sábado, 16 de maio de 2015

Entenda como é feita a doação de medula óssea

Exames de sangue

O número de doadores de medula óssea no Brasil aumentou. Há 15 anos, eram apenas 12 mil inscritos no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Desde 2014, o Brasil já chegou à marca de 3,5 milhões de doadores cadastrados. O responsável pelo banco de doadores de medula óssea é o Instituto Nacional do Câncer (Inca). 
"É preciso que haja entendimento de que a quantidade de doadores necessários para atender aos pacientes que estão esperando os transplantes é uma proporção da população brasileira. É um percentual da população brasileira que representa a diversidade genética da população. O Brasil teve um salto nos últimos 15 anos em que conseguimos a participação de todas as regiões do país, todas as raças e cor da população estão representados no registro. Nós saímos de 12 mil doadores para 3,6 milhões, o que nos coloca como terceiro maior registro do mundo", ressaltou o diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Inca e coordenador do Redome, Luís Fernando Bouzas, em participação ao programa Tema Livre desta segunda-feira (11). 
Bouzas lembra que ainda existe muita confusão sobre o que é medula óssea e como é feita a doação. "As pessoas confundem medula óssea com medula espinhal, que é parte do sistema nervoso e que está dentro da coluna vertical. A medula é o tutano, o tecido que se encontra dentro dos ossos. Esse tecido é muito importante porque dele se origina todas as celulas do sangue e do sistema imunológico, que defendem nosso organismo. Quando se substitui a medula óssea é um procedimento extremamente complexo, que tem indicacação para diversas doenças e tratamentos", explicou Luís Fernando Bouzas.
Sobre a doação, o médico enfatiza que o procedimento para tanto é extremamente seguro. "Quando ocorre a doação, ao mesmo tempo, há uma regeneração rápida desse tecido. Logo após a retirada do tecido, que é de uma fração 15% a 20%, 15 dias depois já há totalmente a recuperação do doador e do tecido retirado",  detalhou Bouzas.

Como doar medula óssea

O gerente do Redome, Alexandre José Almada, que também participou do Tema Livre, explicou que antes de fazer ser selecionado para doação de medula, a pessoa deve ir em um hemocentro para ser cadastrado.
"A pessoa preenche uma ficha com cadastros pessoais e, ao mesmo  tempo, coleta uma amostra de sangue, que vai servir para realizar um teste que vai mostrar a caracterização genética do doador. Isso ainda não é a doação. No futuro, quando houver o cruzamento de dados do paciente e do doador, outros teste serão feitos para concretizar a informação e aí a doação poderá ser feita". acrescentou Bouzas, informando que esse cruzamento é feito por computador.
fonte>>http://www.ebc.com.br/noticias/saude/2015/05/entenda-como-e-feita-doacao-de-medula-ossea

Transplante de medula: médicos orientam sobre doação personalizada

Campanhas de mobilização para localização de doadores de medula óssea são frequentes. Quando celebridades, políticos e pessoas influentes se sensibilizam com um caso e passam a pedir doações na mídia e em redes sociais, um grande número de pessoas lotam os hemocentros para serem voluntários. Mas o ideal seria que as pessoas se cadastrassem para qualquer paciente, não apenas a partir de uma campanha personalizada.
Para Luis Bouzas, diretor geral do Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), deve haver uma conscientização por parte da sociedade que muitas pessoas precisam de medula de óssea e que só o fato de se cadastrarem nos hemocentros não significa que a doação foi efetivada. “Uma vez cadastrada, essa pessoa tem que manter o cadastro atualizado, pois no momento que um paciente for compatível, o hemocentro poderá contatá-lo e, a partir desse momento, começa a doação efetiva”, explica o médico.
Além disso, é preciso diversificar a genética nos registros. Doações para pacientes raros devem ser feitas de forma organizada e criteriosa. Se o paciente é descendente de orientais, a captação deve ser feita em locais onde residem pessoas com ascendência oriental. Se o paciente é descendente de alemães o ideal é que se faça no sul do país ou diretamente no Registro Alemão e assim por diante. O REDOME já é o terceiro maior Registro do mundo com 3 600 000 doadores e cadastra anualmente cerca de 400 000 novos doadores com recursos para custeio dos testes genéticos totalmente público (SUS).
Desta forma, se consegue mais efetividade nos resultados e uso racional dos recursos públicos beneficiando “todos os pacientes de uma forma geral”. Os doadores de campanha massificada, prosseguiu, vão aos bancos de sangue uma vez só e não são fidelizados. A fidelização é um dos objetivos do REDOME, cujo cadastro já atende 90% dos pacientes que buscam um doador na fase preliminar.
Esta opinião é compartilhada pelo presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), Dimas Covas. Ele apoia os alertas dados pelo diretor do REDOME e destaca a importância da mobilização dos doadores de forma organizada em busca da maior efetividade dos resultados em benefício dos pacientes.

A espera de um doador.



Este é o Tancrède que descobriu aos 11 anos que tem leucemia. A cura só virá com transplante de medula óssea. Você pode ser um doador compatível. Ajude a salvar a vida de pessoas como ele. Procure o hemocentro da sua cidade. Em SP, a Santa Casa faz o cadastro de doador em apenas 20 minutos na Rua Marques de Itu, 579. Nem precisa agendar. Vamos juntos ajudar a salvar vidas!

A espera de uma doador.



Vamos ajudar!! Essa princesinha aí de nome Luíza precisa de uma medulinha!Dia 17 de maio vai ter um movimento em prol da pequena para cadastramento de doadores de medula óssea a partir das 16hs na Praça do Jardim América- Fortaleza- Ceará! Participe e salve a vida dela!!

A espera de uma doador.



'Família super-herói' de Juiz de Fora recomeça batalha contra leucemia
Exames detectaram que Paulinho está novamente com a doença.
Nas redes sociais, família incentiva o cadastro para doação de medula.

 "Vamos vencer essa guerra!!! Força, foco e fé!". Passado o choque de receber novamente a notícia de que Paulo Sérgio, o Paulinho, está novamente com leucemia, a família Chagas em Juiz de Fora já iniciou a mobilização pelo menino, que vai precisar de um transplante de medula óssea.

Familiares e amigos iniciaram a campanha "#JuntospeloPaulinho - doe medula óssea", para incentivar as pessoas a se cadastrarem como doadoras. Em um grupo em uma rede social, as pessoas compartilham informações sobre doações e eventos de mobilização, além de fotos com a hastag da campanha. O primeiro evento será uma evento na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) no próximo domingo (17), com música, caminhada, informações e recolhimento de alimentos para a Fundação Ricardo Moyses Júnior.

A doença foi diagnosticada pela primeira vez em abril de 2013, quando Paulinho tinha três anos. Os pais, Paula e Octavio, venceram a timidez e se vestiram de super-heróis para animá-lo no tratamento. Em dezembro do mesmo ano, o exame mostrou que o garoto estava sem sinais de células doentes.

 Desde então, foram mais de 60 semanas da fase de manutenção, já fazendo contagem regressiva para a fase de controle. A família estava organizando a festa de aniversário de 5 anos de Paulinho com comemoração prevista para o dia 16. Inclusive no sábado (2) fizeram fotos no Parque da Lajinha para o book do aniversário. No entanto, a situação mudou no dia seguinte.

“Domingo (3), Paulinho amanheceu com dor abdominal e muitos hematomas (crescentes...). Fizemos um exame de sangue e as plaquetas estavam bem abaixo do normal (45.000). A dor abdominal persistiu mesmo depois de termos procurado assistência e nenhuma causa ter sido descoberta”, disse a mãe.

O quadro não melhorou e eles tiveram que retornar ao hospital. “De terça (5) para quarta (6), ele passou muito mal à noite, a dor estava insuportável, o que nos levou à emergência do hospital de madrugada. No dia seguinte, muitos exames, e a constatação de que seu exame de sangue tinha piorado mais”, narrou.

Nesta quinta-feira (7), o diagnóstico que a família esperava ter superado foi confirmado. “Marcado exame da medula óssea e nosso mundo desmoronando de novo... E infelizmente a notícia é que a que não queríamos, o mielograma mostrou as células atípicas... E o retorno da leucemia”, narrou a mãe em uma rede social.

 O dia das mães, neste domingo (10), e o aniversário de 5 anos dele, na segunda (11), serão no hospital, onde ele está internado neste recomeço de tratamento. Além disso, a família pede por doações de sangue O positivo para o menino. No depoimento, Paula Chagas reforçou que o Paulinho vai precisar de um transplante de medula. Os irmãos são as primeiras opções de doadores.

“Assim que ele estiver forte, testaremos a compatibilidade da medula dele com a do Arthur (25% chance) e com o Octavio (10% chance). Se não forem compatíveis, ele entra para a fila geral de transplante para encontrar um compatível!” E o pedido para que as pessoas ajudem veio na despedida do texto. “Força, foco e fé!!!! Sempre! ‪#‎juntospelopaulinho‬  ‪#‎doemmedulaossea‬ ‪#‎leucemiazeronobrasil‬”

Como doar
A chance de compatibilidade é de um para cada cem mil. Para ser doador de medula óssea, a pessoa precisa ter entre 18 e 55 anos e procurar o Hemominas.

“Qualquer pessoa nesta faixa pode ser doadora de medula. Precisa trazer um documento original e oficial com fotos, deve se dirigir ao setor de captação de doadores no segundo andar. No local, recebe a orientação de como funciona o cadastro, o transplante e colhe uma amostra de 5 ml de sangue. Não precisa vir doar em jejum”, explicou a chefe do setor de captação do Hemominas em Juiz de Fora, Lidiane Laroca.  

 Com esta amostra, é feito o cadastramento. “A partir disso, é feito o exame, que é codificado e incluído no cadastro do Registro Nacional dos Doadores de Medula Óssea (Redome) . É um banco de dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), que é nacional e de pessoas não aparentadas”, lembrou Lidiane Laroca.

Com isso, a pessoa está disponível para doar para qualquer paciente que precise. No entanto, a chefe do setor de captação de doadores diz que é necessário manter os dados atualizados. “A partir deste momento o doador está cadastrado e fica no banco de dados até os 60 anos. A única coisa que ele tem obrigação é de atualizar os dados pessoais dele, inclusive pela internet, acessando o site do INCA, para que ele seja encontrado em caso de compatibilidade”, afirmou.

Em Juiz de Fora, a instituição funciona na esquina da Avenida Rio Branco com Rua Barão de Cataguases, no Centro. O cadastramento é feito de segunda a sexta, de 8h às 18h. Em caso de dúvidas, as pessoas podem ligar para (32) 3257-3117 ou 3257-3113.

http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2015/05/familia-super-heroi-de-juiz-de-fora-recomeca-batalha-contra-leucemia.html

A espera de uma doador.



Anna Clara precisa de transplante de medula
Agora com oito anos, a menina luta contra a leucemia desde os dois

Divania Rodrigues,Da editoria de Cidades

Anna Clara é uma garota de oito anos – “alegre, brincalhona e carinhosa, mas um pouco patricinha”, considera a mãe sorrindo. Ludimilla Braga Teixeira, 26 anos, explica que a filha só fica uma pouco mais quietinha quando “amolece por causa dos remédios fortes” que toma para amenizar a doença contra a qual trava uma batalha desde muito cedo.

A menina tem leucemia desde os dois anos de idade. Aos cinco, os médicos consideraram que ela estava livre da doença. Mas ano passado veio a má notícia: Anna Clara começou a se sentir mal e o diagnóstico apontou, para tristeza dos pais, que o câncer tinha voltado.

Ludimilla guardou na memória a data da sentença médica – 23 de setembro. Ela estava grávida de um dos dois irmãos mais novos de Anna Clara e conta como se sentiu: “Fiquei muito revoltada e se passou um bom tempo até eu aceitar que tudo tinha voltado.”

Ludimilla, Anna Clara, o pai e os dois irmãos moram em Interlândia, a 20 quilômetros de Anápolis, mas a menina realiza o tratamento no Hospital Araújo Jorge, em Goiânia. A mãe conta que a menina não se importa e até gosta de viajar tanto para a Capital quanto para Anápolis, onde mora sua avó. “Ela gosta de sair de casa, ir para a casa dos avós”, conta a mãe.

A mãe de Anna Clara revela que a família tem recebido muita ajuda, até mesmo para comprar remédios, e que ela está otimista: “Poucas vezes fica prostrada na cama, principalmente quando toma remédios fortes, mas no resto do tempo está animada”.

 

Transplante

Com a volta da doença outra notícia pegou a família de surpresa: ao longo do tratamento, a médica verificou que Anna Clara não estava respondendo bem à quimioterapia, motivo que a faz precisar de um transplante de medula óssea o quanto antes. Para fazer o transplante, Anna Clara precisa encontrar um doador.

Todos da família já realizaram o teste de compatibilidade, incluindo os dois irmãos menores da menina, mas ninguém pode ser seu doador. Como não há ninguém na família ou no banco de cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) compatível é preciso realizar testes para encontrar alguém disposto à doação.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o número voluntários no Brasil tem aumentado nos últimos anos. De 12 mil inscritos em 2000, com 10% de transplantes realizados com doadores localizados no Redome, o Brasil chegou ao terceiro maior banco de dados do gênero no mundo com 3,5 milhões em 2014 e 70% de percentual de localização.

Teste

Para conseguir possíveis doadores, os familiares estão fazendo uma campanha por meio das redes sociais. Zilma Alves Teixeira, tia de Anna Clara, conta que durante a campanha conseguiram que o Hemocentro fizesse uma força tarefa para realizar testes de compatibilidade em Anápolis. “Não há restrições. Qualquer pessoa pode fazer o teste, de 18 a 55 anos, todos podem ser doadores”, conta.

As pessoas que querem ser doadoras de medula para Anna Clara podem se encaminhar para os pontos de realização de testes, a partir de amanhã até quarta-feira. Como Anna Clara, outras crianças e adultos também esperam encontrar um doador e mesmo que não seja compatível com a menina, você pode se cadastrar no Redome e ajudar outra pessoa a se curar.

SAIBA MAIS

Locais para realizar o teste:

 

    Anápolis

Segunda-feira (04/05) das 9h às 17h no Anashopping – Avenida Universitária, nº 2.221, Vila Santa Izabel;

Terça-feira (05/05) das 9h às 22h na Faculdade Anhanguera de Anápolis – Avenida Universitária, Centro;

Quarta-feira (06/05) das 9h às 17h, no Jaiara Shopping – Avenida Universitária, Vila Jaiara.

 

    Goiânia

Na Capital, quem deseja ser doador pode procurar o Hemocentro de Goiás, de 2ª a 6ª feira das 7h30 às 18h, na Avenida Anhanguera, nº 5.195, Setor Coimbra.

 

Perguntas e respostas sobre transplante de medula óssea

    O que é medula óssea?

É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por ‘tutano’. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas.

 

    O que é transplante de medula óssea?

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue. Consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

 

    Como é o transplante para o doador?

Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.

    Quais os riscos para o doador?

Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento que necessita de anestesia, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 15%). Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada verifica as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório. Os sintomas que podem ocorrer após a doação – dor local, astenia (fraqueza temporária), dor de cabeça, em geral – são passageiros e controlados com medicamentos simples, como analgésicos. O transplante é um procedimento seguro e requer internação de, no mínimo, 24 horas.

 

    O que é compatibilidade?

Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6, que devem ser iguais entre doador e receptor.

 

    O que fazer quando não há um doador compatível?

Quando não há um doador aparentado (geralmente um irmão ou parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é fazer uma busca nos registros de doadores voluntários, tanto no REDOME como nos do exterior.

Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança de informação, preencha este formulário.

(INCA)


http://www.dm.com.br/cidades/2015/05/anna-clara-precisa-de-transplante-de-medula.html#

A espera de uma doador.



LUTA PELA VIDA
Garoto com leucemia aguarda doação de medula
Familiares tentaram realizar o transplantes, mas não eram compatíveis

 Com vidros de sangue na mão, o pequeno Leonardo Ferreira da Silva, de 6 anos, conta com a solidariedade para vencer a leucemia linfoide aguda (LLA). O garotinho que mora com os pais e dois irmão em Barão de Cocais, na região Central do Estado, aguarda por um doador de medula óssea que seja compatível.

A doença foi constatada em julho de 2014. "Ele lutava taekwondo, quando, durante o treino, ele começou a sentir muitas dores. Ao fez um exame para descobrir o que era, ficou sabendo da doença", explicou a prima de Leonardo, uma jovem de 15 anos.

Familiares já fizeram os exames, mas descobriram que não podiam doar a medula para o garoto. "A mãe dele fez todos os exame para ser doadora, mas ela não era compatível. Ele sabe que está doente, mas não tem noção da gravidade", contou a jovem. 

Para realizar o tratamento, Leonardo e a mãe viajam 98 quilômetros de sua cidade até Belo Horizonte, onde recebe tratamento. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, qualquer pessoa entre 18 e 54 anos pode doar medula óssea. O interessado pode procurar a Fundação Hemominas no telefone (31) 3768-4500.



http://www.otempo.com.br/cidades/garoto-com-leucemia-aguarda-doa%C3%A7%C3%A3o-de-medula-1.1033662

A espera de uma doador.



Apelo de garoto americano doente faz disparar doação de medula em SP
Com leucemia rara, americano precisa achar doador em até três semanas.
Pedido em redes sociais causou efeito no hemocentro da Santa Casa.

 O drama de um menino americano de 11 anos fez disparar o número de pessoas interessadas em serem doadoras de medula óssea no hemocentro da Santa Casa, em São Paulo. Até a semana passada, cerca de 40 pessoas faziam o cadastro por dia, número que saltou para 600 depois de um apelo do garoto nas redes sociais.

Tancrède Bouveret descobriu há poucos dias uma forma rara de leucemia, que afeta a produção de células. Segundo os médicos, ele só consegue esperar mais três semanas por um doador compatível, porque em breve seu estado de saúde não dará mais condições de fazer o transplante.

A pedido do garoto causou uma repercussão imediata nas redes sociais. Famosos brasileiros, como os jogadores Neymar e Kaká, reforçaram a corrente e postaram mensagens de apoio.

Quem quiser ajudar aqueles que, assim como Bouveret, precisam de doação, pode fazer a sua parte aqui no Brasil. Para se tornar um doador, o processo é o seguinte: primeiro, se faz um cadastro em um banco de sangue. Depois, é colhida uma amostra do sangue, para futura avaliação genética e de compatibilidade.

A partir daí, o interessado já entra no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), que será consultado toda vez que alguém precisa de doação.

Se o transplante for compatível, o doador é chamado para que a medula óssea seja coletada. Para doar, é preciso ter entre 18 e 54 anos e estar bem de saúde.

Veja lista de hemocentros no estado de São Paulo:

São Paulo
Santa Casa de Misericórdia
Rua Marquês de Itu, 579 - Vila Buarque - São Paulo
CEP: 01221-001
Telefone: (11) 2176-7000 / 0800-167-055

Hemocentro Regional de Ribeirão Preto
Rua Tenente Catão Roxo 2501 - Monte Alegre
CEP: 14.051-140
Telefone: (16) 2101-9351
Hemocentro Regional de Marília
Rua Lourival Freire, 240 - Fragata
CEP: 17.519-050
Telefone: (14) 3402-1868 / 3402-1866

Hemocentro Regional de Campinas
Rua Carlos Chagas, 480 - Hemocentro da Unicamp
CEP: 13.083-878
Telefone: (19) 3521-8705 / 0800-7228432
Núcleo de Hemoterapia de Franca
Av. Dr. Hélio Palermo, 4181 - Santa Eugênia
CEP.: 14409-045
Telefone: (16) 3727-3666

Hospital de Câncer de Barretos - Fundação Pio XII
Rua Antenor Duarte Vilela, 1331 - Dr. Paulo Prata
Telefone: (17) 3321-6600
Hemonúcleo Hospital Universitário de Taubaté
Av. Granadiero Guimarães, 270
CEP.: 12020-130
Telefone: (12) 3625-7512 ou (12) 3625-7623

Hemocentro São José do Rio Preto
Av. Jamil Feres Kfouri, 80 - Jardim Panorama
Telefone: (17) 3201-5151 / 3201-5078
Serviço de Hemoterapia e Hematologia de São José dos Campos
Rua Antonio Sais, 425 - Centro
CEP: 12210-040
Telefone: (12) 3519-3766

Hemocentro Regional de Araçatuba
Avenida Arthur Ferreira da Costa, 330 - Aviação
CEP: 16055-500
Telefone: (18) 2102-9400
Hemocentro Regional de Marília
Rua Lourival Freire, 240 - Fragata
CEP: 17519-050
Telefone: (14) 3402-1868

Hemonúcleo Regional de Sorocaba
Av Comendador Pereira Inácio, 564 - Vergueiro
Telefone: (15) 3332-9466
Hemonúcleo Regional de Santos
Rua Osvaldo Cruz, 197 - Boqueirão
Telefone: (13) 3233-4265

Hemonúcleo Regional de Bauru
Rua Monsenhor Claro, 888 - Centro
CEP: 17015-360
Telefone: (14) 3234-4412

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/04/apelo-de-garoto-americano-doente-faz-disparar-doacao-de-medula-em-sp.html

A espera de um doador.



Menino de 9 anos com doença rara espera por doador de medula óssea
Família relata a dificuldade para encontrar um alguém compatível.
Expectativa de compatibilidade é de 1 para cada 100 mil pessoas.

Felipe da Silva, de 9 anos, morador de Salto (SP), sofre de uma doença rara chamada Aplasia medular, que interrompe a produção de sangue na medula óssea. Por conta disso, deposita no transplante a chance de levar uma vida normal. O problema é que mesmo o Brasil tendo mais de 3,5 milhões de doadores cadastrados no Instituto Nacional de Câncer (Inca), não está sendo fácil encontrar um doador compatível com o garoto, que sonha em voltar a jogar futebol um dia. Segundo especialistas, a expectativa de compatibilidade é de 1 para 100 mil pessoas.

 A mãe de Felipe, a técnica em enfermagem Kelly Regina Afonsa da Silva, conta que a família só ficou ciente da doença em dezembro do ano passado, depois de uma pneumonia. "Foi um choque, nós ficamos sem chão. Na hora que os médicos falaram que ele precisava de um transplante de medula. Para mim, era o fim do mundo."

Os médicos deram três caminhos para Felipe: o primeiro, transplante da irmã legítima, a Júlia, de apenas 3 anos, mas o que não esperavam é que não houvesse compatibilidade entre os dois; o segundo, é um tratamento com remédios que o garoto já está fazendo e, por último, o transplante de medula óssea de um doador desconhecido.

 "O meu apelo é que as pessoas se coloquem no lugar das outras. Eu também nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer com o meu filho. Hoje eu sonho para encontrar esse doador e, quando isso acontecer, eu vou abraçar e amar essa pessoa pelo resto da minha vida", comenta Kelly.

Gustavo Neves, médico do Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (Gpaci), afirma que além da dificuldade em encontrar um doador compatível, muitas vezes, ele não é localizado. "As pessoas que se tornam doadoras de medula óssea, elas não mantém o cadastro atualizado no site do Inca. Segundo uma estimativa recente, 30% desses doadores estão com o cadastro desatualizado", explica o oncologista pediatra.

 Como se cadastrar
Para se cadastrar no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e não ter nenhum problema de saúde. Basta procurar o Hemocentro mais próximo de sua casa.
Confira informações sobre como doar (Foto: Reprodução/TV TEM)Confira informações sobre como doar
(Foto: Reprodução/TV TEM)

A ONG Asa Morena faz várias ações de conscientização sobre a doação de medula e ainda dá suporte às famílias dos pacientes. O presidente da entidade, Fábio Castilho, diz que a ideia é incentivar mais e mais pessoas à se cadastrarem para a doação. "Com a informação, a gente consegue vencer o grande desafio, que é cadastrar mais gente no banco, além de trazer a expectativa, que hoje é de 1 para 100 mil, para um patamar mais adequado."

A jornalista Tânia Franco conta que conseguiu encontrar um receptor compatível. Em 2001, foi chamada para doar depois de quase dez anos de cadastro. Tânia diz que a vida ganhou ainda mais sentido. "A gente passa a compreender que qualquer pessoa está suscetível a fica doente e, quando isso acontece, a coisa que você mais espera durante a sua luta pela vida é encontrar alguém que possa te ajudar", conclui.

http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/03/menino-de-9-anos-com-doenca-rara-espera-por-doador-de-medula-ossea.html

Não está mais conosco.



Morre jovem que encontrou mãe biológica na busca por transplante
Personal trainer tinha 25 anos e morreu na noite de segunda-feira (27).
Marquinhos foi adotado e tinha câncer. Transplante foi em outubro de 2014.

 O personal trainer Marcos José Ferreira Filho, que era conhecido como Marquinhos, morreu na noite de segunda-feira (27), em Curitiba, aos 25 anos. O jovem, que foi adotado por um casal de curitibanos, foi diagnosticado com leucemia linfóide aguda e fez várias campanhas para encontrar um doador de medula óssea.

Durante esse período, ele acabou recebendo a ajuda de quem menos esperava – a mãe biológica. O Fantástico acompanhou o reencontro. Confira a reportagem.

O transplante foi realizado em outubro de 2014. Depois de mais de 45 dias internado, Marquinhos recebeu alta. Ele estava internado desde quarta-feira (22) no Hospital Nossa Senhora das Graças, também na capital paranaense, e morreu por volta das 23h desta segunda. A causa da morte não foi divulgada.

O velório será a partir das 7h na capela do Cemitério Luterano, no bairro Alto da Glória. O sepultamento será no mesmo local – a partir das 17h.

http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2015/04/morre-jovem-que-encontrou-mae-biologica-na-busca-por-transplante.html


Morre Marquinhos, símbolo de campanha por doação de medula óssea

O garoto de apenas 9 anos diagnosticado com leucemia e que recebeu apoio nas redes sociais com a campanha Força Marquinhos faleceu na manhã desta segunda-feira, 06, em São Paulo. A informação partiu do tio-avô, o empresário Totonho Laprovítera. “Segundo a tradição judaico-cristã, conforme relatos bíblicos, anjos são criaturas espirituais que servem como ajudantes ou mensageiros de Deus. Comumente, por sua inocência e virtude, eles são pintados como criança”, publicou Totonho em seu blog.

Marcos Dias Viveiros foi diagnosticado em julho de 2014. Após mobilização para conseguir um doador, ele conseguiu fazer o transplante de medula óssea em novembro do ano passado. Sua morte se deu após complicações em seu quadro clínico. O corpo do menino ainda não tem data para chegar a Fortaleza.

http://www.cearaagora.com.br/site/2015/04/morre-marquinhos-simbolo-de-campanha-por-doacao-de-medula-ossea/


Não está mais conosco.



Morre jovem que fez campanha na internet por doador de medula óssea
Poliana Deves, de Cascavel (PR), estava em tratamento contra leucemia.
A enfermeira de 25 anos fez o transplante de medula no dia 27 de março.

 Morreu na madrugada desta terça-feira (7) em Curitiba, no Paraná, a jovem de Cascavel, no oeste do Paraná, que lançou uma campanha na internet para encontrar um doador compatível de medula óssea. A enfermeira de 25 anos estava internada desde o fim de março no Hospital das Clínicas, na capital, onde fez o transplante.

Segundo familiares, Poliana Deves teve complicações após o procedimento realizado no dia 27 e não resistiu a uma infecção generalizada provocada por uma bactéria contraída após o procedimento. O corpo da jovem deve chegar a Cascavel, onde será realizado o velório, no início da tarde, na capela master da Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Cascavel (Acesc).

 A jovem foi diagnosticada com leucemia linfoide aguda (LLA) no início de 2014. A cura dependeria de um transplante de medula óssea. Durante a espera, Poliana contou com a ajuda de um grupo de amigas e familiares para encontrar um doador compatível. A página criada no Facebook reuniu mais de 13 mil membros, e o número de testes de compatibilidades de doadores feitos no Hemocentro da cidade saltou de 150 para mais de 2 mil por mês.

A notícia de que um doador havia sido encontrado, fora do Brasil, chegou em dezembro de 2014, após sete meses do diagnóstico. “Eu ganhei meu presente de Natal, tem gente que espera há anos na fila. Foi uma grande surpresa, a chance é 1 para 100 mil, a gente sabe que e difícil de existir a compatibilidade e não esperávamos que fosse tão rápido. Estou muito feliz”, comemorou na época a jovem.

A novidade também pegou as amigas, que administram a página na rede social, de surpresa. Elas não esperavam que o doador fosse encontrado em poucos meses. “Ficou todo mundo extasiado, sem palavras, a gente sabia que ia acontecer, mas achávamos que ia demorar”, afirmou Joana Paula Carneiro, uma das amigas de Poliana que lançaram a campanha.

Campanha
Apesar de o objetivo de encontrar um doador ter sido alcançado, a campanha será mantida. “Eu e as meninas decidimos que a Poliana foi só a primeira. Com essa notícia a nossa força para continuar está maior do que nunca”, disse Joana. “Se a campanha não tivesse tomado essa proporção que tomou a gente não a teria colocado no banco internacional de medula óssea. O Paraná todo ficou conhecendo a Poliana e tudo aconteceu pela campanha e por toda a movimentação que gerou.”

http://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2015/04/morre-jovem-que-fez-campanha-na-internet-por-doador-de-medula-ossea.html

Não está mais conosco.

Hospital do Câncer em Uberlândia, comunica
Hoje nossa guerreira Ana Clara voltou a casa do pai.

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E mais uma vitima da leucemia se vai, desta vez foi a Irani Braga, ela fez o transplante, mas uma coisa daquelas que a gente não entende, o corpo dela recusou a nova medula, lutou durante 4 meses pela pega da medula mas infelizmente aconteceu, meus sentimentos a familia toda, que Deus console seus corações.