sábado, 21 de junho de 2014

LEI PIETRO

ALICE REBECA BACCARO SOUZA PRECISA DE VC!

Doação de sangue: HU necessita de todos os tipos sanguíneos, em especial A+ e O-


O Serviço de Hemoterapia do Hospital Universitário (HU/UFSC) – Banco de Sangue – necessita, com urgência, de doadores voluntários de todos os tipos sanguíneos, com prioridade para “A” positivo e “O” negativo.

O doador deve dirigir-se ao Banco de Sangue do HU, ao lado da Associação Amigos do HU (próximo do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, Edifício Voluntária D. Cora, 90), das 7h30 às 12h, de segunda a sexta-feira.

O HU agradece este ato de solidariedade.

Mais informações: (48) 3721-9859


fonte>>http://www.portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=23138

Os transplantes de medula óssea podem salvar muitas vidas.

Contudo, apesar de quase dois milhões de brasileiros serem doadores de medula, apenas um terço dos pacientes encontrarão um doador compatível aqui ou no exterior.

Por isso, há grande interesse em desenvolver versões sintéticas, ou "medulas ósseas artificiais".

Agora, um protótipo em estágio avançado foi desenvolvido por uma equipe de cientistas alemães dos institutos KIT e Max Planck e das universidades de Stuttgart e Tübingen.

A estrutura porosa do material apresenta as propriedades essenciais da medula óssea natural. Desta forma, ela pode ser usada para a reprodução de células-tronco em laboratório.

A expectativa é que o desenvolvimento possa facilitar o tratamento da leucemia em poucos anos.

Medula óssea artificial

As células do sangue, como os eritrócitos, ou células do sistema imunológico, são continuamente substituídas por novas fornecidas pelas células-tronco hematopoiéticas, localizadas em um nicho especializado da medula óssea.

No caso da leucemia, as células afetadas do paciente são substituídas por células-tronco hematopoiéticas saudáveis de um doador compatível.

No entanto, nem todos os pacientes de leucemia podem ser tratados desta maneira, já que é difícil encontrar doadores compatíveis.

Este problema pode ser resolvido com a reprodução de células-tronco hematopoiéticas em laboratório.

E a nova medula óssea artificial mostrou-se adequada para ser utilizada para isso, reproduzindo as células-tronco com grande taxa de sucesso.

O ambiente tridimensional oferecido pelo material não apenas acomoda as células ósseas e células-tronco, como também vários outros tipos de células com as quais substâncias de sinalização são trocadas.

Além disso, o espaço entre as células tem uma matriz que assegura estabilidade e proporciona pontos de ancoragem para as células. No nicho das células-tronco, as células também recebem nutrientes e oxigênio.

Os resultados ainda são bastante primários, mas a expectativa da equipe é que a medula óssea artificial, com suas várias propriedades que imitam a medula óssea natural, possa agora ser usada para estudar as interações entre os materiais e as células-tronco em detalhes e, no futuro, representar uma alternativa à medula de doadores.

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=medula-ossea-artificial&id=9563

DOAÇÃO DE SANGUE URGENTE!



Doações em nome de Gabriela da Costa Silva, internada no CTI da Santa Casa de Belo Horizonte - 10o andar - Box 58. Procure o Hemominas mais próximo.

Hemosul precisa de doações de sangue com urgência



DOAÇÃO DE SANGUE URGENTE!

Campanha “Atleta Sangue Bom” Incentiva a Doação de Sangue



ASecretaria de Esportes do município realiza a campanha “Atleta Sangue Bom” até o dia 30 de junho. O objetivo é incentivar a doação entre os atletas que representarão o município nos Jogos Regionais deste ano. Os integrantes da delegação de Catanduva, de todas as categorias doarão sangue ao Hemonúcleo da cidade.
A meta é atingir 150 doações. “Ao todo, mais de 300 pessoas fazem parte da delegação de Catanduva”, ressalta a Secretaria. Os Jogos Regionais serão disputados em julho, no município de Jales.
De acordo com a responsável pelo Hemonúcleo, Francisca Caparroz Vizentini, a iniciativa de campanhas como esta é de extrema importância. O estoque de sangue local está muito abaixo do necessário, necessitando com urgência dos tipos sanguíneos: ‘A’ Negativo, ‘A’ Positivo e ‘O’ Negativo. “Já estamos ligando para os doadores cadastrados deste tipo sanguíneo para que compareçam, pois a falta no banco de sangue está enorme”, frisa Francisca. 
A unidade ainda ressalta aos familiares de pessoas que se beneficiaram com a doação, também colaborem e compareçam ao hemonúcleo. Francisca ainda ressalta que neste período de Copa, a necessidade de doação é ainda maior, devido aos festejos, com probabilidade de aumento de acidentes.
VÔLEI
No último domingo, a equipe de vôlei masculino das escolinhas da Secretaria de Esportes conquistou o título da Copa SESC de Vôlei. O time local derrotou Severínia por 2 sets a 1. O torneio reuniu os principais times da região. No feminino, Catanduva ficou com a quarta colocação.
DOAÇÃO 
O Hemonúcleo atende de quarta a domingo, das 7h às 13h e também aos feriados. O Hemonúcleo está localizado no centro da cidade, na rua 13 de maio, 974. Mais informações pelo telefone (17) 3522-7722 . 


Por: Karla Sibro 

fonte>.http://www.oregional.com.br/2014/06/campanha-atleta-sangue-bom-incentiva-a-doacao-de-sangue_310296

PACIENTE NECESSITA DE SANGUE COM URGÊNCIA


João Carlos de Castro Nery está internado na UTI do Hospital São José, em Ilhéus, e precisa de doações de sangue “até o meio dia (de preferência)” desta quarta-feira, 18, conforme explicou a filha do paciente.

Qualquer tipo sanguíneo servirá. Para doar, favor se dirigir ao Hospital São José.


fonte>.http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2014/06/18/paciente-necessita-de-sangue-com-urgencia/

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Doação de sangue: HU necessita de todos os tipos sanguíneos, em especial A+ e O-



O Serviço de Hemoterapia do Hospital Universitário (HU/UFSC) – Banco de Sangue – necessita, com urgência, de doadores voluntários de todos os tipos sanguíneos, com prioridade para “A” positivo e “O” negativo.

O doador deve dirigir-se ao Banco de Sangue do HU, ao lado da Associação Amigos do HU (próximo do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, Edifício Voluntária D. Cora, 90), das 7h30 às 12h, de segunda a sexta-feira.

O HU agradece este ato de solidariedade.

Mais informações: (48) 3721-9859


fonte>>http://www.portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=23138

DF abre primeiro centro de transplante de medula óssea



DF abre primeiro centro de transplante de medula óssea

A população do Distrito Federal já conta com um centro público de transplante de medula óssea. A Unidade de Transplante de Medula Óssea Pietro Albuquerque é um serviço exclusivo de referência para pacientes que necessitam do procedimento em todo País. O centro funciona dentro do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) e conta com 27 leitos de internação, consultório, coleta de células-tronco e sala de apoio aos acompanhantes.

“Aqui no DF tínhamos apenas dois serviços privados habilitados para fazer transplante. O novo centro, que agora é público, se torna uma referência extremamente importante não só para atender os casos daqui da região, mas para, inclusive dar suporte a casos de outras regiões. É uma instituição reconhecidamente qualificada e com capacidade para fazer os procedimentos necessários com muita segurança”, afirmou o Ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante a inauguração da Unidade de Transplante de Medula Óssea Pietro Albuquerque.

O Brasil possui o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, com mais de três milhões de cadastrados, ficando atrás apenas dos Registros dos Estados Unidos (quase sete milhões de doadores) e da Alemanha (quase cinco milhões de doadores). Só ano passado, foram realizados em todo País 2,1 mil transplantes de medula óssea. O número representa um crescimento de 24% em relação ao ano de 2011, quando o número de cirurgias alcançou 1.701. “Quem precisa se submeter a um transplante de medula óssea não faz o procedimento e vai para casa em seguida. Há todo um vínculo de saúde. Tem o acompanhamento antes e depois do transplante e ainda um longo tempo de monitoramento. Unidades regionalizadas promovem muito mais conforto e segurança para o usuário. Além de diminuir custos de locomoção para a própria família, gestores estaduais e municipais”, afirmou Chioro.

Atualmente, 95% das cirurgias no Brasil são realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).  Por meio do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), o Ministério da Saúde gerencia, junto com estados e municípios, as listas de espera, habilita as centrais de transplantes, além de treinar as equipes para a realização dos procedimentos.

Para estimular a doação de órgãos no País, o Ministério da Saúde investe anualmente em campanhas e ações de mobilização. Em uma década, o Brasil mais que dobrou (aumento de 118%) o número de transplantes no país, saltando de 11.203 cirurgias, em 2002, para 24.473, em 2012. Também quadruplicou (crescimento de 328%) o repasse entre 2003 e 2013, de R$ 327,8 milhões, em 2003, para R$ 1,4 bilhão, em 2013.

Pietro Albuquerque

A unidade de transplante de medula óssea recebeu o nome de Pietro Albuquerque em homenagem ao jovem que faleceu poucos dias antes de completar seus 20 anos vítima de leucemia mielóide aguda homônima. A sua luta pela vida motivou a aprovação da "Lei Pietro", que cria a Semana Nacional de Doação de Medula Óssea, realizada anualmente entre os dias 14 e 21 de dezembro, incentivando o cadastro da população no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

Criado em 1993, o REDOME reúne informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de doadores compatíveis entre os grupos étnicos (brancos, negros, amarelos etc.) semelhantes, mas não aparentados.


Fonte: 
Ministério da Saúde 

Alice precisa de vc!

Família faz campanha para conseguir medula e salvar garota com leucemia Rafaela Raizer, 6, já perdeu cabelos e precisa de transplante, em Goiânia. Ela inspirou irmão de 7 anos a escrever livro 'A Princesa que usa óculos'.


A família da menina Rafaela Raizer Landim Silva, 6 anos, que luta contra um tipo raro de leucemia e precisa de um transplante, iniciou uma campanha para tentar conseguir doadores de medula óssea. A menina, irmã de Alexandre Raizer, 7, que escreveu um livro inspirado nela, em virtude da relutância em usar óculos, já foi incluída no cadastro do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), mas os pais tentam conscientizar sobre a importância da doação. “Deus nos deu uma missão que é de salvar não apenas a Rafaela, mas muitas outras pessoas”, afirmou o pai, o auditor fiscal Eugênio César da Silva.


Rafaela foi diagnosticada com a doença no final de abril deste ano, em Goiânia. Ela e o irmão foram adotados pelos pais quando eram bebês e, por isso, não conseguiu encontrar um doador de medula compatível na família. Por causa da doença, ela já perdeu os cabelos e, segundo a mãe, a assistente social Luciana Raizer da Silva, a garota está muito abatida.

 De acordo com o pai, os pacientes inscritos no Redome precisam aguardar na fila, e, por isso, quanto mais pessoas fizerem doações de medula, maiores serão as chances de que Rafaela consiga o transplante.

Neste sábado (14), Eugênio e o filho Alexandre aproveitaram uma festa junina na escola onde Rafaela estuda, no Setor Sul, em Goiânia, para divulgar a campanha.  Eles contam com ajuda de empresas de publicidade, que fizeram banners e panfletos pedindo a doação, que pode ser feita no Hemocentro, que fica na Avenida Anhanguera, nº 5.195, Setor Coimbra.

Tratamento
A médica oncologista Renata Voluti é especialista no tratamento de doenças em crianças e responsável pelo caso de Rafaela. Ela explica que uma mutação genética rara torna a leucemia da menina mais grave e difícil de ser tratada.

 "A gente não consegue destruir todas as células da leucemia no tempo que a gente precisa e outra coisa que essa mutação faz, mesmo que o paciente consiga atingir a remissão, é aumentar a chance da recaída. Por isso que foi indicado o transplante para a Rafaela", pontua.

Livro
Alexandre surpreendeu a família ao fazer um livro infantil para ajudar a irmã. Com problemas de visão, Rafaela relutava em usar óculos. Ele, então, por iniciativa própria, escreveu e ilustrou a história "A Princesa que usa óculos", dedicada à caçula da família.

Rafaela tem astigmatismo e hipermetropia. Apaixonada pelas heroínas dos contos de fadas, ela  argumentava com os pais que não existia princesa de óculos. "Ficava vendo ela reclamar e pensei: 'Vou resolver esse problema'", explicou Alexandre ao G1, em setembro do ano passado.

O autor mirim ganhou repercussão nacional e foi convidado a participar do programa Encontro, da Fátima Bernardes, e de feiras literárias.


http://g1.globo.com/goias/noticia/2014/06/familia-faz-campanha-para-conseguir-medula-e-salvar-garota-com-leucemia.html

Alice, 4 anos: "acima de tudo, uma guerreira", diz a mãe



A última sessão de quimioterapia e a cirurgia para a reconstrução de parte da mama marcariam o recomeço para Cássia Báccaro, de 31 anos. Agora, após tanto sofrimento, pensava numa nova vida ao lado dos filhos. Mas a descoberta de um tipo de leucemia na filha Alice Rebeca, 4 anos, tirou, novamente, o chão sob seus pés. A Leucemia Mielomonocítica Juvenil (LMJ), considerada rara e agressiva, fez fortalecer a união familiar e renovou a esperança em torno da cura da menina. Isso porque ela depende do transplante de medula. O prazo para o procedimento é novembro e, desta forma, a família luta contra o tempo, em busca de um doador compatível. Além de uma corrente de orações e preces, amigos e parentes iniciaram uma campanha em prol da doação de medula óssea.

 
Divorciada e mãe de outros dois filhos: José Felipe, 8, e Jonathan, de 6, Cássia conta que o primeiro sintoma da Alice foi a febre que não cessava, tendo sido levada ao hospital. Embora a descoberta da doença tenha sido confirmada com certa rapidez, ela explica que somente no início de abril foi diagnosticado o tipo de leucemia. "Um tipo de leucemia crônica e rara, que não pode ser curada somente com quimioterapia", revela a mãe. Após passar pelo Hospital do Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (Gpaci), Alice começou as sessões de quimioterapia em Barretos. Sua primeira passagem pelo hospital da outra cidade durou um mês e meio. "Era para ela ficar três meses, mas graças a Deus pôde sair antes."

 
Desde então, Cássia e a filha têm dois endereços: o Gpaci, onde faz as manutenções por praticamente vinte dias, e outros dez dias permanece em Barretos para as sessões de quimioterapia. "São sete dias de injeções." Até por conhecer essa rotina, ela fala de seu sofrimento. Com o tratamento da menina e a campanha de incentivo à doação "Ajude a Alice" - realizada por irmãos e amigos - a rotina da família mudou. "Trabalhava na área administrativa com meu irmão, mas tive que parar por causa do tratamento." A filha tinha 11 meses quando se separou. "Ele (pai) mora em São Paulo e quase não vinha. Agora tem aparecido mais vezes para ver a Alice."

 

 
Fé e tempo

 

 
Cássia conta que a filha começaria a estudar este ano na Emeief Helena Pereira de Moraes, em Votorantim, onde seus dois irmãos estão matriculados. Alegre, divertida, carinhosa e, "acima de tudo, uma guerreira". É desta forma que a mãe define a filha. Embora sua vinda tenha sido planejada, ela avalia a última gestação como a mais difícil. "Tive hepatite A e H1N1, além de outras complicações. Por isso considero minha filha uma guerreira. Mesmo antes de vir ao mundo lutava pela vida." A princípio, ela confessa ter ficado apreensiva com a iniciativa da campanha. "Não queria expor a Alice, mas depois percebi a necessidade, pois o tempo passa rápido."

 
Embora tenha passado por situação semelhante, ela não imaginava tanta dificuldade no encontro de doador. Também não sabia que, muitas vezes, após ser contatada sobre possível receptor, a pessoa que faz parte do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) pode desistir. Além da luta contra o tempo e do empenho no incentivo à doação de medula, a família de Alice Rebecca - assim como dezenas e até centenas de famílias - depende da iniciativa e da solidariedade das pessoas. Por outro lado, ela foi surpreendida pela corrente que tem se formado, tanto para as orações quanto em prol da campanha para doações.

 
Antes de iniciar a campanha em rede social, Cássia explica que foram discutidas todas as possibilidades, inclusive a de inseminação artificial para que gerasse outro filho. "Mas isso foi descartado." A chance de cura, segundo os médicos, está no transplante de medula. Em pouco tempo no Facebook, a campanha teve milhares de visualizações e centenas de compartilhamentos. Outra alternativa encontrada para a família multiplicar as chances de encontrar possível doador foi a impressão de cartazes para serem fixados em estabelecimentos públicos e comerciais. "Mesmo que a compatibilidade ocorra de um a cada cem mil, eu mantenho firme a minha fé. Para Deus nada é impossível!", finaliza ela. Para participar da campanha Ajude a Alice, pode-se fazer doação e compartilhar no Facebook: "Ajudem Alice" e comunidade "Ajude a Alice".

 
http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/552179/alice-4-anos-acima-de-tudo-uma-guerreira-diz-a-mae