terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Redome será atualizado para facilitar encontro de doadores de medula óssea


O Centro de Transplante de Medula Óssea (Cemo) do Instituto Nacional de Câncer (Inca)  está atualizando o banco de dados do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) para facilitar o encontro do doadores. Segundo o diretor do Cemo, Luis Fernando Bouzas, também coordenador do Redome e do Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea, a atualização é feita em conjunto com  os hemocentros e as instituições responsáveis pelos cadastros.
De acordo com o médico, ao fazer a inscrição, muitas pessoas dão informações imprecisas sobre telefone, Código de Endereçamento Postal (CEP) e até sobre a  cidade onde moram. “Quando vamos buscar esse doador na hora da seleção definitiva, isto é, na hora em que precisamos fazer o transplante, muitas vezes, o dado não está completo e fica difícil encontrar o doador. Acha-se o doador no sistema, acha-se a característica genética dele, mas o endereço está incompleto”. 
Por isso, é preciso fazer bem o cadastro no Redome, com as informações corretas, para que o doador seja encontrado com facilidade.
Bouzas explicou que, para a doação voluntária, é preciso estar em bom estado de saúde. “O doador não pode correr nenhum risco”. Para fazer parte do cadastro, a pessoa deve ter de 18 anos a 55 anos e não sofrer doenças infecciosas, sanguíneas ou câncer. “Porque  são doenças que podem ser transmitidas por meio do transplante”, alertou o médico. HIV, hepatite, sífilis, mal de Chagas e malária estão entre as doenças transmitidas pelo sangue que impedem uma pessoa de se tornar doadora de medula óssea. “São fatores limitantes para a doação de medula”.
Durante a gravidez, as mulheres não podem fazer a doação – é preciso esperar o bebê nascer. Outra exemplo de situação que impede a pessoa de ser doadora é a de alguém que se cadastrou aos 45 anos e, dez anos depois, ao ser selecionada, descobriu que está com câncer de próstata, doença cardiovascular ou diabetes descontrolado, disse Bouzas.  A seleção de doadores segue regras  internacionais.

FONTE>>http://www.ifronteira.com/noticia-brasil-55467

Médicos divergem sobre participação étnica entre doadores de medula óssea

O banco nacional de medula óssea precisa aumentar o número de doadores das etnias negra, indígena e asiática, dos quais atualmente é carente, disse à Agência Brasil a hematologista Aline Guilherme, especialista em transplante de medula óssea da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo. Segundo a médica, dados estatísticos do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) mostram que a mairoria dos doadores é da raça branca, que "não é a mais frequente no Brasil. 

Ela explicou que, quando a pessoa se cadastra em um banco de doares, uma das informações pedidas é sobre a raça. "Existe uma  discrepância muito grande em relação ao percentual  de pessoas no Brasil das diferentes etnias e  doadores. A grande maioria dos doadores é da raça branca, que não é a mais frequente”, destacou. Aline informou que o registro tem atualmente de 70% a 80% de doadores da raça branca, o que “destoa dos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a distribuição de raças no Brasil”.
O diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea (Cemo) do Instituto Nacional de Câncer (Inca), órgão do Ministério da Saúde, Luís Fernando Bouzas, porém, questiona a informação da hematologista que, para ele, é mais baseada mais em feeling (sentimento, percepção). “A pessoa acha que é isso”.  Bouzas, que e também coordenador do  Redome e do Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea,   disse que “a médica não tem como afirmar isso”. Ele explicou que a informação sobre raça é uma informação livre “dada pelo próprio doador” no momento da inscrição no Redome.
Essa informação, entretanto, vem se modificando. Hoje, mais de 40% ou 50% da população se dizem brancos, enquanto os que se declaram negros ou pardos são 35% dos registrados. A situação dos indígenas é diferente, ressaltou Bouzas. "No Brasil, o índio verdadeiro não tem autonomia para ser doador voluntário, porque, na legislação, ele é considerado assemelhado a um menor. Ele é tutorado pela Fundação Nacional do Índio [Funai] e não pode se candidatar à doação de medula óssea”.
Quanto aos asiáticos, o médico admitiu que o percentual de doadores é pequeno. O Inca tem feito campanhas para captação de doadores nessa parcela da população, que está mais concentrada em São Paulo e no Paraná. Ele ressaltou, no entanto, que a participação dessa etnia no Redome “vem aumentando também”.
Bouzas chamou a atenção para o fato de que, quando se busca o dado genético, verifica-se que muitos dos que se dizem brancos não o são, ou que os que se declaram índios nem sempre são indígenas puros, por causa da miscigenação da população brasileira. Por isso, o Inca está analisando a ancestralidade dos doadores para tentar identificar qual é a característica que predomina naquela pessoa. As  informações mais técnicas, que são atualizadas anualmente, podem ser obtidas na página na internet da Rede Brasil de Imunogenética. “Temos técnicos hoje trabalhando nessa análise mais apurada, mas não é fácil fazer isso, ainda mais em uma população miscigenada como a nossa”.
O registro nacional conta atualmente com 3,240 milhões de doadores, com forte participação de pessoas miscigenadas. “Talvez o Brasil seja hoje o país que registre a maior participação desse tipo. [É] muito mais que o registro alemão ou o norte-americano, que têm participação maior de caucasianos do que de doadores miscigenados”. De acordo com o médico, esse dado é analisado a cada ano, com a entrada de novos doadores. Nos últimos dois anos, entraram de 270 mil a 300 mil novos doadores no Redome, a cada ano. “Sempre tem uma renovação e um acréscimo de características novas no registro”.
Para Aline, a autodeclaração da raça pelos doadores, ao fazerem o registro, “é um critério subjetivo”. Ela observou que, quando os hospitais fazem pesquisa de busca de doadores para pacientes, percebem que a compatibilidade é muito relacionada à questão da raça. “É  muito difícil conseguir um doador compatível de raças diferentes, porque tem um impacto grande. Para brancos, é muito mais fácil encontrar doador, tanto entre os brasileiros quanto entre os doadores de outros países com predominância de brancos na população. "Isso é bem perceptível”, disse Aline.
Segundo a médica, é mais difícil conseguir doadores para pacientes descendentes de negros ou de outras raças. Embora não haja estatística definida, o problema se agrava em relação a pacientes indígenas ou descendentes de índios. Não se consegue encontrar doadores compatíveis também em outras partes do mundo”, destacou Aline, mesmo em países que têm um significativo percentual de negros na população, como os Estados Unidos. “O cadastro deles é um pouco deficiente de doadores dessa raça. E de indígenas é mais difícil ainda".
Bouzas ressaltou, porém, que o número de doadores no Brasil não é pequeno perto da real necessidade do país, quando se trata de doadores das etnias negra, indígena e asiática, como indicou a hematologista. “Isso não é verdade”. A possibilidade de encontrar um doador  para um brasileiro já ultrapassa 70% hoje. “Isso sem contar  com a possibilidade dos bancos de sangue de cordão (umbilical) e de buscar um doador no exterior”.
A rede mundial tem em torno de 24 milhões de doadores. Bouzas informou que a chance dos brasileiros de encontrar um doador subiu de 10% a 12%, em 2003, para 76%, na última avaliação, feita nos dois últimos anos.
Ele é contra a divulgação de  informações de maneira aleatória, como considerou ter sido feito por  Aline Guilherme e disse que o correto é procurar analisar os registros com os dados genéticos, de naturalidade, ou seja, da origem dos doadores,  e estimular campanhas localizadas. No ano passado, por exemplo, Bouzas disse que portaria do Ministério da Saúde elevou o  teto para cadastramento  na Bahia de  5 mil para 20 mil doadores. O estado tem forte participação de representantes da raça negra. “Então, é um estímulo a campanha naquela região”.

O Centro de Transplante de Medula Óssea  está preparando campanhas para atrair doadores em nichos da população que precisam ser melhor representados no Redome.

FONTE>>http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-01/miscigenacao-confunde-informacoes-sobre-doadores-de-medula-ossea

Transplante em casos de 50% de compatibilidade deve ser visto com cuidado.



O transplante de medula óssea de doador que não é 100% compatível, conhecido como haploidêntico, ainda é um procedimento experimental no Brasil e deve ser visto com cuidado, diz o diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea (Cemo) do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Luis Fernando Bouzas.  “É uma técnica que ainda está se desenvolvendo, baseada em novos conceitos que surgiram nos últimos dois ou três anos”, disse Bouzas à Agência Brasil.
Coordenador do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome)  e do Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme), Bouzas explicou que o transplante haploidêntico ocorre quando a compatibilidade entre o doador e o paciente é de apenas 50%. Trata-se de um transplante “só familiar. E mesmo assim, só dá certo entre mãe, irmão e pai”.
Segundo a hematologista da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, Aline Guilherme, especialista em transplante de medula óssea, a técnica é consagrada mundialmente e é uma alternativa para atenuar a carência  de doadores das etnias negra, indígena e asiática. O transplante haploidêntico é “feito nos hospitais mais famosos e conceituados em transplante de medula óssea, com resultados muito bons”. Legalmente, é considerado  um tratamento experimental no Brasil, “mas é uma técnica já consagrada nos hospitais privados que têm habilitação para fazer esse tipo de transplante”.
Bouzas, porém, alertou que é preciso olhar com muito cuidado o transplante haploidêntico, “porque não serve para todo tipo de doença. Serve para algumas situações. A primeira decisão a ser tomada ainda é o transplante com doador familiar totalmente idêntico, ou seja, um irmão compatível, totalmente idêntico”. De acordo com o médico, somente 30% das pessoas encontram doador idêntico.
Em seguida, vem o doador não aparentado, inscrito no Redome, “que também tem que ser idêntico”. Segundo Bouzas, admite-se que haja, nesse caso, uma pequena diferença entre doador e receptor, mas ela não pode ser maior que 10%. “Porque, se for [maior], vai ser um resultado ruim”. O resultado é sempre melhor quando há compatibilidade total, disse ele.
Entre os doadores não aparentados, existem as alternativas do doador voluntário e do sangue do cordão umbilical. Por último, vem o transplante haploidêntico, em que o doador é um parente parcialmente  compatível, considerado ainda por muitos especialistas como experimental. De acordo com Bouzas, alguns resultados analisados desse tipo de transplante são positivos, “quando são feitos com mãe ou, no máximo, irmão”.
Ele disse que isso tem uma explicação científica, que é o to de a mulher gestar uma criança durante nove meses e não rejeitar o filho, que tem metade dos genes da mãe e metade do pai. “Esse mecanismo de não haver rejeição é que permite um transplante haploidêntico. "Há uma certa tolerância  entre mãe e filho e entre filho e mãe”.
Na avaliação do médico, está havendo um entusiasmo exagerado da parte de algumas pessoas em relação a essa opção de transplante, porque “todo mundo que tem mãe viva poderia ter um doador. Na verdade, não é bem assim, porque sabemos, por exemplo, que, para leucemia e algumas outras doenças, haveria um pior resultado com o transplante haploidêntico”. Há mais chance de a doença voltar no futuro e de não haver boa recuperação imunológica do transplante. “Ainda está em estudo e ainda há questões não resolvidas”, advertiu o médico. Por isso, não é uma solução definitiva, disse ele.
Aline Guilherme informou que, por se tratar de um procedimento de alta complexidade, poucas instituições são autorizadas pelo Ministério da Saúde a fazer esse tipo de transplante. A unidade Pompeia da Rede de Hospitais São  Camilo, de São Paulo, é uma delas. Luis Fernando Bouzas disse que, em todo o Brasil, há 24 unidades que fazem esse tipo de transplante dentro ou fora do Sistema Único de Saúde (SUS).

FONTE>>http://www.oserrano.com.br/view.asp?tipo=Local&id=31976

PEDIDO DE ORAÇÃO

RAIMUNDO NÃO ESTÁ MAIS CONOSCO!

PATTY NÃO ESTÁ MAIS CONOSCO!

Os centros para doação de sangue de Mato Grosso do Sul estão precisando com urgência de doação de todas as tipagens sanguíneas



 Os estoques estão praticamente zerados. Vamos mostrar que solidariedade está no sangue? Quem doa sangue multiplica amor, saúde e esperança. Seja doador e ajude a manter o ciclo mais importante que existe: a vida!

Informações: (67) 3312-1500 - Hemosul

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Jovem arapiraquense necessita de doação de medula óssea.

Não está mais conosco

Estudante organiza 'rolezinho' para doações de sangue em Fortaleza


Proposta é levar mil doadores ao Hemoce em 1º de fevereiro.
Centro se prepara para receber os voluntários.

 A estudante de psicologia Lorena Villanueva organiza um "rolezinho" para levar doadores de sangue ao Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce). A proposta é reunir adolescentes para alcançar a meta de 1.000 doações ao Centro em 1º de fevereiro e o convite é feito pelo Facebook. "Se juntam milhares de pessoas nos rolezinhos dos shoppings, por que não juntar parar ajudar o próximo?", diz Lorena. O Hemoce informa que recebeu bem a iniciativa.

Quando percebeu o crescimento dos encontros de adolescentes em shoppings agendados em redes sociais, Lorena criou o evento. O "Rolezinho no Hemoce" tinha a confirmação de 464 pessoas no início da tarde desta quarta-feira (22).

 De acordo com o Hemoce, todo o quadro de funcionários foi informado sobre o movimento e está preparado para atender as pessoas que se disponibilizarem a ir até o hemocentro no dia marcado.

De acordo com o Hemoce, houve uma queda no estoque por causa do período de férias. Os números de doações de sangue diminuem, por causa das viagens, ao mesmo tempo em que o número de transfusões aumenta. O órgão pede uma atenção especial aos doadores que possuem os tipos sanguíneos "O" positivo e negativo e "A" positivo e negativo.


Como o perfil de participantes da ação deve ser de adolescentes, o Hemoce lembra que para menores de 18 anos doarem é preciso apresentar o termo de consentimento disponível no site do órgão. Sem esse termo, os doadores de 16 e 17 anos não poderão realizar a doação.


http://g1.globo.com/ceara/noticia/2014/01/estudante-organiza-rolezinho-para-doacoes-de-sangue-em-fortaleza.html

Pedido de oração p/ Edson

Guarujá faz campanha para incentivar a doação de medula óssea

Foto: Guarujá faz campanha para incentivar a doação de medula óssea

Pela primeira vez, a Secretaria de Saúde de Guarujá, em pareceria com o Hemonúcleo de Santos, realiza a Campanha de Cadastro para Doação Voluntária de Medula Óssea. O cadastro poderá ser feito nas Unidades de Saúde da Família (Usafas) Jardins Las Palmas, Jardim dos Pássaros e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Vila Baiana e Vila Alice. A iniciativa, que começa na segunda-feira, 27, segue até sexta-feira, 31, das 8 às 17 horas.

Para integrar o catálogo de doadores, a pessoa tem que ter entre 18 e 54 anos de idade e apresentar boa saúde. No ato do cadastramento, será colhida uma pequena amostra de sangue destinada à realização do exame HLA, que vai traçar as características genéticas do candidato para posteriormente verificar a compatibilidade com algum receptor.

A partir daí, o doador integra um banco de dados nacional, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), mantido pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Identificado um receptor compatível, o doador é contatado para realizar o procedimento. A extração da medula (tecido que ocupa o interior dos ossos) é feita por meio de uma pequena cirurgia, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia.

Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 10%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. O procedimento é simples e rápido e permite ao doador a alta do hospital no mesmo dia.

O consultor Diego Gazola, que mora na capital paulista e tem amigos na região, fez doação de medula óssea em abril de 2013. “Saber que minha atitude salvou uma vida é muito gratificante. O procedimento não doeu e nem alterou nada em minha vida”, afirmou.

Gazola conta que se cadastrou como doador para ajudar um amigo que teve leucemia e precisava do transplante. “Após análise da minha genética, ficou constatado que não havia compatibilidade para meu amigo receber minha medula. Contudo, tempos depois fui contatado para fazer o transplante para um outro receptor. O processo foi muito simples”, relatou o doador.

Segundo o Redome, o transplante de medula óssea vem crescendo no Brasil nos últimos anos. Até 2003, o registro era pouco efetivo e contava com 30 a 40 mil doadores, hoje estão cadastrados 3,3 milhões de pessoas dispostas a doarem medula óssea. É o terceiro maior registro do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e Alemanha.

Mas não se pode parar por aí. As chances de um irmão de mesmo pai e mãe ter a medula compatível é de 25%. Assim, na medida em que se aumenta a chance de achar doador, aumenta a chance de transplantes e a de salvar vidas.

A coordenadora da educação permanente e humanização da Secretaria de Saúde, Cleia Canuto, revela que a realização da campanha em Guarujá em parceria com o Hemonúcleo de Santos tem por objetivo acelerar o encontro de um doador compatível para uma pessoa que esteja em tratamento e seja aqui na região. “Todos os cadastros dos doadores vão para o banco de dados do Hemonúcleo de Santos para depois compor o banco do Redome. Se forem encontrados doares compatíveis, eles serão logo encaminhados para o transplante. Ou seja, quanto mais doadores, mais possibilidades de encontrar receptores compatíveis e mais chances de salvar vidas”, disse Cleia.

Os doares interessados devem comparecer a uma das unidades de saúde participantes, munidos de RG. O candidato deve ter de 18 a 55 anos. Não podem doar: pessoas portadoras de hepatite após a infância, que tenham passado por sessões de quimio ou radioterapia, dependentes de insulina ou que já tenham cadastro efetuado.

Medula óssea – É um tecido que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por ‘tutano’. Na medula óssea, são produzidos os componentes do sangue, os glóbulos vermelhos (transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o organismo e, o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado, brancos (agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções) e as plaquetas (compõem o sistema de coagulação do sangue).

O consultor Diego Gazola ( á esquerda) passou pelo procedimento para doação de medula óssea no ano passado; Na foto, ele está ao lado de Palê Zuppani, que passou por dois transplantes até obter a cura de uma leucemia linfóide aguda, e agora participa de várias campanhas para incentivar a doação

Pela primeira vez, a Secretaria de Saúde de Guarujá, em pareceria com o Hemonúcleo de Santos, realiza a Campanha de Cadastro para Doação Voluntária de Medula Óssea. O cadastro poderá ser feito nas Unidades de Saúde da Família (Usafas) Jardins Las Palmas, Jardim dos Pássaros e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Vila Baiana e Vila Alice. A iniciativa, que começa na segunda-feira, 27, segue até sexta-feira, 31, das 8 às 17 horas.

Para integrar o catálogo de doadores, a pessoa tem que ter entre 18 e 54 anos de idade e apresentar boa saúde. No ato do cadastramento, será colhida uma pequena amostra de sangue destinada à realização do exame HLA, que vai traçar as características genéticas do candidato para posteriormente verificar a compatibilidade com algum receptor.


A partir daí, o doador integra um banco de dados nacional, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), mantido pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Identificado um receptor compatível, o doador é contatado para realizar o procedimento. A extração da medula (tecido que ocupa o interior dos ossos) é feita por meio de uma pequena cirurgia, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia.

Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 10%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. O procedimento é simples e rápido e permite ao doador a alta do hospital no mesmo dia.

O consultor Diego Gazola, que mora na capital paulista e tem amigos na região, fez doação de medula óssea em abril de 2013. “Saber que minha atitude salvou uma vida é muito gratificante. O procedimento não doeu e nem alterou nada em minha vida”, afirmou.

Gazola conta que se cadastrou como doador para ajudar um amigo que teve leucemia e precisava do transplante. “Após análise da minha genética, ficou constatado que não havia compatibilidade para meu amigo receber minha medula. Contudo, tempos depois fui contatado para fazer o transplante para um outro receptor. O processo foi muito simples”, relatou o doador.

Segundo o Redome, o transplante de medula óssea vem crescendo no Brasil nos últimos anos. Até 2003, o registro era pouco efetivo e contava com 30 a 40 mil doadores, hoje estão cadastrados 3,3 milhões de pessoas dispostas a doarem medula óssea. É o terceiro maior registro do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e Alemanha.

Mas não se pode parar por aí. As chances de um irmão de mesmo pai e mãe ter a medula compatível é de 25%. Assim, na medida em que se aumenta a chance de achar doador, aumenta a chance de transplantes e a de salvar vidas.

A coordenadora da educação permanente e humanização da Secretaria de Saúde, Cleia Canuto, revela que a realização da campanha em Guarujá em parceria com o Hemonúcleo de Santos tem por objetivo acelerar o encontro de um doador compatível para uma pessoa que esteja em tratamento e seja aqui na região. “Todos os cadastros dos doadores vão para o banco de dados do Hemonúcleo de Santos para depois compor o banco do Redome. Se forem encontrados doares compatíveis, eles serão logo encaminhados para o transplante. Ou seja, quanto mais doadores, mais possibilidades de encontrar receptores compatíveis e mais chances de salvar vidas”, disse Cleia.

Os doares interessados devem comparecer a uma das unidades de saúde participantes, munidos de RG. O candidato deve ter de 18 a 55 anos. Não podem doar: pessoas portadoras de hepatite após a infância, que tenham passado por sessões de quimio ou radioterapia, dependentes de insulina ou que já tenham cadastro efetuado.

Medula óssea – É um tecido que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por ‘tutano’. Na medula óssea, são produzidos os componentes do sangue, os glóbulos vermelhos (transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o organismo e, o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado, brancos (agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções) e as plaquetas (compõem o sistema de coagulação do sangue).

O consultor Diego Gazola ( á esquerda) passou pelo procedimento para doação de medula óssea no ano passado; Na foto, ele está ao lado de Palê Zuppani, que passou por dois transplantes até obter a cura de uma leucemia linfóide aguda, e agora participa de várias campanhas para incentivar a doação

PEDIDO DE ORAÇÃO

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Não está mais conosco!

O Instituto João Bombeirinho e João Bombeirinho esta recrutando soldados para ajuda lo na missão de Salva Vidas.



Ana Paula Estevam

O Instituto João Bombeirinho e João Bombeirinho esta recrutando soldados para ajuda lo na missão de Salva Vidas.
No dia 29/01/2014 as 12:00 em frente da Catedral de Maringá.
Vai acontecer 1° Carreata Pela Vida, sairemos em carreata rumo ao hemocentro de Maringá, para fazer cadastro de novos Possíveis doadores de medula óssea e doar sangue, João fala que temos a missão de ajudar os amiguinhos dele, por que ainda existe muitos amiguinhos na fila esperando por uma medula compatível.
SEJA VOCÊ TAMBÉM UM SOLDADO PELA VIDA!!

Doação de sangue urgente

Rute e tem apenas 4 anos e precisa urgentemente de um transplante de medula .



Para se cadastrar como doador voluntário de Medula Óssea HLA
Hemocentro da Santa Casa de São Paulo
Laboratório HLA
Telefone (11) 2176 - 7000
Rua Marquês de Itu , 579 - Vila Buarque - SP
Observação
2ª a 6ª feira 7:00 às 18:00 hrs
Sábado. 7:00 às 15:00 hrs
Não precisa estar em jejum.
com Irah Rute Sanches

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Para muitas doenças do sangue, o Transplante de Medula Óssea é a única terapia para salvar a vida do paciente

Infelizmente, o que é ainda é pouco difundido na sociedade global é que as células-tronco hematopoiéticas (provenientes da medula óssea do doador) estão presentes em grande quantidade no cordão umbilical.
 
Mas durante o parto, muitos casais desconhecem os benefícios de se coletar e armazenar esse material que pode tratar mais de 100 doenças, entre elas, os linfomas, as leucemias agudas e anemias crônicas.
 
A leucemia, por exemplo, é a doença maligna mais comum na infância, correspondendo aproximadamente a 30% dos casos de câncer em crianças.
 
Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, no Brasil são registrados cerca de 7400 casos de leucemia por ano com um total de 5500 mortes, representando o 8o tipo de câncer mais freqüente na população brasileira.
 
“O transplante é, muitas vezes, a única esperança de vida do paciente, que enfrenta vários obstáculos como encontrar um doador compatível. Em um banco publico, por exemplo, as chances são de uma e um milhão. Entre 1988 e 2012, foram realizados, em todo o mundo, mais 20.000 mil transplantes com sangue do cordão umbilical”, explica Dr. Adelson Alves, fundador da CordCell.
 
Segundo o hematologista, essas células somente podem ser utilizadas se estiverem vivas, coletadas e criopreservadas imediatamente após o nascimento. É um procedimento simples e rápido, que não interfere com o nascimento do bebê, quando o obstetra “corta” o cordão umbilical o enfermeiro aproxima-se e faz a coleta do sangue presente no cordão umbilical com uma agulha conectada à uma bolsa estéril, podendo ser realizado nos diversos tipos de parto.
 
Casos recentes no Brasil pela CordCell
 
Maringá- Paraná:
 
01- Em outubro de 2012, a Gestante Fabricie Marcele Wilbert, 38 anos, foi diagnosticada com Leucemia Mielóide Crônica durante a gestação, coletou e armazenou células-tronco do cordão umbilical da filha. O que muitas pessoas ainda desconhecem é que o material armazenado pode auxiliar não só o recém-nascido, mas outros membros da família, claro, de acordo com testes de compatibilidade. A probabilidade de compatibilidade neste caso é de até 25% e para felicidade de todos, médicos e familiares da paciente, as células-tronco colhidas foram consideradas compatíveis com a mãe em caso de necessidade de transplante.
 
“Vale destacar que o transplante é a última fase do tratamento, portanto esse procedimento só será indicado caso a mãe não tenha boa resposta ao tratamento quimioterápico”, afirma Adelson Alves, médico e fundador da CordCell.
 
Sobre a CordCell:
 
Pioneira no Brasil na coleta, armazenamento e pesquisas visando o uso terapêutico das células-tronco do cordão umbilical, a CordCell está inserida em um conceituado grupo médico com 40 anos de história e que oferece assistência integral em onco-hematologia, oncologia clínica e terapia celular.
 
Por não terceirizar nenhuma etapa do processo, possui um completo e moderno centro tecnológico, onde são desenvolvidas técnicas de expansão das células-tronco e busca de novas aplicações. O alto investimento em tecnologia, pesquisas e capacitação profissional faz da CordCell um dos maiores pólos de biotecnologia do mundo e o centro de terapia celular mais completo e qualificado do país. www.cordcell.com.br.

Pacientes do Hospital Amaral Carvalho praticam corrida

Elas encontraram no esporte força para superar a doença e melhorar a qualidade de vida
 
Manoela Gabriela Coelho Grangeiro Martins, completa 28 anos neste mês. Mora em Boa Vista, Roraima, é casada e não tem filhos. Foi diagnosticada com leucemia em 2004 e, em abril de 2005, passou por um transplante de medula óssea. Heloísa Helena Pereira Campanha, 49 anos, formada em matemática, mora em Barra Bonita, interior de São Paulo, é casada e tem uma filha. Em outubro de 2011, foi diagnosticada com câncer de ovário em estágio avançado.
 
Além de serem pacientes do Hospital Amaral Carvalho (HAC), referência em tratamento de câncer e transplantes de medula óssea, essas duas mulheres têm algo em comum: encontraram no esporte, mais especificamente na corrida, uma maneira de dar a volta por cima.
 
Manoela 
 
A jovem conta que foi a primeira pessoa no Estado de Roraima a ter um transplante de medula óssea bem sucedido. Ela, que passa por consultas de acompanhamento uma vez ao ano no HAC, afirma que antes da doença realizava atividades físicas esporadicamente. Como seu pai e esposo praticam corrida, a jovem resolveu tentar. “Entrei para um grupo em minha cidade, o Papaléguas, e passei a treinar. No início foi difícil, mas comecei a participar de corridas, tive incentivo dos amigos e da família e hoje não paro de correr.”
 
Em outubro de 2013, Manoela participou de uma corrida contra o câncer de mama, em São Paulo. Propositalmente, sua consulta no HAC foi agendada para o dia posterior à corrida, para aproveitar a viagem. No hospital, mostrou, orgulhosa, as medalhas que conquistou durante o ano. 
 
Das corridas que participou, ela lembra de uma experimental, com saída da Guiana, no norte da América do Sul, e chegada no Brasil. “Foi interessante, mas muito cansativo”, diz. Em setembro do ano passado, representou Roraima em uma competição no Acre e já faz planos para participar de uma ultramaratona na Venezuela, neste ano.
 
E os sonhos são muitos. Manoela também quer subir o Monte Roraima. “São dois ou três dias de subida, dois dias lá em cima, e mais uns dois ou três dias de descida. Dizem que no topo chega a fazer zero graus. Pedi aos médicos que me acompanham no HAC e eles não deixaram, brincaram dizendo que só posso ir de helicóptero, se quiser. Vou esperar completar 10 anos do transplante para ver se me liberam”, insiste.
 
Heloísa
 
Depois de passar por uma cirurgia e algumas sessões de quimioterapia no HAC, Heloísa sentiu que precisava encontrar uma maneira de mostrar sua renovação. “Queria deixar claro que estava bem, que me sentia bem, principalmente pela minha filha. Não queria que ela se abatesse. Eu estava feliz, forte e precisava compartilhar isso com as pessoas que torciam por mim.” 
 
Em julho de 2012, lá foi então Heloísa, iniciar os treinos para participar de uma maratona. Ela, que sempre pensou na qualidade de vida, optou pela corrida como um desafio pessoal e um benefício para sua saúde. 
 
Salvo os dias em que tomava a medicação (quimioterapia), não perdia um dia de treino. Heloísa chegou até a cogitar a hipótese de vir para as sessões de quimio no HAC de bicicleta, 25 km. “Minha médica achou melhor não”, conta rindo.    
 
Sua primeira maratona foi em outubro de 2013, quando correu 42 km em 5 horas e 33 minutos. A realização foi, para ela, muito emocionante. No mês passado, foi a vez da Corrida de São Silvestre alegrar a vida de Heloísa. “A prova é uma grande e linda festa, foi um fechamento de ano com chave de ouro”, relata. 
 
Além de correr, ela mantém um blog (www.raceagainstcancerblog.wordpress.com). Lá, conta sobre cada obstáculo superado, as maratonas e corridas das quais participa, com muitos detalhes. Vale a pena conferir.
 
Benefícios
 
As ex-pacientes do HAC são só elogios à prática de atividades físicas com acompanhamento de profissionais. Heloísa conta que, logo que começou a treinar, sentiu que sua saúde melhorou. “Os exercícios reduziram minha ansiedade, refletiram na qualidade do sono e até no equilíbrio emocional. Nunca pensei que a corrida fosse me motivar tanto”, afirma. 
 
Para Manoela, incentivar as pessoas a praticar esportes é muito importante. “Depois que comecei a me exercitar, tenho mais resistência, mais vontade e mais saúde”, salienta.
 
A barrabonitense Heloísa afirma que as pessoas precisam se reinventar, buscar objetivos inspiradores e desafiadores. E ela dá um conselho: “No mundo, existem coisas e emoções lindas. Vire a página, siga em frente, não se lamente, nem desanime. Acredite em si mesmo e desenvolva atividades que nunca experimentou antes.”


 

Hemocentro de Roraima convoca doadores de sangue com urgência

Está faltando sangue Rh negativo para atender pacientes no HGR (Foto: Sesau/Divulgação)

Um ato de amor e de vida. É com esta proposta que o setor de captação do Hemocentro de Roraima (Hemoraima) está convocando com urgência para reposição de bolsas de sangue, doadores de Rh negativo, que segundo a diretora de captação, Terezinha de Jesus Khan, o estoque está zerado.
Quanto aos fatores positivos, o estoque está normalizado. A necessidade é para atender às cirurgias eletivas do Hospital Geral de Roraima (HGR).
Conforme a diretora, o motivo da baixa no estoque é que a maioria dos pacientes agendados para cirurgias no HGR durante esta semana, possui o sangue de Rh negativo. "A principal dificuldade desse grupo é que ele doa para todos, mas só recebe dele mesmo", explicou.
A coleta funciona de 7h30 às 12h, e das 13h30 às 18h, mas a unidade fica aberta no intervalo de meio dia para fazer a entrega de exames de sorologias (após 30 dia da doação) e de declarações. O Hemoraima fica na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, depois do HGR.

De acordo com a coordenadora, a unidade precisa de reforço. No entanto, neste período de férias, há poucos doadores comparecendo.
A maior demanda são os casos de acidentes de trânsito, arma branca, agressão física, entre outros. Muitos casos vão parar no Centro Cirurgico e, consequentemente, necessitam de sangue para se submeterem ao procedimento. Por mais que o médico não utilize o sangue, ele precisa da bolsa como segurança.
Requisitos
Doar sangue é seguro, por isso qualquer pessoa em boas condições de saúde, apresentando documento oficial com foto, entre 16 até 17 incompletos (acompanhados dos pais ou responsáveis legais) e para quem já é doador, até 69 anos.
A pessoa precisa ter mais de 50 kg e não deve estar em jejum, mas é preciso evitar a ingestão de alimentos gordurosos até 4h antes da doação. Pessoas com febre, gripe ou resfriado não podem doar temporariamente, assim como grávidas e mulheres no pós-parto.
Nas duas horas que antecedem ao procedimento, o candidato à doação preenche um cadastro, e em seguida é avaliado clinicamente. Se não houver nenhum obstáculo clínico, a coleta é realizada logo em seguida.
Para os doadores regulares é preciso observar os intervalos das doações. A diretora explicou que no caso do homem, o período mínimo é de 61 dias, e da mulher, 91 dias.Outras informações no (95) 2121-0883.

Projeto Vida realiza campanha de doação de sangue



VOLTA REDONDA 

O Projeto ‘Eu Pratico a Esperança’ realizado pelo Projeto Vida, visando incentivar ações de cidadania está promovendo a campanha ‘Eu Pratico Cidadania’, que no mês de janeiro tem como foco as doações de sangue para o Banco de Sangue de Volta Redonda.
Para atingir a meta de arrecadar 400 bolsas de sangue durante o mês de janeiro, o projeto está contando com a adesão dos membros da igreja Projeto Vida em Volta Redonda na campanha.
Doar sangue é rápido e seguro. Todo o processo desde a triagem a captação dura em média 20 minutos. Para doar sangue a pessoa deve levar um documento de identidade, ter entre 16 e 65 anos, pesar no mínimo 50Kg, ter boa saúde, não estar em jejum e nem ter ingerido bebida alcoólica e alimentação gordurosa 12 antes da doação. Não pode doar sangue quem teve hepatite depois dos 10 anos, gestantes e lactantes.
De acordo com o pastor e diretor do Eu Pratico Esperança, Laydson Cruz, os doadores foram divididos em grupos para não sobrecarregar o banco de sangue. “Nossa intenção é trazer cerca de 30 pessoas todos os dias no mês de janeiro. Queremos com essa ação contribuir com o banco de sangue de Volta Redonda e ajudar salvar vidas’, explicou Laydson.
Rafaela Arezo Lacerda, captadora de doadores do Banco de Sangue, explicou que campanhas como a promovida pelo Eu Pratico Esperança ajudam a incentivar outras pessoas a procurarem o banco de sangue. “É muito difícil conscientizar pessoa por pessoa sobre a necessidade de doar sangue. Quando acontecem ações como a do Eu Pratico Esperança somos beneficiados de várias maneiras: suprindo a necessidade do banco de sangue e trazendo pessoas que passam a ser doadoras regulares’, contou Rafaela.
Para Ludmila Pires da Silva, 23 anos, que aderiu ao projeto, doar sangue é tranquilo e a ajuda a se manter animada. “Pensar que estou salvando a vida das pessoas me dá muita motivação. Todo mundo devia pensar que hoje você ajuda alguém que não conhece, mas amanhã é você ou um conhecido quem pode precisar”, contou.
O Banco de Sangue de Volta Redonda fica na Rodovia dos Metalúrgicos, 2.500, Jardim Belvedere, Volta Redonda (anexo ao hospital da Unimed Volta Redonda) e atende de segunda a sexta-feira das 7 às 17 horas e sábado das 7 às 11 horas.

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http://www.avozdacidade.com/site/page/noticias_interna.asp?categoria=56&cod=30521

Veja quais são os pontos de doação de medula óssea em Minas Gerais

A Fundação Hemominas possui 20 pontos em Minas Gerais onde pode-se fazer o cadastramento de candidatos a doadores de medula óssea. Para integrar o cadastro de doadores, é necessário:
- ter entre 18 e 54 anos, boa saúde e não apresentar doenças como as infecciosas ou as hematológicas;
- apresentar documento oficial de identidade, com foto;
- preencher os formulários: ficha de identificação do candidato e termo de consentimento e
- colher uma amostra de sangue com 5ml para testes, para fazer o exame HLA (Antígenos Leucocitários Humanos) que irá determinar as características genéticas necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
A atualização de dados do candidato à doação de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) somente é feita no site do Inca, órgão responsável pelo cadastro nacional, mesmo que a entrada tenha sido pela Hemominas. O formulário está disponível no site doInca para efetuar a atualização dos dados.

Repórter da Globo, Sandra Moreyra, necessita de doação de sangue

A jornalista da Rede Globo, Sandra Moreyra, está internada no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, após passar por uma cirurgia que durou 14 horas, na segunda-feira (6), para a retirada de um câncer de esôfago.
Aos 59 anos, Sandra descobriu a doença em agosto passado quando começou sua batalha. Na época, ela escreveu um desabafo em sua página do Facebook:
“Pensei umas cem vezes antes de escrever e me expor por aqui, mas tenho recebido muitas mensagens de tantos amigos que aí vai: comecei a quimio. Vocês todos, tão amigos, me animam muito. E tenho o Rodrigo Figueiredo (marido), ao meu lado. O que é bom demais”.
Por conta do tempo de cirurgia e a grande perda de sangue, Sandra necessita, com urgência, de doadores de sangue. Ela está entubada edá sinais de agitação comoquem quer se comunicar, segundo  uma sobrinha, Chica Moreyra.
"Em um papel ela escreveu 'enjoada'. Ela queria passar a informação a qualquer custo. Jornalista é mesmo assim", con=mentou.
As doações de sangue devem ser feitas em nome de Sandra Moreyra,de 2ª a 6ª feira, das 8h às 13h na Rua das Palmeiras n° 07, Botafogo, Rio de Janeiro. Os telefones para maiores informações sobre doações são: (21) 25292290/ (21) 25296723 e (21) 30798599.
Quem pode doar Pessoas com idade entre 18 e 69 anos. Pesar acima de 50 Kg. Não usar drogas endovenosas, não ter relações sexuais  com múltiplos parceiros. Não estar gripado ou com qualquer tipo de infecção. Não pode ser portador de doenças cardíacas, pulmonares, diabetes, epilepsia ou malária. Na manhã antes da doação não ingerir alimentos gordurosos, como leite, queijo e manteiga. Podem ser ingeridos à vontade suco de frutas, biscoito tipo água e sal, chá e café.Não comparecer em jejum.
Sandra Moreyra é jornalista da Rede Globo e do RJTV. Já trabalhou como repórter, apresentadora, editora, diretora e tem uma coluna de gastronomia chamada Arte na Mesa no jornal Bom Dia Brasil. Iniciou no jornalismo em 1975 3 desde 1981 faz reportagens para a televisão.

Câmara aprova Projeto de Lei que cria o Promedula



ANGRA DOS REIS

O Projeto de Lei nº 0133/2013, que institui o Programa Municipal de Incentivo à Doação de Medula Óssea e de Sangue do Cordão Umbilical e Placentário, batizado de Promedula, está na Prefeitura para apreciação e futura sanção ou não. A matéria é de autoria do vereador Jairo Magno (PRB) e já passou por duas votações dos vereadores em sessões parlamentares distintas.

Se for sancionada pela prefeita Conceição Rabha (PT), o município terá de implantar o programa, que consiste em estimular a doação voluntária deste tipo de material visando a possibilidade de ampliação das localizações de doadores na cidade. Além disso, o projeto determina que se faça campanhas de informação, sensibilização e conscientização da necessidade de doadores para salvar vidas.

A partir da implantação do programa, a Prefeitura deverá ainda desenvolver atividades de orientação, capacitação e educação continuada sobre transplantes, doações e identificação de doadores para os profissionais da área de saúde, especialmente para aqueles que atuam nas unidades de obstetrícia, oncologia e no Programa de Saúde da Família.

De acordo com o Projeto de Lei, o Executivo Municipal poderá viabilizara infraestrutura necessária à manutenção do Promedula, em parcerias entre o Poder Público Municipal e outros órgãos governamentais nos âmbitos do município, do estado e da união, de organizações não governamentais e de empresas privadas.
O vereador informou que está acompanhando o processo e irá procurar a prefeita para saber sobre o assunto.

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http://www.avozdacidade.com/site/page/noticias_interna.asp?categoria=8&cod=30537

Exemplo de luta contra leucemia faleceu

Elsa Oliveira, a jovem de Cacia, Aveiro, que lutava contra mielofibrose (doença rara da medula óssea) e "recusava morrer", cuja história o JN deu a conhecer em junho último, faleceu esta sexta-feira no Centro Hospitalar de Coimbra. Apesar dos apelos da família e da organização de uma campanha de dadores de medula, não foi possível realizar um transplante.
 
foto DR
Exemplo de luta contra leucemia faleceu
Elsa tinha 26 anos
 
A morte da jovem de 26 anos foi anunciada pelo irmão no Facebook "vamos ajudar a Elsa", onde ela mantinha um diário que contava como ia ultrapassando cada fase da doença. No espaço de uma hora recebeu mais de 150 comentários de solidariedade.
Quando nasceu, os médicos aconselharam a família a não se afeiçoar ao bebé mas Elsa sobreviveu. Ao longo da vida conseguiu debelar vários problemas graves de saúde e deficiência física, até esta sexta-feira.
"O estado de debilidade da Elsa foi-se agravando e ela não resistiu. Esperamos que o exemplo de força e vontade de viver dela ajude outras pessoas", disse ao JN João dos Santos, amigo da família.

 

Família faz 'pedágio' para custear o tratamento de jovem com linfoma

Familiares e amigos de Renato se reuniram para arrecadar dinheiro em avenida de São Carlos (Foto: Aline Ferrarezi/G1)

Familiares e amigos de um jovem de 18 anos com linfoma não-Hodgkin, com infiltração na medula óssea, realizaram um pedágio solidário neste sábado (11), em São Carlos (SP), para arrecadar dinheiro e ajudar a custear o tratamento, que fica em torno de R$ 2 mil mensais. A doença, diagnosticada há dois meses, é um tipo de câncer que afeta as células do sangue. O ator Reynaldo Gianecchini e a presidente Dilma Rousseff tiveram o linfoma em 2011 e 2009, respectivamente.
Renato Júnior nasceu em São Carlos e descobriu a doença em novembro do ano passado, quando tinha 17. Febre excessiva e dor na garganta fizeram com os pais buscassem ajuda médica, mas o problema não era diagnosticado.

“Apareceu um caroço na garganta, depois outro embaixo do braço. Ele também teve uma crise muito forte, contraía o abdome, dor nas costas, falta de ar. Perdeu 12 quilos em quatro meses”, contou a mãe, Eliane Alessandra Pereira. Após gastar cerca de R$ 4 mil com exames, ouviu de um oncologista que o filho tinha um câncer maligno e que deveria começar imediatamente as sessões de quimioterapia.
A notícia foi um choque para Eliane, que já vivia o drama de ter perdido um bebê durante os meses em que tentava descobrir o problema de saúde de Renato. “Nossa vida virou de ponta cabeça. Ainda não aceito, tomo calmantes. Mas meu marido e eu precisamos nos mostrar fortes”, relatou.
Pedágio solidário em São Carlos arrecadou dinheiro para tratamento de jovem de 17 anos com linfoma (Foto: Aline Ferrarezi/G1)Pedágio solidário em São Carlos arrecadou dinheiro para tratamento de jovem (Foto: Aline Ferrarezi/G1)
Tratamento
O linfoma de Renato atingiu a medula óssea e já começa a afetar o baço, contou a mãe. O jovem faz quimioterapia a cada 15 dias na Santa Casa de São Carlos. Cada sessão dura de quatro a cinco horas. O tratamento levará um ano e logo após o jovem passará por radioterapia por mais 12 meses.
Renato com a mãe Eliane (Foto: Eliane Alessandra Pereira/Arquivo pessoal)O jovem Renato de 18 anos com a mãe
Eliane (Foto: Eliane  Pereira/Arquivo pessoal)
A medicação deixa Renato debilitado, por isso ele precisa de uma alimentação diferenciada, como arroz, carne branca, pães, verduras, de preferência sempre produtos orgânicos. Renato necessita ainda de um suco especial que ajuda a aumentar a imunidade. Segundo a mãe, ele toma três caixinhas de 200 ml antes e três depois da quimio. O produto é importado e custa cerca de R$ 27 cada caixa.

Ajuda
A família recebe doação de amigos, mas diz ter um gasto aproximado de R$ 2 mil mensais entre alimentos e remédios. Alguns desses medicamentos são fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Professora de educação infantil, Eliane ganha cerca R$ 780, mas teve que se afastar do trabalho para cuidar do filho. Ela conta com a ajuda do marido, que é músico e tem uma renda mensal aproximada de R$ 1,2 mil.

Uma campanha na internet criada em dezembro já arrecadou até agora pouco mais de R$ 6 mil para ajudar Renato. Professoras da escola de Eliane também fazem rifas e outras pessoas contribuem como podem. Os interessados em ajudar a família podem entrar em contato pelo telefone (16) 99343-5359.
Renato na festa organizada pelos amigos (Foto: Renato Junior/Arquivo pessoal)Renato na festa organizada pelos amigos
(Foto: Renato Júnior/Arquivo pessoal)
Saudável
Renato sempre foi saudável e nunca deu trabalho, contou a mãe. O jovem gosta de futebol, de videogame e de frequentar academia. Formando no ensino médio, optou por estudar mecânica em curso técnico.

Enquanto trata a doença, ele descansa em casa e conversa com amigos pela internet. “Ele queria muito fazer uma festa de 18 anos, mas como não tínhamos condições os amigos compraram bolo, salgados e se reuniram para comemorar. Ele ficou muito feliz”, contou a mãe.

Eliane disse ainda que Renato tem se mostrado forte e otimista com o tratamento. “Quando o médico disse que o cabelo cairia com a quimioterapia, meu filho disse que não tinha problemas, pois usaria boné. Ele é guerreiro e tem dado muita força para nós. O maior sonho dele no momento é a cura”, relatou a mãe.

Doença
O linfoma não-Hodgkin é uma neoplasia do sistema linfático na qual as células linfáticas (responsáveis por combater infecções e doenças) começam a se modificar, multiplicando-se sem controle e formando tumores.

Segundo a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), o linfoma pode causar muitos sinais e sintomas diferentes, dependendo de sua localização no corpo. “Não é uma doença rara e atinge pessoas de diversas faixas etárias, sendo frequentemente mais agressiva em jovens”, explicou Artur Malzyner , oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, e consultor científico da  Clínica de Oncologia Médica (Clinonco).

"Existe uma série de fatores de predisposição. Muitas vezes existem vírus que se associam aos linfomas. O paciente com Aids tem mais probabilidade de desenvolver o linfoma em decorrência do vírus e da baixa imunidade da pessoa. Não conhecemos nenhuma forma eficiente de prevenção”, afirmou o médico que também é Membro Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

O especialista disse ainda que o tratamento do linfoma é ativo e que muitos pacientes são curados logo no início. “Cerca 50% são curados ao longo do processo com o tratamento adequado”, informou.
Pedágio solidário
Outras três famílias de São Caros recorreram às ruas para conseguir ajuda em tratamentos de saúde. Em setembro de 2012, a mãe de Caliane Boni Roque da Silva organizou um pedágio solidário e arrecadou dinheiro para a cirurgia da filha.

Em fevereiro de 2013, familiares e amigos de Renato Cordeiro Mecca também pediram ajuda para trazer o professor de educação física de volta ao Brasil após ele sofrer um acidente de moto na Indonésia.

Por fim, a mãe de um menino de 4 anos também foi às ruas em junho atrás de recursos paracomprar uma cadeira rodas para a criança que sofre de paralisia cerebral.