terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Guarujá faz campanha para incentivar a doação de medula óssea

Foto: Guarujá faz campanha para incentivar a doação de medula óssea

Pela primeira vez, a Secretaria de Saúde de Guarujá, em pareceria com o Hemonúcleo de Santos, realiza a Campanha de Cadastro para Doação Voluntária de Medula Óssea. O cadastro poderá ser feito nas Unidades de Saúde da Família (Usafas) Jardins Las Palmas, Jardim dos Pássaros e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Vila Baiana e Vila Alice. A iniciativa, que começa na segunda-feira, 27, segue até sexta-feira, 31, das 8 às 17 horas.

Para integrar o catálogo de doadores, a pessoa tem que ter entre 18 e 54 anos de idade e apresentar boa saúde. No ato do cadastramento, será colhida uma pequena amostra de sangue destinada à realização do exame HLA, que vai traçar as características genéticas do candidato para posteriormente verificar a compatibilidade com algum receptor.

A partir daí, o doador integra um banco de dados nacional, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), mantido pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Identificado um receptor compatível, o doador é contatado para realizar o procedimento. A extração da medula (tecido que ocupa o interior dos ossos) é feita por meio de uma pequena cirurgia, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia.

Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 10%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. O procedimento é simples e rápido e permite ao doador a alta do hospital no mesmo dia.

O consultor Diego Gazola, que mora na capital paulista e tem amigos na região, fez doação de medula óssea em abril de 2013. “Saber que minha atitude salvou uma vida é muito gratificante. O procedimento não doeu e nem alterou nada em minha vida”, afirmou.

Gazola conta que se cadastrou como doador para ajudar um amigo que teve leucemia e precisava do transplante. “Após análise da minha genética, ficou constatado que não havia compatibilidade para meu amigo receber minha medula. Contudo, tempos depois fui contatado para fazer o transplante para um outro receptor. O processo foi muito simples”, relatou o doador.

Segundo o Redome, o transplante de medula óssea vem crescendo no Brasil nos últimos anos. Até 2003, o registro era pouco efetivo e contava com 30 a 40 mil doadores, hoje estão cadastrados 3,3 milhões de pessoas dispostas a doarem medula óssea. É o terceiro maior registro do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e Alemanha.

Mas não se pode parar por aí. As chances de um irmão de mesmo pai e mãe ter a medula compatível é de 25%. Assim, na medida em que se aumenta a chance de achar doador, aumenta a chance de transplantes e a de salvar vidas.

A coordenadora da educação permanente e humanização da Secretaria de Saúde, Cleia Canuto, revela que a realização da campanha em Guarujá em parceria com o Hemonúcleo de Santos tem por objetivo acelerar o encontro de um doador compatível para uma pessoa que esteja em tratamento e seja aqui na região. “Todos os cadastros dos doadores vão para o banco de dados do Hemonúcleo de Santos para depois compor o banco do Redome. Se forem encontrados doares compatíveis, eles serão logo encaminhados para o transplante. Ou seja, quanto mais doadores, mais possibilidades de encontrar receptores compatíveis e mais chances de salvar vidas”, disse Cleia.

Os doares interessados devem comparecer a uma das unidades de saúde participantes, munidos de RG. O candidato deve ter de 18 a 55 anos. Não podem doar: pessoas portadoras de hepatite após a infância, que tenham passado por sessões de quimio ou radioterapia, dependentes de insulina ou que já tenham cadastro efetuado.

Medula óssea – É um tecido que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por ‘tutano’. Na medula óssea, são produzidos os componentes do sangue, os glóbulos vermelhos (transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o organismo e, o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado, brancos (agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções) e as plaquetas (compõem o sistema de coagulação do sangue).

O consultor Diego Gazola ( á esquerda) passou pelo procedimento para doação de medula óssea no ano passado; Na foto, ele está ao lado de Palê Zuppani, que passou por dois transplantes até obter a cura de uma leucemia linfóide aguda, e agora participa de várias campanhas para incentivar a doação

Pela primeira vez, a Secretaria de Saúde de Guarujá, em pareceria com o Hemonúcleo de Santos, realiza a Campanha de Cadastro para Doação Voluntária de Medula Óssea. O cadastro poderá ser feito nas Unidades de Saúde da Família (Usafas) Jardins Las Palmas, Jardim dos Pássaros e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Vila Baiana e Vila Alice. A iniciativa, que começa na segunda-feira, 27, segue até sexta-feira, 31, das 8 às 17 horas.

Para integrar o catálogo de doadores, a pessoa tem que ter entre 18 e 54 anos de idade e apresentar boa saúde. No ato do cadastramento, será colhida uma pequena amostra de sangue destinada à realização do exame HLA, que vai traçar as características genéticas do candidato para posteriormente verificar a compatibilidade com algum receptor.


A partir daí, o doador integra um banco de dados nacional, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), mantido pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Identificado um receptor compatível, o doador é contatado para realizar o procedimento. A extração da medula (tecido que ocupa o interior dos ossos) é feita por meio de uma pequena cirurgia, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia.

Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 10%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. O procedimento é simples e rápido e permite ao doador a alta do hospital no mesmo dia.

O consultor Diego Gazola, que mora na capital paulista e tem amigos na região, fez doação de medula óssea em abril de 2013. “Saber que minha atitude salvou uma vida é muito gratificante. O procedimento não doeu e nem alterou nada em minha vida”, afirmou.

Gazola conta que se cadastrou como doador para ajudar um amigo que teve leucemia e precisava do transplante. “Após análise da minha genética, ficou constatado que não havia compatibilidade para meu amigo receber minha medula. Contudo, tempos depois fui contatado para fazer o transplante para um outro receptor. O processo foi muito simples”, relatou o doador.

Segundo o Redome, o transplante de medula óssea vem crescendo no Brasil nos últimos anos. Até 2003, o registro era pouco efetivo e contava com 30 a 40 mil doadores, hoje estão cadastrados 3,3 milhões de pessoas dispostas a doarem medula óssea. É o terceiro maior registro do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e Alemanha.

Mas não se pode parar por aí. As chances de um irmão de mesmo pai e mãe ter a medula compatível é de 25%. Assim, na medida em que se aumenta a chance de achar doador, aumenta a chance de transplantes e a de salvar vidas.

A coordenadora da educação permanente e humanização da Secretaria de Saúde, Cleia Canuto, revela que a realização da campanha em Guarujá em parceria com o Hemonúcleo de Santos tem por objetivo acelerar o encontro de um doador compatível para uma pessoa que esteja em tratamento e seja aqui na região. “Todos os cadastros dos doadores vão para o banco de dados do Hemonúcleo de Santos para depois compor o banco do Redome. Se forem encontrados doares compatíveis, eles serão logo encaminhados para o transplante. Ou seja, quanto mais doadores, mais possibilidades de encontrar receptores compatíveis e mais chances de salvar vidas”, disse Cleia.

Os doares interessados devem comparecer a uma das unidades de saúde participantes, munidos de RG. O candidato deve ter de 18 a 55 anos. Não podem doar: pessoas portadoras de hepatite após a infância, que tenham passado por sessões de quimio ou radioterapia, dependentes de insulina ou que já tenham cadastro efetuado.

Medula óssea – É um tecido que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por ‘tutano’. Na medula óssea, são produzidos os componentes do sangue, os glóbulos vermelhos (transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o organismo e, o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado, brancos (agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções) e as plaquetas (compõem o sistema de coagulação do sangue).

O consultor Diego Gazola ( á esquerda) passou pelo procedimento para doação de medula óssea no ano passado; Na foto, ele está ao lado de Palê Zuppani, que passou por dois transplantes até obter a cura de uma leucemia linfóide aguda, e agora participa de várias campanhas para incentivar a doação

Nenhum comentário:

Postar um comentário