sábado, 6 de junho de 2015

Bancos de sangue sofrem queda por causa do frio e doenças respiratórias



Baixas temperaturas acabam espantando os doadores.
Gesto simples de solidariedade pode salvar muitas vidas.

 Os bancos de sangue sofrem, nesta época do ano, com a queda nos estoques, principalmente por causa do frio e das doenças respiratórias que afetam os doadores. E isso é um problema para os hospitais.

As baixas temperaturas acabam espantando os doadores, mas um gesto simples de solidariedade pode salvar muitas vidas.

Para quem deseja doar sangue é preciso ter entre 18 e 69 anos, estar saudável e não ter tido hepatite antes dos 11 anos.

No dia da doação, 12 horas antes não é permitida a ingestão de bebida alcoólica. É importante ainda estar bem alimentado.

O telefone de contado com a Fundação Hemominas é o 155. Para mais informações sobre como e onde fazer as doações de sangue em Minas, acesse o site.



http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2015/06/bancos-de-sangue-sofrem-queda-por-causa-do-frio-e-doencas-respiratorias.html

Campanha Junho Vermelho convoca população para doar sangue.



ESTADO DE SÃO PAULO - Campanha Junho Vermelho convoca população para doar sangue. 

Promovida pelo movimento Eu Dou Sangue Pelo Brasil, ela tem o objetivo de tornar a atitude um hábito na vida do cidadão. 

No Estado de SP, a Secretaria da Saúde planeja uma série de ações para conscientizar a população. Por exemplo, em prédios como o do Instituto do Câncer, o Viaduto do Chá e o Memorial da América Latina, na capital, que serão iluminados com a cor vermelha para chamar a atenção para a campanha. 

O Estado de SP responde, sozinho, por um em cada quatro litros de sangue coletados no País. São cerca de 850 mil bolsas por ano, mas as doações costumam cair bastante nessa época. 

Quem quiser ajudar deve comparecer a um dos 120 postos de coleta distribuídos por todo o Estado. 

A Secretaria da Saúde de SP explica que, para doar, é preciso levar documento com foto, estar bem alimentado e evitar, por exemplo, consumir bebidas alcoólicas 12 horas antes. 


Mais informações estão disponíveis no site www.saude.sp.gov.br.

“Fechados com Yago”: jovem precisa da doação de medula óssea



Familiares de Caratinga se mobilizam 
A campanha “Fechados com Yago” já está nas redes sociais. O jovem mineiro de Uberlândia, Yago Laguardia, é portador de Leucemia e está na corrida contra o tempo à espera de um doador compatível de medula óssea. O jovem tem parentes na cidade de Caratinga que também abraçaram a campanha e hoje tentam estimular a população para que mais pessoas se tornem doadoras.

O pedido também foi encaminhado ao Hospital Nossa Senhora Auxiliadora de Caratinga. A instituição de saúde se colocou à disposição para ajudar e abre as portas para que os interessados na doação possam se cadastrar. Para obter mais informações basta ligar para (33) 3322-6400. A mensagem de apoio também foi postada pela captadora Michelle Cristina.

Ainda nas redes sociais, a mobilização é intensa. Centenas de pessoas abraçaram a campanha e se mostram solidárias ao caso de Yago e a de tantas pessoas que sofrem com a mesma doença e aguardam por um doador compatível.

Participe você também. A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e amor com o próximo. Os doadores tem de ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde.


 fonte>>http://portal.tvsupercanal.com.br/?p=27009

Paulinho continuará tratamento contra leucemia em São Paulo




A família de Paulo Sérgio, o Paulinho, de cinco anos, anunciou na manhã desta sexta-feira (5), em uma rede social, que dará continuidade ao tratamento contra a leucemia em São Paulo. A história do pequeno juiz-forano ganhou repercussão na cidade quando os pais, Paula Chagas e Octavio Fernandes, venceram a timidez e se vestiram de super-heróis para animá-lo no tratamento. Neste ano, familiares e amigos também iniciaram a campanha "#JuntospeloPaulinho - doe medula óssea". A corrente do bem mudou a rotina do Hemocentro da cidade, que desde o início da mobilização recebeu 1.086 cadastros em apenas 18 dias.
De acordo com a mãe, Paula, a família optou por dar continuidade ao tratamento do garoto em São Paulo para fazer com que ele se sinta mais seguro e confiante quando o transplante for realizado. "Nós recebemos a indicação para fazer o transplante lá pois a equipe é especializada e tem mais experiência com transplante de medula em crianças. Então, nós resolvemos dar continuidade ao tratamento também em São Paulo para preparar não só o corpo, como também a cabeça do Paulinho. Ele sempre fala em internar no hospital aqui em Juiz de Fora, porque ele já conhece e confia. Não queríamos chegar de supetão em um novo lugar para fazer um transplante, porque sabemos que é um procedimento complicado. Queremos que ele conheça e entenda primeiro", falou.
Ao que tudo indica, a família já deve ir para a capital paulista na próxima semana. "Vamos resolver apenas as questões burocráticas agora. Estamos indo na hematologista dele hoje ainda para pegar o encaminhamento e aguardar o plano de saúde autorizar. Acredito que estaremos em São Paulo até o final da semana que vem", comentou Paula.
A família aguarda também o resultado do teste de compatibilidade para o transplante. O exame foi realizado na última segunda-feira (1º) e o resultado deve sair na próxima semana. Se Paulinho não for compatível com os pais, Paula e Octávio, ou com os irmãos Octávio e Arthur, ele será inscrito no Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme). A partir daí, começa a busca por um doador cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).
Corrente de Solidariedade
A cidade de Juiz de Fora se mobilizou para ajudar Paulinho a encontrar um doador compatível.  Na página #JuntospeloPaulinho foram feitos pedidos para doação de sangue e de plaquetas para o menino.Também houve publicações sobre pessoas que se cadastraram como doadores em cidades do Brasil e até na Inglaterra; sobre pessoas que apoiam a campanha, entre elas, está o ex-jogador Zico, que soube da mobilização e também divulgou uma foto com o cartaz. No período, foi realizado ainda um evento na Praça Cívica da UFJF e uma caminhada no Rio de Janeiro. Integrantes do grupo estão organizando caravanas para cidades onde há unidade do Hemocentro para fazer o cadastro de doadores.
Nesta sexta-feira (5), foi divulgado também na página que amigos, familiares e até desconhecidos estão se mobilizando para ajudar a família em São Paulo. Várias pessoas organizaram rifas e bingos e uma camisa da campanha está sendo vendida pelo valor de R$ 20. "As pessoas estão se unindo para nos ajudar. Nós somos uma família de classe média, não somos pobres, mas tudo fica desestruturado quando acontece uma coisa dessas. Nós temos vários gastos. Não tínhamos previsto gastos com mudança para outra cidade. Tem também o Arthur, meu filho mais novo, que ficará com a minha sogra. E as pessoas estão nos ajudando. Tem muita gente envolvida", contou.
Para Paula, ver o tanto que as pessoas são solidárias é emocionante. "Está sendo fantástico. Nós estamos impressionados e comovidos. Tem tanta gente passando pelo mesmo que nós. O Paulinho é carismático, ele comove as pessoas. Mas a gente espera com essa campanha ajudar não só ele, mas também as outras crianças", finalizou.


Fonte>>http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2015/06/paulinho-continuara-tratamento-contra-leucemia-em-sao-paulo.html

Família de Paulinho fará teste de compatibilidade na próxima semana




Após retorno da leucemia, menino estava internado em Juiz de Fora.
Família anunciou que garoto teve alta após 1º ciclo de quimioterapia.

 "Graças a Deus, saímos do hospital!!! Já estamos em casa, descansando e nos preparando para o próximo ciclo de quimioterapia. Obrigada mais uma vez a todos que doaram sangue, se cadastraram e oraram por nós!!! A luta continua”.

Acompanhada de uma montagem de fotos, foi com essa mensagem que a família anunciou em uma rede social que Paulo Sérgio, de cinco anos, o Paulinho, teve alta neste sábado (30) após o primeiro ciclo de quimioterapia para combater a leucemia.

Agora, o transplante de medula óssea é o caminho para a cura e a saúde de Paulinho. O próximo capítulo da jornada da família, após o confirmação do retorno da doença neste mês, é tão importante quanto decisivo.

“Na segunda (1º), vamos fazer o teste de compatibilidade. A coleta do sangue de todos nós será feita no Hospital Universitário (HU). Depois disso é esperar cerca de 15 dias para saber o resultado”, disse a mãe, Paula Chagas, ao G1. As duas semanas de espera pelo resultado de compatibilidade também serão a folga de Paulinho e da família antes da internação para o segundo ciclo de quimioterapia.

 Se Paulinho não for compatível com os pais, Paula e Octávio, ou com os irmãos Octávio e Arthur, ele será inscrito no Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme). A partir daí, começa a busca por um doador cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

"Uma vez feito o cadastro leva de 45 dias a seis meses para o resultado entrar no Redome. Por isso a importância de doar logo para poder ser incluído o quanto antes no sistema. Quanto mais pessoas cadastradas como doadoras, maiores as chances de quem precisa”, explicou Paula. Segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a compatibilidade com doadores fora da família é de um para cada cem mil.

Finalmente em casa
Depois de 23 dias do diagnóstico, Paulinho teve alta, após superar os efeitos colaterais do primeiro ciclo de quimioterapia. “O ciclo terminou no dia 17, dez dias após a internação. No entanto, a alta só foi agora porque ele teve diarreia, febre, mucosite e a gente precisava que o sangue dele estivesse melhor. Ainda não está excelente, mas é suficiente para ele ir para casa”, disse a mãe. Neste período, na página #JuntospeloPaulinho, foram feitos pedidos para doação de sangue e de plaquetas para o menino.

 No entanto, alguns cuidados são necessários. Um deles é o uso de máscara, inclusive pelos pais. A médica liberou visitas, com algumas precauções.

“Quando souberam da alta, os amiguinhos mandaram mensagens perguntando se ele voltaria à sala de aula. Aí eu expliquei que ele ainda está fazendo tratamento e não pode. Mas ele perguntou se poderia receber visita. A médica liberou, desde que seja um de cada vez, que não esteja doente ou gripado e que use máscara. Na semana que vem, vou à escola explicar isso para os amiguinhos”, disse.

Nestes dias em que a página está no ar, foram várias publicações sobre pessoas que se cadastraram como doadores em cidades do Brasil e até na Inglaterra; sobre pessoas que apoiam a campanha, entre elas, está o ex-jogador Zico, que soube da mobilização e também divulgou uma foto com o cartaz. Inclusive foi publicado um vídeo com Paulinho incentivando as pessoas a se tornarem doadoras (veja abaixo).

 Outros casos de pacientes que esperam doação, também foram divulgados, como a situação da bebê Marina, de 1 ano e meio, também internada para tratamento contra a leucemia em Juiz de Fora. Nos primeiros dias de divulgação, mais de 300 pessoas se cadastraram no Hemocentro de Juiz de Fora.

No período, foi realizado evento na Praça Cívica da UFJF e uma caminhada no Rio de Janeiro. Integrantes do grupo estão organizando caravanas para cidades onde há unidade do Hemocentro para fazer o cadastro de doadores. 

Não pense que o retorno do filho significou uma pausa na participação da família Chagas na campanha pela conscientização da importância da doação da medula óssea. Nesta tarde de sábado, Paula Chagas deu entrevista durante uma pausa na panfletagem realizada em um shopping. “A campanha é muito maior. Não é só por ele. Precisamos esclarecer sobre a doação de sangue e de medula óssea. É uma forma de aumentar a chance de todas as pessoas que estão passando pela mesma situação que ele”, afirmou. 


http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2015/05/familia-de-paulinho-fara-teste-de-compatibilidade-na-proxima-semana.html

sábado, 16 de maio de 2015

Entenda como é feita a doação de medula óssea

Exames de sangue

O número de doadores de medula óssea no Brasil aumentou. Há 15 anos, eram apenas 12 mil inscritos no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Desde 2014, o Brasil já chegou à marca de 3,5 milhões de doadores cadastrados. O responsável pelo banco de doadores de medula óssea é o Instituto Nacional do Câncer (Inca). 
"É preciso que haja entendimento de que a quantidade de doadores necessários para atender aos pacientes que estão esperando os transplantes é uma proporção da população brasileira. É um percentual da população brasileira que representa a diversidade genética da população. O Brasil teve um salto nos últimos 15 anos em que conseguimos a participação de todas as regiões do país, todas as raças e cor da população estão representados no registro. Nós saímos de 12 mil doadores para 3,6 milhões, o que nos coloca como terceiro maior registro do mundo", ressaltou o diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Inca e coordenador do Redome, Luís Fernando Bouzas, em participação ao programa Tema Livre desta segunda-feira (11). 
Bouzas lembra que ainda existe muita confusão sobre o que é medula óssea e como é feita a doação. "As pessoas confundem medula óssea com medula espinhal, que é parte do sistema nervoso e que está dentro da coluna vertical. A medula é o tutano, o tecido que se encontra dentro dos ossos. Esse tecido é muito importante porque dele se origina todas as celulas do sangue e do sistema imunológico, que defendem nosso organismo. Quando se substitui a medula óssea é um procedimento extremamente complexo, que tem indicacação para diversas doenças e tratamentos", explicou Luís Fernando Bouzas.
Sobre a doação, o médico enfatiza que o procedimento para tanto é extremamente seguro. "Quando ocorre a doação, ao mesmo tempo, há uma regeneração rápida desse tecido. Logo após a retirada do tecido, que é de uma fração 15% a 20%, 15 dias depois já há totalmente a recuperação do doador e do tecido retirado",  detalhou Bouzas.

Como doar medula óssea

O gerente do Redome, Alexandre José Almada, que também participou do Tema Livre, explicou que antes de fazer ser selecionado para doação de medula, a pessoa deve ir em um hemocentro para ser cadastrado.
"A pessoa preenche uma ficha com cadastros pessoais e, ao mesmo  tempo, coleta uma amostra de sangue, que vai servir para realizar um teste que vai mostrar a caracterização genética do doador. Isso ainda não é a doação. No futuro, quando houver o cruzamento de dados do paciente e do doador, outros teste serão feitos para concretizar a informação e aí a doação poderá ser feita". acrescentou Bouzas, informando que esse cruzamento é feito por computador.
fonte>>http://www.ebc.com.br/noticias/saude/2015/05/entenda-como-e-feita-doacao-de-medula-ossea

Transplante de medula: médicos orientam sobre doação personalizada

Campanhas de mobilização para localização de doadores de medula óssea são frequentes. Quando celebridades, políticos e pessoas influentes se sensibilizam com um caso e passam a pedir doações na mídia e em redes sociais, um grande número de pessoas lotam os hemocentros para serem voluntários. Mas o ideal seria que as pessoas se cadastrassem para qualquer paciente, não apenas a partir de uma campanha personalizada.
Para Luis Bouzas, diretor geral do Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), deve haver uma conscientização por parte da sociedade que muitas pessoas precisam de medula de óssea e que só o fato de se cadastrarem nos hemocentros não significa que a doação foi efetivada. “Uma vez cadastrada, essa pessoa tem que manter o cadastro atualizado, pois no momento que um paciente for compatível, o hemocentro poderá contatá-lo e, a partir desse momento, começa a doação efetiva”, explica o médico.
Além disso, é preciso diversificar a genética nos registros. Doações para pacientes raros devem ser feitas de forma organizada e criteriosa. Se o paciente é descendente de orientais, a captação deve ser feita em locais onde residem pessoas com ascendência oriental. Se o paciente é descendente de alemães o ideal é que se faça no sul do país ou diretamente no Registro Alemão e assim por diante. O REDOME já é o terceiro maior Registro do mundo com 3 600 000 doadores e cadastra anualmente cerca de 400 000 novos doadores com recursos para custeio dos testes genéticos totalmente público (SUS).
Desta forma, se consegue mais efetividade nos resultados e uso racional dos recursos públicos beneficiando “todos os pacientes de uma forma geral”. Os doadores de campanha massificada, prosseguiu, vão aos bancos de sangue uma vez só e não são fidelizados. A fidelização é um dos objetivos do REDOME, cujo cadastro já atende 90% dos pacientes que buscam um doador na fase preliminar.
Esta opinião é compartilhada pelo presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), Dimas Covas. Ele apoia os alertas dados pelo diretor do REDOME e destaca a importância da mobilização dos doadores de forma organizada em busca da maior efetividade dos resultados em benefício dos pacientes.

A espera de um doador.



Este é o Tancrède que descobriu aos 11 anos que tem leucemia. A cura só virá com transplante de medula óssea. Você pode ser um doador compatível. Ajude a salvar a vida de pessoas como ele. Procure o hemocentro da sua cidade. Em SP, a Santa Casa faz o cadastro de doador em apenas 20 minutos na Rua Marques de Itu, 579. Nem precisa agendar. Vamos juntos ajudar a salvar vidas!

A espera de uma doador.



Vamos ajudar!! Essa princesinha aí de nome Luíza precisa de uma medulinha!Dia 17 de maio vai ter um movimento em prol da pequena para cadastramento de doadores de medula óssea a partir das 16hs na Praça do Jardim América- Fortaleza- Ceará! Participe e salve a vida dela!!

A espera de uma doador.



'Família super-herói' de Juiz de Fora recomeça batalha contra leucemia
Exames detectaram que Paulinho está novamente com a doença.
Nas redes sociais, família incentiva o cadastro para doação de medula.

 "Vamos vencer essa guerra!!! Força, foco e fé!". Passado o choque de receber novamente a notícia de que Paulo Sérgio, o Paulinho, está novamente com leucemia, a família Chagas em Juiz de Fora já iniciou a mobilização pelo menino, que vai precisar de um transplante de medula óssea.

Familiares e amigos iniciaram a campanha "#JuntospeloPaulinho - doe medula óssea", para incentivar as pessoas a se cadastrarem como doadoras. Em um grupo em uma rede social, as pessoas compartilham informações sobre doações e eventos de mobilização, além de fotos com a hastag da campanha. O primeiro evento será uma evento na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) no próximo domingo (17), com música, caminhada, informações e recolhimento de alimentos para a Fundação Ricardo Moyses Júnior.

A doença foi diagnosticada pela primeira vez em abril de 2013, quando Paulinho tinha três anos. Os pais, Paula e Octavio, venceram a timidez e se vestiram de super-heróis para animá-lo no tratamento. Em dezembro do mesmo ano, o exame mostrou que o garoto estava sem sinais de células doentes.

 Desde então, foram mais de 60 semanas da fase de manutenção, já fazendo contagem regressiva para a fase de controle. A família estava organizando a festa de aniversário de 5 anos de Paulinho com comemoração prevista para o dia 16. Inclusive no sábado (2) fizeram fotos no Parque da Lajinha para o book do aniversário. No entanto, a situação mudou no dia seguinte.

“Domingo (3), Paulinho amanheceu com dor abdominal e muitos hematomas (crescentes...). Fizemos um exame de sangue e as plaquetas estavam bem abaixo do normal (45.000). A dor abdominal persistiu mesmo depois de termos procurado assistência e nenhuma causa ter sido descoberta”, disse a mãe.

O quadro não melhorou e eles tiveram que retornar ao hospital. “De terça (5) para quarta (6), ele passou muito mal à noite, a dor estava insuportável, o que nos levou à emergência do hospital de madrugada. No dia seguinte, muitos exames, e a constatação de que seu exame de sangue tinha piorado mais”, narrou.

Nesta quinta-feira (7), o diagnóstico que a família esperava ter superado foi confirmado. “Marcado exame da medula óssea e nosso mundo desmoronando de novo... E infelizmente a notícia é que a que não queríamos, o mielograma mostrou as células atípicas... E o retorno da leucemia”, narrou a mãe em uma rede social.

 O dia das mães, neste domingo (10), e o aniversário de 5 anos dele, na segunda (11), serão no hospital, onde ele está internado neste recomeço de tratamento. Além disso, a família pede por doações de sangue O positivo para o menino. No depoimento, Paula Chagas reforçou que o Paulinho vai precisar de um transplante de medula. Os irmãos são as primeiras opções de doadores.

“Assim que ele estiver forte, testaremos a compatibilidade da medula dele com a do Arthur (25% chance) e com o Octavio (10% chance). Se não forem compatíveis, ele entra para a fila geral de transplante para encontrar um compatível!” E o pedido para que as pessoas ajudem veio na despedida do texto. “Força, foco e fé!!!! Sempre! ‪#‎juntospelopaulinho‬  ‪#‎doemmedulaossea‬ ‪#‎leucemiazeronobrasil‬”

Como doar
A chance de compatibilidade é de um para cada cem mil. Para ser doador de medula óssea, a pessoa precisa ter entre 18 e 55 anos e procurar o Hemominas.

“Qualquer pessoa nesta faixa pode ser doadora de medula. Precisa trazer um documento original e oficial com fotos, deve se dirigir ao setor de captação de doadores no segundo andar. No local, recebe a orientação de como funciona o cadastro, o transplante e colhe uma amostra de 5 ml de sangue. Não precisa vir doar em jejum”, explicou a chefe do setor de captação do Hemominas em Juiz de Fora, Lidiane Laroca.  

 Com esta amostra, é feito o cadastramento. “A partir disso, é feito o exame, que é codificado e incluído no cadastro do Registro Nacional dos Doadores de Medula Óssea (Redome) . É um banco de dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), que é nacional e de pessoas não aparentadas”, lembrou Lidiane Laroca.

Com isso, a pessoa está disponível para doar para qualquer paciente que precise. No entanto, a chefe do setor de captação de doadores diz que é necessário manter os dados atualizados. “A partir deste momento o doador está cadastrado e fica no banco de dados até os 60 anos. A única coisa que ele tem obrigação é de atualizar os dados pessoais dele, inclusive pela internet, acessando o site do INCA, para que ele seja encontrado em caso de compatibilidade”, afirmou.

Em Juiz de Fora, a instituição funciona na esquina da Avenida Rio Branco com Rua Barão de Cataguases, no Centro. O cadastramento é feito de segunda a sexta, de 8h às 18h. Em caso de dúvidas, as pessoas podem ligar para (32) 3257-3117 ou 3257-3113.

http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2015/05/familia-super-heroi-de-juiz-de-fora-recomeca-batalha-contra-leucemia.html

A espera de uma doador.



Anna Clara precisa de transplante de medula
Agora com oito anos, a menina luta contra a leucemia desde os dois

Divania Rodrigues,Da editoria de Cidades

Anna Clara é uma garota de oito anos – “alegre, brincalhona e carinhosa, mas um pouco patricinha”, considera a mãe sorrindo. Ludimilla Braga Teixeira, 26 anos, explica que a filha só fica uma pouco mais quietinha quando “amolece por causa dos remédios fortes” que toma para amenizar a doença contra a qual trava uma batalha desde muito cedo.

A menina tem leucemia desde os dois anos de idade. Aos cinco, os médicos consideraram que ela estava livre da doença. Mas ano passado veio a má notícia: Anna Clara começou a se sentir mal e o diagnóstico apontou, para tristeza dos pais, que o câncer tinha voltado.

Ludimilla guardou na memória a data da sentença médica – 23 de setembro. Ela estava grávida de um dos dois irmãos mais novos de Anna Clara e conta como se sentiu: “Fiquei muito revoltada e se passou um bom tempo até eu aceitar que tudo tinha voltado.”

Ludimilla, Anna Clara, o pai e os dois irmãos moram em Interlândia, a 20 quilômetros de Anápolis, mas a menina realiza o tratamento no Hospital Araújo Jorge, em Goiânia. A mãe conta que a menina não se importa e até gosta de viajar tanto para a Capital quanto para Anápolis, onde mora sua avó. “Ela gosta de sair de casa, ir para a casa dos avós”, conta a mãe.

A mãe de Anna Clara revela que a família tem recebido muita ajuda, até mesmo para comprar remédios, e que ela está otimista: “Poucas vezes fica prostrada na cama, principalmente quando toma remédios fortes, mas no resto do tempo está animada”.

 

Transplante

Com a volta da doença outra notícia pegou a família de surpresa: ao longo do tratamento, a médica verificou que Anna Clara não estava respondendo bem à quimioterapia, motivo que a faz precisar de um transplante de medula óssea o quanto antes. Para fazer o transplante, Anna Clara precisa encontrar um doador.

Todos da família já realizaram o teste de compatibilidade, incluindo os dois irmãos menores da menina, mas ninguém pode ser seu doador. Como não há ninguém na família ou no banco de cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) compatível é preciso realizar testes para encontrar alguém disposto à doação.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o número voluntários no Brasil tem aumentado nos últimos anos. De 12 mil inscritos em 2000, com 10% de transplantes realizados com doadores localizados no Redome, o Brasil chegou ao terceiro maior banco de dados do gênero no mundo com 3,5 milhões em 2014 e 70% de percentual de localização.

Teste

Para conseguir possíveis doadores, os familiares estão fazendo uma campanha por meio das redes sociais. Zilma Alves Teixeira, tia de Anna Clara, conta que durante a campanha conseguiram que o Hemocentro fizesse uma força tarefa para realizar testes de compatibilidade em Anápolis. “Não há restrições. Qualquer pessoa pode fazer o teste, de 18 a 55 anos, todos podem ser doadores”, conta.

As pessoas que querem ser doadoras de medula para Anna Clara podem se encaminhar para os pontos de realização de testes, a partir de amanhã até quarta-feira. Como Anna Clara, outras crianças e adultos também esperam encontrar um doador e mesmo que não seja compatível com a menina, você pode se cadastrar no Redome e ajudar outra pessoa a se curar.

SAIBA MAIS

Locais para realizar o teste:

 

    Anápolis

Segunda-feira (04/05) das 9h às 17h no Anashopping – Avenida Universitária, nº 2.221, Vila Santa Izabel;

Terça-feira (05/05) das 9h às 22h na Faculdade Anhanguera de Anápolis – Avenida Universitária, Centro;

Quarta-feira (06/05) das 9h às 17h, no Jaiara Shopping – Avenida Universitária, Vila Jaiara.

 

    Goiânia

Na Capital, quem deseja ser doador pode procurar o Hemocentro de Goiás, de 2ª a 6ª feira das 7h30 às 18h, na Avenida Anhanguera, nº 5.195, Setor Coimbra.

 

Perguntas e respostas sobre transplante de medula óssea

    O que é medula óssea?

É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por ‘tutano’. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas.

 

    O que é transplante de medula óssea?

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue. Consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

 

    Como é o transplante para o doador?

Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.

    Quais os riscos para o doador?

Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento que necessita de anestesia, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 15%). Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada verifica as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório. Os sintomas que podem ocorrer após a doação – dor local, astenia (fraqueza temporária), dor de cabeça, em geral – são passageiros e controlados com medicamentos simples, como analgésicos. O transplante é um procedimento seguro e requer internação de, no mínimo, 24 horas.

 

    O que é compatibilidade?

Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6, que devem ser iguais entre doador e receptor.

 

    O que fazer quando não há um doador compatível?

Quando não há um doador aparentado (geralmente um irmão ou parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é fazer uma busca nos registros de doadores voluntários, tanto no REDOME como nos do exterior.

Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança de informação, preencha este formulário.

(INCA)


http://www.dm.com.br/cidades/2015/05/anna-clara-precisa-de-transplante-de-medula.html#

A espera de uma doador.



LUTA PELA VIDA
Garoto com leucemia aguarda doação de medula
Familiares tentaram realizar o transplantes, mas não eram compatíveis

 Com vidros de sangue na mão, o pequeno Leonardo Ferreira da Silva, de 6 anos, conta com a solidariedade para vencer a leucemia linfoide aguda (LLA). O garotinho que mora com os pais e dois irmão em Barão de Cocais, na região Central do Estado, aguarda por um doador de medula óssea que seja compatível.

A doença foi constatada em julho de 2014. "Ele lutava taekwondo, quando, durante o treino, ele começou a sentir muitas dores. Ao fez um exame para descobrir o que era, ficou sabendo da doença", explicou a prima de Leonardo, uma jovem de 15 anos.

Familiares já fizeram os exames, mas descobriram que não podiam doar a medula para o garoto. "A mãe dele fez todos os exame para ser doadora, mas ela não era compatível. Ele sabe que está doente, mas não tem noção da gravidade", contou a jovem. 

Para realizar o tratamento, Leonardo e a mãe viajam 98 quilômetros de sua cidade até Belo Horizonte, onde recebe tratamento. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, qualquer pessoa entre 18 e 54 anos pode doar medula óssea. O interessado pode procurar a Fundação Hemominas no telefone (31) 3768-4500.



http://www.otempo.com.br/cidades/garoto-com-leucemia-aguarda-doa%C3%A7%C3%A3o-de-medula-1.1033662

A espera de uma doador.



Apelo de garoto americano doente faz disparar doação de medula em SP
Com leucemia rara, americano precisa achar doador em até três semanas.
Pedido em redes sociais causou efeito no hemocentro da Santa Casa.

 O drama de um menino americano de 11 anos fez disparar o número de pessoas interessadas em serem doadoras de medula óssea no hemocentro da Santa Casa, em São Paulo. Até a semana passada, cerca de 40 pessoas faziam o cadastro por dia, número que saltou para 600 depois de um apelo do garoto nas redes sociais.

Tancrède Bouveret descobriu há poucos dias uma forma rara de leucemia, que afeta a produção de células. Segundo os médicos, ele só consegue esperar mais três semanas por um doador compatível, porque em breve seu estado de saúde não dará mais condições de fazer o transplante.

A pedido do garoto causou uma repercussão imediata nas redes sociais. Famosos brasileiros, como os jogadores Neymar e Kaká, reforçaram a corrente e postaram mensagens de apoio.

Quem quiser ajudar aqueles que, assim como Bouveret, precisam de doação, pode fazer a sua parte aqui no Brasil. Para se tornar um doador, o processo é o seguinte: primeiro, se faz um cadastro em um banco de sangue. Depois, é colhida uma amostra do sangue, para futura avaliação genética e de compatibilidade.

A partir daí, o interessado já entra no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), que será consultado toda vez que alguém precisa de doação.

Se o transplante for compatível, o doador é chamado para que a medula óssea seja coletada. Para doar, é preciso ter entre 18 e 54 anos e estar bem de saúde.

Veja lista de hemocentros no estado de São Paulo:

São Paulo
Santa Casa de Misericórdia
Rua Marquês de Itu, 579 - Vila Buarque - São Paulo
CEP: 01221-001
Telefone: (11) 2176-7000 / 0800-167-055

Hemocentro Regional de Ribeirão Preto
Rua Tenente Catão Roxo 2501 - Monte Alegre
CEP: 14.051-140
Telefone: (16) 2101-9351
Hemocentro Regional de Marília
Rua Lourival Freire, 240 - Fragata
CEP: 17.519-050
Telefone: (14) 3402-1868 / 3402-1866

Hemocentro Regional de Campinas
Rua Carlos Chagas, 480 - Hemocentro da Unicamp
CEP: 13.083-878
Telefone: (19) 3521-8705 / 0800-7228432
Núcleo de Hemoterapia de Franca
Av. Dr. Hélio Palermo, 4181 - Santa Eugênia
CEP.: 14409-045
Telefone: (16) 3727-3666

Hospital de Câncer de Barretos - Fundação Pio XII
Rua Antenor Duarte Vilela, 1331 - Dr. Paulo Prata
Telefone: (17) 3321-6600
Hemonúcleo Hospital Universitário de Taubaté
Av. Granadiero Guimarães, 270
CEP.: 12020-130
Telefone: (12) 3625-7512 ou (12) 3625-7623

Hemocentro São José do Rio Preto
Av. Jamil Feres Kfouri, 80 - Jardim Panorama
Telefone: (17) 3201-5151 / 3201-5078
Serviço de Hemoterapia e Hematologia de São José dos Campos
Rua Antonio Sais, 425 - Centro
CEP: 12210-040
Telefone: (12) 3519-3766

Hemocentro Regional de Araçatuba
Avenida Arthur Ferreira da Costa, 330 - Aviação
CEP: 16055-500
Telefone: (18) 2102-9400
Hemocentro Regional de Marília
Rua Lourival Freire, 240 - Fragata
CEP: 17519-050
Telefone: (14) 3402-1868

Hemonúcleo Regional de Sorocaba
Av Comendador Pereira Inácio, 564 - Vergueiro
Telefone: (15) 3332-9466
Hemonúcleo Regional de Santos
Rua Osvaldo Cruz, 197 - Boqueirão
Telefone: (13) 3233-4265

Hemonúcleo Regional de Bauru
Rua Monsenhor Claro, 888 - Centro
CEP: 17015-360
Telefone: (14) 3234-4412

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/04/apelo-de-garoto-americano-doente-faz-disparar-doacao-de-medula-em-sp.html