sexta-feira, 21 de novembro de 2014

A ESPERA DE UM DOADOR



 
Para sobreviver à leucemia, paciente recorre aos japoneses de Campo Grande

Como a única possibilidade de sobreviver está nas mãos de um desconhecido, a família de Fabiana Ikeda de Oliveira, servidora pública, de 37 anos, busca doadores compatíveis para um transplante. Nascida em São Paulo, mas residente em Brasília, ela descobriu a leucemia há um mês e ao mesmo tempo ficou sabendo que achar doadores, no caso dela, é ainda mais difícil.

Japonesa, a probabilidade de orientais serem compatíveis entre si é bem maior, mas o número de japoneses cadastrados é pequeno. O pedido de ajuda chegou ao Lado B pela sobrinha da servidora pública que morou em Campo Grande por cinco anos, na tentativa de encontrar um doador onde reside a segunda maior colônia japonesa do País.

O diagnóstico de Fabiana é Leucemia Linfóide Aguda. Na luta contra o tempo, ela precisa de um transplante de medula óssea com urgência, a partir de um doador 100% compatível. No Facebook, no Instagram e no site da campanha Você pode salvar Fabiana Ikeda, a família divulga a dificuldade dela e de outros 113 pacientes descendentes de asiáticos.

Os dados da Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea) mostram que apenas 3,44 % dos doadores de medula óssea cadastrados são orientais ou descendentes, número insuficiente em comparação às centenas que aguardam na fila. "Para garantir que todos os doentes descendentes encontrem doadores, o número de orientais cadastrados precisaria ser muitas vezes maior. Não existem estudos que demonstrem a proporção necessária. Apenas sabe-se que o número ainda é insuficiente", sustenta a família.

Fabiana é servidora pública federal, esposa e mãe de dois filhos, Gabriel de 14 e Tarsila, de 9. A família toda sabe que quanto mais tempo passa, menores são as possibilidades de cura em razão dos riscos da doença se agravar. Hoje, Fabiana se encontra internada num hospital de Brasília.

Ao Lado B, o marido que é jornalista, Daniel Oliveira, levantou explicações com o médico hematologista Alexandre Hirayama, que descreve que qualquer pessoa, independente de origem, raça, cor ou etnia pode ser compatível com orientais e vice versa. Porém, os orientais mongólicos - de raça amarela - têm mais probabilidade de serem compatíveis entre si. “Porque há uma semelhança genética muito forte entre essa população, o que facilita encontrar doadores”, reproduz a fala do médico de Fabiana. Quanto menos miscigenação na composição do DNA, maiores são as chances de encontrar doadores 100% compatíveis num mesmo grupo racial.
Fabiana é 100% japonesa, por ter os avós maternos e paternos japoneses. (Foto: Reprodução/Facebook)Fabiana é 100% japonesa, por ter os avós maternos e paternos japoneses. (Foto: Reprodução/Facebook)

O engajamento da família nas redes sociais e especificamente aqui na Capital é para levar a colônia japonesa ao cadastro e no geral, chamar atenção da população para a atualização dos dados. Geneticamente, Fabiana é 100% japonesa, por ter os avós maternos e paternos japoneses.

Outra luta da família é pela abertura do banco de doadores do Japão, ainda desprezado na busca principal. Daniel denuncia a maneira como o governo federal realiza a busca de pessoas compatíveis. “A minha esposa é brasileira. Porém, ela é 100% geneticamente japonesa. Mesmo assim, o INCA (Instituto Nacional do Câncer), ignora o banco de doadores do Japão em suas buscas principais”, explica.

De acordo com Oliveira, o Governo Federal procura o doador, primeiro, em vários países do mundo não orientais, na Europa e até na África, e, se não encontrarem, só então cadastram por último no Japão. “O que faz sentido para doentes brasileiros (de origem não asiática), mas não tem lógica quando o receptor na fila de espera é de raça amarela”.

Como doar medula Óssea - Em Campo Grande, o Hemosul está em reforma, mas a coleta de doadores de medula óssea está sendo feita nos bancos de sangue da Santa Casa, Hospital Regional e Hospital Universitário.

Ao se dirigir a um banco de sangue, o doador terá colhida uma pequena amostra de sangue (de 5 a 10 ml) e realizado um cadastro. Não há custos e tudo acontece bem rápido. No caso do DNA ser compatível com o de Fabiana ou outra pessoa dos 1,1 mil que aguardam por um doador, o Centro entra em contato para fazer uma avaliação de saúde e a realizar a doação.

O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, rápido, sem dor, realizado em ambiente hospitalar, sem nenhum prejuízo à saúde. A doação não é direcionada e quem se cadastra fica disponível, automaticamente, tanto para a Fabiana como também a todos que estão na lista.


http://www.campograndenews.com.br/lado-b/comportamento-23-08-2011-08/para-sobreviver-a-leucemia-paciente-recorre-aos-japoneses-de-campo-grande

A ESPERA DE UM DOADOR



 
Catarina, de 5 anos, está em busca de um doador para se salvar de leucemia Menina faz tratamento no Hospital da Criança para ter a chance de receber um transplante de medula óssea. A família procura alguém compatível que possa ajudar a pequena

Vestida com uma blusa da Peppa Pig, personagem de um desenho animado que faz sucesso entre as crianças, short jeans, uma saia de tule rosa e com os cabelos curtos penteados com duas pequenas maria-chiquinhas, Catarina chega para mais uma sessão de medicamentos no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). A menina de 5 anos precisa tomar uma injeção dolorida, cerca de dez vezes mais do que a benzetacil. Tudo por causa da leucemia linfoide aguda cortical T que desenvolveu há dois anos. Agressiva, a doença é difícil de ser controlada. Uma das únicas esperanças de cura passa pelo transplante de medula óssea. E é por um doador que a família de Catarina aguarda ansiosamente.

Mãe da garota, Nádia Melo, 38, conta que toda a família já fez o exame de compatibilidade, mas o resultado foi negativo. Agora, a dona de casa enfrenta uma batalha contra o tempo para encontrar alguém compatível com Catarina até o momento em que a filha terminar o tratamento que a prepara para o transplante — o mais rápido possível, segundo os médicos.

A leucemia de Catarina apareceu em junho de 2012. “Ela começou a ter um sangramento no nariz e eu achei suspeito. Quando apresentou febre, comecei a levá-la aos médicos”, lembra Nádia. À época, a família em Santana do Livramento (RS), e os especialistas liberavam Catarina afirmando se tratar apenas de uma virose. Pouco tempo depois, Nádia voltou para Brasília, onde morava antes de ir para o Sul. Resolveu fazer mais uma consulta por aqui e, então, surgiu a suspeita da doença. “No mesmo dia, começamos o tratamento”, conta.

A doença estava em estágio avançado, mas por ser a leucemia linfoide aguda, que responde bem aos tratamentos de quimioterapia, entrou em remissão — fase em que a doença não apresenta sinais de atividade. “Ela ficou um ano e quatro meses assim. Foi incrível: a Tata respondeu muito bem ao tratamento”, sorri Nádia, citando o carinhoso apelido da filha. No entanto, há dois meses, a leucemia voltou. Catarina teve uma virose e, em seguida, os exames identificaram a doença novamente. Por causa da recaída, os médicos explicaram que a única chance de cura completa é o transplante. Desde então, enquanto a menina faz tratamentos para destruir as células malignas, a família procura possíveis doadores.

Nádia tenta manter a força pelas filhas — além de Catarina, ela é mãe de Giovana Melo Maciel, 8. “As duas são muito amigas e isso é maravilhoso. A Giovana entende que, muitas vezes, precisamos dar mais atenção para a Catarina, e ela mesma faz mais as vontades da irmã”, conta a mãe, que largou o emprego para cuidar das filhas.

Para ela, em momentos críticos, é a força da dupla que permite seguir em frente. “Quando temos um diagnóstico desses, só temos duas opções: ou você luta ou se entrega. Eu luto pela minha família e, quando choro ou fico mais triste, a Catarina me diz que não preciso chorar, pois não irei perdê-la. Ela fala que fará o tratamento e tudo vai ficar bem”, diz, emocionada. A principal batalha agora é pela doação de medula. Nádia faz um apelo para que as pessoas se cadastrem no Hemocentro para que possam salvar vidas. “Você não perde nada (ao doar) e logo se recupera. Com um simples gesto, pode salvar a vida de uma criança, que tem tantos anos para viver pela frente. Doar medula, mais do que doar vida, é doar esperança.”

A doença

A hematologista pediatra Isís Maria Quesado Magalhães explica que a leucemia é um câncer que ataca a medula óssea. Na medula, são produzidas as células-mãe, que dão origem aos três tipo de células sanguíneas, responsáveis por abastecer todo o corpo. Quando a pessoa tem leucemia, as células passam a se reproduzir com defeito e não se tornam sanguíneas. Doentes, elas se multiplicam, preenchem a medula e impedem a produção de sangue.


Para saber mais

Amostra

Para ser doador de medula óssea, basta se dirigir ao Hemocentro de Brasília, retirar uma pequena quantidade de sangue para amostra e fornecer os dados gerais. Caso seja compatível com alguém que precise, o Hemocentro entra em contato. No procedimento médico, é retirada uma quantidade de medula do osso ilíaco da bacia, que contém células jovens capazes de produzir os três componentes do sangue. Em seguida, o líquido é injetado na circulação venosa do paciente. O procedimento é feito com anestesia e em 15 dias o doador está completamente recuperado. (Ailim Cabral).


Ajude

Hemocentro de Brasília

Setor Médico Hospitalar Norte, Quadra 03, conjunto A,
Bloco 03, Asa Norte

Informações: 160 (opção 2)
ou 3327-4424

Contato direto com Nádia:
nadiamaciel7@hotmail.com
e 9668-0328 


http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/brasil/2014/11/11/interna_brasil,542038/catarina-de-5-anos-esta-em-busca-de-um-doador-para-se-salvar-de-leucemia.shtml

A espera de um doador!



 
Campanha ‘Todos por Malu’ estimula cadastro para doação de medula
Objetivo é encontrar doador compatível.
Para doar é preciso ter entre 18 a 55 anos e não ter doenças infecciosas.

Nesta quinta-feira (13), familiares da pequena Maria Luiza de dois anos realizam uma mobilização especial que faz parte da campanha ‘Todos por Malu’ como o objetivo de estimular o cadastro de medula óssea, realizado no Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose).

A menina que reside no município de Tomar do Geru, a 131 Km de Aracaju, foi diagnosticada com leucemia e ficou internada de julho a agosto em um hospital da capital sergipana. Em setembro, a família  foi  para a cidade de Barretos, em São Paulo, onde ela continua o tratamento no Hospital do Câncer da cidade.

 Uma equipe do Hemocentro de Sergipe irá realizar o cadastro em Tomar do Geru até o final da tarde, onde realiza a captação de doadores. “Já foi confirmado que ela necessida de um transplante, e  nós da família fizemos os exames e infelizmente não encontramos compatibilidade, agora estamos buscando novos possíveis doadores e a campanha vai seguir por outros municípios” , destacou Rosa Mateus, tia de Malu.

A mobilização iniciada pelos familiares criou uma verdadeira rede de solidariedade para encontrar candidatos a doadores de medula e é estimulada através de uma página em uma rede social que ajuda a promover a campanha:  ‘Todos por Malu’.

Cadastro de Medula
Para fazer parte do cadastro de medula óssea, é preciso ter entre 18 a 55 anos e não possuir diagnóstico de doenças infecciosas. Também preenche o formulário com dados pessoais e a coleta de 5 ml de sangue. " Muita gente tem medo de doar, pois acredita que o liquido será retirado da coluna, o que não é verdade, é retirado da bácia e dias depois a pessoa está totalmente recuperada", explica Rosa.

A amostra do sangue segue para exame de Histocompatibilidade (HLA) que vai fazer o cruzamento das características genéticas do sangue do candidato com os dados do paciente que aguarda o transplante. Mais informações nos seguintes telefones (79) 3225-8000/8039 e 3259-3174.


http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2014/11/campanha-todos-por-malu-estimula-cadastro-para-doacao-de-medula.html

A espera de um doador!




Menina com doença rara aguarda transplante de medula óssea, no ES
Mayara sofre com a Síndrome de Blackfan-Diamond.
Pais espalham cartazes pela região pedindo doadores.

 Afixados nas paredes, muros e postes de Rio Bananal, no Norte do Espírito Santo, um cartaz simples informa o pedido de socorro de um casal que teme perder a filha para uma doença rara. A pequena Mayara, de um ano e dois meses, sofre da Síndrome de Blackfan-Diamond, uma anemia que impede o corpo de produzir glóbulos vermelhos. Segundo os pais da criança, a única possibilidade de salvar a vida dela é realizando um transplante de medula óssea. Porém, com a dificuldade de encontrar um doador compatível, o casal passou a sair pelas ruas colando os cartazes e pedindo que as pessoas façam o teste.

Mayara foi diagnosticada com a doença quando ainda tinha três meses de idade. Desde então, ela precisa passar por sessões de transfusão de sangue, o que ameniza o problema. "Uma vez por mês ela vai ter que fazer a transfusão. Se não fizer, ela vem a óbito. Até achar um doador de medula compatível", explicou a mãe, Patrícia Beguen.

 De acordo com especialistas, a síndrome rara atinge um recém-nascido a cada 200 mil. A doença afeta a produção de glóbulos vermelhos, que são responsáveis por levar o oxigênio até a células do corpo. Porém, a hematologista Marli Hemeriky Seixas explicou que transfusões de sangue são soluções temporárias. "O transplante de medula, de um modo geral, é que dá cura a dessa enfermidade", explicou a especialista.

Atrás dessa esperança, há cerca de um mês os pais saem todos os dias para espalhar os cartazes pela cidade e entregá-los nas mãos das pessoas que circulam pelo local. "Nós estamos pedindo para que as pessoas se mobilizem para fazer o teste de doação de medula, que é a única cura que tem para ela sobreviver", contou Patrícia.

O pai da criança, Deocir Bonfante, explicou que cada pedido colado cria mais expectativa entre eles. "Eu chego a falar assim: 'vai lá, pelo amor de Deus. Quem sabe que não é você que não vai salvar a minha filha?'", declarou.

Emocionado com o pedido, o trabalhador autônomo Valdenir Rogoni decidiu ir até o hemocentro realizar o exame. "Vamos lá fazer o teste e, se for compatível, fazer para que ela se sinta bem. É importante as pessoas participarem e se conscientizarem de que isso não vai fazer mal pra gente, mas vai fazer bem para uma pessoa", declarou.

Para ser um doador de medula, basta os interessados irem até o hemocentro mais próximo e retirar uma pequena quantidade de sangue. As informações registradas ficam arquivadas em um banco de dados internacional.


http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2014/11/menina-com-doenca-rara-aguarda-transplante-de-medula-ossea-no-es.html

A espera de um doador!



BORA AJUDAR NOSSA BRASILEIRINHA ANA CLARA?
ELA SÓ PRECISA DE UM DOADOR DE MEDULA ÓSSEA !! 

A espera de um doador!



 
Urgente!!! Ela se chama Viviane Cardoso !!

Por favor, ajudem-nos a salvar a vida da nossa querida Vivi, nossa menina de 14 anos, cheia de vida e alegria, mas que infelizmente está sendo interrompida pela LEUCEMIA, sendo que agora não há mais o que fazer, se não um transplante de medula óssea.
O teste é simples e não prejudica a saúde do doador. É um gesto de solidariedade que significa muito para ela, SIGNIFICA A PRÓPRIA VIDA.
QUANTO MAIS DOADORES TIVERMOS, MAIORES AS CHANCES DELA.
VAMOS SALVAR ESSA VIDA !!!
As doações e testes de compatibilidade de MEDULA ÓSSEA podem ser feitas no Hospital de Clinicas, Conceição ou Hemocentro, tem que dizer o nome dela VITÓRIA COSTA CARDOSO.
Ela permanece internada no Hospital da criança Santo Antônio, 6º andar, leito 6610. Qualquer dúvida, entre em contato conosco pelos telefones: 3446 0390, 9753 0837, 96875940.

Passo a passo como ser um doador de medula óssea:
1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde;
2. Doar uma pequena quantidade de sangue (10ml);
3. Seu sangue será tipado, que é um teste de laboratório para identificar seu tipo HLA;
4. Seu tipo HLA será colocado no cadastro Nacional e no Internacional;
5. Quando aparecer um paciente, sua compatibilidade será verificada;
6. Se você for compatível com o paciente-receptor, outros testes sangüíneos serão necessários;
7. Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir a doação;
8. Você receberá maiores informações e seu estado de saúde será novamente avaliado.

DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA
Informações:
Coordenadoria de Transplantes
Fone: (51) 3214.8093
Site: www.santacasa.org.br
E-mail: coordtranspl@santacas.tche.br
Complexo Hospitalar Santa Casa
Hospital Dom Vicente Scherer
1º Centro de Transplantes da América Latina
Av. Independência, 155, Porto Alegre – RS
Fone: (51) 3214.8080
Fax: (51) 3214.8585
Site: www.santacasa.org.br

HOSPITAL DE CLINICAS DE POA
E-mail: hcpa@hcpa.ufrgs.br
Fone: (51) 3316.8000
HEMOCENTRO DO RS
E-mail: hemorgs@fepps.rs.gov.br
Fone: (51) 3336.6143/3336.4622/3339.7330/3336.6755

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É com muita  tristeza que comunico a passagem desse lindo guerreiro Arthur, infelizmente a leucemia dele foi avassaladora e o levou em apenas 20 dias.
Imagine o sofrimento da familia...
Oremos pra que sua mãezinha seja confortada e amparada por Deus, junto a todos os familiares.
Agradeço a todos que com todo o amor, doaram sangue pra ele.
Estou triste....mais um guerreiro partindo...qtos nesses últimos dias.
Mas com certeza, todos estão em ótimo lugar....
Doe Medula Óssea!!

 Adriana Almeida Fernandes

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Morre em SP advogada que derrubou portaria sobre doação de medula
Carolina Parzewski, de 36 anos, lutava contra a leucemia desde 2012.
Ela questionou Ministério da Saúde, que limitava cadastro de doadores.

 Morreu na tarde de domingo (2) a advogada Carolina Parzewski, de 36 anos, paciente com leucemia que ficou conhecida por derrubar uma portaria do Ministério da Saúde que limita o número de cadastros de doadores de medula óssea por município. Carolina, que vivia em Franca (SP), lutava contra a doença há dois anos. O enterro da advogada ocorre às 10h desta segunda-feira (3) no Cemitério da Saudade, em Franca (SP).

Em maio, Carolina realizou um transplante de medula com material doado pela mãe. A advogada, que fazia tratamento no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP), estava internada na unidade desde o dia 5 de outubro. No domingo, o quadro de saúde de Carolina se agravou e ela chegou a ser levada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, mas não resistiu e morreu após sofrer uma parada cardíaca.

 De acordo com a professora Gisele Villaça Bastos Garcia, amiga da família, Carolina havia se mudado para Ribeirão Preto desde quando fez o transplante, para seguir com o tratamento contra a leucemia. "Ela estava internada e veio a piorar neste final de semana. Durante esse período que ela passou  no hospital o estado dela não era ruim. Na última semana, ela tinha até voltado a se alimentar normalmente. Ela lutou bastante. Com o exemplo dela, ela conseguiu não só derrubar uma portaria na Justiça, mas quebrou muitos preconceitos. O tempo que ela lutou foi sempre como uma pessoa feliz, alegre e de bem com a vida", afirma a amiga.

A luta
Carolina travava uma luta diária contra a leucemia desde 2012. Quando descobriu a doença, passou por várias sessões de quimioterapia e de transfusão de sangue. Em março de 2013, a doença foi controlada e a advogada entrou em estado de recesso. Seis meses depois, no entanto, o câncer voltou, e segundo os médicos somente um transplante de medula óssea garantiria a sobrevivência de Carolina.

A família chegou a organizar uma campanha em Franca (SP) para coletar o maior número de doadores de medula possível, mas esbarrou em uma portaria do Ministério da Saúde que determina uma cota de cadastros por município. A advogada então recorreu à Justiça Federal e conseguiu uma liminar suspendendo a medida.

Apesar da movimentação, a advogada não conseguiu nenhum doador compatível no município. Em dezembro de 2013, dois voluntários compatíveis foram encontrados no exterior, através do banco mundial de doadores. Os doadores, no entanto, não puderam realizar o procedimento, mas a notícia só foi dada pelos médicos em abril deste ano. Carolina então recebeu a medula da mãe, Rita Parzewski, que era 50% compatível com a filha.


http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2014/11/morre-em-sp-advogada-que-derrubou-portaria-sobre-doacao-de-medula.html

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Morre nos EUA jovem com câncer que planejou seu suicídio assistido

Brittany Maynard, a jovem de 29 anos que sofria de um agressivo tipo de câncer no cérebro, e que comoveu os Estados Unidos ao anunciar que marcou seu suicídio assistido para 1º de novembro, morreu, informou neste domingo a ONG 'Compassion & Choices'.

'Com tristeza anunciamos a morte de uma mulher querida e maravilhosa, Brittany Maynard. Ela morreu em paz, em sua cama, rodeada por sua família e entes queridos', disse a organização, que se dedica a assessorar doentes terminais que desejam uma morte digna.

O comunicado explicou que Brittany sofria 'ataques cada vez mais frequentes e mais longos, dores severas de cabeça e de garganta e sintomas semelhantes aos do AVC'.

Ela escolheu usar a 'medicação para ajudá-la a morrer, recebida meses atrás.'

Ela morreu no sábado em sua casa em Portland, no estado do Oregon (EUA), após publicar uma mensagem de despedida no Facebook.

'Adeus a todos meus queridos amigos e à família que amo. Hoje é o dia que escolhi para morrer com dignidade diante de minha doença terminal, este câncer cerebral terrível que me tirou tanto, mas que me teria tirado muito mais', escreveu.

'O mundo é um lugar maravilhoso, viajar foi uma grande lição, meus amigos íntimos e todos os outros são os mais generosos. Inclusive tenho um grupo me apoiando enquanto escrevo. Adeus, mundo. Divulguem boa energia.'.

O caso de Brittany teve uma grande repercussão nos Estados Unidos e reabriu o debate sobre o suicídio assistido no país.

O suicídio assistido é legal somente em cinco estados americanos, por isso a jovem, que vivia em Oakland, na Califórnia, se mudou junto com sua família para o Oregon.

Ela criou o Fundo Brittany Maynard para promover o 'direito a uma morte digna' em todo o país. Ela publicou um vídeo na quinta-feira em que explicava sua decisão.

'Quando as pessoas me criticam porque não espero mais tempo ou porque não sigo o que eles decidiram que é melhor para mim, me dói. Porque eu me arrisco a cada dia, a cada dia de manhã ao me levantar', desabafou.

Em janeiro deste ano, pouco mais de um ano após se casar, Brittany foi ao médico por causa dos fortes dores de cabeça que sentia e teve diagnosticado um tumor cerebral de grande agressividade.

O câncer avançou rapidamente e os especialistas a informaram que só restavam alguns meses de vida, e explicaram como seria o desenvolvimento da doença, que causa um grande e prolongado sofrimento antes da morte.

Perante esta situação, a jovem decidiu se mudar para o Oregon, onde a lei permite que os médicos, depois de uma série de avaliações, forneçam os medicamentos para o suicídio assistido. 


http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/morre-nos-eua-jovem-com-c%C3%A2ncer-que-planejou-seu-suic%C3%ADdio-assistido/ar-BBcFsRi?ocid=mailsignout

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Não está mais conosco!GEORGE CESAR




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Descanse em paz Ytalo Feitosa Alves e que nosso Deus dê conforto a toda familia!!!!

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Menina que lutava contra o câncer é sepultada sob comoção; veja vídeo

Corpo de Sara Dantas foi sepultado em Currais Novos, no Seridó do RN.
Menina que lutava contra uma leucemia morreu nesta madrugada.

video aqui


http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2014/10/menina-que-lutava-contra-o-cancer-e-sepultada-sob-comocao-veja-video.html

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Morre menina de 9 anos que lutava contra leucemia.

Sara Dantas morreu na madrugada desta segunda-feira (13).
Ela aguardava o transplante de medula óssea, quando teve pneumonia.

Há um ano lutando contra o câncer, a pequena Sara Dantas, de 9 anos de idade, faleceu na madrugada desta segunda-feira (13). Ela aguardava o transplante de medula óssea e foi internada na UTI do Hospital Infantil Varela Santiago há quase um mês com pneumonia. O quadro piorou e nesta madrugada ela faleceu. Sara lutava contra a leucemia ao lado da mãe, Denilsa Dantas, que em junho deste ano foi diagnosticada com câncer de mama.

 A família é de Currais Novos e se mudou para Natal para ficar mais próximo dos hospitais onde Sara se tratava. Em agosto, a história de Sara foi matéria do G1 e da Inter TV Cabugi, revelando que dois doadores compatíveis tinham sido identificados, mas não foram localizados porque não estavam com o cadastro atualizado.

Logo depois, foram localizados 12 doadores compatíveis com Sara. Um deles foi selecionado e já estava apto a doar, mas Sara já estava internada e precisava se recuperar da pneumonia para se submeter ao transplante. Ela morreu na madrugada desta segunda.

O enterro de Sara está previsto para às 16h, em Currais Novos, município que fica a 170 quilômetros de Natal.

http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2014/10/menina-de-9-anos-que-lutava-contra-o-cancer-junto-com-mae-morre.html

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