segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Para muitas doenças do sangue, o Transplante de Medula Óssea é a única terapia para salvar a vida do paciente

Infelizmente, o que é ainda é pouco difundido na sociedade global é que as células-tronco hematopoiéticas (provenientes da medula óssea do doador) estão presentes em grande quantidade no cordão umbilical.
 
Mas durante o parto, muitos casais desconhecem os benefícios de se coletar e armazenar esse material que pode tratar mais de 100 doenças, entre elas, os linfomas, as leucemias agudas e anemias crônicas.
 
A leucemia, por exemplo, é a doença maligna mais comum na infância, correspondendo aproximadamente a 30% dos casos de câncer em crianças.
 
Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, no Brasil são registrados cerca de 7400 casos de leucemia por ano com um total de 5500 mortes, representando o 8o tipo de câncer mais freqüente na população brasileira.
 
“O transplante é, muitas vezes, a única esperança de vida do paciente, que enfrenta vários obstáculos como encontrar um doador compatível. Em um banco publico, por exemplo, as chances são de uma e um milhão. Entre 1988 e 2012, foram realizados, em todo o mundo, mais 20.000 mil transplantes com sangue do cordão umbilical”, explica Dr. Adelson Alves, fundador da CordCell.
 
Segundo o hematologista, essas células somente podem ser utilizadas se estiverem vivas, coletadas e criopreservadas imediatamente após o nascimento. É um procedimento simples e rápido, que não interfere com o nascimento do bebê, quando o obstetra “corta” o cordão umbilical o enfermeiro aproxima-se e faz a coleta do sangue presente no cordão umbilical com uma agulha conectada à uma bolsa estéril, podendo ser realizado nos diversos tipos de parto.
 
Casos recentes no Brasil pela CordCell
 
Maringá- Paraná:
 
01- Em outubro de 2012, a Gestante Fabricie Marcele Wilbert, 38 anos, foi diagnosticada com Leucemia Mielóide Crônica durante a gestação, coletou e armazenou células-tronco do cordão umbilical da filha. O que muitas pessoas ainda desconhecem é que o material armazenado pode auxiliar não só o recém-nascido, mas outros membros da família, claro, de acordo com testes de compatibilidade. A probabilidade de compatibilidade neste caso é de até 25% e para felicidade de todos, médicos e familiares da paciente, as células-tronco colhidas foram consideradas compatíveis com a mãe em caso de necessidade de transplante.
 
“Vale destacar que o transplante é a última fase do tratamento, portanto esse procedimento só será indicado caso a mãe não tenha boa resposta ao tratamento quimioterápico”, afirma Adelson Alves, médico e fundador da CordCell.
 
Sobre a CordCell:
 
Pioneira no Brasil na coleta, armazenamento e pesquisas visando o uso terapêutico das células-tronco do cordão umbilical, a CordCell está inserida em um conceituado grupo médico com 40 anos de história e que oferece assistência integral em onco-hematologia, oncologia clínica e terapia celular.
 
Por não terceirizar nenhuma etapa do processo, possui um completo e moderno centro tecnológico, onde são desenvolvidas técnicas de expansão das células-tronco e busca de novas aplicações. O alto investimento em tecnologia, pesquisas e capacitação profissional faz da CordCell um dos maiores pólos de biotecnologia do mundo e o centro de terapia celular mais completo e qualificado do país. www.cordcell.com.br.

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