segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Doação de medula óssea; conheça a importância e saiba como é feita a doação



Doação de Medula Óssea; as chances de encontrar um doador de medula óssea compatível são bastante raras. Nem todas as pessoas com idade entre 18 e 55 anos e boa saúde pode doar. Muitas pessoas aguardam em busca de um doador compatível. Conheças os passo de como doar e salvar vidas.

O transplante de medula óssea é indicado para pacientes com leucemia, linfomas, anemias graves, imunodeficiências e outras 70 doenças relacionadas ao sistema sanguíneo e imunológico. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, é feita uma consulta aos Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea. Se for encontrado um doador compatível, ele então será convidado a fazer exames complementares para realizar a doação.

Chances
Infelizmente é muito difícil encontrar um doador compatível com o receptor. A chance é, em média, de UMA EM CEM MIL!
Por isso, são feitas campanhas para que as pessoas dispostas a doar se cadastrem nos hemocentros. Quanto mais doadores houver, mais chances os pacientes em tratamento têm de conseguirem a cura.
Passo a Passo para se tornar um Doador Voluntário de Medula Óssea
Ser um doador é muito simples!
Você precisa ter entre 18 e 54 anos, estar em bom estado de saúde e não ter histórico de Câncer, Hepatite e HIV.
1° Passo: Cadastre-se:
Procure na sua cidade um local de cadastro para doadores de medula óssea ou um hemonúcleo autorizado e cadastre-se. Endereços dos locais de cadastro para doação de medula óssea
O cadastro consiste no preenchimento de uma ficha de identificação com dados de contato. Também será realizada a coleta de um simples exame de sangue para o teste de compatibilidade (tipagem HLA). Este exame de sangue não consiste na DOAÇÃO da medula óssea, apenas no cadastro de possível doador.
Seus dados e sua tipagem HLA serão cadastrados no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME).
 
2° Passo: Se você for convocado:
Se aparecer um paciente com a medula compatível com a sua, você será convocado.
Será necessário realizar novos testes sanguíneos para a confirmação da compatibilidade. Se a compatibilidade for confirmada, você será avaliado por um médico e decidirá sobre a doação.

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http://www.cbnfoz.com.br/editorial/saude/16092014-201299-doacao-de-medula-ossea-importancia-da-doacao-pode-salvar-vidas

Doação de sangue; ser um doador faz bem e ajuda a salvar vidas Laboratório anuncia recall de Paracetamol e outros quatro medicamentos



O que são células-tronco?
As células-tronco são células muito especiais. Elas surgem no ser humano, ainda na fase embrionária, previamente ao nascimento. Após o nascimento, alguns órgãos ainda mantêm dentro de si uma pequena porção de células-tronco, que são responsáveis pela renovação constante desse órgão específico.

Essas células têm duas características distintas:

1 - elas conseguem se reproduzir, duplicando-se, gerando duas células com iguais características;
2 - conseguem diferenciar-se, ou seja, transformar-se em diversas outras células de seus respectivos tecidos e órgãos.

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http://www.cbnfoz.com.br/editorial/saude/16092014-201299-doacao-de-medula-ossea-importancia-da-doacao-pode-salvar-vidas

Doação de sangue; ser um doador faz bem e ajuda a salvar vidas



Doar sangue é um ato que não provoca riscos a saúde e pode salvar vidas. Poder proporcionar a outras pessoas um remédio diferente, pois não é fabricado em laboratório e não se compra em farmácias. O Hemonúcleo constantemente necessita de doadores para que possa atender as demandas constantemente.
 
Doar é seguro
O Hemonúcleo tem o dever de trabalhar para preservar a saúde dos candidatos à doação e também a dos pacientes que irão receber a transfusão. A doação não traz nenhum prejuízo ou risco para quem a realiza.

A triagem clínica é rigorosa e o candidato só doa sangue se estiver em boas condições de saúde. As informações prestadas são mantidas em rigoroso sigilo e são de fundamental importância para a boa qualidade do sangue que será transfundido nos pacientes. O material utilizado é descartável e não há risco de contrair doenças durante o procedimento.
A cada doação há uma nova avaliação clínica e o sangue é submetido a rigorosos testes laboratoriais. Os equipamentos são de última geração, os profissionais recebem treinamentos constantes. O sangue coletado é separado em vários componentes e cada paciente receberá aquela parte que seu organismo precisa. O sangue doado passa por um processo chamado fracionamento, no qual são obtidos os componentes sanguíneos, que são transfundidos a vários pacientes.
É importante lembrar que doar sangue não dói, é fácil e não faz falta ao doador, pois o organismo se encarrega rapidamente de sua reposição logo após a doação.
 
Como fazer para doar sangue
 
O candidato à doação deve se dirigir ao Banco de Sangue e ter em mãos um documento de identificação com foto, emitido por órgão oficial. Após o cadastro é feita a verificação da pressão arterial, pulso, peso e altura. Para proteção de sua saúde e do futuro receptor, o doador também deverá responder a um questionário. Após a verificação de dados é realizado o exame de anemia, se o doador for aprovado, fará a doação de aproximadamente 450ml (de acordo com o peso) e mais as amostras para os exames de aproximadamente 30ml.
Ao término da coleta o doador ficará algum tempo em observação, e posteriormente, receberá um lanche. A recomendação é de que ele permaneça no local por cerca de 15 minutos.
 
Condições para doação de sangue
- ter entre 18 e 65 anos de idade;
- pesar acima de 50 kg;
- ser saudável;
- estar bem alimentado e ter dormido no mínimo seis horas;
- apresentar documento oficial de identidade com foto.
 
Frequência
Homens de 18 a 60 anos podem realizar quatro doações em 12 meses, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doações. As mulheres entre 18 e 60 anos podem fazer três doações em 12 meses com intervalo mínimo de 90 dias;
 
Impedimentos temporários para doação
    » Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
    » Gravidez
    » 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.
    » Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses).
    » Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
    » Tatuagem nos últimos 12 meses.
    » Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis: aguardar 12 meses.


http://www.cbnfoz.com.br/editorial/saude/16092014-201297-doacao-de-sangue-salva-vidas

Descoberta de molécula pode revolucionar tratamento da leucemia


Quando a quimioterapia não funciona, o jeito é fazer um transplante de medula óssea. Mas pacientes precisam esperar por um doador compatível.

Uma notícia preciosa na área da saúde: a descoberta de uma molécula pode revolucionar o tratamento da leucemia. É o câncer que mais mata crianças e adolescentes no Brasil.
Marcely acabava de receber a notícia de que seu transplante de medula óssea tinha dado certo. Mas a história de pacientes com leucemia nem sempre é feliz assim.
O chamado câncer do sangue se desenvolve no interior dos ossos, onde são produzidas, entre outras, as células do sistema de defesa do organismo, os leucócitos. Quando a quimioterapia não funciona, o jeito é fazer um transplante de medula óssea. E aí começa o calvário dos pacientes. Como Marcely, que esperou dois anos para encontrar um doador compatível.
Outra alternativa é transplantar células-tronco do sangue do cordão umbilical que vão dar origem a novas células sanguíneas. O problema nesse caso é que a quantidade de células-tronco encontrada no recém-nascido é muito pequena. Um estudo canadense, divulgado nesta sexta-feira (19) pela revista Science, promete uma solução.
Depois de cinco anos de pesquisa, os cientistas desenvolveram uma molécula que eles batizaram de UM 171. Essa molécula foi testada em laboratório e em camundongos com resultados muito bons. Quando se injeta a molécula nas células-tronco originais, ela multiplica por 10 a quantidade de células-tronco que foram retiradas do sangue do cordão umbilical e que são justamente as células que os médicos tanto precisam para tratar as doenças do sangue. A principal delas, a leucemia.
“Quando se faz o transplante de sangue de cordão, o número de células transplantadas é muito importante para o sucesso do transplante. Então, na realidade, aumentando-se o número de células, é claro que o sucesso ainda vai ser maior”, afirma o coordenador de transplantes do hospital Sírio Libanês, Vanderson Rocha.
O teste em humanos começa em dezembro.  “Me deixa muito feliz e mais acreditada ainda que a gente vai ter um futuro muito mais promissor quanto a isso aí”, diz Marcely.


FONTE>>http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/09/descoberta-de-molecula-pode-revolucionar-tratamento-da-leucemia.html

Aprovado projeto que cria centro de transplante de medula óssea em MS

O projeto foi aprovado em segunda votação na sessão desta terça-feira.
Adolescente morreu no domingo enquanto aguardava transplante.

Os deputados aprovaram na sessão desta terça-feira (23), em segunda votação, o texto que institui a implantação de Centro de Transplante de Medula Óssea e Laboratório de Células Tronco-Hematopoiéticas no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. O projeto aprovado prevê, ainda, a criação de políticas para mobilizar a população em relação à doação de medula óssea.

 Uma das justificativas apontadas para aprovar o projeto, que deve custar R$ 26 milhões só na construção da unidade no Hospital Regional, é a distância até o centro de transplante mais próximo, que fica no município de Jaú, em São Paulo.

Morte
O projeto foi aprovado dois dias após a morte da adolescente Caroline Flores, de 12 anos, que mobilizou uma campanha de doação de medula óssea em Campo Grande. Ela morreu na manhã domingo (21).  Segundo a família, a jovem teve câncer quando tinha 8 anos de idade. Com tratamento se recuperou, mas a doença voltou a se manifestar e, segundo os médicos, a única alternativa seria o transplante de medula.

Como exames apontaram que entre os familiares e amigos ninguém foi considerado apto para a realização do procedimento, a família fez uma campanha para cadastrar o maior número possível de pessoas interessadas em fazerem a doação, já que a chance de se encontrar um doador compatível é de uma em 100 mil.


http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2014/09/aprovado-projeto-que-cria-centro-de-transplante-de-medula-ossea-em-ms.html

Cientistas tentam replicar tratamento que teria curado HIV em paciente de Berlim


Uma equipe médica de Atlanta, nos Estados Unidos, testou em animais um tratamento experimental para tentar replicar o processo pelo qual passou Timothy Ray Brown, conhecido como o paciente de Berlim, a única pessoa que  teria se curado do HIV (vírus da aids) até hoje. As conclusões, publicadas na revista "Plos Pathongens", apontam para a influência, embora não definitiva, da quimioterapia.

A equipe apurou a contribuição que a radiação teve no processo ao qual Brown foi submetido, em 2007, para eliminar as células afetadas pelo vírus. 

O caso do paciente de Berlim é único no mundo. Após diagnosticá-lo com HIV, os médicos detectaram uma leucemia mieloide aguda, tipo de câncer que afeta o sistema imunológico.

Além do tratamento com retrovirais, Brown foi submetido a radiações de quimioterapia e radioterapia, e recebeu um transplante de medula óssea de um doador com uma mutação que suprime a função do gene CCR5, codificador da proteína que facilita a entrada do HIV nas células humanas.

Após o tratamento, o paciente se curou da leucemia e teve seus níveis de HIV reduzidos a uma quantidade quase indetectável.

Teste com macacos

Três macacos foram submetidos ao mesmo processo que Brown, para investigar como o tratamento do câncer pode ter influenciado a redução do HIV. Depois, eles foram tratados com antirretrovirais, submetidos à radioterapia e receberam um transplante de células-tronco de sua própria medula óssea antes que fossem infectados.

Os pesquisadores descobriram que a radiação acabou com a maioria de suas células afetadas, incluindo entre 94% e 99% das células-tronco do tipo denominado CD4, alvo principal da infecção por HIV no sangue, que contém o receptor CCR5.

No entanto, ao deixar de administrar os antirretrovirais, dois dos três os animais voltaram a desenvolver o vírus a níveis anteriores. O terceiro sofreu uma insuficiência renal e teve que ser sacrificado. Na autópsia, verificaram que ainda tinha sinais do vírus nos tecidos, comprovando que nenhum dos três se curou totalmente.

O estudo sustenta a ideia de que, embora não seja suficiente para eliminar o vírus, a radiação pode reduzir os níveis de HIV, apesar de ressaltar a importância que teve a mutação da doadora de medula no caso do paciente de Berlim.





Fonte: Agência EFE 

Guará recebe campanha de Doação de sangue em outubro



A prefeitura de Guaratinguetá e o Hemonúcleo de Taubaté realizarão a campanha de doação de sangue do mês de outubro nos dias 7 e 21, ambos terça-feira. A coleta será feita das 8h às 12h, na Casa do Médico (Av Dr João Batista Rangel de Camargo), número 310, região central da cidade.

Quem pode doar – Pessoas com idade entre 16 e 65 anos, que pesam no mínimo 50 quilos. É preciso dormir pelo menos seis horas na noite anterior à doação, não fumar duas horas antes e duas horas depois, não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas antecedentes, não comer alimentos gordurosos até três horas antes, não fazer jejum antes da doação e levar um documento de identidade com foto.

Restrição – De acordo com o Ministério da Saúde, não podem doar sangue as pessoas portadoras de doenças transmissíveis pelo sangue, mulheres grávidas ou que estejam amamentando, usuários de drogas, pessoas gripadas, quem esteja fazendo uso de medicamentos e pessoas que há menos de um ano tenham feito endoscopia, tatuagem ou piercing.

Exames – Quem doa sangue passa por uma avaliação clínica, tem sua pressão verificada, faz os exames de Aids, Doença de Chagas, Hepatite B e C, Sífilis, TPG e HTLV e ainda recebe uma carteirinha de doador e um atestado.

O intervalo entre uma doação e outra deve ser de 60 dias para mulheres e 90 dias para homens.

O sangue coletado é levado para análise em Taubaté e depois fica no Banco de Sangue à disposição dos hospitais do SUS na região.

Cada pessoa doa uma bolsa de 450 ml de sangue, que pode beneficiar até quatro pacientes internados.


http://www.portalr3.com.br/2014/09/guara-recebe-campanha-de-doacao-de-sangue-em-outubro/#.VCyLrFdhXcc

Bolsas de sangue são dispensadas devido a quantidade de gordura Coordenadora do hemonúcleo orienta alimentação saudável entre doadores.


Em Presidente Prudente, de 3 a 5% das coletas apresentam o problema.

 A atitude é cheia de boa vontade. Mas, ao chegar ao balcão do Banco de Sangue de Presidente Prudente, muitos doadores de primeira viagem esbarram na pergunta: “Você já almoçou? Tem três horas de intervalo?” Além de não observar o período sem alimentação, o cardápio escolhido para a última refeição piora tudo.

“Eu tinha acabado de almoçar, comi um salgado com bastante molho e tomei refrigerante, e vim direto pra cá. Por falta de conhecimento, eles me mandaram de volta porque a gordura do sangue estava muito alta e eu tive que doar no dia seguinte”, afirma o funcionário público, José Gregório da Silva.

A Organização Mundial de Saúde determina que o sangue recebido de uma doação tenha no máximo 10% de gordura. Quando esse limite é ultrapassado, fica mais difícil identificar doenças transmissíveis, como hepatites b e c, aids, sífilis e chagas. Por isso, a bolsa acaba sendo descartada.

Na Santa Casa de Presidente Prudente, de 3 a 5% das bolsas coletadas apresentam o problema. E olha que isso acontece mesmo depois de uma conversa com as enfermeiras, e de um teste, feito minutos antes da doação. Nessa etapa, todos os meses, cerca de 100 potenciais doadores acabam sendo reprovados.

“Na pré-triagem, quando realizamos o exame de anemia e detectamos na amostrinha de sangue, um pouquinho a mais de gordura, é conversado com o doador e ele retorna mais tarde ou retorna um dia depois”,  explica a médica coordenadora do hemonúcleo, Ângela Norcia.

Segundo a coordenadora, muitos seguem o conselho. Mas, também existem os que não retornam e esse é o problema. Por isso, a orientação é para que, ao decidir doar sangue, a pessoa tome alguns cuidados.

“O jejum é de três horas de alimentação gordurosa, ou se fizer uma alimentação mais copiosa no final de semana, que venha um dia depois”, aponta Ângela.

É o que esses doadores fizeram, com uma alimentaçao leve e muita solidariedade, ajudaram a salvar vidas. “A feijoada não pode e o churrasquinho também, é melhor deixar para o final de semana. No dia de doar não. Só uma comidinha leve mesmo”, afirma o auxiliar de motorista, Jurandir Santos.


http://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2014/10/bolsas-de-sangue-sao-dispensadas-devido-quantidade-de-gordura.html

Hospital do Vaticano faz descoberta pioneira com células-tronco



O “Bambino Gesù” descobre técnica de manipulação que permite o transplante de medula para crianças com leucemia sem necessidade de doador compatível.
A descoberta científica do hospital do Vaticano promete salvar a vida de milhões de crianças no mundo inteiro. A notícia foi divulgada pelo hospital pediátrico da Santa Sé, “Bambino Gesù” (“Menino Jesus”), com sede em Roma. Segundo a direção do hospital, os resultados foram apresentados à revista científica internacional “Blood”, e poderiam ser “um marco na cura de muitas doenças no sangue”.
O hospital anunciou, em uma coletiva de imprensa, que a manipulação de células-tronco, em ausência de um doador compatível, permite o transplante de um pai ou mãe ao seu filho. A descoberta é importante para curar crianças com problemas de imunodeficiência, doenças genéticas, leucemia e tumores no sangue.

“Estamos orgulhosos de apresentar este sucesso dos pesquisadores do Hospital ‘Bambino Gesù’, conscientes de que o protocolo dos nossos laboratórios é um marco na terapia de muitas doenças no sangue”, confirmou o professor Bruno Dallapiccola, diretor científico do hospital da Santa Sé.

Para a aplicação no campo da leucemia, a técnica aplicada pela equipe do professor Franco Locatelli, responsável pela Onco-hematologia e Medicina Transfusional do hospital, foi apresentada no último mês de dezembro em New Orleans, durante o congresso da Sociedade Americana de Hematologia (ASH).

O transplante de células-tronco adultas é uma cura que salva a vida de milhões de crianças que sofrem tumores do sangue, bem como de crianças que nascem sem as adequadas defesas do sistema imunológico. Por muitos anos, o único doador que se podia ter era um irmão ou irmã do paciente. O problema é que dois irmãos são idênticos somente em 25% dos casos.

Diante da impossibilidade de ter doadores na família, existem bancos de dados internacionais com 20 milhões de doadores voluntários de medula óssea. Mesmo assim os bancos de sangue para estes casos dão disponibilidade de apenas 600 mil unidades no mundo.

O problema se agrava quando 30 ou 40% dos pacientes não encontram um doador compatível, além do mais, considerando o tempo de seleção de um doador e a conclusão de todos os exames para identificar outro doador fora da família.

A técnica do hospital da Santa Sé foi aplicada em 23 pequenos pacientes. Os resultados, segundo afirmou a instituição, demonstram que a probabilidade de cura definitiva para estas crianças doentes é de 90%, ou seja, igual à técnica que emprega a medula de um irmão do paciente completamente compatível geneticamente.

A descoberta da manipulação das células-tronco é uma esperança para milhões de crianças que podem ser salvas com um transplantede medula. É possível salvar crianças na Ásia, África ou América do Sul, que não têm “representantes” nos registros de doadores de medula óssea e que, por meio desta técnica, poderão finalmente ter acesso a um transplante de maneira rápida e “virtualmente aplicável a todos os casos”.



Informações do Site Alethéia.

Anti-inflamatório impede aumento ósseo irregular



O crescimento anormal do osso, conhecido como ossificação heterotópica, é um efeito colateral comum de queimaduras, traumas e alguns tipos de cirurgia. As opções atuais de tratamento incluem radioterapia, medicamentos anti-inflamatórios de longo prazo e excisão cirúrgica — procedimento de remoção de lesão por meio do corte da pele ao redor dela. Todos, porém, têm efeitos colaterais indesejados e nem sempre são eficazes. Investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, sugerem uma nova terapia que poderá ser usada em pacientes que sofrem com esse problema doloroso em locais não usuais do corpo.

Após a lesão de tecidos, entram em ação as células-tronco mesenquimais. Essa é uma população rara de estruturas multipotentes encontradas principalmente na medula óssea e capazes de se transformar em diversas linhagens, como os condrócitos (que formam a cartilagem), os osteócitos (que dão origem aos ossos), os adipócitos (que formam as gorduras) e os tenócitos (que originam os tendões). O destino e a expressão genética delas dependem dos sinais que recebem do ambiente.

Um dos aspectos difíceis do tratamento de doentes com ossificação heterotópica está em antecipar onde e quando o problema vai acontecer, já que o osso extra pode surgir em lugares longe da lesão. Por isso, acredita-se que essa reação inesperada se dá quando as células mesenquimais recebem a informação errada.

O trabalho liderado por Jonathan Peterson foi publicado na edição de hoje da revista Science Translational Medicine e demonstra, em camundongos, que o uso da droga anti-inflamatória apirase pode diminuir a formação do osso extra. Peterson e a equipe liderada por ele analisaram amostras de tecido de pacientes com queimaduras e realizaram experimentos em animais modificados para ter a doença.

Os resultados mostram que a aplicação da apirase na superfície do osso anormal por meio da pele pode reprimir a ossificação heterotópica. “Além disso, mesmo que a apirase apenas seja aplicada no local da lesão, o tratamento reduz a formação óssea anormal em todo o corpo”, garante Peterson. Para os cientistas, uma melhor compreensão do momento em que a terapia deve ser aplicada e em qual parte do corpo deverá levar ao desenvolvimento de tratamentos para prevenir o crescimento inesperados de ossos em pacientes de risco. 

Origem animal
A substância conhecida como apirase é uma enzima anticoagulante encontrada na glândula salivar de insetos hematófagos, que se alimentam de sangue. Nesses animais, ela tem a função de impedir a agregação plaquetária e proporcionar a vasodilatação na hora da picada. Dessa forma, é obtida hemorragia local, proporcionando uma maior rapidez na sucção do sangue pelo bicho. Bastante estudo por cientistas, esse efeito resultou em uma substância anti-inflamatória para seres humanos.


FONTE>>http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2014/10/03/internas_cienciaesaude,533536/anti-inflamatorio-impede-aumento-osseo-irregular.shtml

ABRALE lança campanha de conscientização sobre LLC (Leucemia Linfoide Crônica)


O evento será durante 1º Congresso “Todos Juntos Contra o Câncer” em São Paulo


Leucemia (ABRALE) acaba de lançar a campanha “LLC: Cada Vida, Uma História – um tipo de leucemia que merece atenção”. O objetivo é levar para a população conhecimentos sobre a LLC, Leucemia Linfóide Crônica, tipo de leucemia mais comum em pessoas acima de 50 anos, com sintomas que podem se confundir com outras doenças, dificultando o diagnóstico.
 
Além de disseminar informações sobre este tipo de câncer dos glóbulos brancos, a campanha quer mobilizar a classe médica e os profissionais de saúde para a realização do diagnóstico e o conhecimento das opções de tratamento, visando oferecer alternativas mais eficientes para os pacientes. “Nosso desafio é sensibilizar diferentes públicos para a importância de detectar e tratar a LLC, uma leucemia considerada rara”, comenta Carolina Cohen, Diretora Institucional da ABRALE.
 
O diagnóstico da LLC é confirmado por meio de exames específicos do sangue e da medula óssea, entretanto um simples hemograma pode sinalizar para o médico alterações que demandem investigação com exames mais detalhados. “Como a LLC pode ficar assintomática durante algum tempo ou apresentar sintomas comuns a outras doenças, como cansaço, falta de ar e febre, os pacientes podem passar meses até descobrirem a doença”, alerta Daniel Tabak, hematologista, oncologista e membro do Comitê Científico Médico da ABRALE.
 
De acordo com o médico, muitos pacientes acabam detectando a doença em exames de rotina. A contagem irregular de glóbulos brancos e vermelhos e plaquetas pode indicar a necessidade uma pesquisa mais aprofundada por meio de mielograma, exame citogenético ou imunofenotipagem para confirmar o resultado para LLC.
 
Sobre a LLC – Leucemia Linfóide Crônica
Mais frequente em pessoas com mais de 50 anos de idade, a LLC é causada por uma lesão no DNA dos linfócitos B, células que normalmente atuam no combate a infecções. Ocorre um aumento descontrolado no número desses glóbulos brancos na medula óssea e no sangue e eles deixam de funcionar como deveriam. A LLC pode ser assintomática em muitos casos, além de evoluir lentamente, o que atrasa tanto o diagnóstico quanto o tratamento. Quando presentes, os sintomas podem se confundir com outras doenças. Os sintomas mais comuns são: cansaço e falta de ar (relacionados à diminuição na produção de glóbulos vermelhos), febre vespertina, sudorese noturna, infecções recorrentes de pele, pulmões, rins e o aumento dos gânglios linfáticos, do fígado e baço.


Por: S2Publicom 

Família realiza campanha para doação de sangue


A criança Natielly foi diagnosticada com Leucemia
Diagnosticada com Leucemia, a criança Natielly Lins de Melo Anastácio Barbosa, precisa durante o tratamento de frações do sangue, principalmente plaquetas. A família da criança, pede que todos possam ajudar com a doação.

Local para doação: Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Sergipe, localizado na rua Guilhermino Resende 187 ( ao lado do Hospital São Lucas).

Atendimento de segunda a sexta das 07h às 12h. Tipo sanguíneo : A / O ou qualquer fator RH).  As doações devem ser feitas no nome de Natielly Lins de Melo Anastácio Barbosa.

Informações sobre a doação

- Fazer alimentação leve, sem gordura ;
- Esta bem de saúde;
- Ter entre 16 e 69 anos;
- Pesar mais de 50kg;
- Apresentar RG;
- Não ter tomado vacina há menos de 1 mês;
- Cigarros, até duas horas antes da doação;
- Bebida alcoólica até 12h antes da doação.


fonte>>http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=163736

A Bruna se foi !! Que Deus console o coração dos familiares e principalmente da mãe Karla Latini



É com imensa dor que comunico a todos:
Venho agradecer a todos pelas orações. Mas comunico que Deus resolveu toma para si nossa princesa......

Jovem de Cocal do Sul que esperava transplante de medula morre vítima de complicações da leucemia


Ele estava internado desde o dia 27 de agosto para dar continuidade ao tratamento

Depois de mais de dois anos de luta contra a leucemia o jovem Rafael de March Teixeira, de 28 anos, faleceu vítima de parada cardiorrespiratória, na madrugada desta terça-feira. Ele estava internado no Hospital São José desde o dia 27 de agosto para dar prosseguimento ao tratamento, porém apresentou complicações e precisou ser transferido para a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Unimed, esta semana.Rafael precisava de um transplante de medula óssea e os amigos e familiares deflagraram uma campanha em prol da realização do cadastro para ser um doador. No dia 26 de agosto foi realizada uma ação em Cocal do Sul cadastrou mais de 500 doadores.

O velório de Rafael é realizado a partir das 8h na Capela Mortuária do Cemitério de Cocal do Sul. O sepultamento acontece às 17h no cemitério de Urussanga.

http://www.difusora910.com.br/noticias/108497/jovem-de-cocal-do-sul-que-esperava-transplante-de-medula-morre-vitima-de-complicacoes-da-leucemia

Menina que mobilizou famosos em campanha por doação de medula morre na Capital



Caroline de Leno, de 12 anos, que lutava contra a leucemia há três anos e mobilizou artistas em campanha por doação de medula óssea, morreu na noite de sábado (20), no Hospital do Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande, vítima de uma infecção.

A menina foi internada na última sexta-feira (19), com pneumonia, e estava sendo tratada com antibióticos. No entanto, o quadro se agravou e ela passou a respirar por aparelhos. Famosos como Michel Teló, a namorada dele, Thais Fersoza, e a dupla Munhoz e Mariano, se envolveram na causa.

O velório acontece no Jardim das Palmeiras, perto da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), e o sepultamento será nesta segunda-feira (22), às 9h30min.


http://www.correiodoestado.com.br/cidades/menina-que-mobilizou-famosos-em-campanha-por-doacao-de-medula-morre-na/227781/

Uma corrente por Rafaela


A empresária Priscylla Pedrosa se uniu à blogueira Samara Ferreira para formarem uma corrente do bem em favor de Rafaela Raizer Landin Silva, uma garota de Goiânia que tem um tipo raríssimo de leucemia e necessita com urgência de um transplante de medula óssea. “Queremos colocar alguns de nossos instrumentos a serviço de ajudar a Rafaela a conseguir o mais rápido possível um doador que seja compatível e conseguir ficar curada”, explicou Samara.

Rafaela é uma sorridente garotinha de seis anos que ficou famosa em setembro do ano passado, quando seu irmão, Alexandre Raizer, escreveu e ilustrou um livro para aumentar sua autoestima com o uso de óculos. O livro, “A princesa que usa óculos” virou comentário nacional e já anunciava a atenção que o irmão dedicava à pequena garota e seus problemas. Em abril desse ano, após crises de dor de cabeça e febre, os pais de Rafaela, Eugênio e Luciana, diligentes e cuidadosos, insistiram para que fosse diagnosticada a causa desses dois problemas.

Os médicos diagnosticaram uma leucemia com raros registros feitos pela literatura médica, o que aumentou a apreensão. Desde então, a espiral que a família mergulhou produziu um turbilhão de fatos novos e desafios para superação. Um deles é a insensibilidade dos burocratas do Ministério da Saúde que, em uma portaria assinada pelo então ministro Alexandre Padilha, limitou o número de exames de compatibilidade a 25.000 por ano, por unidade da Federação.

Pela raridade da leucemia de Rafaela, os possíveis doadores, fora do círculo de pai, mãe e irmãos dos mesmos pais, são de uma proporção alarmante: um a cada 100.000 compatíveis. Uma temeridade. Os pais, Eugênio e Luciana, conseguiram sensibilizar até o Conselho Seccional da OAB-GO, que propôs uma ação contra essa limitação.

“Temos consciência que essa bandeira não é só da Rafaela, é por todos os necessitados que não podem ficar desamparados quando buscam uma cura para seus males”, frisa Eugênio. A campanha “Doe via, doe medula, doe com fé”, já ganhou as redes sociais e pode ser acessada no site criado pelo irmão, com ajuda de amigos: www.alexandreraizer.blogspot.com.br.

Mobilização


Samara e Priscylla se valem de seus concorridos meios eletrônicos para mobilizar pessoas e seguidores para fazer o exame de compatibilidade. No Instagram de Samara (@samaraferreira7) e de Priscylla (@pri_skandallo)é possível saber o andamento da campanha, participar da “corrente pra frente” e buscar o procedimento para fazer o exame de compatibilidade. As duas são prá lá de influentes nas redes sociais e somente Priscylla tem cerca de 127 mil seguidores no Instagram.

“Temos certeza que vamos mobilizar o número necessário de doadores e garantir o transplante para a Rafaela. Vamos com fé em Deus”, frisa Priscylla.

A família também se vale da fé para manter a confiança de sucesso no tratamento. A mãe, Luciana, ajuda a pequena Rafaela a fazer suas orações, com destaque para a Ave Maria. “Essa oração será nosso ponto de encontro para conseguirmos vencer essa batalha, com a ajuda de Nossa Senhora”, finaliza Luciana.

Saiba Mais
Onde fazer o exame:

Hemocentro, Avenida Anhanguera, 5.195 – Setor Coimbra. Próximo ao Hospital Materno Infantil

Quem pode:

qualquer pessoa de 18 a 55 anos, que não tenha histórico de doença infecto-contagiosa.


fonte>>http://www.dm.com.br/texto/187888-uma-corrente-por-rafaela

Menino de Palhoça precisa de transplante de medula para vencer leucemia



Há mais de um ano um garotinho de Palhoça luta para se curar da leucemia. Ele tem três anos e precisa encontrar um doador compatível para fazer um transplante de medula óssea. Se você quiser ajudar, basta procurar o Hemosc e dizer que quer fazer o teste para ser doador de medula óssea para o Felipe Rodrigues Breier. Mesmo que você não seja compatível, o seu cadastro pode ajudar outros que estejam na mesma situação.
Autor: RICTV Record
Tags > Doação, Felipe Rodrigues Breier, Hemosc, Jornal do Meio Dia, Leucemia, marta gomes, medula, menino, Palhoça, Thiago Toscani

Natália Ribeiro realiza campanha para arrecadar recursos para transplante de medula óssea.



A jovem Natália Ribeiro, moradora de Lauro Müller, portadora de leucemia, se prepara para realizar o transplante de medula óssea. Um possível doador foi localizado nos Estados Unidos e a família já começa a se preparar para o custeio das despesas, que giram em torno de R$3 mil. Uma campanha é realizada para arrecadar fundos. A família também comercializa camisetas ao preço de R$25.

Entrevistada no programa Comunidade em Ação, da Rádio Difusora AM910, ela falou sobre a campanha e sobre a perda do amigo e companheiro de luta, Rafael de March Teixeira, que faleceu esta madrugada vítima de complicações da leucemia.

Quem quiser colaborar com a cirurgia de Natália pode entrar em contato através dos telefones (48) 3464 3762, 9999 0830 ou 8423 0181.

 

Uma conta corrente também está à disposição daqueles que quiserem colaborar.

Caixa Ecônomica Federal

Agência 4453

Operação 013

Conta 1705-8

http://www.difusora910.com.br/noticias/108505/natalia-ribeiro-realiza-campanha-para-arrecadar-recursos-para-transplante-de-medula-ossea

Amigas buscam no Facebook doador de medula para jovem com leucemia Poliana Deves mora em Cascavel, no PR e faz tratamento há cinco meses. Mobilização fez o número de cadastros mais que dobrar no Hemocentro.



Duas amigas de Cascavel, no oeste do Paraná, criaram uma página em uma rede social na internet para encontrar um doador de medula óssea para uma jovem de 24 anos, que há pouco mais de cinco meses descobriu que tem leucemia. Poliana Deves foi diagnosticada no dia 24 de abril e após receber a notícia de que precisaria fazer um transplante as amigas do tempo de colégio se mobilizaram para ajuda-lá. De acordo com Aline Prestes, a ação tomou proporções que elas não esperavam. Hoje são mais de nove mil membros e o número de cadastros no Hemocentro da cidade dobrou em pouco mais de 10 dias.

 Aline e Joana Paula Carneiro conheceram a Poliana e a irmã dela, Keli, no colégio. Mas há muitos anos tinham perdido o contato. Ao saber da doença de Poliana, também pelo Facebook, as amigas decidiram que precisavam fazer alguma coisa. "Nós não éramos íntimas, mas tinhamos uma convivência de colégio. Quando a gente viu o estado da Poliana ficamos assustadas e resolvemos fazer alguma coisa para mostrar para as pessoas que é super simples a doação. Então, tivemos a ideia de criar a página e em poucas horas já tinha mais de mil membros", lembra Aline.

A descoberta da doença veio depois que Poliana se formou na faculdade no curso de enfermagem, no fim de 2013. “Eu fazia residência no Hospital Universitário de Cascavel (HU) e comecei a sentir suor à noite. Contei para as amigas médicas que solicitaram um exame de hemograma. Descobri que tinha alteração e fui encaminha para o Hospital do Câncer de Cascavel (Uopeccan). No mesmo dia já estava internada com o diagnóstico de câncer”, conta

 “Assim que descobri a doença comecei a postar coisas sobre a doença na minha página do Facebook e pessoas que estavam distantes de mim se sensibilizaram e se reaproximaram. Com isso eu reencontrei as amigas do colégio do ensino médio e como sabia que ninguém da minha família era compatível para fazer a doação, elas decidiram criar a página 'Amigos da Poli'.” lembra.

"A ideia era que os nossos amigos do colégio ajudassem, que os amigos mais próximos fossem ao Hemocentro se cadastrar. Mas a gente não esperava que pessoas de outros estados iam ajudar e faz um pouco mais de uma semana que criamos a página", diz Joana.

Aline conta que depois que se reaproximou de Poliana se comoveu ainda mais ao ver quantas pessoas enfretam a doença. "Sensibilizou quando a gente teve contato de novo com ela e vimos que não era não era a única. A Poliana mandava fotos de amigos lá do hospital e gente teve a dimensão de quantas pessoas estão nesse sofrimento. E de alguma forma estamos ajudando".

Além do objetivo principal que é encontrar um doador, a página também se tornou um remédio para Poliana enfrentar a doença. “Me ajuda porque eu passo mais tempo no hospital e é ali que eu consigo encontrar forças, são muitas mensagem de pessoa que eu não conheço e até de outras cidade que estão indo atrás de doadores para mim. Elas me perguntam se eu preciso de alguma coisa e mandam mensagens de apoio”, diz.

E o apoio que recebe faz Poliana ter mais certeza que vai se curar e fazer planos. “Eu quero viver muito, quero aproveitar muito a minha família. Quero retomar os planos do meu casamento, que estava marcado para julho, e construir a minha família. Poder fazer as coisas sem restrições e sem precisar voltar para o hospital para fazer tratamento”, sonha a estudante.

 "É uma questão de tempo para a gente achar um doador para ela. Nós queremos lotar os Hemocentros de todas as cidades porque é uma coisa tão simples a doação, não é bicho de sete cabeças. A gente quer que as pessoas façam uma doação consciente", comenta Joana.

"A gente queria muito que a página desse certo, mas não esperavamos que fosse tão rápido. Foi recorde histórico para o Hemocentro", conta Aline.

Hemocentro
De acordo com a assistente social do Hemocentro de Cascavel, Eliane Avancini, após o início da campanha nas redes sociais em prol da Poliana as doações mais que drobraram. "A gente faz em torno de 80 ou 100 cadastros por mês, mas em 12 dias nós fizemos 320 cadastros. A maioria vem em função dela porque se comoveu com a história", conta.

A assistente social também conta que essa é a primeira vez que vê uma mobilização tão grande na cidade. "Dos nove anos que trabalho no Hemocentro de Cascavel, essa é a primeira vez que eu vejo uma mobilização tão grande. Já tivemos outras campanhas, mas nenhuma que fizesse aumentar tanto assim o número de cadastros", lembra.

Mesmo com o aumento do número de doadores o Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome) estipula um cota de 150 cadastros mensais para cada cidade. "Nós temos uma cota que já foi ultrapassada. Estou aguardo a orientação do Redome para saber como devemos proceder", diz Avancini.

http://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2014/09/amigas-buscam-no-facebook-doador-de-medula-para-jovem-com-leucemia.html