quarta-feira, 20 de agosto de 2014

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Mais de trinta mil jovens doam sangue ao Centro Nacional de Sangue

Em declarações esta quarta-feira à Angop, a propósito da campanha de doação de sangue que decorrerá no Santuário Maior da IPPDA, no bairro da Calemba II, município de Belas, o apóstolo da referida denominação religiosa, Victor David Segunda, explicou que a iniciativa surge na sequência dos constantes apelos do Centro Nacional de Sangue, em relação à escassez de reservas de sangue.
O pastor disse, esperar que o gesto dos jovens do Ministério do Jovem da Palavra contribua para despertar a sensibilidade da sociedade, sobretudo dos cristãos, no que se refere a necessidade da doação de sangue para salvar vidas humanas.
“Vamos doar sangue para ajudar ou minimizar a situação de pessoas enfermas que necessitam de transfusão, porque amanhã poderemos ser nós a precisar de um gesto igual de pessoas de boa fé”, salientou.
O apóstolo Victor David Segunda acrescentou que a acção da sua agremiação traduz-se num acto de caridade e demonstração do contributo social da igreja, que deverá sempre colaborar com o Executivo na resolução de vários problemas que afectam a sociedade.
Por outro lado, o apóstolo adiantou igualmente que nos meses de Setembro, Outubro e Novembro, a IPPDA entregará donativos de bens diversos aos hospitais Sanatório de Luanda, Américo Boavida, Hospital Geral, Pediátrico David Bernardino, Maternidades Central Lucrécia Paim, Augusto Ngangula, assim como nas unidades prisionais da Comarca Central de Luanda e na Comarca de Viana.
Victor David Segunda fez saber ainda que a instituição religiosa, com a contribuição dos fiéis, está a implementar projectos nos domínios de saúde, educação e agricultura a nível nacional,
contribuindo assim no desenvolvimento do país e do bem-estar das comunidades, bem como a construção de templos da IPPDA nas comunas e municípios das 18 províncias.

fonte>>http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/sociedade/2014/7/33/Mais-trinta-mil-jovens-doam-sangue-Centro-Nacional-Sangue,1b969118-f972-4e9c-848f-ff685f1f2261.html

FEF apoia campanha em prol a tratamento de João Pedro



A Fundação Educacional de Fernandópolis junto ao Núcleo de Hemoterapia da cidade, neste mês irá promover a campanha “Seja um herói, salve vidas” nos dias 19, 26 e 28 em prol do menino João Pedro de 6 anos. 

O garoto vem lutando contra um tipo de câncer no sangue desde 2009, a leucemia, e necessita de um doador de medula óssea compatível para o tratamento. 

As inscrições para a doação serão realizadas no Campus da FEF no dia 19 das 8h30 às 12h e nos dias 26 e 28 das 19h às 22h30. 

Aos futuros doadores de medula óssea, necessitam ter entre 18 e 54 anos, estar em boas condições de saúde e apresentar documentos como RG, CPF e o cartão do SUS. Se caso ainda não possuir o cartão do SUS, pode ser feito no ato da inscrição. 

Seja um doador, seja um herói, salve vidas!

fonte>>http://www.regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=101608

Pai de garota com leucemia luta por fim do limite de doadores de medula



O auditor fiscal Eugênio César da Silva se reuniu na terça-feira (12) com membros da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás (OAB-GO), em Goiânia, para pedir o fim de limites no número de cadastro de doadores de medula óssea nos hemocentros, estabelecido pelo Ministério da Saúde. Ele é pai da menina Rafaela Raizer Landim, 6 anos, que luta contra um tipo raro de leucemia e ficou nacionalmente conhecida como personagem principal do livro “A Princesa Que Usa Óculos”, escrito pelo irmão dela. Atualmente, em Goiás, apenas 12 mil pessoas podem fazer parte do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) anualmente.

De acordo com o ministério, a portaria que fixou o número de doadores entrou em vigor em 2012 e estabalece uma quantidade para cada estado da federação, de acordo com a população. O órgão diz que o Redome já consegue achar compatibilidade para 80% dos pacientes na fila de espera, não sendo mais necessário campanhas para aumentar a quantidade e, sim, a qualidade e diversidade genética do banco.

Para o pai de Rafaela Raizer, estabelecer uma quantidade máxima para a inclusão de novos doadores por ano é um absurdo. “O cadastro é nacional. Qualquer doador do nosso estado também estará servindo para um paciente de qualquer estado. Então é possível perceber a necessidade de não se limitar o número de doadores por unidade federada”, defende Silva.

A portaria ressalta que a limitação é uma maneira de “garantir a adequada representatividade da diversidade genética da população brasileira nesses registros, e de assegurar a utilização adequada dos recursos financeiros disponíveis”.
O coordenador do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, Heber Murari Borba, explicou que não adianta inserir no banco de doadores pessoas com as mesmas características genéticas. “Nós temos 3,5 milhões de doadores cadastrados, o que garante um código e um padrão genético variado. Nós precisamos é que se façam campanhas especificas para aumentar perfis genéticos de grupos específicos, como índios e quilombolas. Se fizermos campanhas aleatórias, como é esse caso, nós estaremos acrescentando ao banco o mais do mesmo, não vai adiantar”, explicou.
Entretanto, o presidente da OAB em Goiás, Henrique Tibúrcio, considera a portaria do Ministério da Saúde como inconstitucional, por impedir o direito de que todo cidadão tenha acesso à saúde. “É uma agressão inclusive a direitos humanos, porque você cria uma limitação ao direito das pessoas doarem e se cadastrarem como doadoras e poderem, eventualmente, servir a alguém. Com essa limitação, você está eliminando do cadastro pessoas que poderiam ajudar quem esta doente, não só em Goiás, mas serve para o Brasil todo”, disse.
Chance de cura
Para a coordenadora do Núcleo de Medula Óssea de Goiás, Ludmila Faria Ferreira, o fim da limitação dos cadastros poderia dar maior chance de cura aos pacientes. “Nós teríamos um número maior de doadores e isso aumentaria a probabilidade de ser a chance de cura de alguém, de salvar realmente uma vida”, explicou. Ainda de acordo com a coordenadora, durante a campanha de medula óssea feita pela família de Rafaela, houve um aumento de 400% no número de pessoas interessadas em serem doadores de medula óssea.
Pai de Rafaela se reuniu com membros da OAB para pedir fim da portaria em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Pai de Rafaela se reuniu com membros da OAB para pedir fim da portaria (Foto: Vitor Santana/G1)
A OAB predente recorrer à Justiça para derrubar a medida estabelecida pelo órgão federal. “Nós vamos estudar as medidas judiciais cabíveis, mas elas deverão se resumir a uma ação direta de incosntitucionalidade frente à portaria que ofende a constituição federal  ou uma ação civil pública para que não haja essa vedação caso se extrapole a quantidade de doadores”, explicou Tibúrcio.
Ainda segundo o presidente da OAB em Goiás, a expectativa é que em um mês e meio já esteja pronta e protocolada a ação e que seja concedida uma decisão judicial em caráter liminar para suspender a limitação no cadastro de medula óssea.
Aumento dos cadastros
A portaria do Ministério da Saúde determina que cabe ao gestor de saúde estadual solicitar um aumento no número de cadastros a serem realizados por ano. Diante do pedido, cabe ao Ministério da Saúde aprovar uma maior quantidade de testes de compatibilidade. De acordo com a coordenadora do Núcleo de Medula Óssea do estado, há dois anos o número máximo de doadores que poderiam se cadastrar anualmente era de sete mil e houve um reajuste em 2013 para 12 mil.
A Secretaria Estadual de Saúde de Goiás afirma que apoia a iniciativa da família de Rafaela, mas que a definição de vagas deve ser feita apenas pelo Ministério da Saúde. Entretanto, afirma que possui toda a estrutura física e laboratorial para realizar mais testes do que a limitação estabelecida pelo órgão federal.
Rafaela luta contra um tipo raro de leucemia em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Rafaela luta contra um tipo raro de leucemia
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
A secretaria afirma, ainda, que o número de 12 mil cadastros disponíveis para este ano ainda não foi atingido, mas não divulgou o número atual de registros. O órgão não informou quais são os procedimentos adotados pelos hemocentros caso seja atingido esse limite e como os novos interessados em fazer parte do Redome devem proceder.

Campanha
A família da menina Rafaela Raizer, que precisa de um transplante, faz uma campanha nas redes sociais para tentar conseguir um doador de medula óssea compatível. A menina, irmã de Alexandre Raizer, 7, que escreveu um livro inspirado nela, em virtude da relutância em usar óculos, já foi incluída no Redome, mas os pais tentam conscientizar sobre a importância da doação. “Deus nos deu uma missão que é de salvar não apenas a Rafaela, mas muitas outras pessoas”, afirmou o pai da garota.
Rafaela foi diagnosticada com a doença no final de abril deste ano, em Goiânia. Ela e o irmão foram adotados pelos pais quando eram bebês e, por isso, não conseguiu encontrar um doador de medula compatível na família. Por causa da doença, ela já perdeu os cabelos e, segundo a mãe, a assistente social Luciana Raizer da Silva, a garota está muito abatida.

Antes da leucemia ser diagnosticada, Alexandre surpreendeu a família ao fazer um livro infantil para ajudar a irmã. Com problemas de visão, Rafaela relutava em usar óculos. Rafaela tem astigmatismo e hipermetropia. Apaixonada pelas heroínas dos contos de fadas, ela  argumentava com os pais que não existia princesa de óculos. "Ficava vendo ela reclamar e pensei: 'Vou resolver esse problema'", explicou Alexandre ao G1, em setembro do ano passado.
O autor mirim ganhou repercussão nacional e foi convidado a participar do programa Encontro, da Fátima Bernardes, e de feiras literárias.
Rafaela e o irrmão Alexandre na época em que livro foi lançado, em Goiânia (Foto: Gabriela Lima/G1)Rafaela e o irrmão Alexandre na época em que livro foi lançado (Foto: Gabriela Lima/G1)
fonte>>http://g1.globo.com/goias/noticia/2014/08/pai-de-garota-com-leucemia-luta-por-fim-do-limite-de-doadores-de-medula.html

Banco de Sangue do HU zera estoque e precisa de doadores

Cepa terá campanha de doação de sangue na próxima terça-feira

O Banco de Sangue do Hospital Universitário precisa, com urgência, de doadores do grupo A (positivo e negativo) para repor o estoque, que só dispõe de duas unidades para atender aos pacientes internos.
A falta deste tipo de sangue, que é um dos mais comuns dos grupos sanguíneos - pode levar o hospital a ter de suspender cirurgias; além de colocar em risco a vida de pacientes que necessitem de transfusão.
O consumo de sangue no Hospital Universitário aumentou de forma substancial com a chegada da Maternidade Santa Mônica, no mês de maio; pois os recém-nascidos são o grupo de usuários com maior demanda para transfusão sanguínea.
Os doadores de sangue do grupo A (positivo e negativo) podem contribuir para reverter o quadro de desabastecimento do Banco de Sangue comparecendo de 2ª a 6ª, das 7 às 12 horas, para doar. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3202- 3743.
Fonte: Ascom HU

Hemóvel faz coleta de sangue em duas universidades



O Hemóvel, ônibus de coleta de sangue da Fundação Hemoba, estará no estacionamento da Universidade Jorge Amado, no campus da Paralela, entre os dias 18 e 21, das 8h às 17h. O campus do Comércio recebe a unidade móvel nos dias 21 e 22 para cadastro de doação de medula óssea, com atendimento das 8h às 12h.
A ação da coleta de sangue e cadastramento para doadores de medula óssea estará aberta para as comunidades do entorno, além dos alunos e professores da universidade.
As pessoas interessadas em doar devem apresentar documento com foto, pesar acima de 50kg, estar descansado (ter dormido pelo menos seis horas), estar alimentado (evitar comidas gordurosas nas quatro horas que antecedem a doação), ter entre 16 e 69 anos de idade e não ingerir bebida alcoólica 12 horas antes. Os menores de 18 anos devem apresentar autorização escrita por pais ou responsável legal.
Além dos pré-requisitos, o doador deve passar por uma triagem antes da doação.

fonte>>http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/noticias/hemovel-faz-coleta-de-sangue-em-duas-universidades-1613683

Congresso debate políticas públicas para o transplante de medula óssea no Brasil

Encontro da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea acontecerá entre 14 a 17 de agosto, em Belo Horizonte (MG)
 
As políticas públicas de saúde do transplante de medula óssea (TMO) no Brasil estarão em discussão no XVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO). O encontro, que acontecerá de 14 a 17 de agosto, em Belo Horizonte, Minas Gerais, reunirá mais de 800 participantes de diferentes regiões do País e convidados internacionais, no Hotel Mercure Lourdes (endereço).
 
No dia 14, às 9h30, o coordenador geral do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) do Ministério da Saúde (MS), Heder Murari Borba, irá traçar um panorama do TMO no país em sua palestra. 
 
Entre os aspectos a serem discutidos está a revisão do regulamento técnico dos transplantes, o que inclui o de medula óssea. A presidente da SBTMO, Lúcia Silla, relata que há muito se espera por isso, em especial, no que cabe a inclusão dos casos graves de anemia falciforme, a doença hereditária mais prevalente no Brasil, no rol de procedimentos que tem no TMO indicação de opção terapêutica. Hoje o procedimento já beneficia pacientes com doenças oncohematológicas como linfomas, leucemias e mielomas.
 
Outro ponto que preocupa os transplantadores refere-se a capacidade de leitos para realizar o procedimento no país. A infraestrutura está em déficit para atender a demanda. Apesar do número expressivo de brasileiros cadastrados no Registro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), no qual estão listados mais de três milhões de pessoas como potenciais doadores voluntários, ainda há uma fragilidade no que cabe à realização do transplante de medula óssea no País quanto o acesso aos leitos para efetivar o procedimento na modalidade “alogênico” – quando o doador é aparentado ou não aparentado.
 
Com o crescimento da “oferta” desses voluntários, atender a demanda passou a ser um desafio. Muitas vezes o paciente encontra o doador compatível, mas não há local para realizar o procedimento. “A fragilidade enfrentada hoje é que o número de pacientes é muito maior em relação à capacidade física instalada no País para a realização desse tipo de procedimento, sem falar na formação e disponibilidade de equipes multiprofissional especializada, fundamental para o sucesso dos transplantes”, avalia a presidente da Sociedade, a hematologista e transplantadora Lúcia Silla.
 
Ao final do encontro, no domingo, dia 17, será realizada a mesa redonda “Formulação de Políticas Públicas para o TMO”, das 8h30 às 11h.
 
Simultaneamente ao Congresso acontecerá o XIV Encontro Anual de Histocompatibilidade e Imunogenética. Confira grade científica em www.congressosbtmo.com.br
 
Indicadores 
 
Nesta segunda semana de agosto a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) difundiu o balanço referente ao primeiro semestre de 2014 do número de TMOs realizados. Com base no Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), o documento “no TMO houve diminuição de 12,3% nos procedimentos relatados”, embora seja relatado que não há segurança de que todos os serviços tenham reportado as informações.
 
Ao todo o Brasil realizou no período 795 TMOs. Do total, 482 são autólogos, quando a medula ou células são do próprio transplantado. E, 313 alogênicos. Em Minas Gerais o total registrado foi de 45 procedimentos.
 
Serviço
XVIII Congresso da SBTMO
Data: 14 a 17 de agosto
Local: Hotel Mercure Lourdes – Belo Horizonte - MG
Informações e inscrições: www.congressosbtmo.com.br 

fonte>>http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4231:congresso-debate-politicas-publicas-para-o-transplante-de-medula-ossea-no-brasil&catid=106&Itemid=534
 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

CONSEGUIU DOADOR!


DOAÇÃO DE PLAQUETAS URGENTE!


DUAS CRIANÇAS PRECISAM URGENTE DE DOADOR DE MEDULA ÓSSEA!


PETERSONS PRECISA DE NOSSA AJUDA!


Renan precisa de vc!


RAFAEL PRECISA DE VC!


NATÁLIA LUCIANO RIBEIRO PRECISA DE UM DOADOR!


MORRE O GAROTO NICHOLAS DE PRESIDENTE VENCESLAU



O garoto Nicholas Galhardi de Oliveira, de 11 anos, não resistiu a leucemia mielóide, diagnosticada há 10 dias na Santa Casa de Presidente Prudente. O menino faleceu hoje (9) por volta das 15 horas. Durante a semana Nicholas teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que causou um edema. A morte cerebral foi confirmada através de exames. 
A cidade de Venceslau inteira se mobilizou para doar sangue na esperança de encontrar doador compatível para o tratamento, neste último sábado, mais de 70 pessoas foram de ônibus fazer doações. 

Os pais de Nicholas, Willian Oliveira Loro e sua esposa Fábia, deixam a seguinte mensagem: 

"Meus amigos e familiares, infelizmente nosso guerreiro Nicholas Galhardi de Oliveira acabou de falecer, por complicações neurológicas. Era um menino exemplar, dedicado e prestativo. Como pai esta é a pior notícias que tenho a dizer. Sei que Deus precisava muito mais dele e que fará um trabalho maravilhoso ao seu lado. Agradecemos a todos pelas correntes de orações e pelas doações. Que Deus nos conforte".

Velório e Sepultamento
O corpo de Nicholas deverá ser liberado para velório no final da tarde deste sábado, e deverá ser transladado para Presidente Venceslau onde será velado na Organização Presidente durante a noite. O sepultamento será no cemitério venceslauense neste domingo, dia 10. Uma marca triste para a data em que é lembrado o dia dos pais. 


FONTE: PORTAL BUENO


Doadora de medula óssea conta a experiência do transplante no Comunidade em Ação

Myriam realizou a doação no dia 12 de outubro de 2013

Uma notícia difícil de se receber. Enfrentar o tratamento exige coragem e determinação. A leucemia é uma doença maligna que ataca os glóbulos brancos e geralmente tem origem desconhecida. Tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. A medula é o local de formação das células sanguíneas e ocupa a cavidade dos ossos. Nela são encontradas as células que dão origem aos glóbulos brancos, aos glóbulos vermelhos e às plaquetas. O tratamento geralmente é longo e bastante difícil e a doença pode culminar com a indicação de transplante de medula óssea.

Na região atualmente quatro jovens lutam contra a doença e necessitam encontrar um doador compatível. Rafael de March Teixeira tem 29 anos e há dois luta contra a doença. Renan Carvalho tem 23 anos e há um ano e meio está na batalha,Petersons de Jesus tem 28 anos e há cinco meses busca um doador e Natália Ribeiro de 25 anos há cinco anos está na batalha contra a doença.Uma batalha difícil já que as chances de se encontrar um doador compatível fora da família são de uma para cada cem mil.
O programa Comunidade em Ação, da Rádio Difusora AM910, vem discutindo amplamente a doação de medula óssea. A discussão foi motivada primeiramente por causa do jovem Rafael de Cocal do Sul. Em seguida mais três jovens da região, dois de Cocal do Sul, o Renane o Petersons, além da Natalia, de Lauro Muller. Os quatro uniram-se e lançaram uma campanha de incentivo a doação que vem sendo acompanhada pelo programa. Desde então já conversamos algumas vezes com o Rafael, o Renan, o Petersons e a Graziela, irmã da Natália, além de buscar esclarecimentos sobre o procedimento com o Hemocentro de Criciúma e com o médico hematologista Dr. Vitor Hugo Parpinelli Ricci, que falou sobre as dificuldades na compatibilidade.
Após conhecer a história dos jovens e aderir a campanha o Comunidade em Ação desta terça-feira dá mais um passo na busca da conscientização das pessoas sobre a doação de medula óssea e conversa com a jovem Myriam Yasmin Rodrigues Hipólito de Carvalho, de apenas 22 anos, que se cadastrou para ser doadora no dia 26 de novembro de 2012. E apenas seis meses depois, no dia 27 de maio de 2013, recebeu uma ligação do Redome, Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea, sobre a possível compatibilidade com um portador de leucemia. Myriam é natural da cidade de João Pessoa, na Paraíba, é moradora de Maringá no Paraná, e realizou a doação em Natal, no Rio Grande do Norte, no dia 12 de outubro de 2013.

Ela conta como foi o procedimento e como se sentiu. Fala da emoção de ser uma doadora voluntária de medula óssea e principalmente da alegria que sentiu em poder salvar a vida de um ilustre desconhecido.

 fonte>>http://www.difusora910.com.br/noticias/107980/doadora-de-medula-ossea-conta-a-experiencia-do-transplante-no-comunidade-em-acao

Hospital Felício Rocho inaugura Unidade de Transplantes de Medula Óssea

 A futura Unidade de Transplantes de Medula Óssea do Hospital Felício Rocho, coordenada pelo hematologista Guilherme Muzzi, é mais uma esperança de cura de pacientes com câncer (Jair Amaral/EM/D.A Press)

O sistema de saúde ganhará mais um importante reforço no tratamento do câncer: o Hospital Felício Rocho inaugurará, ainda neste semestre, a sua Unidade de Transplantes de Medula Óssea. Coordenador da nova área, o hematologista Guilherme Muzzi destaca a crescente demanda pelo procedimento em Belo Horizonte. Ele lembra que, até então, apenas quatro centros de saúde têm o serviço na capital. No Brasil, são 70 os centros especializados, segundo dados do Ministério da Saúde. 

A Unidade de Transplante de Medula Óssea se integra à reconhecida rede de atendimento do Hospital Felício Rocho a pacientes com câncer, um suporte respaldado pelo serviço de oncologia em funcionamento há mais de 40 anos, e pelo recém-inaugurado Instituto de Oncologia. 

Com completa e diferenciada estrutura para o tratamento da doença, o Instituto de Oncologia realiza o diagnóstico dos pacientes. Entre outras atividades, é também o responsável pela identificação do tratamento mais adequado e pela preparação dos pacientes com indicação de transplante, que agora será realizado na nova Unidade de Transplantes de Medula Óssea. Esse trabalho conjunto dará mais agilidade à assistência ao doente. “Pacientes que antes não tinham chance só com a quimioterapia podem ser curados com o transplante ou ter a sobrevida aumentada”, assinala Muzzi. 

O transplante de medula óssea aumenta as possibilidades de sucesso do tratamento de pacientes com determinadas doenças oncológicas (como leucemia e linfoma) e hematológicas (como anemia aplástica e anemia falciforme). O transplante pode, ainda, prolongar, em muito, a vida dos portadores de doenças incuráveis. “Em um quadro clínico hipotético, um paciente pode viver mais dois anos com a quimioterapia, e, com o transplante, essa previsão pode passar para 10 anos, porque provoca um ‘adormecimento’ da doença”, explica Muzzi.


fonte>>http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/08/11/noticia_saudeplena,149786/hospital-felicio-rocho-inaugura-unidade-de-transplantes-de-medula-osse.shtml

Após vencer a leucemia, Porthinhos volta para casa

N/A

O menino Porthinhos, de 14 anos, que lutava contra leucemia e passou por um transplante no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, deixou o hospital no dia 1º de agosto e já está em Santos com a família.

O garoto, que comoveu a todos por sua simpatia e coragem durante todo o tratamento, está curado, recebendo a medicação em casa. Mas, por cautela, a cada segunda e quinta-feira, ele e a mãe se deslocarão para a Capital, onde o menino passará por exames de rotina.

Um fisioterapeuta vai até a casa de Porthinhos todos os dias aplicar exercícios de recuperação motora. Aos sábados e domingos, um professor de taekwondo o visita, para retomar o esporte que o menino aprendeu com o pai.

Neste domingo, Dia dos Pais, o menino permaneceu ao lado da família. “Estar com ele em casa, nessa data, é uma emoção grande'', disse o pai, Porthos Mendes Leite

Porthinhos foi submetido, em 23 de outubro do ano passado, a um transplante de medula óssea. O garoto lutava contra uma leucemia linfóide aguda havia cerca de três anos. Sua história mobilizou as redes sociais em busca de um doador de medula.


fonte>>http://www.atribuna.com.br/cidades/ap%C3%B3s-vencer-a-leucemia-porthinhos-volta-para-casa-1.397686
 

Hospital Universitário da UFSC promove campanha de doação de sangue

foto: Juliana Stadnik / Agência AL

O Serviço de Hemoterapia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) necessita, com urgência, de doadores voluntários dos tipos sanguíneos A-, B- e AB-, com prioridade para O-.
O objetivo é melhorar os estoques do banco de sangue, já que o número de doações diminui durante o período de férias escolares. "Nessa época de recesso escolar é sempre mais complicado, registramos uma redução. Outro fator é o clima frio, de inverno, em que as pessoas ficam mais recolhidas", disse a médica hematologista Andréa Thives de Carvalho Hoepers. 

Os doadores que frequentam o Serviço de Hemoterapia do HU são, na maioria, membros da comunidade universitária, como estudantes, servidores e professores. É o caso de Marcelo Miles Pereira de Andrade, de 53 anos, que compõe o corpo técnico-administrativo da UFSC. "Sou do tipo O- e já dôo sangue há algum tempo. Deveríamos ter isso como obrigação. Faço com prazer, sabendo que ajudarei algum paciente", declarou. "Além disso, o procedimento é tranquilo, não dói, só precisa ter tempo disponível."

O banco de sangue registra, em média, de 250 a 300 doações por mês. "Esta quantidade atende praticamente a totalidade da demanda do HU", falou Andréa.

Requisitos para poder doar:

- portar documento de identidade com foto, emitido por órgão oficial;
- apresentar boas condições de saúde
- ter entre 16 e 69 anos (os jovens com 16 e 17 podem doar desde que estejam acompanhados por um responsável legal)
- ter idade máxima de 60 anos para a primeira doação
- pesar mais de 50 kg
- estar alimentado e ter repousado bem na noite antes da doação
- passar por uma triagem clínica com entrevista antes da coleta de sangue

Não pode doar quem:

- fez cirurgia recentemente (inclusive implante dentário)
- estiver em jejum prolongado ou ingeriu alimentos gordurosos nas últimas 4 horas
- tomou bebida alcoólica há menos de 12 horas
- fez endoscopia nos últimos 6 meses
- fez tatuagem ou colocou piercing nos últimos 6 meses
- teve gripe ou febre nos últimos 7 dias
- teve hepatite viral após os 11 anos de idade
- estiver grávida ou amamentando
- usa determinados medicamentos ou drogas
- teve contato sexual com múltiplos parceiros nos últimos 12 meses
- não tiver dormido pelo menos 6 horas na noite anterior à doação
- foi submetido a tratamento dentário sem anestesia nos últimos 3 dias, ou com anestesia nos últimos 7 dias
Intervalos para doação:

- Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)
- Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)
Local para doação: Serviço de Hemoterapia do Hospital Universitário da UFSC
Campus Universitário, no bairro Trindade
Edifício Voluntária D. Cora, 90,ao lado da Associação Amigos do HU
Horário de funcionamento: das 7h30min às 12h, de segunda a sexta-feira



› FONTE: ALESC

Sucesso na Campanha de Doação de Sangue em Santo Antônio

Sucesso na Campanha de Doação de Sangue em Santo Antônio

Santo Antônio da Patrulha recebeu a Unidade Móvel do Hemocentro de Porto Alegre, para Campanha de Doação de Sangue na semana passada.
As doações são recolhidas pelo Hemocentro e são repassadas para outros 52 hospitais no estado, inclusive o de Santo Antônio da Patrulha.
De acordo com a organizadora da campanha no município, Claudia Santos, as doações dessa edição foram muito significativas. “Conseguimos coletar 110 bolsas de sangue durante todo o dia. Esse número é muito significativo, pois nos estimula a trabalhar ainda mais e criar novas campanhas no município”, comemora.
Claudia também agradeceu o trabalho voluntário de Wanderley Barros, da empresa SER – Serviço Especializado em Remoções, que esteve presente durante todo o evento. 
Já começou um processo de cadastramento de doadores, realizado pelo Hospital Santo Antônio – Sistema de Saúde Mãe de Deus. Os interessados devem entrar em contato pelo telefone (51) 8462-1284.
A campanha foi promovida no município pela Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal da Saúde, em parceria com o Hospital Santo Antônio e o Hemocentro de Porto Alegre.

fonte>>http://www.jornaldimensao.com.br/index.php/geral/item/1645-sucesso-na-campanha-de-doa%C3%A7%C3%A3o-de-sangue-em-santo-ant%C3%B4nio

Empresa Júnior realiza campanha de doação de sangue em Maringá

A Criative Jr., agência júnior de Comunicação e Multimeios da Universidade Estadual de Maringá (UEM), está realizando uma campanha de doação de sangue até 29 de agosto. Para participar, interessados devem comparecer no Hemocentro Regional de Maringá, na Avenida Mandacaru, 1.600, de segunda a sexta-feira, das 7h as 18h30, e aos sábados, das 7h as 12h30. A doação deve ser feita em nome da Criative Jr.

fonte>>http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/855517/empresa-junior-realiza-campanha-de-doacao-de-sangue/

Rondônia: Duas crianças precisam urgente de doador de medula óssea

Duas crianças de Rondônia precisam urgente de doador de medula óssea

Robert Ferreira da Silva tem seis anos, filho único, morador da cidade de Ji-Paraná, interior de Rondônia. Há quase um ano está em tratamento para vencer a leucemia. Agora, trava uma luta para encontrar um doador compatível e conseguir fazer o transplante de medula óssea. Assim como Robert, Lucas Pedrosa Maidana, de 12 anos, compartilha da mesma necessidade. O paciente vive na Capital, Porto Velho, e espera vencer um dos seus maiores desafios: o de encontrar uma medula e poder continuar lutando pela vida.

Quando o paciente precisa do transplante e nenhum familiar é compatível, como o caso dessas duas crianças rondonienses, o médico faz um cadastro no Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (REREME), um sistema criado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), com o objetivo de agilizar a busca de um doador. 

O médico poderá acompanhar e até facilitar a busca de um possível doador compatível. Os familiares devem perguntar ao médico se o registro do paciente já foi feito no REREME e se o profissional tiver alguma dificuldade na hora do registro, basta enviar um e-mail para o rereme@inca.gov.br e receberá todo o apoio no processo.

É de extrema importância o paciente estar no REREME, só assim ele poderá ter chance de encontrar um doador que está no Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), criado para registrar informações de possíveis doadores de medula. É para o REDOME que vão todas as informações básicas de identificação e especialidades, como características genéticas. Quando o paciente não encontrou um doador aparentado, é feito uma busca no REDOME para que possa encontrar um doador compatível e a doação seja feita.

Hoje na Oncopediatria do Hospital de Base, em Porto Velho, aproximadamente 40 pacientes, entre eles crianças e adolescentes, lutam para vencer a leucemia, sendo que duas necessitam em caráter de urgência do transplante de medula óssea para continuarem vivendo. A luta de Robert e Lucas é grande. A compatibilidade das células do receptor e doador, de acordo com dados do Inca, é uma em cem mil. 

O cenário pode ser mudado se houver um aumento no cadastro voluntário de medula óssea. Qualquer pessoa que tenha idade entre 18 e 54 anos pode ser um doador. O procedimento é simples. Basta procurar o hemocentro mais próximo, fazer o cadastro e não se esquecer de atualizá-lo caso mude de endereço ou telefone. 

O processo do cadastro é rápido. Primeiro você preenche um formulário, logo após é colhida uma pequena amostra de sangue, que passará por um exame de histocompatibilidade (HLA), que identificará as características genéticas que irão influenciar o transplante, para que depois seja incluso no cadastro.


Doação de Sangue 
Os pacientes que estão nessa luta precisam de sangue e plaquetas. Você pode ajudar doando sangue. A Unidade de Porto Velho precisa em caráter de urgências das tipagens O+/O-/ A-/B+/B-. Mais informações: 0800-642-5744

fonte>>http://www.rondoniadinamica.com/arquivo/rondonia-duas-criancas-precisam-urgente-de-doador-de-medula-ossea,74438.shtml