e ligar para os cadastrados do local e até a chamar parentes de pessoas internadas no hospital, porém sem sucesso.
Francisca ainda frisa que muitos pacientes não podem esperar para receber sangue. “É por isso que precisamos urgentemente de doadores para se dirigirem ao Hemonúcleo nos dias de atendimento”.
ATENDIMENTO
O Hemonúcleo de Catanduva atende de quarta a domingo, e em todos os feriados. O horário de atendimento é das 7 às 13 horas. 
A sede está localizada na rua 13 de maio, 974, abaixo do quarteirão do Hospital Padre Albino.
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Transplante de medula já é feito em pacientes idosos

A descoberta de novas drogas e a evolução de técnicas médicas têm mudado o perfil dos pacientes que recebem transplante de medula óssea de doador - aparentado ou não. Há 15 anos, por conta dos riscos, pessoas com mais de 55 anos não eram submetidas ao procedimento. Hoje, hospitais particulares e universitários já fazem o transplante naqueles com mais de 70 anos. A mudança no perfil do transplantado foi um dos temas do 16.º Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO), em agosto.
Dois estudos recentes dão esperanças às pessoas com mais de 70 anos que precisam de transplante de medula óssea de um doador, os chamados transplantes alogênicos. Um deles foi o levantamento feito pelo Registro Internacional de Transplante de Medula Óssea (CIBMTR, na sigla em inglês), com base em outras pesquisas, que encontrou resultados similares em pacientes jovens e idosos para o chamado transplante não-mieloablativo - isso quer dizer que a medula óssea do paciente não precisou ser bombardeada por altas doses de radioterapia ou químio.
'Os médicos chegaram à conclusão de que nem sempre é necessário. Pode-se dar menor dose de químio ou de rádio, só para permitir que a célula do doador seja enxertada no paciente. Essa célula é capaz de fazer algumas reações imunológicas e lutar contra a doença, como, por exemplo, a leucemia', explica Nelson Hamershlack, hemoterapeuta do Hospital Israelita Albert Einstein e sócio fundador da SBMTO.
Essa é uma das técnicas utilizadas no Hospital Universitário da Unicamp. 'Ela reduz de maneira importante a toxicidade do procedimento. É uma técnica consolidada no mundo inteiro e no Brasil e permitiu que pessoas mais combalidas fizessem o transplante', afirma o onco-hematologista Carmino Antonio de Souza, presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).
Outro estudo foi feito em parceria pelo MD Anderson Cancer Center, no Texas, e o Einstein. Nesse caso, foram analisados 79 pacientes, com idades entre 55 e 76 anos, que tiveram a medula suprimida (transplante mieloablativo) com medicamentos mais modernos e menos tóxicos. 'Esse estudo mostrou que em pacientes sem doenças associadas, como diabetes, hipertensão, cardiopatias, os resultados também foram semelhantes aos dos mais jovens', aponta Hamershlack. Dos pacientes, 71% tiveram remissão completa.
Para o médico, os dois estudos 'documentam' que o transplante alogênico é possível em pacientes mais velhos, dependendo do tipo de doença e a condição física. 'Nosso pleito ao Ministério da Saúde é de expandir a idade dos pacientes. Há um envelhecimento da população por causa da melhor qualidade de vida. Nessa idade mais avançada, doenças como leucemia e síndrome mielodisplásica são mais prevalentes', afirma o médico. 'A SBTMO já chegou a um consenso. Há possibilidade de expandir a idade do paciente, em vez de privá-lo dessa solução terapêutica importante.'
Hoje, a portaria ministerial estabelece que o Sistema Único de Saúde (SUS) reembolsa gastos com transplantes autólogos (em que são usadas as células-tronco do próprio paciente) em pessoas com até 75 anos; transplante de doador aparentado, com supressão da medula, para aqueles com até 65, e até 60 anos para transplante com doador não aparentado. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Amigos de estudante fazem campanha para doação de medula óssea



O estudanteMatheus de Oliveira da Silva Rocha, 22 anos, espera por um único tratamento que pode curá-lo: um transplante demedula óssea. Uma campanha está sendo realizada para encontrar um doador compatível. Todo mundo pode ajudar.

Matheus, que é estudante do curso de Letras da Universidade Estadual do Ceará (Uece), passou o ano de 2012 se tratando de um linfoma com quimioterapia e foi dado como curado. No entanto, há cerca de 20 dias, ficou constatado que houve uma leucemização do linfoma, isto é, uma transformação da doença em leucemia. Ele encontra-se internado no Instituto do Câncer do Ceará, fazendo novamente quimioterapia.

Para ajudar Matheus, as pessoas podem se cadastrar no Hemocentro de suas cidades - aqui no Ceará, no Hemoce - como doadoras voluntárias de medula óssea. Depois do cadastro, a pessoa entra no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). O médico de Matheus o colocou no mesmo sistema e o jovem pode encontrar um doador no Brasil e no mundo. As pessoas já cadastradas devem atualizar o seu cadastro através do sitewww1.inca.gov.br/doador.
Um evento no Facebook, com o nome de Campanha por doação de medula óssea para Matheus de Oliveira da Silva Rocha, foi criado por seus amigos da Uece. "Se todos se tornarem doadores, as chances do Matheus e de todos aqueles que, por um motivo ou outro, precisam de transplante de medula óssea no Brasil aumentam sempre mais e mais", escreveu na rede social um professor de Matheus.
Entre 2010 e 2011, O POVO acompanhou o caso do menino Kaio, que conseguiu um doador na Alemanha. Para doar basta ter entre 18 e 55 anos, estar saudável e procurar um hemocentro portando o RG. Há postos de coleta em Fortaleza, Crato, Juazeiro, Iguatu, Quixadá e Sobral. 

Hemoce-Fortaleza 
Av. José Bastos, 3390 Rodolfo Teófilo 
Telefones: 3101-2296 / 0800 286 2296