quinta-feira, 31 de julho de 2014

Mulher com leucemia precisa com urgência de doadores de plaquetas



Olivia Brandão, de 33 anos, diagnosticada com leucemia, segue em tratamento contra a doença em um hospital de Maceió. Ela está fazendo sessões de quimioterapia, mas para assegurar o sucesso desta etapa ela precisa conseguir 20 pessoas com tipo sanguíneo A positivo, e tipo O positivo ou negativo aptas a doar plaquetas.
Segundo os médicos, Olivia foi tem Leucemia Mieloide Aguda, tipo M3, um câncer que começa dentro da medula óssea, tecido mole que fica dentro dos ossos e ajuda a formar células sanguíneas. O câncer se desenvolve nas células que, normalmente, formariam glóbulos brancos.
Os voluntários precisam procurar o Hemopac localizado na Rua Itatiaia, próximo à Praça do Centenário, no bairro Farol. Ao chegar ao banco de sangue, basta informar que a doação é para Olivia Cristina Sarmento da Silva Brandão. O horário de atendimento no Hemopac é de segunda a sexta-feira das 7h as 12h e de 13h as 17 horas e aos sábados das 7h as 11h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3311-1500.
O que são plaquetas
As plaquetas são elementos do sangue e têm um papel muito importante no processo de coagulação. Assim, a alteração dos níveis pode ter consequências graves na saúde. Um nível reduzido de plaquetas pode levar a uma hemorragia, pois o processo de coagulação é afetado.
O que e preciso para doar plaquetas
- Estar em boas condições de saúde
-Ter peso igual ou superior a 60kg
-Não usar medicação que contenha AAS e outros antiinflamatórios
-Você pode salvar muitas vidas doando plaquetas. Lembre-se disso!

fonte>>http://primeiraedicao.com.br/noticia/2014/07/31/mulher-com-leucemia-precisa-com-urgencia-de-doadores-de-plaquetas

Rondônia será tema de exposição fotográfica na Europa

A fotógrafa carioca Beth Coelho escolheu Rondônia para sua exposição em Portugal, no próximo mês de outubro, nas cidades de Lisboa e do Porto. O material está sendo produzido na região de Porto Velho e do Vale do Guaporé. A exposição será composta por trabalho sociais executados nessas regiões e de bebês da Amazônia. Em novembro, a exposição estará em outros países da Europa.


Segundo Beth Coelho, Rondônia foi escolhida por se destacar no cenário nacional quando o assunto é doação de sangue, medula óssea, trabalhos de oncologia, além das suas belezas naturais. 


"Eu e minha equipe fizemos uma grande pesquisa e escolhemos Rondônia por ser um estado comprometido com a responsabilidade social. Estamos percorrendo algumas localidades e percebemos como é importante essa atenção que Rondônia está dando aos trabalhos sociais. Nosso outro foco são os bebês. Eles são lindos e farão parte da exposição pela Europa. Estamos muito otimistas com o material que está sendo produzindo no estado", enfatizou Beth.


A fotógrafa foi recebida no gabinete do governador  Confúcio Moura  pelo secretário executivo do gabinete do governo de Rondônia, Waldemar Albuquerque, que agradeceu em nome dos rondonienses essa oportunidade de levar o nome do estado de forma positiva aos grandes centros da Europa. "É um privilégio poder receber uma profissional desse porte e saber que vamos sentir orgulho ao ver o nome de Rondônia no cenário internacional. Rondônia desenvolve inúmeros trabalhos sociais e nossa luta continua para manter o estoque de sangue em dia, captar novos doadores de medula óssea e salvar vidas", disse Waldemar.


A fotógrafa ficará no estado até o próximo sábado (02), depois segue viagem para Portugal, objetivando dar início aos trabalhos da exposição.

fonte>>http://www.rondoniadinamica.com/arquivo/rondonia-sera-tema-de-exposicao-fotografica-na-europa,73931.shtml

Hemonúcleo de Santos precisa com urgência de doadores de sangue



O Hemonúcleo de Santos, no litoral de São Paulo, está com o estoque baixo e precisa com urgência de doadores de sangue. Pessoas com qualquer tipo sanguíneo podem doar, se estiverem bem de saúde.

De acordo com a enfermeira responsável pelo local, Haide Benetti de Paula, há épocas em que cai bastante o número de doações. “Na semana passada, até que estava razoável a coleta. Agora, diminuiu bastante”, afirma. Além disso, os candidatos a doadores passam por uma triagem no Hemonúcleo, que define se eles estão aptos ou não a doar.

A enfermeira lembra os critérios exigidos para ser um doador de sangue. “É preciso estar bem de saúde, pesar 50 kg ou mais e ter entre 18 e 65 anos”, recomenda Haide. Os jovens de 16 e 17 anos que quiserem contribuir podem ir ao local, acompanhados por um responsável.

Todos realizarão um cadastro na recepção do Hemonúcleo e, depois, serão chamados para uma entrevista. O local funciona dentro do Hospital Guilherme Álvaro, na Rua Oswaldo Cruz, nº 197, no Boqueirão. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e no último sábado do mês, das 8h às 12h.


fonte>>http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/07/hemonucleo-de-santos-precisa-com-urgencia-de-doadores-de-sangue.html

Morre adolescente que lutava contra leucemia em Uberaba

Roberth Leucemia Uberaba (Foto: Reprodução / TV Integração)

O adolescente Roberth Ribeiro de Oliveira, de 13 anos, que lutava contra a Leucemia Linfóide Aguda (LLA), foi sepultado nesta segunda-feira (28), no Cemitério Nossa Senhora Medalha Milagrosa, em Uberaba. O adolescente aguardava uma doação de medula óssea, mas acabou não resistindo às complicações da doença e morreu na manhã deste domingo (27).

Na luta contra a doença – descoberta quando ele tinha 11 anos – Roberth chegou a passar por várias sessões de quimioterapia, medicamentos, transfusões de sangue e internações. Durante o período de internação, amobilização em torno do  garoto foi grande. A família chegou a realizar campanhas em redes sociais e até mesmo em rádios da cidade, buscando um doador para o adolescente.
Mãe e filho aguardam doador compatível (Foto: Hosana Lopes Ribeiro/Arquivo Pessoal)Mãe recebeu o apoio de amigos em rede social (Foto: Hosana Lopes Ribeiro/Arquivo Pessoal)






Na última sexta-feira (25), amigos da mãe de Roberth, Hosana Lopes Ribeiro, chegaram a publicar no Facebook um apelo, pedindo doações de sangue. Segundo eles, o adolescente teria sofrido uma hemorragia e necessitava de transfusões de 12 em 12 horas e, algumas vezes, até mesmo de oito em oito horas. Ainda na mesma rede social, a mobilização foi grande após a morte de Roberth, onde diversas pessoas enviaram mensagens de apoio à mãe do garoto.

fonte>>http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2014/07/morre-adolescente-que-lutava-contra-leucemia-em-uberaba.html

Hospital em Santos, no litoral de SP, cadastra doadores de medula óssea



Muitas pessoas estão na fila de espera, na batalha para encontrar um doador de medula e no hospital Guilherme Álvaro, emSantos, no litoral de São Paulo, há coleta de sangue de voluntários que serão cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).
O Redome existe desde 1993, com sede no Rio de Janeiro, e está ligado ao Instituto Nacional do Câncer. Muitos voluntários apareceram para fazer esse cadastro. Em 2000, eram 12 mil pessoas cadastradas. Em 2013, o último balanço feito, já passava de 2 milhões de pessoas cadastradas.
A enfermeira Haide Benetti de Paula explica que o doador colhe 5 ml de sangue, o equivalente a um tubo. “Para ser doador de medula óssea a pessoa pode fazer um cadastro aqui no hemonúcleo de Santos, das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira, trazendo um documento de identidade. Aí a gente colhe uma amostra do sangue que vai ser analisada no laboratório. E essa análise vai para o Redome, no Rio de Janeiro”, explica a enfermeira.
O hospital Guilherme Álvaro fica na rua Oswaldo Cruz, 197, no bairro Boqueirão, em Santos.
Hospital Guilherme Álvaro, em Santos (Foto: Mariane Rossi/G1)

















fonte>>http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/07/hospital-em-santos-no-litoral-de-sp-cadastra-doadores-de-medula-ossea.html

Portugueses identificam proteína em células estaminais que pode dar transplantes bem sucedidos

Portugueses identificam proteína em células estaminais que pode dar transplantes bem sucedidos

Investigadores portugueses identificaram uma proteína em células estaminais da medula óssea e do cordão umbilical, que melhora o seu funcionamento, o que poderá contribuir para o sucesso de transplantes em doentes com leucemia ou linfomas.

A molécula chama-se RET e pertence ao tipo de proteínas que são ativadas por outras que atuam nos neurónios - células do sistema nervoso.
Contudo, só agora foi identificada a sua expressão nas células estaminais (células capazes de gerar qualquer tecido) da medula e do cordão umbilical, explicou à Lusa Henrique Veiga-Fernandes, coordenador da equipa de investigadores, do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
Segundo Henrique Veiga-Fernandes, a RET, detetada à superfície das células estaminais, funciona como um interruptor, que, quando está ligado, faz com que elas funcionem muito bem, "permitindo uma eficácia terapêutica superior à utilização das células com os métodos convencionais".
As células, descreveu, passam a ser mais eficientes, a serem capazes de "resistir, de forma muito eficaz, a agressões celulares que acontecem durante a transplantação".
A experiência foi feita com ratinhos, em que a proteína foi manipulada geneticamente.
Posteriormente, células do cordão umbilical humano, com mais ou menos expressão da proteína, foram transplantadas, com sucesso, nos roedores.
O próximo passo da equipa de investigadores é estudar, em doentes humanos, a sobrevivência, a expansão e a transplantação do mesmo tipo de células estaminais.
A transplantação de células estaminais é usada no tratamento de leucemias, linfomas e doenças hereditárias do sistema imunitário, mas nem sempre com êxito devido ao seu número limitado.
Os resultados do estudo são publicados na revista Nature.

Diário Digital com Lusa
fonte>>http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=720879

Garoto de 13 anos volta para casa após 275 dias internado por leucemia



Após passar os últimos 275 dias internado, o garoto Porthos Leites, de 13 anos, quemobilizou as redes sociais em busca de um transplante para se curar da leucemia, pode finalmente voltar para casa. Conhecido como Porthinhos, o menino superou a leucemia após conseguir um doador para o transplante de medula óssea. Ele foi liberado pelos médicos e teve a primeira alta para passar um fim de semana em casa. Porthinhos ficará com os pais e o irmão em Santos, no litoral de São Paulo.
A felicidade pela alta tomou conta da família do garoto. O irmão mais novo dele, Pethras Martinez Silva Leite, falou sobre a saída do irmão do hospital. “É uma alegria muito grande. Eu não sabia, mas quando me falaram, eu pulei de alegria”, diz.
A mãe do jovem, Gisele Silva Leite, explica o sentimento de ter, novamente, o garoto em casa após tanto tempo internado. “Depois de tanta ansiedade, de tanta luta, de tantos altos e baixos no tratamento, de tanto sacrifício, de tanta força que o Porthinhos teve que ter, durante esses meses todos, eu só posso dizer que foi uma benção”, afirma.
O garoto ainda tem um grande caminho a ser percorrido. Os remédios necessários para o tratamento também provocaram reações, comprometeram os rins, a pressão dele subiu e algumas complicações levaram Porthinhos à UTI durante quase dois meses. Por pelo menos mais um ano, Porthinhos ainda vai precisar de transfusões de sangue. Os amigos também se mobilizaram e organizam caravanas para levar os doadores a São Paulo. As doações devem ser feitas no Hospital Albert Einstein, um na Vila Mariana e outra no Morumbi, ambas capital.
Porthinhos passará o fim de semana com a família (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Porthinhos passará o fim de semana com a família (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
fonte>>http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/07/garoto-de-13-anos-volta-para-casa-apos-275-dias-internado-por-leucemia.html

Passeata em Blumenau conscientiza sobre a doação de medula óssea


Banda marcial acompanhou público pelas ruas de Blumenau (Foto: Jaime Batista/Divulgação)

Cerca de 100 pessoas participaram de uma passeata pelas ruas de Blumenau, no Vale do Itajaí, em prol da doação de medula óssea. O encontro ocorreu das 9h às 11h deste sábado (26), com saída do Biergarten e término no Teatro Carlos Gomes, no Centro. Mais de 20 voluntários fizeram cadastro como doadores no Hemocentro de Santa Catarina (Hemosc) nesta manhã.
Segundo a conselheira Laura Bastos, uma das organizadoras da caminhada, a ação teve como objetivo conscientizar a comunidade sobre a importância de ser doador. "Dados apontam que há um doador compatível a cada 100 mil pessoas. Por isso é importante que as pessoas façam o teste e participem", diz.
No Hemosc, 30 ml de sangue são coletados de doadores em uma fase inicial. Há dois tipos de procedimento para doação. Em um primeiro, o mais realizado,  um medicamento é injetado na corrente sanguínea do doador para liberar células da medula. A coleta é simples, através da doação de sangue.
Um segundo procedimento é feito por sucção. Após uma anestesia, são retirados materiais do osso da bacia do doador. Atualmente, a rede de doadores de medula óssea é integrada entre países do mundo todo, justamente pela dificuldade de compatibilidade dos doadores.
O evento foi realizado por integrantes da igreja mormon Jesus Cristo dos Santos de Ultimos Dias. Uma banda marcial chamada Francisco Lanser, de Blumenau, participou da caminhada.

fonte>>http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2014/07/passeata-em-blumenau-conscientiza-sobre-doacao-de-medula-ossea.html

Hemopa finaliza campanhas externas de julho e convoca doadores para agosto



Durante o veraneio, o banco de sangue da Fundação Hemopa costuma sofrer baixas em torno de 30% no estoque técnico. E para que isto não afete o atendimento da demanda transfusional no estado, o hemocentro conta com parcerias de empresas e instituições - públicas e privadas - que solicitam o apoio da unidade móvel para reforçar o banco de sangue.
Desde o dia 1° de julho, as campanhas externas passaram por diferentes locais da Região Metropolitana de Belém, facilitando o acesso dos doadores ao serviço oferecido pelo Hemopa, que, até a última quarta-feira, 24, registrou 899 comparecimentos. Para encerrar as ações de julho, nos dias 30 e 31 a unidade móvel estará na Avenida Presidente Vargas, em frente ao Banco do Brasil, das 8h às 15h. A meta é alcançar a marca de 100 bolsas de sangue coletadas por dia.
Para colaborar com o abastecimento do estoque de sangue durante eese período, os PM’s Eric de Souza Borges, 21, e Victor Ferreira Laurentino, 26, estiveram no hemocentro, na manhã desta sexta-feira, 25. ‘’Lembro que a unidade móvel do Hemopa estava no batalhão e fomos convocados a colaborar. Estavam precisando do meu tipo de sangue (A+) e prontamente me disponibilizei a doar. Hoje, minha doação é direcionada a um amigo’’, revelou ele, que fez a sua segunda doação.
‘’A doação de sangue é um ato de cidadania importante. Neste período do ano as coletas diminuem e a demanda aumenta. É preocupante, mas nós estamos fazendo nossa parte’’, disse Victor, que é portador de sangue O+. Ele lembra da primeira doação que fez, em 2008: ‘’Doei sangue pela primeira vez a um amigo que precisou de transfusão por estar com câncer. Ajudei, mas não foi suficiente. Infelizmente ele faleceu e, a partir daí, percebi a importância desse ato. Agora, minhas doações são espontâneas’’.
Para a assistente social Lilian Bouth, da Gerência de Captação de Doadores (Gecad), as campanhas externas são fundamentais. “Descentralizar a coleta de sangue é estratégico. Ficamos mais próximos do doador e é uma ajuda mútua. Vamos até aonde o doador está e ele nos ajudar a salvar vidas’’, explica.
O calendário de campanhas externas deste mês de agosto já foi divulgado e iniciará no dia 5, na academia Vitória, localizada na Avenida Presidente Vargas, das 8h às 16h. Neste sábado, 26, o setor de coletas da Fundação Hemopa funcionará até as 12h.
Doação - Qualquer pessoa com boa saúde, que tenha entre 16 e 69 anos e pese acima de 50 quilos pode doar sangue. É necessário portar documento de identidade original e com foto e não precisa estar em jejum, ao contrário, deve estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher a cada três. Menores de 16 a 17 anos só podem doar com a autorização dos pais ou representante legal. Para fazer o cadastro de doadores de medula óssea, o candidato deve estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos e portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: O Hemopa funciona para coleta de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. E-mail: captacao@hemopa.pa.gov.br. Alô Hemopa: 0800 280 8118. O calendário das próximas campanhas está disponível no site www.hemopa.pa.gov.br.
Sérgio  Moraes
Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará

Biorreator imita medula óssea e produz células do sangue

Plaquetas sintéticas
Cientistas afirmam ter desenvolvido um biorreator capaz de produzir plaquetas humanas totalmente funcionais.
Se confirmado por outros pesquisadores, o trabalho pode ser um avanço rumo à solução das muitas deficiências com que se deparam atualmente os procedimentos detransfusão de sangue.
"A capacidade para gerar uma fonte alternativa de plaquetas humanas funcionais com praticamente nenhuma transmissão de doença representa uma mudança de paradigma que pode permitir satisfazer a crescente necessidade de transfusões de sangue," disse o Dr. Jonathan Thon, do Hospital Brigham and Women (EUA).
As células do sangue, como as plaquetas, são produzidas na medula óssea.
Biorreator
Os pesquisadores desenvolveram um biorreator que simula o ambiente biológico da medula para efetuar as mesmas reações em laboratório.
A tecnologia usa microcanais para recriar as características de composição e do fluxo sanguíneo ideais para a produção das células sanguíneas.
Segundo a equipe, o biorreator imita características como a rigidez da medula óssea, a composição da matriz extracelular, o tamanho dos microcanais biológicos e a estabilidade do fluxo sanguíneo.
A aplicação de forças para simular o fluxo de sangue no interior do biorreator provocou um aumento significativo na geração de plaquetas em relação às técnicas anteriores, produzindo plaquetas humanas funcionais em quantidades razoáveis.
O próximo passo é testar a funcionalidade das plaquetas em testes in vivo, antes de escalonar o processo de produção para gerar plaquetas em quantidades úteis para transfusões reais.

fonte>>http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=biorreator-imita-medula-ossea-produz-celulas-sangue&id=9901

Santa Casa convoca doadores de sangue com urgência



O Hemonúcleo da Santa Casa de Campo Grande está convocando com urgência, doadores voluntários de todos os tipos sanguíneos. O pedido é devido ao estoque baixo de sangue, em virtude do aumento da demanda de pacientes e a falta de doação.
Desde que o Hemosul entrou em reforma, esta situação vem se acumulando. Muitos doadores que estavam acostumados a doar no Hemosul ainda não se dirigiram a outro banco de sangue da Hemorrede para doação, localizados na Santa Casa, Hospital Universitário e Hospital Regional.
Doadores fidelizados estão sendo convocados e toda a população é bem-vinda para praticar este importante ato de solidariedade em salvar vidas.
Na Santa Casa a coleta é realizada no Banco de Sangue externo, que fica localizado na Rua Eduardo Santos Pereira, 88 – esquina com 13 de maio (no pátio do hospital Santa Casa).
Fiquem atentos para os horários de funcionamento no site www.hemosul.ms.gov.br de cada unidade hemoterápica.
Santa Casa: segunda a sexta: 7h às 17h e aos sábados: 7h às 11h30;
Hospital Regional: segunda a sexta: 7h às 17h;
Hospital Universitário: segunda a sexta: 7h às 12h.
ATENÇÃO, PARA SER DOADOR VOCÊ PRECISA
- Estar bem alimentado;
- Ter entre 18 e 67 anos, pesar acima de 55 quilos e estar bem de saúde;
- Não deve estar fazendo uso de medicamento controlado;
- Não deve ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
- Trazer documento de identificação oficial com foto (RG, CNH, ou cartão profissional).
Mais informações: (67) 3322-4126 ou (67) 3322-4278.

Sangue de cordão umbilical: cuidado, reserva pode ser inútil

SBTMO emite nota oficial sobre armazenamento de células-tronco do cordão umbilical de recém-nascidos para fins de uso privado
 
Reservar células-tronco de sangue de cordão umbilical em instituições privadas para uso particular pode representar uma prática inútil. A informação é da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO). Não existem, até o momento, evidências que justifiquem o investimento de recursos para preservar o cordão umbilical de crianças para o futuro da própria ou de familiares.
 
O congelamento do material tem se tornado frequente no Brasil e reúne adeptos de diferentes categorias da sociedade, em especial, personalidades da mídia, o que acaba muitas vezes a remeter à desinformação quanto às possibilidades terapêuticas do sangue de cordão umbilical para fins privados.
 
Até o momento, com as evidências existentes, não há razão para que um determinado cordão fique reservado apenas a seu dono ou família, já que apenas 4% do inventário de um banco de sangue de cordão umbilical serão efetivamente utilizados. Com o tempo, inclusive, o produto pode se deteriorar.
 
Do ponto de vista científico, não foi ainda definida a importância das células-tronco de cordão na medicina regenerativa, pois as células-tronco adultas, disponíveis em todos nós, parecem ser igualmente eficientes. Assim, não se justificam os congelamentos alardeados pelo setor privado.
 
Células-tronco mesenquimais são um tipo particular de células-tronco, de produção relativamente simples e barata, presente em quase todos os órgãos e tecidos do nosso corpo e na "parede" do cordão umbilical. Estas últimas parecem ter propriedades superiores e vantagem na regeneração tecidual. Alguns bancos de sangue de cordão umbilical privados do centro do país estão incluindo no "cardápio de possibilidades", oferecido em folhetos de marketing, a possibilidade de também congelar o cordão além das suas células.
 
Nos EUA, há evidências de que transplantes realizados com cordão de bancos privados têm resultados significativamente piore dos que os públicos, possivelmente porque nos primeiros as condições de coleta, embalagem, congelamento e armazenamento são inferiores e heterogêneas. Em alguns países da Europa, porém, a prática é proibida devido a questões referentes à bioética.
 
No Brasil, em caso de indicativo para transplante de sangue de cordão umbilical há a opção de recorrer à Rede de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical Públicos do que possuem extenso registro de doadores e representam uma chance real e ampliada de encontrar um doador compatível para o transplante. Ainda não há no País uma lei que coíba e, mesmo, regulamente a prática de serviços privados. Recentemente a Anvisa lançou uma cartilha de esclarecimento que pode ser referência de informações àqueles que tenham interesse pelo assunto.
 
A SBTMO defende que sejam esclarecidos os pontos referentes ao armazenamento de sangue de cordão de forma a apoiar as famílias na hora da escolha e não incitar uma atitude motivada por argumentos insólitos. 
 
Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO)
 
www.sbtmo.org.br

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Instituições parceiras ajudam a renovar o estoque de sangue do Hemopa

O apoio de instituições públicas e privadas nas campanhas de reforço do estoque de sangue do Hemopa vem elevando gradativamente o quantitativo de bolsas de sangue do hemocentro, que vinha enfrentando dificuldades com a evasão de doadores desde junho deste ano. No sábado passado, por exemplo, 159 voluntários da Igreja Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias, integrantes do projeto “Mãos que Ajudam”, foram até a sede do Hemopa para fazer a sua doação espontânea.
Durante a semana, o hemocentro recebeu, ainda, o apoio de membros da Igreja da Trindade e de militares do 2° BIS. As cinco campanhas externas realizadas do dia 1º até o dia 16 de julho somaram 675 comparecimentos e 69 novos cadastros de doadores de medula óssea. As parcerias nesta primeira quinzena do mês vieram de integrantes da Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e Castanheira Shopping Center. Nesse período, a unidade móvel do hemocentro também esteve na Avenida Presidente Vargas, em frente ao prédio do Banco do Brasil, para estimular o ato solidário junto ao público que se desloca pelo centro urbano de Belém.
Segundo a assistente social Rosicleide Teodósio, do total de voluntários que foram à sede do hemocentro no último sábado, 40 eram ligados ao grupo “Mãos que Ajudam”. Parceiros há vários anos, os voluntários se uniram para restabelecer o estoque estratégico do hemocentro, que teve movimento de candidatos à doação reduzido em aproximadamente 35%, nos meses de junho e julho, devido ao período festivo da quadra junina, comemorações da Copa do Mundo e férias escolares. Outro importante apoio também veio de jovens da  Igreja da Trindade Jovem. Eles fazem parte do segmento jovem que é responsável por 46% das doações efetivadas no Estado.
Doador espontâneo de sangue há cinco anos, o empresário Alexandre Brito, 35 anos, foi um dos doadores que compareceram no último sábado, 19. Ele relembra que doou pela primeira atendendo pedido de uma amiga “É um ato de solidariedade. Um dia eu posso precisar’’, disse Alexandre, que apesar de ter tatuagens, as fez há mais de um ano, tempo recomendado para uma nova coleta de sangue.
Quem pode doar sangue: Candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos e peso acima de 50 kg. É necessário apresentar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum, ao contrário, o doador deve estar bem alimentado. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três. O resultado dos exames dos doadores podem ser obtidos on line, por meio do site wwW.hemopa.pa.gov.br, em 30 dias após a coleta do sangue. 
Quem pode fazer cadastro de doação de medula óssea: Homem ou mulher saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto.
Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Padre Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 0800 280 8118, de 2ª a 6ª-feira, das 8h às 18h; e aos sábados, até as 17h.

fonte>>http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=103395

Campanha atrai milhares de doadores



A campanha de cadastramento de doadores de medula óssea, realizada no último final de semana, na Academia da Saúde, atraiu milhares de pessoas.
Idealizada pela Secretaria de Saúde (SMS) em parceira do Hemorio, que realizou a coleta do material, a campanha tinha como meta conseguir dois mil doadores, o que aconteceu.
A campanha foi realizada na sexta-feira e sábado durante todo o dia e, segundo informou a diretora de Atenção Básica da SMS de Pinheiral, Mariana Sobreira Almeida, o objetivo foi alcançado e foi ale da expectativa. Destacou que a campanha teve início depois que a prefeitura foi informada sobre a história da menina Fernanda da Silva, seis anos, portadora de Leucemia Crônica (LC) que, através das redes sociais e com ajuda de amigos, estava criando uma grande mobilização atrás de um doador compatível.
Mariana destacou que, o município começou a apoiar a campanha e a coordenadora da Academia da Saúda, entrou em contato com o Hemorio e conseguiu essa campanha externa para que a Prefeitura pudesse fazer esse cadastramento de doadores. Lembrou ainda que, apesar do pontapé inicial da campanha ter sido dado para poder ajudar a Fernanda, pessoas de todo o Brasil poderão ser beneficiadas com essa ação. Isso, segundo ela, a partir do momento em doar o sangue para o teste de compatibilidade, o doador entra no Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome) podendo assim, ser compatível com outras pessoas que, como a pequena Fernanda, aguarda na fila de doação.
Mariana lembrou ainda que, logo após o inicio da campanha, foi descoberto que uma funcionária da própria secretaria também está com leucemia. Por isso, de acordo com ela, a funcionária também poderá ser beneficiada. "A nossa meta era que duas mil pessoas se inscrevessem para serem doadoras nos dois dias de campanha. Esse total foi rapidamente alcançado. Foi um resultado totalmente positivo", destaca a diretora, lembrando que não só a população de Pinheiral participou da ação, mas também de toda a região, como Volta Redonda, Barra Mansa, Porto Real, Resende e outros municípios.
Além de interessados em fazer a doação, estiveram também no local pacientes em tratamento com a mesma doença e outros já em recuperação depois do transplante. Oswaldo Brandão, de 61 anos, é um deles. Com o diagnostico de leucemia no final de 2011, ele declarou a partir da notícia iniciou a luta para o renascimento. Destacou que a luta não foi fácil, mas que agora já tem forças para levar uma palavra amiga a quem está começando o tratamento. Fez o transplante de medula em 2013, mas até hoje está na luta, pois, de acordo com ele, a cada dia que passa é uma vitória. "Estou aqui para dar força aos familiares da Fernandinha. Essa força de amigos e parentes é importante para a nossa recuperação e luta", destaca Oswaldo, ressaltando que entre os oito irmãos que se cadastraram para a doação, um era compatível com ele.
Moradores de outras cidades
Outro também que quis ver de perto a campanha foi José Carlos Pinheiro, 49 anos. Morador de Porto Real, ele contou que teve a doença diagnosticada no final do ano passado e confirmada há duas semanas. Disse que ainda não iniciou o tratamento, mas acredita que todo vai dar certo. Por isso, foi ao local da campanha juntamente com a esposa para prestigiar a campanha da menina Fernanda.     
Vale lembrar que, para se tornar um doador é necessário ter entre 18 e 54 anos. Nos dois dias de campanha, os voluntários, ainda na fila, preencheram um cadastro e depois passaram por coleta de 5 ml de sangue.
Auxílio do Hemorio
Sete coletores do Hemorio estiveram no local fazendo a coleta de material. A mãe da menina Fernanda, a dona de casa Luciana da Silva, 35 anos, agradeceu a todos pelo gesto de solidariedade. Destacou ainda a ajuda do governo municipal que abraçou a campanha juntamente com o casal de amigos Elias Ruan e Sonia e todas as pessoas, sejam conhecidas ou não. "Agradeço a todos aqueles que aqui estiveram ontem e hoje (sábado) se inscrevendo para fazer a doação. Obrigada de coração, a todos e a Prefeitura que também me oferece o carro para levar minha filha ao Rio de Janeiro para consultas e tratamento", finaliza a dona de casa.    

fonte>>http://www.avozdacidade.com/site/page/noticias_interna.asp?categoria=3&cod=34734

domingo, 20 de julho de 2014

Mimosenses contam com apoio da Prefeitura e moradores para ajudar jovem com leucemia

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Andressa luta para vencer a doença leucemia e conta com a ajuda de amigos, conhecidos e até desconhecidos

As mimosenses Adriane Santos e Simone Chaves, sensibilizadas com a história da jovem Andressa Ravani, de Cachoeiro de Itapemirim, que sofre com leucemia há quase 01 ano, pedem que a população mimosense ajude e faça sua doação.
Luta para conseguir um doador
Andressa luta para conseguir um doador de medula e familiares e amigos anunciam no Facebook os contatos para quem deseja ajudar, como o msn de Lilia Carla Azevedo, que é liliac_azevedo@hotmail.com. No Facebook, Cirley Manhães Cordeiro Paiva postou o telefone 28 9955 7500 como contato.
Pedido a prefeitura de ônibus
Segundo Adriane e Simone, na próxima segunda-feira (18), elas entrarão em contato com a prefeita Flávia Cysne para saber se há a possibilidade de conseguir um ônibus para que pessoas possam ir a Vitória e doar.
 Ajuda do povo mimosense
“Contamos com a ajuda dos mimosenses nesta luta pela vida de uma menina tão querida e tão jovem, como a Andressa”, disseram.
Outros contatos para ajudar: 
Ana Paula (28) 3515 0691 ou (28) 9959 5590
Suelen de Souza (28) 9908 4030 ou (28) 3521 7982
Site Mimoso In Foco acompanhará o andamento deste caso tão importante e em breve enviará novas informações.
Faça a sua parte! Ajude você também!

fonte>>http://www.mimosoinfoco.com.br/virou-noticia/mimosenses-contam-com-prefeitura-e-moradores-para-ajudar-jovem-com-leucemia/

Após dois anos de busca, jovem de MT com leucemia consegue doador

A bióloga Nádia Andrade, de 28 anos, há dois anos busca um doador compatível de medula óssea para fazer um transplante. Ela sofre de leucemia miolóide crônica e chegou a fazer uma campanha via internet para mobilizar o maior número de pessoas possível para fazer o teste de compatibilidade. Ao final da procura, Nádia recebeu a informação de que o pai dela era a pessoa com o maior índice de compatibilidade para doar a medula.

Nádia Andrade mora no município de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, e conseguiu mobilizar 1.200 pessoas no ano passado a retirar uma pequena quantidade de sangue para um exame de compatibilidade na busca por um potencial doador de medula óssea. Depois de iniciar um tratamento em São Paulo, ela soube que o pai seria o doador indicado para o transplante. “Fiquei muito feliz de saber que meu pai é o doador”, comemorou.

Nádia conta que o médico que a atende conseguiu ver pelo banco de doadores que havia 22 possíveis doadores, mas a compatibilidade com essas pessoas não chegava a 50%. “Então o médico pediu o exame de HLA para os meus pais e deu que o meu pai era o doador mais compatível, com 60%”, conta a bióloga. O exame de histocompatibilidade (HLA) é um teste de laboratório para identificar as características genéticas que podem influenciar no transplante.

Nesta terça-feira (24), o pai de Nádia passou pela aférese, quando o doador recebe um medicamento que faz com que as células da medula óssea circulem pela corrente sanguínea. Estas células são retiradas pelas veias do braço do doador.
 
“É parecido com uma hemodiálise. A máquina filtra só as células do meu pai e o sangue volta para ele. Não dói”, explicou Nádia. Depois de retiradas, as células da medula são preparadas para o transplante, que tinha previsão para ocorrer ainda nesta quarta.

Desde o mês de maio deste ano, a bióloga está vivendo em São Paulo, por conta do tratamento. Há cerca de uma semana, Nádia tem passado por sessões de quimioterapia e radioterapia, uma etapa do tratamento que prepara o organismo do paciente para receber a nova medula óssea. Por conta disso, ela conta que tem sentido muitos enjoos, febre e dor no corpo.

Após o transplante, ela deve ser acompanhada pelos médicos por 100 dias. Desses, 30 dias ela deve permanecer internada no hospital. O período é necessário para verificar a aceitação do organismo à doação.

“Todos torcem para que dê tudo certo. O planejamento depois disso tudo é retomar a vida. Quero voltar a trabalhar, viajar com meu esposo”, adiantou Nádia sobre as expectivas após o transplante. A jovem conta que ainda carrega o sonho de ser mãe. “Mas isso só vou saber daqui a dois a cinco anos de tratamento, mas tenho vontade”, pontuou.

Em outubro de 2013, Nádia iniciou uma campanha pela internet, através de redes sociais, para encontrar um doador. Ela conseguiu que 1,2 mil pessoas se dispusessem a fazer o exame de compatibilidade. “Gostaria de agradecer a todas as pessoas que doaram e abraçaram a causa. Isso foi muito importante para mim”, declarou.

Após fazer seu apelo por meio das redes sociais, ela conseguiu divulgação e apoio das prefeituras das três cidades vizinhas na região cortada pelo Rio Garças (Barra do Garças e Pontal do Araguaia, do lado mato-grossense, e Aragarças, do lado goiano).
Por conta do intenso tratamento, ela teve que parar de trabalhar. Nádia descobriu que sofria de leucemia após uma cirurgia de retirada do apêndice em um hospital de Barra do Garças.

fonte>>http://www.clichoje.com.br/noticias/Saude/Apos-dois-anos-de-busca-jovem-de-mt-com-leucemia-consegue-doador

#TamoJuntoMichel: Campanha reúne famosos, familiares e amigos de jovem na luta contra leucemia

Foto: Reprodução/Facebook

Michel Maruyama, de 31 anos, foi diagnosticado com leucemia mieloide aguda (LMA), no último dia 21 de março. Desde então, familiares e amigos travam uma luta na busca por doadores de medula óssea para o jovem. O grupo criou uma campanha nas redes sociais, com a hashtag #TamoJuntoMichel e logo a ideia foi viralizada nas redes sociais. Não demorou para que personalidades, como o jogador da seleção David Luiz, o cantor Luan Santana e o ator Fábio Assunção, se juntassem à causa, que não é só de Michel.
Um mutirão para inscrever doadores de medula óssea foi marcado para este sábado (19) e deve reunir várias pessoas no Hemocentro de Brasília. A página do movimento, criada no Facebook, já conta com mais de 1,4 mil curtidas e só vem crescendo a cada dia.

Atualmente internado em um hospital de Curitiba, Michel encerra o quarto ciclo de quimioterapia e não desiste da luta. Segundo os médicos, a doença regrediu e o transplante foi recomendado para que ele consiga se curar completamente. Porém, nenhum dos parentes mais próximos dele é compatível geneticamente, e encontrar alguém que seja, é uma tarefa bastante complicada.




Assim nasceu a campanha, que já mobilizou cerca de 500 pessoas inscritas para doar medula óssea.

Apesar da campanha ter sido criada para ajudar Michel, as doações vão atingir a muitos outros diagnosticados com leucemia no Brasil. A irmã mais nova dele, Cristiane Maruyama, de 30 anos, contou que está na lista de doadores porque quer ajudar outros pacientes. Segundo ela, o movimento é uma campanha de guerrilha e já vem sendo compartilhado e celebrado entre várias pessoas que sofrem com a doença ou parentes destes.

fonte>>http://www.bhaz.com.br/tamojuntomichel-campanha-reune-famosos-familiares-e-amigos-de-jovem-na-luta-contra-leucemia/


Caminhada para apoiar jovem que tem leucemia

Centenas de pessoas participaram , na Maia, numa caminhada de apoio a André, o jovem de 14 anos, enteado do guarda -redes de hóquei em patins da A. D. Limianos, Ricardo Cunha, que sofre de leucemia mieloblástica aguda e que precisa de transplante de medula óssea. Vários foram os que prestaram o seu apoio, numa iniciativa que teve lugar durante a manhã, em frente à Câmara da Maia.



Com uma faixa onde se lia ‘Todos juntos pelo André’, os participantes caminharam durante um longo percurso. Em frente do edifício da autarquia esteve também uma brigada do Centro de Histocompatibilidade do Norte, a recolher amostras de sangue, de forma a tentaram encontrar um dador de medula compatível com André.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/caminhada-para-apoiar-jovem-que-tem-leucemia

Teresópolis precisa de doadores de sangue com urgência!

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O Hemonúcleo de Teresópolis, está precisando com urgência da doação de sangue de todos os tipos, especialmente ‘O’ e ‘B’ positivos. Para doar é necessário estar bem alimentado, mas não ter ingerido alimentos ricos em gordura. Possuir boa saúde e ter idade entre 16 e 67 anos, além de apresentar documento de identidade.
O Hemonúcleo fica na Rua Francisco Sá, nº 299, na Várzea, com atendimento de segunda a sexta, das 8h às 12h. O telefone para mais informações é (21) 3641-5872.
Fonte: G1 Serra

Será possível curar AIDS com transplantes de medula óssea?.

Todos os anos, diversos estudos científicos são realizados para encontrar as possíveis curas do vírus do HIV, causador da AIDS, um dos grandes maus do século. Como já postamos em artigos anteriores aqui no Mega Curioso, inúmeros artigos já foram publicados com prováveis curas do vírus – e sempre parece que estamos perto de descobrir de vez o que pode eliminá-lo por completo.  
Parece que foi isso que ocorreu com dois homens portadores do HIV, de 53 e 47 anos, que passaram por um transplante de medula óssea para leucemia e linfoma, respectivamente, há três anos. Hoje, aparentemente, eles não mostram sinais do vírus. Eles foram transplantados no Hospital St. Vincent, em Sydney, na Austrália, em parceria com a Universidade de New South Wales.

Resultados depois do transplante

Segundo os médicos, o mais impressionante é que o paciente de leucemia é o primeiro caso que conseguiu se livrar do vírus sem receber genes considerados anti-HIV na medula do doador. Diversos casos têm sido noticiados nos últimos anos de pessoas que teoricamente conseguiram se livrar da AIDS graças aos transplantes que sofreram. Um exemplo é Timothy Ray Brown, que foi tratado entre 2007 e 2008 com células-tronco transplantadas de um doador que possui a mutação CCR5 Delta32, que teoricamente é resistente ao HIV.
Brow parou de tomar os remédios do tratamento da AIDS e hoje está livre do vírus. Em 2012, outros dois pacientes de Boston passaram por tratamentos similares com as células da medula óssea, porém que não contém a mutação CCR5 Delta32. Inicialmente, eles pareciam estar livres do vírus, contudo depois que pararam de tomar as medicações o HIV voltou a se manifestar.

Dois testes que deram certo

Quanto aos pacientes do Hospital St. Vincent, como mencionado um deles recebeu o transplante de medula óssea que continha genes possivelmente resistentes ao HIV e o outro não. Com os resultados atuais, ambos parecem ter ficado livres do vírus, apesar de ainda estarem sendo medicados normalmente por precaução.  
De acordo com o cientista Dr. David Cooper, do UNSW Kirby Institute, os médicos do time de tratamento estão felizes pelos pacientes terem se comportado tão bem três anos após os transplantes. O próximo passo é descobrir por que o corpo responde a um transplante de medula óssea de modo que faça que o HIV seja recuado.

Sem explicações exatas

Uma das possíveis explicações é que o nosso corpo possui uma resposta imune às células estranhas do transplante, fazendo com que o organismo como um todo lute mais forte contra o HIV. Apesar de o transplante de medula óssea ser hoje, teoricamente, o método mais provável de se curar da AIDS, o seu alto grau de risco não é recomendado para pacientes cujas vidas já estão debilitadas ou com perigo de câncer ósseo.
De acordo com o Dr. Cooper, o paciente tem 10% de chance de morrer durante o procedimento. “Mas os pacientes aceitam esse risco quando adquirem leucemia ou linfoma, pois eles vão morrer sem o transplante que possivelmente pode resultar em cura”, disse ele.  O Dr. Cooper também frisou que os pacientes que levam uma vida normal com a terapia padrão dos medicamentos antirretrovirais não devem ser transplantados.
equipe de pesquisadores pretende replicar a resposta imune ao transplante de medula óssea em laboratório, para melhor análise. Esperançosamente, será possível encontrar um caminho menos invasivo e menos perigoso da provável cura do HIV. “Nós precisamos de mais pesquisas para entender como o transplante de medula óssea é capaz de eliminar o vírus”, comentou o Dr. Cooper.

fonte>>http://boainformacao.com.br/2014/07/sera-possivel-curar-aids-com-transplantes-de-medula-ossea/